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Q1203341 Educação Física
Segundo a professora Suraya Darido (2003), atualmente existem várias abordagens dentro da Educação Física, onde todas elas buscam romper com modelos anteriores da Educação Física Escolar. Sendo assim, podemos afirmar que a abordagem que nos alerta sobre a importância da Educação e da Educação Física como canais de mudança nas estruturas sociais, buscando diminuir as desigualdades sociais e injustiças sociais, chama-se:
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Q1203335 História e Geografia de Estados e Municípios
“Mesmo sendo uma das primeiras capitanias brasileiras, colonizada por Vasco Fernandes Coutinho em 1535, e considerada a melhor e mais abastada capitania brasileira pelo Governador Geral Tomé de Souza, a história capixaba é marcada por altos e baixos, e existem períodos inteiros que ainda não foram desbravados por historiadores por falta de fontes. Os primeiros séculos de colonização ainda são obscuros, sendo mais conhecidos os acontecimentos dos séculos XVIII e XIX”. (MACHADO, L. A Importância da história do Espírito Santo para a formação da identidade capixaba. Comunicação científica no V CONCEFOR, 2018, p. 1)

Sobre o início da colonização do Espírito Santo é correto afirmar que:
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Q1203334 História e Geografia de Estados e Municípios
A história do município de Linhares é indissociável do Rio Doce, cuja bacia hidrográfica é a maior inteiramente incluída na região sudeste. Acerca da dessa relação histórica NÃO é correto afirmar que:
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Q1203333 Conhecimentos Gerais
“Na segunda metade da década de 1990, um novo sistema de comunicação eletrônica começou a ser formado a partir da fusão da mídia de massa personalizada, globalizada, com a comunicação mediada por computadores — a multimídia, que estende o âmbito da comunicação eletrônica para todo o domínio da vida: da casa ao trabalho, de escolas a hospitais, de entretenimento a viagens. [...] A possibilidade de fazer com que o conteúdo do rádio, do cinema, e da televisão ganhe a flexibilidade e a ubiquidade da Internet, até então limitada pela capacidade de transmissão das linhas telefônicas, tornou-se realidade com as alternativas dos cabos e micro-ondas. Já é possível — ouvir rádio, ver TV e assistir a [...] Transações comerciais entre consumidores e empresas e entre empresas começam a acontecer em tempo real, onde é possível encontrar desde estatutos até denúncias, bancos de dados, listas de discussões e questionários para a elaboração de pesquisas”. (ZENHA, C. Mídia e informação no cotidiano contemporâneo. In AARÃO, D. O século XX: v. 3 O tempo das dúvidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.


Sobre a revolução tecnológica do final do século XX, podese afirmar que:
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Q1203332 História
“O golpe de outubro de 1930 resultou no deslocamento da tradicional oligarquia paulista do epicentro do poder, enquanto os demais setores sociais a ele articulados e vitoriosos não tiveram condições, individualmente, nem de legitimar o novo regime, nem tampouco de solucionar a crise econômica. O período 1930-37 pode, por isso mesmo, ser definido como de crise política aberta, sem que nenhuma das frações de classe envolvidas lograsse torna-se hegemônica em sucessão à burguesia cafeeira, o que acabou garantindo ao Estado - a burocracia estatal - a possibilidade de atuar com relativa margem de autonomia face aos interesses em disputa. Estava em gestação uma modificação na própria estrutura e forma de atuação do Estado, cujos produtos viriam a ser não apenas a superação das formas tradicionais de expressão política dos interesses de classe, como também a alteração do próprio processo de reprodução das classes, inscrito na ossatura do Estado. A instalação da ditadura do Estado Novo em 1937 explicitaria tais tendências”. (MENDONÇA, PARTE B ESTADO E SOCIEDADE: A consolidação da república oligárquica S. In LINHARES, M. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus-Elsevier, 2003, p. 332)

A opção que NÃO corresponde a uma leitura da revolução de 1930 é:
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Q1203331 História
“O processo de independência do Brasil é, comumente, datado a partir de 1808, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil. A verdade dessa proposição reside, em especial, na montagem pelo príncipe, e depois rei, D. João VI, de um aparelho governativo no Brasil. Tal criação dá -se, por um lado, através da transferência de órgãos portugueses e, por outro, com o surgimento, no Rio de Janeiro, de estruturas típicas de uma capital, como bibliotecas, um jornal, instituições de fomento. Ao mesmo tempo são substituídos institutos de caráter colonial, como os monopólios e as restrições industriais e comerciais. Por fim, todo o processo é coroado pela assinatura de dois tratados com a Inglaterra, um de Aliança e Amizade e, outro, de Comércio e Navegação, em 1810”. LINHARES, M. História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Campus - Elsevier, 2003, p. 129)

A alternativa que melhor analisa o processo de independência brasileira à luz da historiografia mais recente é:
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Q1203330 História
“O colonizador português do Brasil foi o primeiro entre os colonizadores modernos a deslocar a base da colonização tropical da pura extração de riqueza mineral, vegetal ou animal - ouro, a prata, a madeira, o âmbar, o marfim – para a de criação local de riquezas”. (FREYRE, Gilberto. O mundo que o português criou. Rio de Janeiro: José Olympio, 1940, pp. 14-15)

A colonização portuguesa nas Américas possuiu algumas especificidades. A opção que melhor exemplifica essas especificidades é:
Alternativas
Q1203329 História
“Se vamos ter mais tempo de lazer no futuro automatizado, o problema não é “como as pessoas vão conseguir consumir todas essas unidades adicionais de tempo de lazer?”, mas “que capacidade para a experiência terão as pessoas com esse tempo livre?”. Se mantemos uma avaliação de tempo puritana, uma avaliação de mercadoria, a questão é como empregar esse tempo, ou como será aproveitado pelas indústrias de entretenimento. Mas se a notação útil do emprego do tempo se torna menos compulsiva, as pessoas talvez tenham de reaprender algumas das artes de viver que foram perdidas na Revolução Industrial: como preencher os interstícios de seu dia com relações sociais e pessoais mais enriquecedoras e descompromissadas; como derrubar mais uma vez as barreiras entre o trabalho e a vida.“ (THOMPSOM, E. Costumes em comum. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 146).

Sobre a revolução industrial é correto afirmar que:
Alternativas
Q1203328 História

"É preciso que os soberanos possam dar a lei aos súditos e anular ou revogar as leis inúteis para fazer outras; o que não pode ser feito por aquele que está submetido às leis ou por aquele que está sob o comando de outrem [...] todos os príncipes da Terra estão submetidos à lei divina e não têm poder de contrariá-la, se não querem ser culpados de crime de lesa majestade, fazendo guerra contra Deus" (BODIN, Jean. Os seis livros da república. Livro I. São Paulo, Editora Icone, pp.191-3).


Jean Bodin é um teórico típico do sistema político conhecido na história como:

Alternativas
Q1203327 História
“A partir do século XIV, mas sobretudo a partir do século XV, alguns poetas e escritores, especialmente italianos, tiveram o sentimento de que evoluíam em uma nova atmosfera, e de que eram ao mesmo tempo o produto e os iniciadores dessa cultura inédita. Quiseram então definir, de modo pejorativo, o período do qual eles pensavam afortunadamente sair. Esse período, se terminasse com eles, teria começado aproximadamente com o fim do Império Romano, época que, aos seus olhos, encarnava a arte e a cultura, que havia testemunhado o surgimento de grandes autores [...] Desse modo, o período que eles buscavam definir tinha como única particularidade o fato de ser intermediário entre uma Antiguidade imaginária e uma modernidade imaginada, a que eles deram o nome de “idade média”. (LEGOFF, J. A história deve ser dividia em pedaços? São Paulo: Editora Unesp, 2015, p.26)

Acerca da Idade Média é correto afirmar que:
Alternativas
Q1203326 História
“Resta assinalar que o desenvolvimento da pólis e da noção de cidadania implicou, a certa altura dos acontecimentos, mudanças radicais no tocante a legislação. Como ressalta Austin, passa-se do regime do pé-direito ao do direito. As leis são codificadas, tornam-se públicas e não mais monopólio de uma classe aristocrática que as exerce como bem entende tal qual no período anterior” (FLORENZANO, M. O mundo antigo. São Paulo: Brasiliense, 2004, p.26).

O desenvolvimento da cidadania moderna encontra suas raízes mais profundas na Antiguidade Clássica dos gregos antigos. É um conceito condizente com a cidadania antiga e incorporados ao direito contemporâneo o conceito de:
Alternativas
Q1203325 História
Ainda acerca da temática dos direitos humanos, pode-se compreender a Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu contexto histórico como:
Alternativas
Q1203324 História
“Embora nosso sistema jurídico-legal também seja figuração elitista do poder hegemônico, é possível que renda bons frutos, dentro de seus intervalos e através da interpretação social de cada lei, o que chamamos de hermenêutica cidadã. Talvez dessa prática resulte alguma justiça para os pobres, oprimidos, esmagados, violentados. E, nas pistas de Direitos Humanos caminhar um pouco fora desse injusto perfeito que são os sistemas legais vigentes em sociedades economicamente desniveladas” (PINAUD, J. Longas noites sem direitos humanos. Ópera em quatro atos: Barbárie a Letífera. Rio de Janeiro: DINIGRAF, 2005, p. 43)
Acerca dos direitos humanos e sua implementação problemática no mundo pós-1945, podemos considerar como seus aqueles que formularam as bases teóricas desse sistema de pensamento:
Alternativas
Q1203323 Conhecimentos Gerais
“– Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida, que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima de teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas, que eu conheço. És formosa e tens uma cor linda, que ninguém dirá que gira em tuas veias uma só gota de sangue africano
[...]
– Mas senhora, apesar de tudo isso que sou eu mais do que uma simples escrava? Essa educação, que me deram, e essa beleza, que tanto me gabam, de que me servem?... São trastes de luxo colocados na senzala do africano. A senzala nem por isso deixa de ser o que é: uma senzala.
– Queixas-te de tua sorte, Isaura?
– Eu não, senhora: apesar de todos esses dotes e vantagens, que me atribuem, sei conhecer o meu lugar” (GUIMARÃES, B. A escrava Isaura. São Paulo: Ática, 1976, p.13.)
O racismo consiste numa das mais graves violações aos direitos humanos e ainda é uma prática muito comum na sociedade brasileira. Com a leitura do texto acima, pode-se afirmar que racismo no Brasil:
Alternativas
Q1203322 História
“O conceito de tempo, no uso que fazemos dele, situa-se num alto nível de generalização e de síntese, que pressupõe um riquíssimo patrimônio social de saber no que concerne aos métodos de mensuração das sequências temporais e às regularidades que elas apresentam” (ELIAS, N. Sobre o tempo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1998, p. 35)

Sobre a relação entre o “tempo do individuo” e o “tempo social “pode-se dizer que:
Alternativas
Q1203321 História
“O recorte do tempo em períodos é necessário à história, quer ela seja considerada no sentido geral de estudo da evolução das sociedades, ou no de tipo particular de saber e de ensino, ou ainda no sentido de simples desenrolar do tempo”. (LE GOFF, J. A história deve ser dividia em pedaços? São Paulo: Editora Unesp, 2015, p. 12)
Sobre a relação entre a história e a necessária periodização do tempo é correto afirmar que:
Alternativas
Q1203284 Pedagogia
Acerca das penas disciplinares a que estão sujeitos os servidores públicos municipais infratores, dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de LinharesES que a pena de REPREENSÃO será aplicada:
Alternativas
Q1203280 Geografia
De acordo com Januzzi (2006) qualquer ação analítica ou reflexiva sobre a estrutura populacional e as políticas públicas para atendimento de suas demandas deve compreender uma classificação bastante relevante para análise e formulação das políticas, que é a diferenciação entre indicador-insumo; indicador-produto e indicador processo. Tendo em vista a relevância destes conceitos para os estudos populacionais e seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa que apresenta a correlação correta entre o conceito (1, 2 3) e sua respectiva definição (A, B, C).

1 Indicador-insumo 2. Indicador-produto 3. Indicador processo


A – Corresponde às medidas associadas à disponibilidade de recursos humanos, financeiros ou equipamentos alocados para um processo ou programa que afeta uma das dimensões da realidade social.
B – É aquele mais propriamente vinculado às dimensões empíricas da realidade social, referido às variáveis resultantes de processos sociais complexos, como a esperança de vida ao nascer, proporção de crianças fora da escola ou nível de pobreza.
C – É um indicador intermediário, que traduz em medidas quantitativas o esforço operacional de alocação de recursos humanos, físicos ou financeiros para a obtenção de melhorias efetivas de bem-estar, como número de consultas pediátricas por mês ou ainda homens-hora dedicados a um programa social.

Está correta a alternativa com a seguinte relação:
Alternativas
Q1203279 Conhecimentos Gerais
“A perspectiva sócio construtivista (...) concebe o ensino como uma intervenção intencional nos processos intelectuais, sociais e afetivos do aluno, buscando sua relação consciente e ativa com os objetos de conhecimento (...). Esse entendimento implica, resumidamente, afirmar que o objetivo maior do ensino é a construção do conhecimento pelo aluno, de modo que todas as ações devem estar voltadas para sua eficácia do ponto de vista dos resultados no conhecimento e desenvolvimento do aluno. Tais ações devem pôr o aluno, sujeito do processo, em atividade diante do meio externo, o qual deve ser 'inserido' no processo como objeto de conhecimento, ou seja, o aluno deve ter com esse meio, (que são os conteúdos escolares) uma relação ativa, uma espécie de desafio que o leve a um desejo de conhecê-lo”.
(CAVALCANTI, L. de S. Cotidiano, mediação pedagógica e formação de conceitos: uma contribuição de Vygotsky ao ensino de geografia. Geografia, Linguagem, Psicologia. Cadernos CEDES.v.25n.66 Campinas maio/ago.2005)

A respeito do ensino de Geografia, analise as afirmativas:

I. Na relação cognitiva de crianças, jovens e adultos com o mundo, o raciocínio espacial é necessário, pois as práticas sociais cotidianas têm uma dimensão espacial; assim, os alunos já possuem conhecimentos geográficos oriundos de sua relação direta e cotidiana com o espaço vivido e, portanto, o desenvolvimento de um raciocínio espacial depende apenas da relação intersubjetiva no contexto familiar.

II. Como sujeito ativo de seu processo de formação e de desenvolvimento intelectual, afetivo e social, o aluno é o grande responsável por seu aprendizado; o professor fica com o papel secundário de mediador do processo de formação do aluno, ajudando o aluno a adquirir seus conhecimentos exclusivamente a partir dos conhecimentos já trazidos por ele.

III. Os professores, ao ensinarem Geografia, necessitam despertar nos seus alunos a perspectiva da construção de uma Linguagem Geográfica que deve ser apreendida pelos educandos em uma perspectiva dialógica. A formação da consciência, das funções psicológicas superiores, ocorre, então, a partir da atividade do sujeito, com a ajuda de instrumentos socioculturais, que são os conteúdos externos, da realidade objetiva.

IV. O estudo da História e da Geografia deveria ser tratado nas series iniciais de forma mais integrada que já apontasse para as séries seguintes alguns conceitos, que serão depois aprofundados, como no caso da temporalidade. Sem um diálogo adequado, a transição dos educandos desses anos iniciais para os seguintes é bastante problemática.

Entre as afirmativas mencionadas, são verdadeiras apenas:
Alternativas
Q1203278 Conhecimentos Gerais
Passados quase 130 anos da abolição da escravatura, a população quilombola continua sendo negligenciada como organização de resistência a favor da cultura e da população negra do país. O reconhecimento das comunidades remanescentes de quilombos foi fragilizado nos últimos 2 (dois) anos, obstaculizando ações afirmativas de reparo a danos do período escravagista sentidos ainda hoje. A não equidade dada à população negra é comprovada nos estudos que demonstram que a qualidade de vida desta parcela da população apresenta quase uma década de atraso quando comparada à população branca (PNUD; IPEA; FJP, 2017). De acordo com o mapa a seguir, o Brasil apresenta em torno de 3 (três) mil comunidades quilombolas:

Número de comunidades remanescentes de quilombos por Estado
Imagem associada para resolução da questão

Alguns motivos ajudam a explicar esse relativo abandono em relação às políticas afirmativas de raça:

Alternativas
Respostas
361: B
362: B
363: E
364: B
365: E
366: C
367: A
368: B
369: B
370: B
371: A
372: C
373: E
374: C
375: D
376: B
377: B
378: E
379: E
380: A