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Q3575076 Português

As frases que seguem são provérbios populares que usamos no cotidiano. Analise a pontuação de cada provérbio:


I.Quando a esmola é demais, o santo desconfia.


II.Gato escaldado tem medo de água fria.


III.Mais vale um pássaro na mão do que dois voando?


É correta a pontuaç

Alternativas
Ano: 2025 Banca: IF-MG Órgão: IF-MG Prova: IF-MG - 2025 - IF-MG - Assistente de Aluno |
Q3574485 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

[...] Em um de seus experimentos, Skinner colocou um pombo numa caixa e descobriu que poderia condicioná-lo a bicar uma alavanca para obter uma bolinha de comida. Em alguns experimentos bastava uma bicada; em outros, dez, mas o número de bicadas nunca mudava dentro do mesmo experimento. Os resultados não foram particularmente interessantes. Independentemente do número de bicadas necessárias, cada pombo pressionava a sua alavanca como um burocrata carimbando uma interminável pilha de documentos. 

Skinner tentou então algo diferente. Montou um experimento em que o número de bicadas necessárias para liberar uma bolinha mudava aleatoriamente. O pombo nunca sabia quando a comida chegaria. As recompensas eram inesperadas. Isso excitou os pássaros, que passaram a bicar mais rápido. Algo os estimulava a esforços maiores. A dopamina, a molécula da surpresa, fora controlada.


LIEBERMAN, Daniel Z. Dopamina: a molécula do desejo. Tradução de Paulo Afonso. Rio de Janeiro: Sextante, 2023. p. 28-29.
No trecho “A dopamina, a molécula da surpresa, fora controlada.”, o termo em destaque está separado por vírgulas por se tratar de um(a)
Alternativas
Q3574354 Português
Analise o uso das vírgulas na frase: Fernando Pessoa, renomado poeta e escritor português, é amplamente reconhecido por sua heteronímia. Pode-se afirmar que as vírgulas cumprem a função de: 
Alternativas
Q3570596 Português
Marque a alternativa incorreta quanto ao emprego da vírgula, de acordo com as normas gramaticais.
Alternativas
Q3570589 Português

Leia o texto a seguir de “Música ao longe”, escrito por Érico Veríssimo:


HORA DA SESTA.


Um grande silêncio no casarão.

Faz sol, depois de uma semana de dias sombrios e úmidos.

Clarissa abre um livro para ler. Mas o silêncio é tão

grande que, inquieta, ela torna a pôr o volume na

prateleira, ergue-se e vai até a janela, para ver um

pouco de vida.

Na frente da farmácia está um homem metido num

grosso sobretudo cor de chumbo. Um cachorro magro

atravessa a rua. A mulher do coletor aparece à janela.

Um rapaz de pés descalços entra na Panificadora.

Clarissa olha para o céu, que é dum azul tímido e

desbotado, olha para as sombras fracas sobre a rua e

depois se volta para dentro do quarto.

Aqui faz frio. Lá no fundo do espelho está uma Clarissa

indecisa, parada, braços caídos, esperando. Mas

esperando quê?

Clarissa recorda. Foi no verão. Todos no casarão

dormiam. As moscas dançavam no ar, zumbindo. Fazia

um solão terrível, amarelo e quente. No seu quarto,

Clarissa não sabia que fazer. De repente pensou numa

travessura. Mamãe guardava no sótão as suas latas de

doce, os seus bolinhos e os seus pães que deviam

durar toda a semana. Era proibido entrar lá. Quem

entrava, dos pequenos, corria o risco de levar

palmadas no lugar de costume.

Mas o silêncio da sesta estava cheio de convites

traiçoeiros. Clarissa ficou pensando.

Lembrou-se de que a chave da porta da cozinha servia

no quartinho do sótão.

Foi buscá-la na ponta dos pés. Encontrou-a no lugar.

Subiu as escadas devagarinho. Os degraus rangiam e

a cada rangido ela levava um sustinho que a fazia

estremecer.

Clarissa subia, com a grande chave na mão.

Ninguém… Silêncio…

Diante da porta do sótão, parou, com o coração aos

pulos. Experimentou a chave. A princípio não entrava

bem na fechadura. Depois entrou. Com muita cautela,

abriu a porta e se viu no meio duma escuridão

perfumada, duma escuridão fresca que cheirava a

doces, bolinhos e pão.

Comeu muito. Desceu cheia de medo. No outro dia D.

Clemência descobriu a violação, e Clarissa levou meia

dúzia de palmadas.

Agora ela recorda… E de repente se faz uma grande

claridade, ela tem a grande ideia. “A chave da cozinha

serve na porta do quarto do sótão.” O quarto de Vasco

fica no sótão…

Vasco está no escritório… Todos dormem… Oh!

E se ela fosse buscar a chave da cozinha e subisse,

entrasse no quarto de Vasco e descobrisse o grande

mistério?

Não. Não sou mais criança. Não. Não fica direito uma

moça entrar no quarto dum rapaz.

Mas ele não está lá… que mal faz? Mesmo que

estivesse, é teu primo. Sim, não sejas medrosa.

Vamos. Não. Não vou. Podem ver. Que é que vão

pensar? Subo a escada, alguém me vê, pergunta:

“Aonde vais, Clarissa?” Ora, vou até o quartinho das

malas. Pronto. Ninguém pode desconfiar. Vou. Não,

não vou. Vou, sim!

(Porto Alegre: Globo, 1981. pp. 132-133) 

No final do texto acima, lê-se o seguinte trecho: “Subo a escada, alguém me vê, pergunta: “Aonde vais, Clarissa?” Ora, vou até o quartinho das malas. Pronto. Ninguém pode desconfiar. Vou. Não, não vou. Vou, sim!”. Considerando-o, analise as seguintes afirmações e em seguida assinale a alternativa correta:
I - O termo “aonde” pode ser substituído por “onde” sem que haja alteração de sentido.
II - De acordo com a norma padrão da língua portuguesa, a vírgula depois de “vais” pode ser retirada sem que haja alteração de sentido.
III - Todos os verbos do trecho acima estão na primeira pessoa do singular.
Alternativas
Q3570092 Português
Indique a alternativa que contém um erro quanto à pontuação:
Alternativas
Q3567664 Português

Leia o texto para responder à questão.


Determinada empresa faz uma publicidade de “lascar” na televisão. Utilizando o conjunto Ultraje a Rigor, emprega o seguinte refrão: “A gente somos inútil”. Seríamos inúteis se ficássemos calados diante dessa triste concordância. A gente é útil, falando corretamente a língua portuguesa.


(Arnaldo Niskier. Na ponta da língua. 2001)

As aspas em – de “lascar” – e o itálico em – A gente é útil – expressam, correta e respectivamente, os seguintes sentidos:
Alternativas
Q3565292 Português
Dia do Servidor Público: conheça histórias de funcionários que há décadas fazem a diferença

O Dia do Servidor Público é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro. Em todo estado, são quase 540 mil agentes da administração direta e indireta servindo à comunidade. São diversas as funções, como professores, médicos, policiais, auditores, assessores e motoristas. As áreas com o maior número de servidores são: educação, segurança pública, saúde e ciência e tecnologia. Conheça algumas histórias desses funcionários que fazem a diferença para a população.

42 anos de dedicação ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros

Rosana Negrizoli é bióloga, tem 65 anos e trabalha como funcionária pública há 42 anos no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Na unidade, referência em todo o Estado de São Paulo pelo atendimento em saúde da mulher e do recém-nascido, ela construiu uma carreira, passando de oficial Administrativa de Laboratório para Diretora da Divisão de Apoio Diagnóstico.

A diretora aponta que a tecnologia foi uma transformação que marcou as mais de quatro décadas de trabalho no hospital. "As coisas evoluíram, tudo se tornou mais rápido com a internet. Atualmente, os pacientes conseguem agendar consultas, exames, tudo de uma forma muito mais fácil. A primeira vez que vi um computador na frente eu me assustei e hoje a gente não vive sem ele", relembra.

Rosana testemunhou diferentes fases do hospital e acabou criando uma família com os colegas de trabalho. "No funcionalismo público, nós trabalhamos muitos anos com as mesmas pessoas e eles acabam se tornando membros da nossa família. Quando você tem esse contato, essa amizade, fica muito mais fácil de trabalhar e você passa para o paciente um ambiente melhor e mais acolhedor", comenta.

Toda a dedicação gerou frutos e, hoje, a unidade é referência em saúde da mulher e maternidade. "Eu tenho muito orgulho de fazer parte da família Leonor. Somos premiados como maternidade segura, aleitamento materno, consultórios de rua e outros projetos de sucesso, como o Outubro Rosa", comemora.

Rosana admite que sofre ao pensar na aposentadoria. "Tento me preparar psicologicamente porque eu sei que não vai ser fácil. Eu amo o que eu faço. Eu amo ser servidora pública. Eu amo o Leonor!".

https://www.agenciasp.sp.gov.br/dia-do-servidor-publico-conheca-histor ias-de-funcionarios-que-ha-decadas-fazem-a-diferenca-em-sp/ adaptado
"As coisas evoluíram, tudo se tornou mais rápido com a internet."
Há vários critérios para o uso da vírgula, de acordo com as regras gramaticais da língua portuguesa. No trecho, ela foi empregada para:
Alternativas
Q3565173 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nos princípios da gramática normativa sobre o uso adequado da vírgula, analise as frases abaixo, inspiradas no texto, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3564847 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
Considere a seguinte passagem transcrita do texto:

“Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências)”.

A justificativa para o emprego do sinal de pontuação está correta em
Alternativas
Q3564789 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Tinha um rio no meio do caminho


    Inspirado em uma viagem que fiz à foz do rio Doce, no Espírito Santo, em meados do ano passado, encarei um itinerário ainda mais ambicioso: explorar um pouco mais do percurso desse rio.

    Não era apenas por mera curiosidade de ver como a região estava quase dez anos depois de uma das maiores tragédias ambientais da nossa história. O que eu queria mesmo era ampliar a experiência que tive quando fui à tal foz: a de encontrar pessoas incríveis. 

    Sabia que não me decepcionaria logo no meu ponto de partida, em Mariana (MG), onde fui conhecer o precioso trabalho de restauro na reserva técnica lá montada. De uma peça de altar à folha de papel destruída, tudo ganha novamente vida por lá. 

    Por mais minucioso que seja o trabalho desses técnicos, o que me chamava a atenção era o carinho envolvido nesses restauros. Qualquer mesa de trabalho parecia uma oficina de ourivesaria. Visitar uma sala com peças já restauradas era como adentrar um berçário.

    Isso tinha a ver com as pessoas envolvidas, não só no restauro. Estrada adentro em direção à foz, cruzei o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente me emocionei primeiro com as pessoas, depois com a natureza.

    Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é o ponto comum entre eles.

    Claro que o Perd é absolutamente exuberante. É uma das maiores áreas contínuas de mata atlântica preservada no Brasil, e a lagoa Dom Helvécio, ou Lagoa do Bispo, a mais profunda do Brasil, é de uma imensidão apaixonante. 

    Pode ser num grupo de maracatu em Governador Valadares (MG), o animadíssimo Maracatudo, ou em volta de uma mesa em Regência, em Linhares (ES), comendo o peixe frito da Deia, no Comida de Mãe. Aí está o maior patrimônio dessa região: humanidade.

    Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha de ser tão mestiço. Há, em cada uma dessas pessoas, uma conexão muito forte com a história dos lugares.

    Não era apenas uma ligação geográfica. A terra ali significa não só um solo, mas um passado. Ou, ainda, uma narrativa em comum. E que com carinho, apesar de todas as dificuldades, todos fazem questão de preservar. Isso aumentou a minha fé de que eu estava viajando por um Brasil maior.

    "Tenho certeza de que esse lugar ainda vai ser o que era antes", me conta Deia. "As pessoas saindo pra pescar, com alegria e com a certeza de trazer a comida pra mesa". Uma lágrima, inevitavelmente, assinou a sua fala. Outra desceu pelo rosto de quem a ouvia.

    A mesma Deia encontrei depois, batendo seu tambor no ensaio do Congo de São Benedito. "Eu tava no porto do dia do desastre. O rio e o mar estavam a coisa mais linda", ela continuou. "Parece que Deus falou: vou dar essa visão pra você", completa, na certeza de que ela ainda vai poder mostrar a seus netos uma paisagem como aquela.

    Porque tem esse rio no meio do caminho dessa gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão como essa para as retinas tão fatigadas de Deia.


Camargo, Zeca. Tinha um rio no meio do caminho. Folha de S. Paulo, Turismo, 20 jan. 2025, p. B11. Adaptado.
Leia os seguintes parágrafos transcritos do texto.

Estrada adentro em direção à foz, cruzei o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente me emocionei primeiro com as pessoas, depois com a natureza.
Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é o ponto comum entre eles.

Quanto ao emprego dos sinais de pontuação nesses parágrafos, é correto afirmar que
Alternativas
Q3564667 Português
Analise o bilhete enviado pelo namorado de Marcela:
Marcela, Não poderei encontrá-la no centro nesta tarde, pois tive um imprevisto em minha residência. Em breve, entrarei em contato. Envio-lhe grandes beijos! Cuide-se bem. Daniel 25/03/2025
O Bilhete é um tipo de texto cotidiano muito frequente empregado entre pessoas que possuam um grau de afetividade. Após análise do bilhete do Daniel, pode-se concluir que não é característica comum de um bilhete:
Alternativas
Q3564294 Português
No trecho abaixo, o uso do travessão indica:

Um dia, escutou a mãe e o pai a conversarem.
— Coitada da velhinha — dizia a mãe.
— Por que é que ela é coitada? — perguntou o filho.
— Porque perdeu a memória — respondeu o pai.
— O que é uma memória? — retrucou.
Alternativas
Q3564289 Português
De acordo com as regras de pontuação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Reticências (...).
(2) Dois-pontos (:).
(3) Ponto de exclamação (!).

( ) Ela só tinha um objetivo na vida __ ser médica.
( ) No piquenique havia bolos, salgadinhos, refrigerantes, sucos __
( ) Uau __
Alternativas
Q3563977 Português
Considerando-se o trecho abaixo, retirado do texto, é CORRETO afirmar que as vírgulas foram utilizadas para:

“O português também é uma das línguas oficiais em Macau, uma região autônoma na costa sul da China.” 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IF Sertão - PE Provas: FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Administração | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Agroindústria | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Agronomia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Física | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Geografia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Biologia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Biotecnologia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - História | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Informática | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Inglês | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Libras | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Matemática | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Música com ênfase em Educação Musical e Cordas Friccionadas | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Libras com ênfase em Pedagogia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Português | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Química | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Engenharia Elétrica com ênfase em Segurança do Trabalho | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Segurança do Trabalho | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Enologia | FUNDATEC - 2025 - IF Sertão - PE - Professor EBTT - Filosofia |
Q3563820 Português
Analise o seguinte período: “A chamada ‘regra do três’ é uma prática padrão entre os influenciadores: cada um deles recebe três links de apostas”. Sobre a estrutura do período e da oração, analise as assertivas abaixo: 

I. A primeira oração (“A chamada ‘regra do três’ é uma prática padrão entre os influenciadores”) é um período simples, constituído por sujeito simples, verbo de ligação e predicativo do sujeito.

II. A segunda oração (“cada um deles recebe três links de apostas”) também é um período simples, com verbo transitivo direto e objeto direto no plural.

III. A relação entre as duas orações, indicada pelos dois pontos, configura um caso de coordenação assindética de valor explicativo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3563727 Português
    A língua portuguesa é o idioma falado por mais de 265 milhões de pessoas espalhadas por todos os continentes, e a língua mais falada no hemisfério sul. O português tem origens romanas, assim como o espanhol, italiano e francês.

    Esse grupo de idiomas tem raízes no latim, uma língua considerada morta, ou seja, que não possui falantes nativos. O português falado no Brasil é a mistura do idioma trazido pelos colonizadores de Portugal, das línguas indígenas faladas pelos povos originários brasileiros e das línguas africanas dos povos traficados para o país durante o período escravista.

    A língua portuguesa tem influência do que é chamado de latim vulgar, uma variação do latim culto, e das línguas árabes dos povos que habitavam a região da península ibérica, onde fica Portugal e Espanha. Infelizmente, não há registros de como seria o latim vulgar. Isso porque ele era falado por povos que não dominavam a escrita.

    Segundo a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, o português é reconhecido como idioma oficial não só em Portugal, mas também em outras nações, incluindo Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe. 

    O português também é uma das línguas oficiais em Macau, uma região autônoma na costa sul da China. Macau foi colonizada e administrada pelos portugueses por mais de 400 anos. 

    A língua portuguesa contém sons únicos para os falantes nativos de outros idiomas. O português tem uma das fonologias — ramo da linguística que estuda o sistema sonoro de um idioma — mais ricas entre as línguas derivadas do românico.

    O idioma, no Brasil, tem raízes europeias, já que a língua foi trazida e imposta pelos colonizadores em 1500. Porém, após mais de cinco séculos, a língua que falamos por aqui se distanciou consideravelmente da língua-mãe.

    A primeira diferença que notamos ao comparar as duas variedades é o sotaque. Além disso, há diversas palavras e expressões que podem colocar em uma verdadeira saia-justa os falantes dos idiomas do Brasil e de Portugal durante uma conversa. Por exemplo, “canalha”, para os falantes de português europeu, significa um grupo de crianças.


Fonte: Academia Brasileira de Letras. Adaptado.
Considerar o trecho a seguir, retirado do 3º parágrafo do texto:

“A língua portuguesa tem influência do que é chamado de latim vulgar, uma variação do latim culto, e das línguas árabes dos povos que habitavam a região da península ibérica [...]”.

Assinalar a alternativa cujo uso das vírgulas se justifica pela mesma regra do fragmento acima.
Alternativas
Q3563660 Português
Animais em extinção no Brasil


    Os animais extintos são aqueles que desapareceram do planeta Terra, seja por fenômenos naturais ou pela intervenção humana na natureza. Os principais motivos são: a caça predatória, a pesca, a contaminação do solo, da água e do ar, a destruição de habitats, as mudanças climáticas e a utilização de substâncias tóxicas.

    O Brasil é considerado um dos países mais ricos em biodiversidade. Contudo, existem animais presentes nas regiões brasileiras que podem ser extintos em poucas décadas. Dois exemplos são a anta (Tapirus terrestres) e o boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis).

     A anta é o maior mamífero terrestre do Brasil. Esse animal pode atingir 2 metros de comprimento e, aproximadamente, 300 kg. A espécie se distribuía por todo Rio Grande do Sul, porém, atualmente, só há registros no noroeste do território, próximo a florestas e corpos d'água. As antas são herbívoras e têm apenas um filhote por gestação. Também são excelentes nadadoras, possuem hábitos noturnos e são solitárias.

     O boto-cor-de-rosa, por sua vez, é nativo dos rios da bacia amazônica, sendo considerado o maior golfinho de água doce. É conhecido, no folclore brasileiro, pela lenda de que se transforma em ser humano e seduz moças solteiras. A população do boto-cor-de-rosa vem diminuindo com o passar do tempo, pois a espécie já foi utilizada como isca para pesca e, mais recentemente, sofre com a construção de hidrelétricas.


Fonte: Toda Matéria. Adaptado.
Considerar o trecho abaixo, retirado do texto.

“Os principais motivos são: a caça predatória, a pesca, a contaminação do solo, da água e do ar, a destruição de habitats, as mudanças climáticas e a utilização de substâncias tóxicas.” (1º parágrafo).

Qual a função dos dois-pontos no trecho? 
Alternativas
Q3553956 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

O peso das palavras em tempos de relações líquidas

Para mim, as palavras têm um significado profundo. Costumo brincar mentalmente com os vários sentidos de uma palavra ou expressão. Há algumas palavras que gosto mais, outras que gosto menos. Minha palavra preferida da língua portuguesa é “adorável”! Não sei justificar muito bem a razão da minha devoção por esta palavra, mas, na minha opinião, quando algo é adorável, essa coisa alcançou um lugar acima do bem e do mal, mas o fez com sutileza.

Em tempos de amores líquidos e relacionamentos expressos, palavras antes dotadas de um significado profundo acabaram ganhando contornos bastante imprecisos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a palavra “amigo”. Antes destinada a uma espécie de amor-alegria, partilhado com algumas poucas pessoas, tornou-se lugar comum na boca de pessoas que, muitas vezes, por não saberem o nosso nome, a utilizam como substituto.

As palavras são bem-vindas, constituem o nosso meio de compreender o mundo e, na medida em que diluímos seu valor, nossa compreensão sobre seu significado tende a ser prejudicada também. A palavra amigo não deveria ser usada como uma expressão conveniente para aquelas pessoas que não sabemos nomear ao certo. “Amizade” é a expressão que usamos para adjetivar um dos elos mais fortes que pode haver entre duas pessoas, pois desprovido do sentimento de posse, que geralmente acompanha o amor.

É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.

Não podemos permitir que, na ânsia de chamarmos a todos de amigos, esqueçamos o verdadeiro significado de ter a amizade de alguém. Não se trata de um mero exercício de linguagem ou uma questão semântica menor, porém sim de uma questão existencial. Afinal, as palavras não são meros signos linguísticos usados para nossas comunicações, pois elas são o fio com o qual tecemos nossa compreensão de mundo.

Ao dizer que algo é adorável, estou conferindo a este algo um lugar de destaque no meu universo. Trata-se de uma experiência que transcende a mera aparência, e que envolve uma conexão íntima com aquilo que considero belo ou digno de consideração. Do mesmo modo, quando chamo alguém de “amigo”, estou reconhecendo uma relação que vai além do casual, nomeando uma parceria na qual ambos são transformados mutuamente.

O significado das palavras está no seu uso, pois, é no contexto do dia a dia, na relação entre o que dizemos e fazemos, que as palavras ganham vida. Ao chamarmos qualquer pessoa de amigo, estamos reduzindo o conceito de amizade a algo raso e utilitarista, o que passa ao largo de sua intenção primária, que é nos permitir ter alguém ao lado que nos dê suporte existencialmente.

Cardoso, Juraciara Vieira. O peso das palavras em tempos de relações líquidas. Estado de Minas, Bem viver, 02 dez. 2024, p. 34. Adaptado.
Considere a seguinte passagem transcrita do texto para analisar o emprego e as funções dos sinais de pontuação.

É muito provável (no meu entendimento) que as redes sociais tenham, de algum modo, influenciado a nossa percepção sobre o real significado de “ter amigos”, que passaram a valer mais por sua quantidade do que por sua qualidade. Não sobra espaço, nas curtidas e mensagens eletrônicas – na maioria das vezes – um tempo para um olhar compreensivo, capaz de dizer muito sem usar nenhuma palavra, ou para o abraço que é capaz de emudecer, ainda que por alguns instantes, a nossa angústia.

Nesse sentido, é correto afirmar que
Alternativas
Q3553811 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


O que os desenhos infantis podem revelar?

As representações gráficas infantis são uma manifestação espontânea do próprio funcionamento psicológico da criança. Assim, esses desenhos servem como instrumentos de comunicação, pois expressam as fantasias e conflitos inconscientes, os medos, alegrias, tensões e impulsos agressivos. O desenho é uma produção, uma brincadeira muito expressiva, que nos permite observar como a criança se relaciona com o mundo.

Além de se expressar desenhando, ela mobiliza recursos cognitivos – mentais e emocionais – para buscar resolver conflitos e diminuir angústias. O mundo infantil fica representado nos traços, nas cores e nas formas do desenho. "Portanto, além de ser um instrumento que pode facilitar o entendimento de como a criança se sente diante das exigências da sua vida, o desenho é a expressão do inconsciente, como se fosse um sonho. A criança revela seu funcionamento a partir do desenho”, ressalta a psicanalista Renata Bento, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ).

O desenho, como atividade expressiva, impulsiona o desenvolvimento mental, trabalha a expressão de sentimentos e pensamentos e contribui para um melhor entendimento da complexidade do mundo interno infantil.

Assim como algo se revela a partir de traços corporais, o que vai fornecer algumas pistas são os aspectos estruturais do desenho, como o tamanho, as cores, a forma, a pressão, a perspectiva, a simetria, as correções, os retoques, entre outros. “A interpretação desses dados, somada à observação clínica, pode nos dizer como essa criança se percebe e como ela lida com seus conflitos”, explica Renata Bento.

O desenho – uma porta de entrada para a construção de muitas narrativas – facilitará o conhecimento sobre os sentimentos da criança. No trabalho com crianças é importante que a arte surja livremente, sem interferências e solicitações por parte do analista. Os desenhos, assim como os recursos utilizados, devem ser avaliados de acordo com a idade da criança. É importante deixar claro que a interpretação dos desenhos infantis deve ser realizada por profissional qualificado.

Desenhar em casa pode ser terapêutico. Os pais podem ter em casa um lugar criativo onde possam disponibilizar para a criança materiais para desenhar e pintar, como forma de ajudar a se expressar, e não para serem interpretados. Todavia, não se deve forçá- -la a essa atividade, é preciso partir dela. Como dito, uma boa conversa sobre os desenhos abre espaço de diálogo e facilita a entrada no mundo da imaginação da criança. Essa interação passa a ser algo lúdico e facilitador de intimidade e conectividade entre pais e filhos”, alerta Renata Bento.

Cristie, Ellen. O que os desenhos infantis podem relevar. Estado de Minas, Bem viver, 18 set. 2024. Adaptado.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca do emprego dos sinais de pontuação.

( ) Em “...os aspectos estruturais do desenho, como o tamanho, as cores, a forma, a pressão, a perspectiva, a simetria, as correções, os retoques, entre outros.”, as vírgulas interligam palavras justapostas assindéticas.
( ) No período “Além de se expressar desenhando, ela mobiliza recursos cognitivos – mentais e emocionais – para buscar resolver conflitos e diminuir angústias.”, a substituição dos travessões por vírgulas compromete a correção gramatical.
( ) Na frase “...ressalta a psicanalista Renata Bento, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ).”, os parênteses foram empregados com a finalidade de isolar uma expressão explicativa para se fazer uma ressalva.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Respostas
1641: D
1642: B
1643: A
1644: E
1645: E
1646: E
1647: E
1648: D
1649: C
1650: B
1651: C
1652: B
1653: C
1654: D
1655: D
1656: E
1657: B
1658: B
1659: B
1660: D