Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - verbos em português

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Q3701947 Português
CORVOS GUARDAM RANCOR DE HUMANOS

Esses pássaros são conhecidos pela inteligência e podem memorizar o rosto de quem os causar mal – e revidar com ataques violentos

Manuela Mourão


    O consenso geral é que o melhor amigo do homem é o cachorro (ou o gato, ou qualquer outro pet). Mas qual o maior inimigo?

    Você pode responder os grandes predadores, como os tubarões ou crocodilos, que são temidos ao redor do globo. Mas esses animais raramente causam ataques fatais: no mundo inteiro tubarões são responsáveis por uma média de 63 ataques anuais, dos quais só cinco ou seis resultam em mortes. Os crocodilos são mais perigosos: nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de oito mordidas assassinas na conta deles. Mesmo assim, os verdadeiros líderes do ranking de animais que mais matam são os mosquitos.

    Mas, quando o critério é guardar rancor e ser vingativo, nenhum animal chega nem aos pés dos corvos.

    Esses pássaros sabem revidar ofensas como ninguém. Em 2019, o site CrowTrax, criado para monitorar os ataques de corvos ao redor do mundo, recebeu mais de 5 mil registros de ataques dessas aves. Só em Vancouver, cidade canadense onde a ferramenta nasceu, 8 mil ataques foram registrados desde o início do monitoramento, em 2016. 

    Parece até a história do filme de terror “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, em que os corvos atacavam violentamente os moradores de uma cidade na Califórnia, mas é vida real.

    Gene Carter, especialista em computação que vive em Seattle, nos EUA, foi alvo por quase um ano. Os pássaros se empoleiravam nas janelas de sua casa, e de lá acompanhavam todos os movimentos que ele fazia.

    “Os corvos me encaravam na cozinha”, contou em entrevista para o The New York Times. “Se eu me levantasse e me movesse pela casa, eles encontravam um lugar onde podiam se empoleirar e gritar para mim. Se eu saísse para o carro, mergulhavam sobre mim, chegando a poucos centímetros da minha cabeça.”

    O estopim para tanta raiva foi um único evento: Carter jogou um ancinho para espantar o bando de perto de um ninho de outro pássaro. A perseguição só acabou quando a especialista se mudou de casa.

    Quando um bando – nome dado ao coletivo dessas aves – escolhe um alvo, o resultado não é nada bonito. A perseguição inclui ataques de ira que podem durar mais que uma dúzia de anos, além de ser capaz de virar um rancor multigeracional – ou seja, a raiva é passada de pai para filho.

    Corvos ofendidos podem se mostrar investidos a manter uma punição incessante a quem vacilou com eles. E o ódio não é nem um pouco aleatório: eles têm a habilidade de decorar e reconhecer rostos – mesmo em meio a grandes multidões.

    John Marzluff, professor da Universidade de Washington em Seattle, dedicou sua vida para estudar a interação entre humanos e corvos. Ele carinhosamente apelidou esses animais como “macacos voadores”, por causa da sua inteligência avançada e o tamanho de seus cérebros em relação ao corpo – que é consideravelmente grande.

    Em “A Inteligência das Aves”, a escritora Jennifer Ackerman defende que a expressão “cérebro de passarinho”, usada como uma analogia à burrice, não tem lógica. Exemplo disso são os corvos. Os pássaros pretos são verdadeiros gênios. A inteligência desses pássaros vai além de tramar vinganças contra quem cruza seu caminho. Eles conseguem imitar a fala humana, usar ferramentas, realizar desafios lógicos e até fazer ‘funerais’ para membros do bando.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/corvos-guardam-rancor-de-humanos-e-podem-se-vingar-ate-17-anos-depois/ Acesso em: 10 out. 2024 (Adaptado)
Em: “O estopim para tanta raiva foi um único evento.”, o infinitivo do verbo destacado é 
Alternativas
Q3700883 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


 (Charles M. Schulz. Minduim, 13.03.2025. Disponível em: www.estadao.com.br)

No trecho “Eu liguei pro Chuck e perguntei se ele me amava.” (1º quadro), o verbo “amava” está empregado no mesmo tempo e modo verbal que o verbo destacado em:
Alternativas
Q3700536 Português
VERBO é uma classe de palavras que exprime um fato, mostrando quando este fato ocorre no tempo. Assim, pelos VERBOS podemos saber se o fato aconteceu (passado), ou se está acontecendo (presente), ou se vai acontecer (futuro).
Sabendo disso, leia as frases abaixo:

I - Antônio e Maria comeram maças e bananas.
II - Ana e Felipe cantam uma bela canção.
III - Eva dormiu cedo.
IV - José irá ao jogo no domingo.
V - Luiz nadou na piscina.

Agora responda, podemos dizer que as frases em que os VERBOS estão no PASSADO são: 
Alternativas
Q3699747 Português
O uso adequado do verbo implica em diferentes atos de organização de um texto. Assinale a alternativa que preenche os espaços, adequadamente: _________ bilhetes em prol da formatura dos discentes de Astronomia, que _________ o entusiasmo pela leitura em função das greves que ________ durante os cinco anos do curso. 
Alternativas
Q3698122 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Consumo de ovo pode ajudar a melhor a memória, indica pesquisa

Estudo nos EUA aponta efeitos do alimento nas funções cognitivas, sobretudo entre mulheres

Regina Célia Pereira, da Agência Einstein

22/10/2024 às 17:11 | Atualizado 22/10/2024 às 17:14



    Se há algumas décadas o ovo era visto como vilão do cardápio, atualmente ele desponta como um dos alimentos mais completos e destaca-se em estudos pelas vantagens à saúde. Um dos trabalhos mais recentes, publicado em agosto no periódico Nutrients, mostra que o ovo está por trás de impactos positivos na memória, especialmente entre mulheres.

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, avaliaram dados de um grupo de 890 indivíduos, sendo 357 homens e 533 mulheres. Os hábitos alimentares dos participantes foram esmiuçados e eles passaram por testes cognitivos.

    Entre os resultados do trabalho, observou-se um menor declínio na fluência verbal ao longo dos anos entre as mulheres que consumiam ovo. Elas tinham melhor capacidade de nomear categorias de itens, como animais, em comparação com as que não apreciavam o ingrediente.

    Efeitos similares foram observados em outros artigos. “Embora os próprios estudiosos enfatizem a necessidade de mais pesquisas para confirmar tais achados, algumas substâncias encontradas no alimento têm sido associadas a efeitos benéficos ao cérebro”, diz a nutricionista Serena del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein.

    A primeira que merece menção é a colina. Trata-se de uma das vitaminas do complexo B. Presente na gema, é essencial para a síntese de um neurotransmissor conhecido como acetilcolina, que, entre outras funções, está envolvido na regulação da aprendizagem e da memória.

    Há ainda a luteína e a zeaxantina, integrantes dos carotenoides, grupo de pigmentos de potente ação antioxidante. “Essas substâncias atuam na proteção contra o estresse oxidativo e a inflamação no cérebro”, comenta a nutricionista. Seriam, portanto, guardiãs dos neurônios e demais estruturas cerebrais.

    Colina, luteína e zeaxantina fazem bonito pelas funções cognitivas, mas o ovo oferece ainda outras preciosidades. Seu conteúdo proteico tem sido dos mais badalados. Ainda que a gema contenha uma pequena parcela, a clara é uma verdadeira “sopa” de aminoácidos, pedacinhos de proteína fabricados pela natureza com a função de proteger o embrião em desenvolvimento dentro do ovo.

    No nosso organismo, o nutriente atua na constituição de tecidos e órgãos, contribuindo para a integridade de unhas, cabelos e pele. Também é indispensável na construção e reparação muscular.

    Exageros, entretanto, não oferecem benefícios adicionais e podem trazer danos à saúde. “O corpo tem um limite de absorção de proteínas por refeição”, explica a nutricionista. Aquantia deve ser determinada de acordo com o perfil e o estilo de vida de cada um.



Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/consumo-de-ovo-pode-ajudar-a-melhorar-memoria-indica-pesquisa/.Acesso em: 09 dez. 2024, [adaptado].

Analise as assertivas que seguem acerca do termo “avaliaram” contido no fragmento: “Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, avaliaram dados de um grupo de 890 indivíduos, sendo 357 homens e 533 mulheres” (2º§).



I- Está no plural para concordar com “dados”.


II- Pode ser substituído por “avaliou”.


III- Está no plural para concordar com “pesquisadores”.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3697723 Português
Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado

7 Novembro 2019

        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.

        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.

        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.

        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.

        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.

        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.

        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.

        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.

        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.

        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.

        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.

        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.

        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.

        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.

        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.

        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.

        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.

António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Assinale a alternativa em que a frase, retirada do texto, apresenta a voz verbal corretamente classificada. 
Alternativas
Q3697003 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Dispositivo pode substituir cloro no tratamento de água e auxiliar na saúde das pessoas

        Os sistemas de tratamento de água são essenciais na vida dos seres humanos. São eles os responsáveis por garantir a qualidade e transporte do líquido até a casa de cada cidadão. Atualmente grande parcela do tratamento ao redor do mundo é realizada com o uso de cloro. Entretanto, por mais que a técnica seja eficaz contra microrganismos, ela pode gerar subprodutos tóxicos à saúde e exige cuidados no transporte e armazenamento, podendo afetar diretamente os seres humanos e o meio ambiente.
    
        Pensando nessa questão, pesquisadores do Instituto de Química da USP de São Carlos desenvolveram um dispositivo capaz de contornar esse problema. O mecanismo, ao invés de utilizar cloro, purifica a água a partir do uso de peróxido de hidrogênio, também conhecido como água oxigenada.
    
        O tratamento de água a partir desse composto não só auxilia no seu tratamento como não gera subprodutos prejudiciais à saúde. Marcos Lanza, professor do Instituto de Química de São Carlos e responsável pelo grupo de pesquisa, comenta que processos como a peróxido gênese são estudados há muito tempo. “O uso de peróxido de hidrogênio para o tratamento de água, em larga escala, é muito caro, e por isso é pouco utilizado nas estações. Nós desenvolvemos esse dispositivo pensando justamente em baratear o custo do reagente.”
    
        O aparelho desenvolvido produz, monitora e libera peróxido de hidrogênio na água em tempo real. Robson Souto, doutorando e pesquisador do Instituto de Química, detalha que a reação que ocorre no interior do dispositivo baseia-se na adição de oxigênio atmosférico à água, gerando o peróxido de hidrogênio. Ele complementa que o composto gerado é altamente oxidante e muito eficiente.
    
        Além do tratamento de água, o dispositivo pode ser utilizado para outras finalidades industriais. “No sistema, o peróxido de hidrogênio produzido pode ser utilizado, por exemplo, para uma aplicação de síntese na indústria química. Uma das áreas possíveis de utilização é na indústria de polpa de papel, para a produção de folha sulfite.
    
        Além do custo elevado, o peróxido de hidrogênio tem um tempo de vida curto, levando a uma preferência no uso de cloro nas estações de tratamento. Assim, o dispositivo desenvolvido possui muita utilidade em espaços mais afastados das estações de tratamento, já que a produção de peróxido é controlada de acordo com a necessidade. Além disso, o professor comenta que a armazenagem do composto é mais simples em relação ao cloro, visto que ele consegue se misturar com a água facilmente.
    
        O projeto ainda não está no mercado. De acordo com os pesquisadores, algumas empresas já consultaram a situação da patente, mas desistiram ao notarem os altos custos de desenvolvimento. “Nós estamos em uma escala ‘bancada-piloto’, mas é o máximo que conseguimos alcançar por enquanto. Teríamos que ter mais recursos e investimentos para aumentarmos nosso espaço, para montarmos uma grande planta”, afirma Marcos.

Fonte: https://jornal.usp.br/radio-usp/dispositivo-pode-substituir-cloro-notratamento-de-agua-e-auxiliar-na-saude-das-pessoas/ (adaptado). 
Se o verbo baratear estivesse flexionado na 3ª pessoa do plural do futuro do pretérito do indicativo, sua forma seria: 
Alternativas
Q3696169 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta todas as formas verbais empregadas corretamente.
Alternativas
Q3694689 Português
“Vossa excelência ......... preocupada por quê?
Alternativas
Q3694463 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado” (5º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque é uma flexão do verbo:
Alternativas
Q3694462 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia” (5º parágrafo). Se o termo em destaque fosse substituído por “As empresas”, a reescrita da frase, à luz da norma-padrão, seria:
Alternativas
Q3694456 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora” (1º parágrafo). Nesse trecho, os verbos em destaque estão no modo indicativo, respectivamente flexionados nos tempos:
Alternativas
Q3693112 Português

Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade 


Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias



    Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade. 


    Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões 


    As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza. 


    Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões. 


A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza 


    É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior. 


    Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.


    Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas. 


Consequências das tentativas de encaixe


    Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.


    Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos. 


    Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.


    Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los. 


    Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser? 


Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021

https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/ 

Observe o trecho a seguir e analise a concordância verbal: 



O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.” 



Considerando as regras de concordância verbal, assinale o item correto: 

Alternativas
Q3692647 Português
Leia o anúncio a seguir.
“Não deixe sua vida em risco. Fique em casa ou se cuide bem ao sair.”
Em relação aos verbos destacados. É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3691714 Português
Quem sabe Deus está ouvindo


          Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcandoa um pouco para entrar na terra, sem sequer me dar conta do que fazia.

           Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

           — Você vai criar um cajueiro aí?

           Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

          — Mas é melhor arrancar logo, não é? Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso — mas confesso que havia nele um certo remorso. Um silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isto a empregada não sabe: ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão — disso eu não seria capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer, darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

           Hoje pela manhã ela começou a me dizer alguma coisa — “seu Rubem, o cajueiro…” — mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e transplantou para ele a mudinha. Veio me mostrar: 

         — Eu comprei um vaso.
       
         — Ahn...
         
          Depois de um silêncio, eu disse:
 
         — Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa... Ela olhou a plantinha e disse com convicção: — Esse aqui não vai morrer, não senhor.

          Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse pela compra do vaso e ficara aliviada com minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo, uma frase profética, dita apenas por dizer:

         — Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro!

          Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo, com certa gravidade:

          — É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

        Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros assuntos maiores.



BRAGA, R. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro, 1960. Disponível em < https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12044/quemsabe-deus-esta-ouvindo>. 
O verbo em “— Eu comprei um vaso.” está conjugado:
Alternativas
Q3691589 Português
Considere as definições dadas a seguir a respeito dos modos verbais:

I. É empregado para exprimir fatos possíveis, hipotéticos ou irreais.
II. É empregado para exprimir um fato certo ou real.
III. É empregado pela 1ª pessoa do discurso para exprimir ordens, proibições, pedidos etc. à 2ª pessoa do discurso.

As definições apresentadas correspondem, respectivamente, aos modos:
Alternativas
Q3691588 Português
A oração em destaque em “Parecia que tinha o amor nos olhos” transformada em oração subordinada reduzida de infinitivo resulta em:
Alternativas
Q3691585 Português
A seguir apresentam-se afirmações a respeito do emprego do verbo haver. Assinale a alternativa cuja afirmação é incorreta.
Alternativas
Q3691408 Português
LEIA o texto a seguir para responder à questão abaixo.

O bom e o mau 

Carlos Heitor Cony


    Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.


    É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever. 


    Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate. 


    O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara". 


    Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau". 



    CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas.
São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31. 

“Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".”
Nesse trecho, o verbo destacado foi flexionado. Entretanto esse verbo, em certas construções, não permite flexão, devendo ser somente na 3ª pessoa do singular. Por isso é nomeado como verbo impessoal. Sendo assim, de acordo com essa informação, ASSINALE a alternativa em que o emprego desse verbo está em desacordo com a norma culta.
Alternativas
Q3691374 Português
Sua excelência (______) dizer que não apresentará proposta para (_____) levar ao debate, pois não concorda com a parceria entre (____) e os outros participantes”. 

A alternativa que completa as lacunas entre parênteses, CORRETAMENTE E RESPECTIVAMENTE é:
Alternativas
Respostas
1121: D
1122: B
1123: D
1124: E
1125: D
1126: E
1127: A
1128: B
1129: A
1130: B
1131: B
1132: A
1133: D
1134: C
1135: C
1136: C
1137: D
1138: B
1139: C
1140: C