Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

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Q3807107 Português
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a ela.


Como garantir a Sustentabilidade Ambiental?


        Uma pergunta assalta e perturba os vários cidadãos conscientes, autoridades preocupadas com a situação do meio ambiente e as organizações que militam na área: como garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades?

         A resposta a essa pergunta atinge um caráter de urgência quando percebemos claramente os sinais de degradação e constatamos que o planeta fica triste e sente, como nunca, o impacto do peso da vida humana e das ações predatórias longamente praticadas por nós. Manter as bases da economia e o estilo de vida das populações urbanas nos níveis atuais, onde o consumismo desenfreado e o descarte de grandes quantidades de materiais tóxicos e lixo é praticamente a ordem reinante e a lógica por trás de quaisquer ações humanas. Cedo ou tarde, os impactos desse modo de vida se tornarão irreversíveis e populações inteiras sentirão a mão pesada da natureza sobre suas vidas. Vencer as resistências locais e as políticas aceitas tradicionalmente como verdades absolutas é a missão do novo pensamento que deve se espalhar e dominar as mentes e os corações dos “novos políticos” e do “novo cidadão”.

        A grande realidade é que para garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades, devemos praticamente abandonar o modo de vida que experimentamos até hoje e criar devida consciência nas massas e na classe dirigente de que a exploração desenfreada do meio ambiente só levará à destruição do planeta. Num sistema insustentável de produção, os recursos naturais planetários seriam exauridos muito rapidamente e proporcionariam problemas gravíssimos que seriam sentidos com um impacto devastador nos grandes aglomerados urbanos.

      Fazer com que a aplicação de políticas garantidoras da sustentabilidade ambiental nas grandes cidades represente uma realidade em que se leva em consideração a capacidade de reposição que o planeta tem de seus recursos e, ao mesmo tempo, manter medidas que permitam uma maior justiça social, é o que deve ser feito.

       As mudanças que já foram sentidas devem ser estimuladas e seus reflexos plenamente positivos em uma escala pequena devem servir de exemplo para que nações e governos menores comecem a implementá-las e a sentir seus reflexos cada vez mais intensamente. Conseguir alterar as relações de consumo e educar a população para o real significado das políticas de conservação do meio ambiente pode ser a única forma de garantir a sustentabilidade ambiental de forma efetiva e com resultados em médio e longo prazo.

        Fazer com que nossas populações questionem o seu modo de vida e fazê-las entender que se os recursos do planeta não tiverem “a oportunidade” de se renovarem e de se sustentarem sob a pressão de uma demanda constante de consumo exacerbado, a vida no planeta, como a conhecemos, acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.

       O colapso das grandes cidades e os conflitos sociais e entre países serão inevitáveis e de proporções apocalípticas. Sendo os “vitoriosos” sobreviventes herdeiros de uma terra exaurida e devastada, incapaz de sustentar a vida e inútil para qualquer um de nós, ricos ou pobres.

      Um dado estatístico pode corroborar muito bem com essas relações problemáticas e perigosas entre populações urbanas e recursos naturais. Basta saber que para sustentar apenas um quarto da população mundial que habita nos países ricos são necessários três quartos de todos os recursos naturais do planeta. Por essa simples constatação, pode-se perceber claramente que será impossível fornecer os recursos necessários para que todos os seres humanos possam atingir um padrão de vida razoável no ritmo de consumo atual. Somente com o desenvolvimento sustentável será possível garantir a sustentabilidade ambiental, e com isso podermos reverter nossa atual situação.

Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!


Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/como-garantir-sustentabilidade-ambiental/ Adaptada
a frase: “Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!”, foi usada a vírgula após o termo “Pessoal”, porque estamos diante de um(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto Ágata Órgão: Prefeitura de Juruti - PA Provas: Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Agente de Fiscalização Animal e Vegetal | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Analista de Sistemas | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Arquiteto | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Assistente Social | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Auditor Fiscal da Receita Municipal | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Auditor Técnico de Saúde | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Bibliotecário | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Biólogo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Cirurgião Dentista | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Contador | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Enfermeiro | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Agrícola | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Agrônomo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Ambiental | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Civil | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro de Pesca | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Elétrico | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro em Segurança do Trabalho | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Florestal | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Engenheiro Sanitarista | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Farmacêutico Bioquímico | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Pedagogo - SEMAS | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Psicólogo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Sociólogo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Terapeuta Ocupacional | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Turismólogo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Zootecnista | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Fisioterapeuta | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Fonoaudiólogo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Geógrafo | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Jornalista | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Médico Veterinário | Instituto Ágata - 2025 - Prefeitura de Juruti - PA - Nutricionista |
Q3805732 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


    Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.

    “O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço. 

    Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”, pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado, contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito, ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido antes. 

    “Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga. Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve contato.


(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
No trecho — “Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso trabalhar em casa do que na loja...” — o uso das aspas adquire relevância discursiva e estilística. Considerando a função enunciativa desse recurso, é correto afirmar que as aspas:
Alternativas
Q3805691 Português

    Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.

    Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.

    Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.

    Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.

    Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.




SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.

No trecho de Schopenhauer: "O bem, a felicidade, a satisfação são negativos", assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel das vírgulas na frase.
Alternativas
Q3805662 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


   Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.

   “O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.

      Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”, pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado, contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito, ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido antes.

     “Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga. Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve contato.


(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
No trecho — “Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso trabalhar em casa do que na loja...” — o uso das aspas adquire relevância discursiva e estilística. Considerando a função enunciativa desse recurso, é correto afirmar que as aspas:
Alternativas
Q3805038 Português
A pontuação está correta na frase da alternativa: 
Alternativas
Q3805037 Português
Dentre as frases abaixo, assinale a que não está pontuada de acordo com as regras estabelecidas pela gramática normativa:
Alternativas
Q3803928 Português
Qual das frases abaixo está pontuada corretamente?
Alternativas
Q3802321 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado



SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

No período "Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil", assinale a função sintática e discursiva dos dois pontos segundo a norma culta e a análise textual. 
Alternativas
Q3802317 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.


Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.


Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?


Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.


Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.


Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.


Texto Adaptado



SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.

Na frase "Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente", foi usada a vírgula depois da expressão "Ao meio-dia" para: 
Alternativas
Q3801308 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025. 

Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período.
Alternativas
Q3800674 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período.
Alternativas
Q3800570 Português
Os professores concluíram o relatório; os coordenadores, ainda não.” No trecho acima, a vírgula após “coordenadores” indica:
Alternativas
Q3800385 Português
Os professores concluíram o relatório; os coordenadores, ainda não.” No trecho acima, a vírgula após “coordenadores” indica:
Alternativas
Q3800186 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período. 
Alternativas
Q3799851 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, a vírgula após “de que” exerce qual função? 
Alternativas
Q3799090 Português

Analise o texto abaixo e as afirmativas a seguir.

 

O passeio

 

Pedro planejou o passeio por semanas. Ao acordar, pensou: “Será que vai chover hoje?” — afinal, a previsão não estava clara. Decidiu, então, levar guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica para proteger os lanches. Durante o trajeto, viu crianças correndo, cachorros brincando, vendedores chamando: “Doces! Balas! Pipoca!” Pedro respirou fundo, sorriu e disse consigo mesmo: “Valeu a pena todo o planejamento.”

 

I - O uso do travessão em “— afinal, a previsão não estava clara” indica uma explicação adicional, e o efeito é de destaque ou comentário do narrador.

 

II - As reticências após “Doces! Balas! Pipoca!” seriam necessárias para indicar hesitação ou fala interrompida, mas não aparecem no texto, pois o autor quis transmitir urgência e ritmo acelerado.

 

III - A pontuação com vírgulas em “guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica” separa itens de uma lista, obedecendo a norma culta.

 

IV - Entre aspas, em “Será que vai chover hoje?”, a pontuação correta seria colocar o ponto de interrogação fora das aspas, pois ele pertence à frase narrada e não à fala de Pedro.

 

Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3799064 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

Na frase "Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.", o uso da vírgula atende a exigências específicas da sintaxe da oração e da organização das estruturas coordenadas e subordinadas. Com base na análise normativa da pontuação, assinale a alternativa correta sobre o uso da vírgula nesse período.
Alternativas
Q3799024 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Detox das Redes



Sempre que viajo, estabeleço para mim mesma a regra de desligar o celular até o fim da viagem. Esse gesto funciona como um refúgio da rotina, permitindo-me deixar de lado mensagens, e-mails e notificações. Gosto das redes sociais e as uso diariamente, mas percebo que, para realmente entrar no clima de férias, preciso me desconectar de tudo que não esteja comigo presencialmente.


Essa experiência me aproxima da vivida por Ana, interpretada por Larissa Manoela, no filme Modo Avião (2020). Assim como eu, ela vive permanentemente conectada, até que uma mudança forçada para a casa do avô, sem Wi-Fi, a obriga a enfrentar um detox digital. No meu caso, são poucos dias; no dela, meses. Ainda assim, reconheço os mesmos estágios da ruptura com o celular.


Primeiro surge a abstinência: a inquietação de não checar fotos, mensagens ou novidades, acompanhada da sensação de estar perdendo o que acontece no mundo, o famoso fear of missing out . Depois, porém, vem a liberdade — uma leveza que nasce quando as cobranças desaparecem e o presente ganha mais nitidez.


No filme, Ana cria um novo vínculo com o avô; eu, por minha vez, me conecto de forma mais profunda aos lugares que visito. Acredito que se desconectar, independentemente do motivo, sempre resulta em um saldo positivo: longe das telas, o tempo parece se alongar. E quem não deseja mais tempo para aproveitar o que a vida oferece? Eu, certamente, desejo.


Texto Adaptado



TEIXEIRA, Adriana Maria Souza. Detox das Redes. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho "Depois, porém, vem a liberdade — uma leveza que nasce quando as cobranças desaparecem e o presente ganha mais nitidez.", analisam-se o uso do travessão e a ausência da vírgula após o termo "leveza". Acerca desses aspectos da pontuação, segundo a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3799023 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Detox das Redes



Sempre que viajo, estabeleço para mim mesma a regra de desligar o celular até o fim da viagem. Esse gesto funciona como um refúgio da rotina, permitindo-me deixar de lado mensagens, e-mails e notificações. Gosto das redes sociais e as uso diariamente, mas percebo que, para realmente entrar no clima de férias, preciso me desconectar de tudo que não esteja comigo presencialmente.


Essa experiência me aproxima da vivida por Ana, interpretada por Larissa Manoela, no filme Modo Avião (2020). Assim como eu, ela vive permanentemente conectada, até que uma mudança forçada para a casa do avô, sem Wi-Fi, a obriga a enfrentar um detox digital. No meu caso, são poucos dias; no dela, meses. Ainda assim, reconheço os mesmos estágios da ruptura com o celular.


Primeiro surge a abstinência: a inquietação de não checar fotos, mensagens ou novidades, acompanhada da sensação de estar perdendo o que acontece no mundo, o famoso fear of missing out . Depois, porém, vem a liberdade — uma leveza que nasce quando as cobranças desaparecem e o presente ganha mais nitidez.


No filme, Ana cria um novo vínculo com o avô; eu, por minha vez, me conecto de forma mais profunda aos lugares que visito. Acredito que se desconectar, independentemente do motivo, sempre resulta em um saldo positivo: longe das telas, o tempo parece se alongar. E quem não deseja mais tempo para aproveitar o que a vida oferece? Eu, certamente, desejo.


Texto Adaptado



TEIXEIRA, Adriana Maria Souza. Detox das Redes. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho "No meu caso, são poucos dias; no dela, meses.", o uso da vírgula e do ponto e vírgula revela aspectos sintáticos e estilísticos relevantes. A esse respeito, assinale a alternativa correta quanto ao valor e à justificativa normativa dessas marcas de pontuação 
Alternativas
Respostas
1081: E
1082: A
1083: A
1084: A
1085: D
1086: A
1087: B
1088: C
1089: A
1090: A
1091: B
1092: B
1093: C
1094: C
1095: C
1096: C
1097: A
1098: E
1099: A
1100: B