Questões de Concurso Comentadas sobre análise sintática em português

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Q53413 Português
Orgulho ferido

Um editorial da respeitada revista britânica The Lancer
sobre o futuro de Cuba acendeu uma polêmica com
pesquisadores latino-americanos. O texto da revista sugeriu que
o país pode mergulhar num caos após a morte do ditador Fidel
Castro, que sofre de câncer, tal como ocorreu nos países do
Leste Europeu após a queda de seus regimes comunistas. E
conclamou os Estados Unidos a preparar ajuda humanitária
para os cubanos. De quebra, a publicação insinua que há
dúvidas sobre a capacidade do sistema de saúde cubano fazer
frente a esse quadro.

"O editorial é um desrespeito à soberania de Cuba", diz
Maurício Torres Tovar, coordenador-geral da Alames (Associação
Latino-Americana de Medicina Social). "A atenção do
Estado cubano para com a saúde de sua população é um
exemplo para todos. Cuba tem uma notável vocação solidária,
ajudando, com remédios e serviços de profissionais, diversos
países atingidos por catástrofes", afirmou. Sergio Pastrana, da
Academia de Ciências de Cuba, também protestou: "Temos
condição de decidir se precisamos de ajuda e direito de
escolher a quem pedi-la."

(Revista Pesquisa Fapesp. Outubro 2006, n. 128)

O editorial foi considerado um desrespeito à soberania de Cuba, trataram a soberania de Cuba como uma questão menor, pretenderam reduzir a soberania de Cuba a dimensões risíveis, como se os habitantes do país não tivessem construído a soberania de Cuba com sangue, suor e lágrimas.



Evitam-se as viciosas repetições acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por

Alternativas
Q53137 Português
É melhor ser alegre que ser triste, já dizia Vinicius de
Moraes. Sem dúvida. O poeta ia mais longe, entoando em rima
e em prosa que tristeza não tem fim. Já a felicidade, sim. Até
hoje, muita gente chora ao ouvir esses versos porque eles
tocam num ponto nevrálgico da vida humana: os sentimentos. E
quando tais sentimentos provocam algum tipo de dor, fica difícil
esquecer - e ainda mais suportar. A tristeza, uma das piores
sensações da nossa existência, funciona mais ou menos assim:
parece bonita apenas nas músicas. Na vida real, ninguém gosta
dela, ninguém a quer.
Tristeza é um sentimento que responde a estímulos
internos, como recordações, memórias, vivências; ou externos,
como a perda de um emprego ou de um amor. Não se trata de
uma emoção, que é uma resposta imediata a um estímulo. No
caso da tristeza, nosso organismo elabora e amadurece a
emoção, antes de manifestá-la. É uma resposta natural a
situações de perda ou de frustrações, em que são liberados
hormônios cerebrais responsáveis por angústia, melancolia ou
coração apertado.
"A tristeza é uma resposta que faz parte de nossa forma
de ser e de estar no mundo. Passamos o dia flutuando entre
pólos de alegria e infelicidade", afirma o médico psiquiatra
Ricardo Moreno. Se passamos o dia entre esses pólos de
flutuação, é bom não levar tão a sério os comerciais de
margarina em que a família é linda, perfeita, alegre e até os
cachorros parecem sorrir o tempo inteiro. Vivemos uma época
em que a felicidade constante é praticamente um dever de
todos. É fato: ser feliz o tempo todo está virando uma obrigação
a ponto de causar angústia.
Especialistas, no entanto, afirmam que estar infeliz é
mais do que natural, é necessário à condição humana. A
tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão,
uma volta para nós mesmos, uma possibilidade de nos conhecermos
melhor. De saber o que queremos, do que gostamos. E
somente com essa clareza de dados é que podemos buscar
atividades que nos dão prazer, isto é, que nos fazem felizes.
Assim como a dor e o medo, a tristeza nos ajuda a sobreviver.
Sim, porque se não sentíssemos medo, poderíamos nos atirar
de um penhasco. E se não tivéssemos dor, como o organismo
poderia nos avisar de que algo não vai bem?

(Adaptado de Mariana Sgarioni, Emoção & Inteligência, Superinteressante,
p. 18-20)

... muita gente chora ao ouvir esses versos ... (1º parágrafo)

O segmento grifado acima introduz, no contexto, a noção de
Alternativas
Q32427 Português
No período "Elas permitem que toda a população atinja, no curto prazo, patamares mínimos de dignidade e sobrevivência" (Imagem 017.jpg06-07), os grifos são respectivamente:
Alternativas
Q9499 Português
Texto II
A nuvem como guia

          Quando eu era criança, morava na Penha. Em
     minha casa, havia quintal. Deitado na grama, eu via
     estrelas, cometas, asteróides: via até a ponta das
     barbas brancas de Deus. Em dia de lua cheia, via até
5     seu sorriso, encimando o bigode branco. As estrelas
     eram tantas que pareciam confetes e lantejoulas, em noite
     de terça-feira gorda. Brilhavam forte, com brilho que hoje
     já não se vê: a luz foi soterrada no céu sombrio pela
     poluição galopante, estufa onde nos esturricaremos todos
10     como torresmos, sem remissão, se os países poluentes
     continuarem sua obra sufocante.
          Na Praia das Morenas, no fim da minha rua,
     tropeçando em siris e caranguejos - naquele tempo
     havia até água-viva na Baía de Guanabara; hoje, nem
15     morta! - eu via barcos de pescadores e peixes
     contorcionistas, mordendo as redes, como borboletas em
     teias de aranha - que ainda existiam naqueles tempos,
     aranhas e borboletas.
          Criança, eu pensava: como seria possível aos
20     pescadores velejar tão longe da areia, perder-se da
     nossa vista, perder-se no mar onde só havia vento em
     ritmos tonitruantes, onde as ondas eram todas iguais,
     sem traços distintivos, feitas da mesma água e mesma
     espuma e, encharcados de tempestades, encontrar o
25     caminho de volta?
          Meu pai explicava: os pescadores olhavam as
     estrelas, guias seguras, honestas, que indicavam o
     caminho de suas choupanas, na praia. Eu olhava o céu
     e via que as estrelas se moviam, e me afligia: talvez
30     enganassem os pescadores. Meu pai esclarecia: os
     pescadores haviam aprendido os movimentos estelares,
     e as estrelas tinham hábitos inabaláveis, confiáveis, eram
     sérias, seguiam sempre os mesmos caminhos seguros.
    
BOAL, Augusto. (adaptado).
Assinale o item correto, quanto aos comentários sintáticos.
Alternativas
Q9497 Português
Texto II
A nuvem como guia

          Quando eu era criança, morava na Penha. Em
     minha casa, havia quintal. Deitado na grama, eu via
     estrelas, cometas, asteróides: via até a ponta das
     barbas brancas de Deus. Em dia de lua cheia, via até
5     seu sorriso, encimando o bigode branco. As estrelas
     eram tantas que pareciam confetes e lantejoulas, em noite
     de terça-feira gorda. Brilhavam forte, com brilho que hoje
     já não se vê: a luz foi soterrada no céu sombrio pela
     poluição galopante, estufa onde nos esturricaremos todos
10     como torresmos, sem remissão, se os países poluentes
     continuarem sua obra sufocante.
          Na Praia das Morenas, no fim da minha rua,
     tropeçando em siris e caranguejos - naquele tempo
     havia até água-viva na Baía de Guanabara; hoje, nem
15     morta! - eu via barcos de pescadores e peixes
     contorcionistas, mordendo as redes, como borboletas em
     teias de aranha - que ainda existiam naqueles tempos,
     aranhas e borboletas.
          Criança, eu pensava: como seria possível aos
20     pescadores velejar tão longe da areia, perder-se da
     nossa vista, perder-se no mar onde só havia vento em
     ritmos tonitruantes, onde as ondas eram todas iguais,
     sem traços distintivos, feitas da mesma água e mesma
     espuma e, encharcados de tempestades, encontrar o
25     caminho de volta?
          Meu pai explicava: os pescadores olhavam as
     estrelas, guias seguras, honestas, que indicavam o
     caminho de suas choupanas, na praia. Eu olhava o céu
     e via que as estrelas se moviam, e me afligia: talvez
30     enganassem os pescadores. Meu pai esclarecia: os
     pescadores haviam aprendido os movimentos estelares,
     e as estrelas tinham hábitos inabaláveis, confiáveis, eram
     sérias, seguiam sempre os mesmos caminhos seguros.
    
BOAL, Augusto. (adaptado).
Assinale a opção IMPROCEDENTE quanto à justificativa de emprego da(s) vírgula(s).
Alternativas
Q6808 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto
abaixo.

     "O folhetim é frutinha de nosso tempo", disse Machado
de Assis numa de suas deliciosas crônicas. E volta ao assunto
na crônica seguinte.
     "O folhetinista é originário da França [...] De lá espalhouse
pelo mundo, ou pelo menos por onde maiores proporções
tomava o grande veículo do espírito moderno; falo do jornal." E
Machado tenta "definir a nova entidade literária", procura
esmiuçar a "organização do novo animal". Mas dessa nova
entidade só vai circunscrever a variedade que se aproxima do
que hoje chamaríamos crônica. E como na verdade a palavra
folhetim designa muitas coisas, e, efetivamente, nasceu na
França, há que ir ver o que o termo recobre lá na matriz.
     De início, ou seja, começos do século XIX, "le feuilleton"
designa um lugar preciso do jornal: "o rez-de-chaussée"
? résdo-
chão, rodapé
?, geralmente o da primeira página. Tinha uma
finalidade precisa: era um espaço vazio destinado ao
entretenimento. E pode-se já antecipar, dizendo que tudo o que
haverá de constituir a matéria e o modo da crônica à brasileira
já é, desde a origem, a vocação primeira desse espaço
geográfico do jornal, deliberadamente frívolo, oferecido como
chamariz aos leitores afugentados pela modorra cinza a que
obrigava a forte censura napoleônica. ("Se eu soltasse as
rédeas da imprensa", explicava Napoleão ao célebre Fouché,
seu chefe de polícia, "não ficaria três meses no poder.")

(MEYER, Marlyse, Folhetim: uma história. 2 ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005, p. 57)
E pode-se já antecipar, dizendo que tudo o que haverá de constituir a matéria e o modo da crônica à brasileira já é, desde a origem, a vocação primeira desse espaço geográfico do jornal, deliberadamente frívolo, oferecido como chamariz aos leitores afugentados pela modorra cinza a que obrigava a forte censura napoleônica.
 
Considerado o contexto, é correto afirmar que, no fragmento,
Alternativas
Q6733 Português
Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se à
crônica abaixo.
Facultativo
Estatuto dos Funcionários, artigo 240: "O dia 28 de
outubro será consagrado ao Servidor Público" (com
maiúsculas).
Então é feriado, raciocina o escriturário que, justamente,
tem um "programa" na pauta para essas emergências. Não,
responde-lhe o Governo, que tem o programa de trabalhar; é
consagrado, mas não é feriado.
É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto
facultativo. Saberão os groenlandeses o que seja ponto
facultativo? (Os brasileiros sabem) É descanso obrigatório no
duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá
um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: "céu
azul, praia, ponto facultativo", não lhe apetecendo a casa nem
as atividades lúdicas, deliberou usar de sua "faculdade" de
assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do
domínio público, estuda as causas da inexistência dessa
matéria-prima na composição das goiabadas.
Encontrou cerradas as grandes portas de bronze, ouro e
pórfiro
(*), e nenhum sinal de vida nos arredores. (...) Tentou
forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada
facultativas.
(...) João decidiu-se a penetrar no edifício,
galgando-lhe a fachada e utilizando a vidraça que os serventes
sempre deixam aberta. E começava a fazê-lo com a teimosia
calma dos Brandões quando um vigia brotou da grama e puxouo
pela perna.
- Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de
descansar?
(...) Então não sabe o que quer dizer facultativo?
João pensava saber, mas nesse momento teve a
intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no
dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na
Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias
milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas
ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras
cruzadas.
(*) Pórfiro = tipo de rocha; pedra cristalina.
(Carlos Drummond de Andrade, Obra completa. Rio de
Janeiro: Aguilar, 1967, pp. 758-759)
A relação sintática entre os dois segmentos de Tentou forçar as portas, / mas as portas mantiveram-se surdas é a mesma que se verifica entre estes segmentos:
Alternativas
Q2256648 Português

                                           

Assinale a opção cujo esquema corresponde à organização das relações sintáticas do trecho retirado do texto VI. 
Alternativas
Q1639846 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

    Com as agravantes do desmatamento e do aquecimento global, a seca na Amazônia ganha alguns contornos de novidade que se dissipam no longo curso da história da região. De acordo com o meteorologista Pedro Dias, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a atual redução das chuvas se encaixa no padrão de ciclos observado na Amazônia no último século. É o que os técnicos chamam de “variabilidade decadal do Oceano Pacífico”, que impacta o Atlântico.
    Os regimes de chuvas ao norte e ao sul do Rio Amazonas se têm alternado, em ciclos de três décadas, ao longo de 120 anos. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia. Nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram. Agora, no início do século XXI, a região pode estar começando um novo ciclo de 10% a 15% a menos de chuva, assim como aconteceu no início do século XX. “Nos últimos 100 a 120 anos, os ciclos têm sido bastante regulares”, diz.
    Coincidentemente, as variações possivelmente causadas pelo efeito estufa também são da ordem de 10% a 15%. “Há um consenso de que o aumento do efeito estufa já tem uma magnitude comparável à da variação natural”, registra Pedro Dias. Assim, o que poderia acontecer, falando grosseiramente, é que a variação causada por esse efeito venha se somar à variação natural, duplicando o impacto sobre o ambiente. O meteorologista salienta, em qualquer caso, que se trata de variações médias ao longo de três décadas, e não de ano a ano, quando o comportamento pode ser bem diferente.
    Numa escala ainda maior de tempo, a atual seca se torna mais relativa. Entre 5 mil e 3 mil anos atrás, onde hoje existe floresta, havia grandes extensões de savana, característica de regiões com longos períodos de seca. Também há registros de grandes variações nas chuvas e de períodos em que os rios baixaram, causando mudanças significativas na fauna e na flora, lembra Virgílio Viana, Secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas.
    “Esta é a maior seca com internet e cobertura em tempo real”, ironiza Elpídio Gomes Filho, Superintendente da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc). Adaptados a grandes variações de profundidade dos rios entre os períodos de chuva e de estiagem, os portos da Amazônia têm um sistema de braços flutuantes – inventado pelos ingleses – que sobem e descem, acompanhando a superfície da água.
    “Os rios sobem 14 metros durante 6 meses e descem 14 metros durante 6 meses, de forma previsível, milenar e regularmente”, assegura Elpídio.

(Adaptado de Lourival Sant’Anna, O Estado de S. Paulo, 16 de outubro de 2005, A 13).
Aponta-se no texto relação de causa e conseqüência entre os segmentos:
Alternativas
Q1229320 Português
“Se amamos genuinamente gostamos que a pessoa amada seja querida por outros familiares e amigos.”


O trecho se inicia com uma noção de 
Alternativas
Q401448 Português
Assinale a única oração sem sujeito.
Alternativas
Q175061 Português
Uma coluna do jornal Lance dizia o seguinte:
“Isto só será possível se o clube transformar-se em empresa, o presidente do clube trabalhar por isso e o torcedor reaver a confiança no time”.
O erro gramatical presente nesse segmento de texto é:

Alternativas
Q101255 Português
Assinale a opção em que o fragmento de texto está gramaticalmente correto quanto a grafia, morfologia e sintaxe.
Alternativas
Q29261 Português
Imagem 155.jpg
Julgue (C ou E) os itens que se seguem, a respeito das idéias e
das estruturas lexicais, morfossintáticas e semânticas do
texto VII.
Imagem 158.jpg
Alternativas
Q29187 Português
Imagem 072.jpg

Julgue (C ou E) os itens a seguir, que dizem respeito ao período
"Mas o café não mudou o padrão econômico anterior: era
também um produto de exportação baseado no trabalho escravo"
(L.18-20).
Imagem 074.jpg
Alternativas
Q11703 Português
Imagem 002.jpg

Em relação ao texto acima, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q4277 Português
Em novo compasso

1         Neste momento, em várias partes do
      mundo, algum pesquisador está tentando descobrir
      um detalhe no funcionamento do músculo cardíaco
4    ainda não percebido pela ciência, enquanto outro
      se esforça para aprimorar um tratamento já
      reconhecido, e um terceiro se lança em um
7    experimento que pode resultar em mais uma opção 
      de terapia. Eles integram um imenso batalhão de 
      investigadores que têm como único objetivo tornar
10   o coração mais forte. Trata-se de um sonho nobre e 
      também de uma urgência. Afinal, o órgão precisará
      bater em um compasso afinadíssimo para dar conta
13  de bombear o sangue em seres humanos cada vez
      mais longevos.
           É de olho nas exigências do futuro que estão
16  sendo desenhadas mudanças nos tratamentos do
      presente. Algumas das mais significativas ocuparam
      as principais discussões de evento que reuniu
19  cerca de 11 mil médicos de todo o planeta em
     Orlando - EUA, na semana passada, e que é
     considerado um dos mais importantes encontros
22  mundiais de cardiologistas. Estudo divulgado no
     encontro, por exemplo, fez que a comunidade
     médica passasse a discutir com mais ênfase uma
25  alteração no limite permitido de colesterol ruim
     (LDL) em pacientes de alto risco (portadores de
     alguma doença cardíaca ou que acumulam pelo
28  menos dois fatores de risco - hipertensão,
     obesidade, diabete, sedentarismo, fumo, entre os
     mais importantes). Hoje, segundo a Sociedade
31  Brasileira de Cardiologia, essas pessoas devem
     manter o LDL abaixo de 100 mg/dL.

Eduardo Holanda, Greice Rodrigues e Mônica Tarantino. Istoé, 16/3/2005, p. 45 (com adaptações).

Com relação às idéias do texto ao lado e às palavras e expressões nele empregadas, julgue os itens a seguir.
Na oração "Trata-se de um sonho nobre e também de uma urgência" (R.10-11), não se pode identificar o agente da ação verbal.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Polícia Federal Provas: CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Administrador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Arquiteto | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Médico Ortopedista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Arquivista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Assistente Social | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Bibliotecário Documentalista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Enfermeiro | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Médico Psiquiatra | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Médico Veterinário | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Nutricionista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Odontólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Engenheiro de Aeronaves | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Engenheiro de Telecomunicações | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Engenheiro Mecânico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Psicólogo Clínico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Médico Cardiologista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Farmacêutico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Estatístico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Psicólogo Organizacional | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico de Comunicação Social - Jornalismo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Assuntos Educacionais - Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Assuntos Educacionais - Sociologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Comunicação Social - Relações Públicas | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Assuntos Culturais | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Assuntos Educacionais - Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Polícia Federal - Técnico em Assuntos Educacionais - Filosofia |
Q2243916 Português



Amado L. Cervo. Sob o domínio do pensamento único. In: UnB Revista, ano III, n.º 7 (com adaptações).

Julgue o item que se segue, a respeito do texto acima. 


O emprego do pronome “se”, nas linhas 1 e 16, marca a formalidade da linguagem utilizada e indica, nas duas ocorrências, que o sujeito da oração é indeterminado, impessoal. 

Alternativas
Q178088 Português
Com base na estruturação sintática e na pontuação do texto II, julgue o  item  a seguir.

A vírgula que aparece logo depois da expressão “Mais grave ainda” (L.26) pode ser substituída por dois-pontos, sem que se incorra em erro.
Alternativas
Q178087 Português
Com base na estruturação sintática e na pontuação do texto II, julgue o  item a seguir.

O período “Nunca foi constituído a serviço da cidadania de 100% da Nação” (L.15-16) é uma oração sem sujeito.
Alternativas
Respostas
6401: B
6402: A
6403: B
6404: C
6405: D
6406: E
6407: E
6408: B
6409: A
6410: D
6411: C
6412: C
6413: D
6414: C
6415: E
6416: D
6417: C
6418: E
6419: C
6420: E