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Onibus antigos viram banheiros femininos confortáveis e
seguros na Índia
Como muitas mulheres na Índia, a estudante Suvarna Dongare enfrenta diariamente a dificuldade de encontrar um banheiro público confortável e seguro, um serviço precário e __________ neste país do sul da Ásia.
Por isso, ficou agradavelmente surpresa ao descobrir, em um parque da cidade de Pune, oeste da Índia, um ônibus velho pintado de rosa transformado em um banheiro móvel para mulheres por uma dupla de empresários, que estaciona o veículo em diversos lugares. “Fui ao parque e precisava urgentemente ir ao banheiro. Esses banheiros são muito confortáveis e dão uma sensação de segurança”, relatou a jovem de 18 anos, em conversa com a AFP.
Pela modesta soma de cinco rúpias (cerca de 5 centavos de dólar), qualquer mulher pode embarcar para usar os banheiros, amamentar seus filhos ou até comprar fraldas e absorventes.
Iniciado em 2016 pelos empreendedores Ulka Sadalkar e Rajeev Kher, o projeto “Banheiros para elas” oferece 12 serviços sobre rodas, cada um deles usado, em média, por mais de 200 mulheres por dia.
“Acreditamos que as mulheres merecem ter __________ a banheiros limpos e seguros. É um direito fundamental para elas”, disse à AFP Ulka Sadalkar, cofundadora do projeto.
Os dois empresários planejam inaugurar mil banheiros móveis na Índia nos próximos cinco anos.“Demos muita atenção à estética na conversão desses ônibus e oferecemos banheiros limpos, com telas de TV, monitores de temperatura e um assistente do outro lado da porta”, descreve.
Manisha Adhav, de 40, que dirige um desses “pipimóveis”, sente-se “orgulhosa” de seu trabalho. “Porque fazemos algo pelas mulheres”, explica.
Por iniciativa do primeiro-ministro Narendra Modi, este país de 1,3 bilhão de habitantes construiu, nos últimos anos, milhões de banheiros públicos no âmbito do programa “Índia Limpa”. Diante da falta de manutenção, de água e de eletricidade, muitos deles acabam não sendo utilizados, segundo os especialistas.
https://istoe.com.br... - adaptado.
Texto para o item.

Internet: <www.brasil.elpais.com> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 2,a vírgula empregada após a forma verbal “vir” separa um segmento explicativo da expressão “liberdade de ir e vir”.
Desafio de dar auxílio rápido na crise revela: o Brasil não conhece o Brasil

Desafio de dar auxílio rápido na crise revela: o Brasil não conhece o Brasil

TEXTO I
Quem quer viver para sempre?
Eu já deveria estar morto. Ou a caminho de. Para alguns leitores, nunca uma frase soou tão verdadeira. Mas eu falo da história, não de afetos. Se tivesse nascido em Portugal, cem anos atrás, já haveria lápide e caixão. Dá para acreditar que, em inícios do século XX, a esperança média de vida para os homens portugueses rondasse os 35-40 anos? Hoje, andará pelos oitenta. O que significa que, com sorte e algum bom humor do Altíssimo, eu estou apenas a meio da viagem. Se juntarmos os progressos da medicina no futuro próximo, é possível que a viagem seja alargada mais um pouco. Cem anos, cento e tal. Nada mau.
Um artigo recente da Nature, aliás, promete revoluções para a minha pobre carcaça. O segredo está no hipotálamo cerebral e numa proteína do dito cujo que regula o envelhecimento humano. Não entro em pormenores, até porque eu próprio não os entendo. Mas eis o negócio: se a proteína é estimulada, os ratinhos morrem mais depressa. Se a proteína é inibida, acontece o inverso. Falamos de ratos, por enquanto, o que significa que a descoberta só terá aplicação imediata entre a classe política. Mas o leitor entende onde quero chegar.
E eu quero chegar à maior promessa de todas: o dia em que seremos finalmente imortais. Na história da cultura ocidental, esse dia pode estar no passado distante (ler Hesíodo, ler a Bíblia). Ou pode estar no futuro, como garantem os “trans-humanistas”. Falo de uma corrente bioética perfeitamente respeitável que se dedica a essa causa: o destino da humanidade não está em morrer aos cem. Está em viver indefinidamente depois dos cem, através dos avanços da tecnologia. Porque só a tecnologia permitirá aos homens suplantar a sua infantil condição mortal. O nosso corpo é apenas a primeira casca de todas as cascas que estarão por vir. E quem não gostaria de viver para sempre?
Curiosamente, há quem não queira. O filósofo Roger Scruton, em ensaio recente, dedica um capítulo específico aos transhumanistas. O livro intitula-se The Uses of Pessimism and the Dangers of False Hope. Segundo sei, será publicado no Brasil em breve. Recomendo. Primeiro, porque é uma súmula perfeita do pensamento de Scruton, escrito com elegância habitual do autor. Mas sobretudo porque é a mais brilhante refutação do pensamento utópico, e em particular do pensamento utópico trans-humanista de autores como Ray Kurzweil ou Max More, que me lembro de ter lido. Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz de virar o debate do avesso e perguntar: por que motivo a doença e a morte devem ser vistas como males intoleráveis que devemos erradicar? Não será possível olhar para eles como bens necessários?
Certo, certo: ninguém ama a doença e, tirando casos extremos, ninguém deseja morrer. Mas sem a doença e a morte, a vida não teria qualquer valor em si mesma. Os projetos que fazemos; as viagens com que sonhamos; os amores que temos, perdemos, procuramos; e até a descendência que deixamos – tudo isso parte da mesma premissa: o fato singelo de não termos todo o tempo do mundo. Vivemos, escolhemos, amamos – porque temos urgência em viver, escolher e amar. Se retirarmos a urgência da equação, podemos ainda viver eternamente. Mas viveremos uma eternidade de tédio em que nada tem sentido porque nada precisa ter sentido. Sem importância do efêmero, nada se torna importante.
Os trans-humanistas sonham com um mundo pós-humano. É provável que esse mundo seja possível no futuro, quando a técnica suplantar a nossa casca primitiva. Mas esse mundo, até pela sua própria definição, será um filme diferente. Não será um filme para seres humanos tal como os conhecemos e reconhecemos.
Viver até os cem? Agradeço. Cento e vinte também serve. Mas se me dissessem hoje mesmo que o meu futuro duraria uma eternidade, eu seria o primeiro a pular da janela sem hesitar.
COUTINHO, João Pereira. Vamos ao que interessa: cem crônicas da era da brutalidade. São Paulo: Três Estrelas, 2015.
TEXTO I
Quem quer viver para sempre?
Eu já deveria estar morto. Ou a caminho de. Para alguns leitores, nunca uma frase soou tão verdadeira. Mas eu falo da história, não de afetos. Se tivesse nascido em Portugal, cem anos atrás, já haveria lápide e caixão. Dá para acreditar que, em inícios do século XX, a esperança média de vida para os homens portugueses rondasse os 35-40 anos? Hoje, andará pelos oitenta. O que significa que, com sorte e algum bom humor do Altíssimo, eu estou apenas a meio da viagem. Se juntarmos os progressos da medicina no futuro próximo, é possível que a viagem seja alargada mais um pouco. Cem anos, cento e tal. Nada mau.
Um artigo recente da Nature, aliás, promete revoluções para a minha pobre carcaça. O segredo está no hipotálamo cerebral e numa proteína do dito cujo que regula o envelhecimento humano. Não entro em pormenores, até porque eu próprio não os entendo. Mas eis o negócio: se a proteína é estimulada, os ratinhos morrem mais depressa. Se a proteína é inibida, acontece o inverso. Falamos de ratos, por enquanto, o que significa que a descoberta só terá aplicação imediata entre a classe política. Mas o leitor entende onde quero chegar.
E eu quero chegar à maior promessa de todas: o dia em que seremos finalmente imortais. Na história da cultura ocidental, esse dia pode estar no passado distante (ler Hesíodo, ler a Bíblia). Ou pode estar no futuro, como garantem os “trans-humanistas”. Falo de uma corrente bioética perfeitamente respeitável que se dedica a essa causa: o destino da humanidade não está em morrer aos cem. Está em viver indefinidamente depois dos cem, através dos avanços da tecnologia. Porque só a tecnologia permitirá aos homens suplantar a sua infantil condição mortal. O nosso corpo é apenas a primeira casca de todas as cascas que estarão por vir. E quem não gostaria de viver para sempre?
Curiosamente, há quem não queira. O filósofo Roger Scruton, em ensaio recente, dedica um capítulo específico aos transhumanistas. O livro intitula-se The Uses of Pessimism and the Dangers of False Hope. Segundo sei, será publicado no Brasil em breve. Recomendo. Primeiro, porque é uma súmula perfeita do pensamento de Scruton, escrito com elegância habitual do autor. Mas sobretudo porque é a mais brilhante refutação do pensamento utópico, e em particular do pensamento utópico trans-humanista de autores como Ray Kurzweil ou Max More, que me lembro de ter lido. Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz de virar o debate do avesso e perguntar: por que motivo a doença e a morte devem ser vistas como males intoleráveis que devemos erradicar? Não será possível olhar para eles como bens necessários?
Certo, certo: ninguém ama a doença e, tirando casos extremos, ninguém deseja morrer. Mas sem a doença e a morte, a vida não teria qualquer valor em si mesma. Os projetos que fazemos; as viagens com que sonhamos; os amores que temos, perdemos, procuramos; e até a descendência que deixamos – tudo isso parte da mesma premissa: o fato singelo de não termos todo o tempo do mundo. Vivemos, escolhemos, amamos – porque temos urgência em viver, escolher e amar. Se retirarmos a urgência da equação, podemos ainda viver eternamente. Mas viveremos uma eternidade de tédio em que nada tem sentido porque nada precisa ter sentido. Sem importância do efêmero, nada se torna importante.
Os trans-humanistas sonham com um mundo pós-humano. É provável que esse mundo seja possível no futuro, quando a técnica suplantar a nossa casca primitiva. Mas esse mundo, até pela sua própria definição, será um filme diferente. Não será um filme para seres humanos tal como os conhecemos e reconhecemos.
Viver até os cem? Agradeço. Cento e vinte também serve. Mas se me dissessem hoje mesmo que o meu futuro duraria uma eternidade, eu seria o primeiro a pular da janela sem hesitar.
COUTINHO, João Pereira. Vamos ao que interessa: cem crônicas da era da brutalidade. São Paulo: Três Estrelas, 2015.
TEXTO 01
Policial salva bebê engasgado nos EUA
Por G1 - 10/06/2021
Um policial rodoviário salvou a vida de um bebê que engasgou durante viagem de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na quarta-feira (9), informaram as autoridades locais.
A criança comia cerejas no banco de trás do automóvel quando sua mãe percebeu que havia algo errado e decidiu parar no acostamento para pedir ajuda.
A patrulha atendeu ao chamado da mãe e chegou rapidamente ao local para realizar os primeiros socorros. (...)
Ramsted, que tem formação como paramédico, aparece segurando a criança com a barriga para baixo e dando leves palmadas nas costas para fazê-la cuspir a fruta.
Depois de um breve momento de tensão, ele consegue desobstruir as vias aéreas do pequeno que volta a respirar normalmente.
Essa não foi a primeira vez que o policial americano apareceu salvando vidas.
Em 2017, ele foi rápido na hora de agarrar uma mulher que tentava saltar de uma passarela no meio da rodovia.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/06/10/policial-salva-bebe-engasgado-nos
-eua-assista.ghtml - Acesso em 10/06/2021
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A indústria digital em xeque
09/04/2021 ? 00:00
Este ano, 2021, é um ano de transformação para a indústria digital. A mudança não é uma - são muitas e simultâneas. Nenhuma é de novo aparelho, revolução em software, inovação de qualquer sorte. Mas, enquanto as fábricas de automóveis estão empacando mundo afora pela falta de microchips, centenas de bilhões de dólares se acumulam em ilhotas no Canal da Mancha, e gigantes ainda pairam na península logo abaixo de San Francisco - o Vale do Silício -, tudo pode mudar.
Sim, microprocessadores estão em falta. No mundo todo. Quem quer, mas ainda não conseguiu, comprar um PlayStation 5, o novo modelo de iMac, ou um carro bacana daqueles caros e cheio de apetrechos digitais, o problema é esse. De bate-pronto, nas lojas, a explicação é que a pandemia atrapalhou a logística do mundo. É verdade, mas é só parcialmente verdade.
Houve um tempo em que a Intel, empresa que inventou o Vale do Silício e a microcomputação, era líder mundial em microchips - o cérebro de qualquer coisa que se diga digital. Não mais. A força dominante é a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company. Todos a chamam de TSMC mesmo, e, com esse nome sem graça, sem uma marca que o valha, produz próximo de 60% dos microchips do planeta. Em segundo, com quase 20%, está a coreana Samsung. E simplesmente nenhuma empresa ocidental tem o nível de tecnologia e capacidade de miniaturização para fazer o que a TSMC faz. Dentro do seu celular, se for de ponta, o cérebro veio de Taiwan. (Até a Intel desenha algum de seus chips e terceiriza lá o fabrico.)
A pandemia atrapalhou a linha de produção, a logística de chegada de matéria-prima e partida de chips prontos, mas, se não fosse a briga comercial do ex-presidente Donald Trump com a China, parte dessa logística não estaria tão abalada. Quando se sai proibindo uso de tecnologia aqui e ali, nas brigas entre advogados sobre origem de dezenas de milhares de patentes, na tentativa de determinar se o aparelho X ou o Y usam isso ou aquilo, tudo atrasa. E o novo PlayStation não chega às lojas. Esse processo da globalização, que funcionava há 30 anos, quebrou e tem de ser remontado.
Enquanto isso, a ex-presidente do Banco Central americano, hoje equivalente a ministra da Economia Janet Yellen pôs perante os europeus uma proposta inusitada, talvez surpreendente. Garantir que toda nação cobre uma taxa mínima de corporações - fala-se num piso de 21%. No Brasil, passa dos 35% - não faz lá muito sentido botar empresa de alcance global por aqui. Na Irlanda, é 12,5%. Lá faz muito sentido - e muitas gigantes do Vale têm lá suas sedes europeias. Algumas ilhas autônomas na Europa cobram ainda menos e, num mundo em que compras são feitas online em território não lá muito claro, faturar onde convém é fácil. Corporações que valem trilhão de dólares no mercado pagam bem pouco imposto.
Se o projeto de Biden der certo, e o mundo comprar a ideia, haverá mais dinheiro para segurar o tranco do desemprego que a automação causará. Esse, afinal, é o problema de todos.
Esse, mas não só. Porque as duas crises - mais o antitruste que vem aí - se encaixam. No pano de fundo, está a guerra fria entre EUA e China, que Trump considerou dar para resolver numa guerra tarifária ou proibindo uso de patentes. Emperrou a logística mundial sem ter visto a crise real. Quando eram EUA contra União Soviética, o problema era quem podia explodir mais vezes o planeta. Com a China é mais complexo. Uma ditadura que se mostrou capaz de ser mais avançada tecnologicamente, gerar e distribuir riqueza, sugerindo que talvez tenha um modelo melhor que a democracia liberal.
Cabe às democracias provar o contrário.
https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/industria-digital-em-xeque.html
Sobre as frases julgue as afirmações.
1. Quanto ao uso da vírgula, todas as frases apresentam problemas com exceção da frase posta em I. 2. A frase posta em III apresenta problemas quanto à norma culta e, pelo menos, um deles é de regência verbal. 3. Na frase posta em IV, o uso da conjunção concessiva está correto. 4. Na frase posta em III, ao se trocar o verbo “comunicar” por “informar”, um dos problemas quanto à norma culta seria resolvido. 5. Na frase posta em I, os pronomes “a” e “lhe” exercem função de objeto indireto e direto respectivamente e poderiam ser trocados por “ela” e “ele” em uma linguagem popular.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter
chegado ao continente sete décadas antes de Colombo.
Internet: <«www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.
Como emprego das aspas em “descoberta” (linhas 12 e
14), o autor relativiza o sentido dessa palavra.
Com base na leitura do texto abaixo, exposto em Carta Capital, (05/02/20), responda à questão.
Golpistas impunes
Brigar contra os ladrões e vigaristas da internet é como enxugar gelo
As informações que chegam pela internet trazem o melhor e o pior dos mundos.
É desnecessário falar da revolução que a rede trouxe ao universo da cultura, da ciência e da tecnologia. Com poucos toques no teclado consigo ver as coleções do Louvre e do Metropolitan, acessar os avanços do tratamento do câncer, [....]
Em contrapartida, no esgoto da rede corre tudo o que não presta: exploração sexual de crianças, pornografia que afronta a dignidade feminina, calúnias que destroem reputações e desequilibram processos eleitorais, além de um mundo de mentiras, besteiras e cretinices antes ouvidas apenas por meia dúzia de desocupados, nos botequins. A internet, de fato, deu voz aos imbecis. E aos estelionatários, também. Ladrões que clonam cartões de crédito, roubam senhas de contas bancárias e promovem vendas fictícias, lesam um número incalculável de incautos.
No meu caso particular, caí na mira de falsários que anunciam, em meu nome, produtos “revolucionários” que apregoam realizar curas milagrosas. Invariavelmente, os anúncios trazem minha fotografia montada ao lado do remédio à venda. [...]
É evidente que, por razões éticas, nunca fiz nem farei propaganda de qualquer remédio ou medicamento. Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres: “O Dr. Drauzio não faz propaganda de remédio. Não compre”. O golpe maior é que anuncia cápsulas para dores nas juntas, que os estelionatários afirmam repor o colágeno desgastado nas cartilagens com o passar dos anos. [...]
Como denunciamos a farsa no próprio programa, os falsários mudaram o nome do produto, e continuam veiculando o anúncio impunemente.
Os amigos me perguntam por que não processo essa gente. Eu gostaria de vê-los na cadeia, são ladrões, mas não há como. Porque a autoria vem de perfis falsos e sites ancorados no exterior.
Quando consigo que o Facebook tire do ar (tarefa que não é fácil), no dia seguinte é publicado outro perfil tão falso
quanto o anterior. É enxugar gelo.
Analise as afirmações a seguir, a respeito da construção de determinadas estruturas oracionais que formam o texto.
I- Na oração: “A internet, de fato, deu voz aos imbecis”, o uso da expressão “de fato” imprime à frase um tom de certeza, evidenciando a atitude do sujeito-autor em relação ao seu dizer.
II- Na oração: “E aos estelionatários, também”, houve a elipse do verbo “dar”, seja porque este apareceu no contexto anterior, seja devido à presença do advérbio “também”, que permite a recuperação da informação.
III- A informação que aparece em parêntese, estando intercalada, no último parágrafo é uma estratégia usada para inserir uma avaliação/ressalva do sujeito-autor; por meio dela, o autor atribui toda responsabilidade dos golpes ao facebook.
IV- Em: “Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres:”, seria possível substituir a forma verbal “tem adiantado” por “adiantou” sem que acarretasse prejuízo quanto à informação ou à intenção comunicativa.
É CORRETO o que se afirma em
Atente para a pontuação empregada no texto abaixo, no que diz respeito ao uso das vírgulas sinalizadas entre parênteses. Analise os contextos de ocorrência e, em seguida, avalie as explicações oferecidas para tais usos, de modo a estabelecer uma associação entre esses usos e as justificativas oferecidas.
Brasil se destaca em olimpíadas de profissões técnicas
O país conquistou o terceiro lugar na edição da WorldSkills ocorrida em agosto de 2019 em Kazan (,) 1 na Rússia. Com o resultado (,) 2 está há sete edições consecutivas entre os cinco melhores do mundo. Participaram da competição 1.354 jovens de 63 países. [...] Sede do próximo evento(,) 3 em 2021(,) 4 a China levou o primeiro lugar (,) 5 enquanto os anfitriões da edição 2019 ficaram com o segundo.
Algumas das conquistas do Brasil se deram em áreas estratégicas para a indústria 4.0, como computação em nuvem, mecatrônica e cibersegurança (,) 6 uma demonstração de que o país tem conhecimento nesses ramos, mas precisa disseminá-lo para formar mão de obra.(Isto É- 05/02/2020)
( ) Separa uma expressão explicativa (aposto).
( ) Separa adjuntos adverbiais que estão numa sequência.
( ) Separa uma oração adverbial com noção de contraste.
( ) Separa um adjunto adverbial de causa.
( ) Separa um aposto deslocado.
( ) Separa um adjunto adverbial de tempo.
A sequência CORRETA de associação é:
1. Vírgulas usadas para isolar conjunção adversativa.
2. Vírgula usada para isolar adjunto adverbial deslocado.
3. Vírgula inadequada, separando sujeito e predicado.
4. Vírgulas usadas para separar termos coordenados.
5. Vírgulas usadas para isolar oração adjetiva explicativa.
( ) “[...] essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento.”.
( ) “Claramente, essa emoção precisa ser ‘colocada para fora’ [...]”.
( ) “Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.”.
( ) “Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.”.
( ) “[...] relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental.”.
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
DE REPENTE TUDO FICOU TÃO SIMPLES, MAS TÃO ASSUSTADOR!
(1o§) De repente, tudo vai ficando tão simples que assusta. Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, e que hoje chegam a ser insignificantes.
(2o§) De repente, tudo se torna surpreendente diante da simplicidade! Simplicidade assustadoras! Vamos reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e as pessoas que valem a pena. Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade! Tão excessivamente sem sentido!
(3o§) As opiniões dos outros são unicamente dos outros e, mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Tudo tão inesperado, tão de repente! Tão inusitado!
(4o§) De repente, tão repentinamente, vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada... e isso não faz a menor falta.
(5o§) De repente, entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só isto mesmo!
(Mário Quintana) - (Adaptado)
(Mário Quintana) - (Adaptado)
Marque o que não se comprova entre as ideias da frase: "Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade!"
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
DE REPENTE TUDO FICOU TÃO SIMPLES, MAS TÃO ASSUSTADOR!
(1o§) De repente, tudo vai ficando tão simples que assusta. Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, e que hoje chegam a ser insignificantes.
(2o§) De repente, tudo se torna surpreendente diante da simplicidade! Simplicidade assustadoras! Vamos reduzindo a bagagem e deixando na mala apenas as cenas e as pessoas que valem a pena. Tudo tão inócuo na excessiva simplicidade! Tão excessivamente sem sentido!
(3o§) As opiniões dos outros são unicamente dos outros e, mesmo que sejam sobre nós, não têm a mínima importância. Tudo tão inesperado, tão de repente! Tão inusitado!
(4o§) De repente, tão repentinamente, vamos abrindo mão das certezas, pois com o tempo já não temos mais certeza de nada... e isso não faz a menor falta.
(5o§) De repente, entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego. É viver sem medo, e simplesmente fazer algo que alegra o coração naquele momento. É ter fé. E só isto mesmo!
(Mário Quintana) - (Adaptado)
(Mário Quintana) - (Adaptado)
Sobre o teor discursivo, analise as proposições com (V) verdadeiro ou (F) falso.
(__)O advérbio: "tão" pode ser substituído por "assaz" sem alterar o sentido semântico contextual e a conjunção: "mas" tem o mesmo sentido contextual de: "porém".
(__)A repetição da expressão: "De repente" comprova o uso de anáfora.
(__)As palavras: "coração", "não", "tão" usam o til apenas para comprovar sua tonicidade oxítona.
(__)A oração: "Vamos perdendo algumas necessidades, antes fundamentais, ..." está escrita com sujeito elíptico ou desinencial; objeto direto e vírgula intercalando informação adicional.
(__)A oração: "As opiniões dos outros são unicamente dos outros" está escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) dispostos na ordem direta.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima: