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Texto 1
Por que nós temos pesadelos?
“Essa é uma questão que ainda faz a ciência perder o sono – não há um consenso entre os pesquisadores.
Mas uma explicação recente, e intrigante, é esta: pesadelos são um treino do seu cérebro para enfrentar situações de estresse ou pavor na vida real. Um estudo suíço, de 2019, mostrou que experimentar medo em sonhos está associado a respostas mais adaptadas a sinais ameaçadores durante a vigília (o período em que você está acordado). Os pesquisadores fizeram testes em 89 voluntários e chegaram a uma conclusão surpreendente: aqueles que relataram mais medo em pesadelos costumavam acordar mais ‘valentes’.
Pois é. Em exames com ressonância magnética, esses participantes apresentaram respostas emocionais mais brandas na ínsula, amígdala e córtex cingulado médio (áreas do cérebro associadas às emoções) quando expostos a imagens amedrontadoras.”
(Maria Clara Rossini. Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/
por-que-nos-temos-pesadelos. Acesso em: 01/04/2022)
Essa passagem, retirada do primeiro parágrafo do texto 1, contém duas partes: uma antes do travessão e uma após o travessão.
Em relação à primeira parte, a segunda parte veicula ideia de:
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
Na linha 15, o emprego do vocábulo “inclusive”,
destacado entre vírgulas, evidencia a intenção do autor
do texto de destacar os “fatores socioambientais” como
a mais importante causa da depressão.
Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
Estaria garantida a correção gramatical do texto caso o
ponto final empregado após “pandemia” (linha 7) fosse
substituído por vírgula, feito o devido ajuste de letra
inicial maiúscula/minúscula no período.
O termo em destaque apresenta uma marca de:
Para responder a questão, analise a tirinha de Alexandre Beck apresentada a seguir:

(__)O período: "Se continuarmos a agir assim, esgotando os recursos da natureza" - inicia com conjunção subordinativa condicional, seguido de verbo conjugado no futuro do modo subjuntivo, preposição essencial, verbo de terceira conjugação na forma nominal do infinitivo, a vírgula separa oração reduzida de gerúndio.
(__)As palavras: "Preste _____" e "Nobre _____" têm a última sílaba escrita da mesma forma que "riqueza".
(__)Na frase: "É muito importante preservar o Planeta Terra, por quê". - a grafia da expressão destacada deve-se a ela estar no final da frase interrogativa.
(__)A oração: "As atividades humanas têm reduzido cada vez mais as condições de vida da Terra". - está escrita com os termos essenciais escritos na ordem direta e com exemplo de tempo verbal composto.
Marque a alternativa com a série CORRETA
(Autor desconhecido)
Sobre Pontuação, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA.
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44