Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
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Vários focos de fogo na vegetação de cerrado 'foram' combatidos.
O verbo destacado na frase encontra-se no
Assinale a opção em que a frase encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.
Assinale a opção em que a frase encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
"O objetivo principal da nossa pesquisa 'foi' o de conhecer melhor[...]".
O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
"O objetivo principal da nossa pesquisa 'foi' o de conhecer melhor[...]".
O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:
"O objetivo principal da nossa pesquisa 'foi' o de conhecer melhor[...]".
O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Para responder a questão, analise o texto apresentado abaixo.
A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), por meio do Programa de Formação Docente para a Diversidade Étnica da UEMA, formou a primeira turma no curso de Licenciatura Intercultural para Educação Básica Indígena nas áreas de Ciências Humanas, Ciências da Linguagem e Ciências da Natureza. No começo do mês de outubro, ocorreu a cerimônia de Colação de Grau do Curso com quase 60 formandos dos povos Guajajara, Krikati, Gavião e Kanela. Em seu discurso, o reitor da UEMA, Gustavo Pereira da Costa, exaltou o papel da universidade e da educação pública. A formanda Inai’ury Carneiro enfatizou: “nós indígenas podemos estar onde a gente quiser, em qualquer lugar, seja em universidades, seja em escolas, em qualquer área que a gente quiser exercer, pois não somos melhores, nem piores do que ninguém e somos capazes de realizar todos os nossos sonhos e hoje estamos aqui dando a resposta para quem duvidou ou questionou a nossa presença dentro da universidade”.
Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/10/23/universidadeestadual-do-maranhao-forma-a-primeira-turma-deprofessores-indigenas/
Para responder a questão, analise o texto apresentado abaixo.
A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), por meio do Programa de Formação Docente para a Diversidade Étnica da UEMA, formou a primeira turma no curso de Licenciatura Intercultural para Educação Básica Indígena nas áreas de Ciências Humanas, Ciências da Linguagem e Ciências da Natureza. No começo do mês de outubro, ocorreu a cerimônia de Colação de Grau do Curso com quase 60 formandos dos povos Guajajara, Krikati, Gavião e Kanela. Em seu discurso, o reitor da UEMA, Gustavo Pereira da Costa, exaltou o papel da universidade e da educação pública. A formanda Inai’ury Carneiro enfatizou: “nós indígenas podemos estar onde a gente quiser, em qualquer lugar, seja em universidades, seja em escolas, em qualquer área que a gente quiser exercer, pois não somos melhores, nem piores do que ninguém e somos capazes de realizar todos os nossos sonhos e hoje estamos aqui dando a resposta para quem duvidou ou questionou a nossa presença dentro da universidade”.
Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/10/23/universidadeestadual-do-maranhao-forma-a-primeira-turma-deprofessores-indigenas/
Para responder a questão, analise o texto apresentado abaixo.
A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), por meio do Programa de Formação Docente para a Diversidade Étnica da UEMA, formou a primeira turma no curso de Licenciatura Intercultural para Educação Básica Indígena nas áreas de Ciências Humanas, Ciências da Linguagem e Ciências da Natureza. No começo do mês de outubro, ocorreu a cerimônia de Colação de Grau do Curso com quase 60 formandos dos povos Guajajara, Krikati, Gavião e Kanela. Em seu discurso, o reitor da UEMA, Gustavo Pereira da Costa, exaltou o papel da universidade e da educação pública. A formanda Inai’ury Carneiro enfatizou: “nós indígenas podemos estar onde a gente quiser, em qualquer lugar, seja em universidades, seja em escolas, em qualquer área que a gente quiser exercer, pois não somos melhores, nem piores do que ninguém e somos capazes de realizar todos os nossos sonhos e hoje estamos aqui dando a resposta para quem duvidou ou questionou a nossa presença dentro da universidade”.
Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/10/23/universidadeestadual-do-maranhao-forma-a-primeira-turma-deprofessores-indigenas/
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