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I. O candidato defendeu a tese em inglês.
II. Deitou-se assim que anoiteceu.
III. Concluíram-se as tarefas.
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
“A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.
Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.
Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.”
Utilize a frase abaixo para a questão:
‘Embora houvesse dúvidas, a equipe continuou o trabalho.’
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Games na sala de aula: 5 razões para utilizar jogos na aprendizagem
Mais envolvente, personalizado e eficaz. Essa é a constatação para explicar o quanto o uso de jogos digitais pode auxiliar na trilha de aprendizagem dos alunos.
A adoção de games está em expansão no ambiente escolar, acompanhando o avanço da tecnologia nas salas de aula e as mudanças no perfil dos estudantes.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Lemann em parceria com a Educa Insights revelou que 87% dos professores brasileiros acreditam que o uso de tecnologia, incluindo jogos, melhora o engajamento dos alunos.
Entre esses educadores, 68% relataram melhora no desempenho acadêmico dos estudantes após a introdução de recursos gamificados.
E os resultados também já confirmam o acerto da estratégia, que aumenta o engajamento, a motivação, a retenção do aprendizado, além do desenvolvimento de competências cognitivas.
Segundo um estudo publicado na revista Computers & Education, estudantes expostos a ambientes de aprendizagem gamificados apresentaram um desempenho 14% superior em testes de conhecimento em comparação aos colegas que seguiram métodos tradicionais.
Já para os educadores, trata-se de um facilitador para a avaliação contínua, na medida em que gera maior envolvimento com a cultura digital dos alunos. No entanto, é importante destacar que o jogo não substitui o professor.
É o que enfatiza Morgana Batistella, diretora de soluções complementares da SOMOS Educação. “A gamificação amplia o alcance do que é ensinado, oferecendo novas formas de aprendizado, alinhada à dinâmica e vivências do aluno. É uma ponte entre o conteúdo curricular e a linguagem dos estudantes”, afirma. Além disso, em um cenário onde a legislação sobre o uso de dispositivos móveis nas escolas gera cautela em relação à tecnologia, a gamificação se destaca por demonstrar o papel positivo e estratégico do digital na eficácia do processo educacional.
Morgana lista abaixo cinco motivos para incorporar os games na trilha de aprendizagem dos estudantes:
1. Maior engajamento dos estudantes: A mecânica dos jogos, que contempla recompensa por resultados, níveis superiores mediante desempenho e feedback imediato, ajuda a manter o foco e o entusiasmo dos alunos com as disciplinas.
2. Desenvolvimento de habilidades socioemocionais: Jogos colaborativos estimulam empatia, comunicação e cooperação, melhorando a convivência e a resolução de conflitos entre os alunos. Eles promovem habilidades sociais essenciais e tornam o ambiente escolar mais harmonioso e engajado.
3. Aprendizado personalizado e adaptativo: Plataformas gamificadas permitem que cada aluno avance no próprio ritmo, oferecendo desafios adequados à sua etapa de desenvolvimento. Essa personalização reduz a evasão e melhora a retenção de conteúdo.
4. Estímulo ao pensamento crítico e resolução de problemas: Jogos de lógica, simulação e estratégia trabalham diretamente o raciocínio lógico, a criatividade e a tomada de decisão. Dados da UNESCO apontam que essas habilidades são consideradas prioritárias no desenvolvimento de competências para o futuro do trabalho.
5. Integração com conteúdos curriculares: Hoje, diversos games são desenhados com base na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), o que garante que eles possam ser utilizados como complemento às aulas de matemática, ciências, história, geografia e línguas.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/games-na-sala-de-aula-5 razoes-para-utilizar-jogos-na-aprendizagem/x (adaptado).
‘Embora houvesse dúvidas, a equipe continuou o trabalho.’
A presença do verbo ‘haver’ possui como justificativa INCORRETA o conteúdo de qual alternativa abaixo?

A forma verbal destacada na expressão “dá uma
olhada”, empregada na tirinha acima, apresentase:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
A vida não é uma linha reta
A maioria de nós tem medo de se desestruturar. Estamos sempre fazendo força para manter a imagem que construímos sobre nós mesmos. Mas em algum momento, acontece. Às vezes é a vida que nos derruba, noutras a morte. Às vezes é um relacionamento, noutras o fim dele. Às vezes até algo muito bom nos quebra. O fato é que, não sei bem porque e, nem como isso ocorre, mas temos uma fantasia de que a vida se desenvolve, ou pelo menos deveria, de modo linear. Como se partíssemos de um ponto X e devêssemos alcançar Y, como se viver fosse percorrer uma linha reta com início, meio e fim. E, de preferência, o fim precisa ser o lugar de descanso e recompensa. A vida não é uma linha reta. Talvez a culpa seja de Descartes. Talvez porque pensar assim nos ajuda a controlar o medo que temos de descobrir que não temos controle sobre isso.
Às vezes alguns encontros nos desestruturam. E temos uma tendência a achar que a ideia de desestruturar-se assemelhasse a uma catástrofe. Como se, de repente, todo aquele andaime capenga que fazemos de nós mesmos para viver e conviver em sociedade, ruísse. Quebrasse. Ficamos quebrados, vulneráveis e visíveis para nós mesmos e para o outro. Mas olhar para este momento, deste único ponto de vista, me parece um jeito pequeno de ver a coisa toda. Até porque toda estrutura é uma espécie de prisão. Desestruturar-se é também liberdade.
De quando em quando precisamos quebrar. Desestruturar-se é dar-se conta de que aquela estrutura que vínhamos mantendo tornou-se insuportável. E, mesmo que não entendamos o porquê. Mas aí, vivemos num contexto familiar e social que tenta a todo custo fazer com que a gente volte para a estrutura de antes. Voltar para o rumo. Voltar a ter prumo. A gente mesmo tenta isso, voltar para a forma antiga, que já não serve mais, feito uma roupa que ficou pequena. Nos automedicamos, rezamos, juramos que tudo vai ser como antes, e, fazemos inúmeras tentativas de nos reencaixar naquilo que não cabemos mais.
Desestruturar-se é o desafio da mudança. Do jeito que estava não dá mais. É claro que é amedrontador, afinal, não há garantia alguma. Mas é compreender que não existe um único modo de viver. A gente se descobre diferente, mais solto de amarras, menos preso em padrões. Descobrir quem se é, é muito assustador, porque estamos tão acostumados a ser como os outros querem que sejamos, que quando conseguimos ser quem somos, nem nós mesmos nos reconhecemos. Descobrimos que somos outro, outra. E isso desestrutura o sistema todo.
Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).
O MOTIVO DA ROSA
Antes do teu olhar, não era, nem será depois, — primavera. Pois vivemos do que perdura,
não do que fomos. Desse acaso do que foi visto e amado: — o prazo do Criador na criatura...
Não sou eu, mas sim o perfume que em ti me conserva e resume o resto, que horas consomem.
Mas não chores, que no meu dia, há mais sonho e sabedoria que nos vagos séculos do homem.
MEIRELES, Cecília. Melhores poemas. São Paulo: Global, 1988.
No verso “há mais sonho e sabedoria”, a forma verbal “há” aparece no singular porque o verbo
I. O verbo “levou” está na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo e na voz ativa.
II. O verbo “olhou” está na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo e na voz ativa.
III. O verbo “admitiu” está na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo e na voz ativa.
IV. O verbo “falamos” está na 1ª pessoa do plural do presente do indicativo.
Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmativa(s) CORRETA(S):
A estrutura verbal apresentada pelas formas destacadas no trecho acima indica a ocorrência de:
Essa consequência, na matéria jornalística lida, é obtida principalmente por: