Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
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A forma correspondente desse pensamento na voz ativa é:
Relacione as colunas:
( ) Adjetivo.
( ) Numeral.
( ) Artigo.
( ) Verbo.
( ) Pronome.
I. Indica ações, estado ou fenômeno da natureza.
II. Atribui qualidade ao substantivo, representado por estados e seres.
III. Acompanha os substantivos ou os substitui.
IV. Palavra que vem antes do substantivo nas frases, indica o gênero e o número das palavras.
V. Indica a quantidade de tudo que existe.
Assinale a opção correta de cima para baixo:
Julgue o item que se segue.
Uma frase é um enunciado linguístico que possui um
sentido completo e que pode conter ou não conter verbo
ou locução verbal (dois ou mais verbo que equivalem a
um só). Por exemplo: Que festa desagradável!.
Julgue o item que se segue.
São exemplos de verbos os seguintes termos: caminhar,
vermelho, carrossel, nadar e comer.
Julgue o item subsequente.
São exemplos de verbos os seguintes termos: caminhar,
vermelho, carrossel, nadar e comer.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx94jwnd7yyo)
Qual é o tempo e o modo dos verbos empregados nesse trecho?
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 03

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o uso dos verbos “compartilhe” e alivie” na composição do texto 03.
I - Foram usados indicando aconselhamentos.
II - Encontram-se no modo imperativo afirmativo.
III - Formam duas orações com sujeito inexistente.
IV - Tem como sujeito o pronome “você”, em elipse.
V - Apresentam-se no tempo presente do indicativo.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Jardins
Rubem Alves
[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]
Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.