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de trechos de notícias do sítio da OIT na Internet. Julgue-os no que
se refere à correção gramatical.
Paulo, obedeça o seu pai!
I. A pontuação está incorreta, pois a vírgula está separando o sujeito do verbo.
II. Há um problema de regência verbal.
Está correto o que se afirma em
A maioria dos jovens que leem prefere romance do que poesia.
I. Há um erro de concordância verbal, pois o correto seria “preferem”.
II. Há um erro de regência verbal.
Está correto o que se afirma em
Não haverá prejuízo para a correção da frase acima ao se substituírem os segmentos sublinhados, na ordem dada, por:
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o verbo grifado acima está empregado em:
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à regência nominal, assinale a alternativa correta.
Leia o poema para responder à questão.
Poema do nadador
A água é falsa, a água é boa.
Nada, nadador!
A água é mansa, a água é doida,
Aqui é fria, ali é morna,
A água é fêmea.
Nada, nadador!
A água sobe, a água desce,
A água é mansa, a água é doida.
Nada, nadador!
A água te lambe, a água te mata.
Nada, nadador!
Senão, que restará de ti, nadador?
Nada, nadador.
LIMA, Jorge de. Antologia poética. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1978, p. 60.
I. Muitos funcionários aspiram o cargo de diretor da imobiliária. II. O presidente da instituição chamou-a para uma longa conversa. III. Sem pensar, João visou o intruso e disparou um tiro. IV. Costumava sempre, quando criança, assistir o mesmo filme.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O piadista do Vaticano
Poggio Bracciolini redescobriu em documentos antigos a arte de contar piadas e virou o comediante da Renascença
Álvaro Oppermann
Um italiano chega a um mosteiro alemão e pergunta: "Vocês têm livro de humor grego?" Parece anedota, mas situações como essa eram comuns para Gian Francesco Poggio Bracciolini (1380-1459). Secretário de 8 papas, o funcionário graduado do Vaticano aproveitava as viagens de trabalho para praticar seu hobby: vasculhar bibliotecas. Entre pilhas de manuscritos em decomposição, Poggio localizou e copiou valiosas obras de gregos e romanos perdidas havia séculos. Mas seu grande achado foi uma coleção de piadas.
No século 15, elas eram mesmo item de colecionador. Abundantes e populares até o fim da Antiguidade - o autor romano Suetônio menciona 150 coletâneas à disposição de seus contemporâneos -, foram sendo banidas e esquecidas, vítimas da moral do cristianismo medieval.
Daí a alegria de Poggio quando encontrou, em um mosteiro no sul da Alemanha, o lendário Philogelos ("Amante do Riso"), uma antologia de humor grego do século 4. Seus contos de escatologia, adultério e burrice, que hoje eliminariam humoristas do Show do Tom, eram flashbacks hilariantes para a sombria Europa medieval. "Com a divulgação do Philogelos, a piada nasceu de novo, e Poggio foi o seu parteiro", escreveu seu biógrafo, William Sheperd, ele mesmo um precursor do humor involuntário.
Em 1451, aos 70 anos, Poggio finalmente publicou sua própria obra humorística. O Liber Facetiarum ("Livro da Jocosidade"), ou apenas Facetiae, era uma coleção em latim de 273 anedotas, a primeira desde o Império Romano. Piadas hoje meio chochas ("Como eu quero que o barbeiro corte meu cabelo? Em silêncio!" ou "A esposa convidou o marido para jantar ou fazer amor... e não tinha comida em casa!") tornaram seu autor a sensação nas cortes italianas.
[ ...]
O piadista do Vaticano morreu em Florença e virou estátua de Donatello. A imagem de Poggio ficou na frente do famoso Duomo até 1569, quando foi parar no topo da fachada da catedral, "reciclada" como um dos 12 apóstolos. Poggio, crítico dos pecados da Igreja, certamente acharia graça na canonização.
Revista SuperInteressante. Edição 263. Março de 2009. Disponível em:<http://super.abril.com.br/cultura/piadistavaticano-616655.shtml>. Acesso em: 19 de abril de 2012. (texto adaptado)
I. Em: ‘”Com a divulgação do Philogelos, a piada nasceu de novo, e Poggio foi o seu parteiro", escreveu seu biógrafo, William Sheperd [...]’”, o pronome ‘seu’, em negrito, estabelece uma relação de posse. II. Na variedade culta, a regência do verbo chegar, 1° parágrafo, implica o uso da preposição a. No entanto, na variedade coloquial, também ocorre o uso da proposição em. Neste caso, pode ser admitido: ‘Um italiano chega num mosteiro’. III. Em ‘A imagem de Poggio ficou na frente do famoso Duomo até 1569, quando foi parar no topo da fachada da catedral, [...]’, a conjunção ‘quando’ estabelece uma relação de temporalidade.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Patamar de segurança
O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.
Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.
Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.
Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.
Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.
Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.
No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.
Folha de S.Paulo – 2/9/12
Em “Desde o início dos anos 2000”, o termo destacado é
1. Estamos convencidos ................ o bom comportamento ecológico é necessário ................ todos. 2. As pesquisas ................. confio são as da revista ProTeste. 3. Palhoça: município .................. progresso é incessante. 4. Quem ................. viu e ................. abraçou ontem?
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
Observe a imagem abaixo:

Há um desvio da norma culta da língua, esse desvio diz
respeito à:
Em que frase o uso desse acento desrespeita a norma padrão?
Observe a tirinha abaixo:

No segundo quadrinho há um desvio da norma culta da língua.
Esse desvio diz respeito à:
A concepção de tempo e a humanidade
Há duas concepções de tempo que englobam outras: a concepção cíclica, defensora da repetição de fatos históricos através do tempo e a concepção linear, defensora de uma linha reta do tempo, onde o passado não se repetirá no futuro.
A concepção linear desvaloriza o passado, pois para ela nada acontecerá no futuro do modo como acontecera no passado. É um pensamento evolucionista onde o passado é deixado de lado como inatingível e finalizado. É uma ideia favorável a futuristas e tecnocratas, defensores do presente e do carpe diem, pois o que acontece agora jamais se repetirá da mesma forma. A busca da velocidade passa a ser incessante, tornando o homem escravo de segundos marcados pela máquina. Essa concepção, então, torna o homem escravo do tempo.
A concepção cíclica, ao contrário, representa o tempo numa circunferência, onde de tempos em tempos volta-se para o mesmo ponto. Porém, essa circunferência não é exata, senão poderíamos prever o futuro conhecendo o passado. Ela é torta, pois os fatos não se repetem completamente iguais, havendo, às vezes, grandes mudanças. Ela também é remodelável, pois os fatos do passado podem ser extintos e novos podem ser adicionados a ela. Caso ela fosse rígida e perfeita, o homem também se tornaria escravo do tempo, assim como na concepção linear.
A concepção cíclica é a mais correta, pois é a mais próxima do real. A história costumeiramente se repete, mas com algumas diferenças, como pode ser percebido no colonialismo no século XV e no século XIX, e nas artes clássicas da Antiguidade e no renascimento. O estudo do passado é importante para a humanidade tentar evoluir, consertando erros anteriores e mantendo os acertos no futuro. O homem passa a agir racionalmente e a controlar o tempo.
As concepções de tempo foram construídas pela mente
humana; logo, não há nenhuma que sirva como verdade
universal. Por isso não se pode impor uma a toda sociedade,
evitando, assim, a degradação do pensamento do indivíduo em
favor do pensamento de massa, que teria um resultado negativo
para a evolução da humanidade.
(www.fuvest.br/vest2004/bestred/500313.stm)
Ele aparece na foto como defensor do ambiente por ter promovido o acordo e pouca gente lembra que sua lista de omissões nessa área é grande. (L.21‐23)
Assinale a alternativa em que se tenha alterado o trecho sublinhado no período acima em consonância com a norma culta.




