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Na frase acima, são formas de infinitivo:
“O correio eletrônico (e-mail). Podemos enviar mensagens em alguns segundos ao outro extremo da Terra pelo preço de uma comunicação local. O correio eletrônico é o serviço mais utilizado da Internet.
Todo internauta digno desse nome dispõe de um endereço eletrônico. Ele aparece nos cartões de visita, com a mesma importância do endereço real e do número de telefone. Um endereço eletrônico se apresenta em geral sob a forma: nome@domínio.país. O nome pode ser abreviado sob a forma de um código ou de um número; o domínio é o organismo ao qual está ligado o usuário ou o nome de seu fornecedor de acesso; o país está em forma abreviada. Os endereços eletrônicos são escritos sem espaços ou acentos.”
Sobre a estruturação e a composição desse pequeno texto, assinale a afirmativa correta.
Assinale a frase que mostra o valor semântico desse tempo verbal de forma adequada.
Julgue o item que se segue.
Os verbos da língua portuguesa, no modo indicativo,
podem ser conjugados em: presente, pretérito perfeito,
pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do
presente e futuro do pretérito.
Julgue o item que se segue.
A voz passiva é uma construção verbal em que o sujeito
da ação é o agente, ou seja, aquele que realiza a ação.
Julgue o item a seguir.
O uso das formas do pretérito mais-que-perfeito é
limitado principalmente à linguagem coloquial.
Geralmente, essas formas são substituídas por
construções com dois verbos. Em contextos literários, o
pretérito mais-que-perfeito pode, em algumas situações,
ser empregado no lugar do futuro do pretérito.
Julgue o item a seguir.
Os verbos regulares são caracterizados por seguir um
padrão de conjugação que não envolve alterações
significativas nem no radical nem nas desinências. Por
outro lado, os verbos irregulares se distinguem dos
regulares, uma vez que se desviam do modelo típico de
conjugação dos verbos regulares, manifestando
modificações no radical ou nas desinências.
Julgue o item a seguir.
O verbo “colorir” não tem conjugação completa, por esse
motivo não é conjugado na 1.ª pessoa do singular do
presente do indicativo: (eu) ---, (tu) colores, (ele) colore,
(nós) colorimos, (vós) coloris, (eles) colorem. Como ele
não é conjugado em todas as pessoas, tempos e modos,
é classificado como um verbo refletivo.
Julgue o item a seguir.
Na frase, “O CANTAR dos pássaros alegra as manhãs”, a
análise morfológica da palavra destacada com letras
maiúsculas indica que ela representa um verbo.
Julgue o item subsequente.
Os verbos da língua portuguesa, no modo indicativo,
podem ser conjugados em: presente, pretérito perfeito,
pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro
do presente e futuro do pretérito.
Julgue o item a seguir.
Os verbos da língua portuguesa, no modo indicativo,
podem ser conjugados em: presente, pretérito perfeito,
pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do
presente e futuro do pretérito.
Julgue o item subsequente.
A voz passiva é uma construção verbal em que o sujeito
da ação é o agente, ou seja, aquele que realiza a ação.
Julgue o item a seguir.
A voz passiva é uma construção verbal em que o sujeito
da ação é o agente, ou seja, aquele que realiza a ação.
“Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade
Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações.
Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.
Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.
Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.
Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”
Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.
O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”
[...]
(CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.)