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Ano: 2023 Banca: CPCON Órgão: UEPB Provas: CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Desenvolvimento e Ensaios de Medicamentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Patologia Oral e Biologia Molecular - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Cromatografia Líquida, Iônica e Gasosa - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química e Fertilidade do Solo - CAMPUS II e IV) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Análise das Águas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico de Prótese Dentária - CAMPUS I | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises Clínicas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises de Peçonhas e Toxinas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Esterelização - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório (Fitopatologia - CAMPUS II) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Física - CAMPUS VII e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Agropecuária - Produção de Mudas - CAMPUS II | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Informática - CAMPUS VI | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Geotecnia - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Manutenção de Equipamentos Odontológicos - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Radiologia - CAMPUS I e VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Atendente de Consultório Dentário - CAMPUS VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Hidráulica - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Microbiologia de Alimentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Morfofisiologia - CAMPUS VIII) |
Q3557634 Português
Analise o emprego das formas verbais em destaque nas notas expostas na sequência, retiradas da revista Veja, 10/02/21; após isso, levando em consideração a função dos verbos auxiliares, indique, nos parênteses, o número correspondente a cada uma das ocorrências. 

Prazo de validade
Dependendo só de uma canetada de Jair Bolsonaro para passar por uma importante reorganização, a Polícia Federal VOLTOU A VIVER (1) sob fantasmas. Uma ala da cúpula do órgão diz que o atual diretor-geral, Rolando de Souza, tem prazo de validade: o fim do inquérito de Sérgio Moro no STF. Depois disso, ele sai para um cargo no exterior e Bolsonaro termina o serviço.

Cheguei primeiro!
Apesar da destrambelhada lista de quase quarenta prioridades, o Planalto VAI LUTAR (2) com unhas e dentes mesmo é para pôr de pé o auxílio emergencial: “Precisamos fazer antes que o Congresso faça”, diz um ministro.

Ainda na esperança
O Podemos de Álvaro Dias, que sonha com a filiação de Sérgio Moro, deve esperar até o segundo semestre para desistir do ex-ministro. Agora consultor, Moro TEM VIVIDO (3) na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos.

Jairzinho, paz e amor
Bolsonaro vai usar a vitória no Congresso para adotar um novo discurso (já de olho em 2022, diga-se): o de democrata. Quem quer dar golpe, PASSARÁ ADIZER (4) o presidente, não faz aliança para governar.

( ) Tempo composto – expressando ideia de repetição, com nuance de ação/processo frequente, em gradação.
( ) Locução verbal – imprimindo ideia de iminência de ação, ou seja, algo a se realizar em um futuro muito próximo.
( ) Locução verbal – imprimindo a ideia de mudança de ação, estando pressuposta a informação de que a ação ora em evidência não existia anteriormente.
( ) Locução verbal – ideia de repetição, estando pressuposta a informação de que algo antes habitual fora interrompido.

A sequência CORRETA de correspondência é
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CPCON Órgão: UEPB Provas: CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Desenvolvimento e Ensaios de Medicamentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Patologia Oral e Biologia Molecular - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Cromatografia Líquida, Iônica e Gasosa - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química e Fertilidade do Solo - CAMPUS II e IV) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Análise das Águas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico de Prótese Dentária - CAMPUS I | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises Clínicas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises de Peçonhas e Toxinas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Esterelização - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório (Fitopatologia - CAMPUS II) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Física - CAMPUS VII e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Agropecuária - Produção de Mudas - CAMPUS II | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Informática - CAMPUS VI | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Geotecnia - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Manutenção de Equipamentos Odontológicos - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Radiologia - CAMPUS I e VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Atendente de Consultório Dentário - CAMPUS VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Hidráulica - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Microbiologia de Alimentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Morfofisiologia - CAMPUS VIII) |
Q3557632 Português
Preencha as lacunas no texto abaixo, flexionando os verbos de modo a estabelecer a relação de concordância com o sujeito da oração. Em seguida, indique a alternativa em que os verbos estão corretamente flexionados.

CORRIDADE OBSTÁCULOS

O início da imunização contra a Covid-19 teve de superar diversos percalços, mas a campanha avança e o país é um dos que mais ______ no mundo.
Mal posicionado em razão principalmente do comportamento errático de seus gestores públicos [...], o país largou com atraso na importantíssima corrida pela imunização da população contra a Covid-19. Mas [...] Em uma nação como 212 milhões de habitantes, o ritmo e o volume de gente imunizada ______ muito. E já somos o quinto país que mais vacina pessoas por dia em números absolutos. [...]
Chegar até aqui, porém, não foi fácil porque percalços variados surgiram no caminho. O principal foi a baixa quantidade de doses disponíveis na largada (12,8 milhões), o que obrigou o governo a filtrar ainda mais as prioridades. Mas a combinação de fiscalização frouxa com a esperteza de alguns ________ algo ainda pior: uma lamentável legião de fura-filas pelo país.[...]
“Recebemos uma lista com CPFs que não ________, duplicidade de nomes e pessoas que não foram vacinadas nos locais indicados”, diz o promotor Armando Gurgel Maia. [...] Na quarta-feira 3, ________ os insumos da China para o Butantan produzir 8,6 milhões de doses da Corona Vac. No mesmo dia, a Anvisa [...] (Veja, 10/02/21)
Alternativas
Q3557233 Português
Texto 1


Leia o texto e responda a questão:


Bença ( Juliette)


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Agora, se foi fácil, foi não
Rapadura é doce, mas não é mole, não
Na estrada a gente pena, a gente sofre
Mas a gente ama
Não me arrependo de nada, não
Porque foi tudo de coração
Na vida a gente colhe o que planta


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Mas é que eu venho lá do sertão
O coco é seco demais, irmão
E o preconceito еu só engulo com farinha
Não tenho medo dе escuridão
Eu sou fogueira de São João
Trago no peito a oração de mainha


Bença?


Agora, se foi fácil, foi não
Rapadura é doce, mas não é mole, não
E o preconceito eu só engulo com farinha
Não tenho medo de escuridão
Eu sou fogueira de São João
Trago no peito a oração de mainha


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Composição: Dann Costara / Juzé
Sobre a expressão “tô” (2º verso do texto), analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3556993 Português
Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito


No dia 23 de setembro, é comemorado o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.


Leia o texto de Kelber Fernandes.


Com uma nobre missão, não há como recuar, mesmo com as intempéries, avante, segue a enfrentar, seja o sol do Nordeste ou as enchentes no Sudeste, ainda que no Sul o frio muito aperte e a umidade do Norte muito se eleve, nada acovarda aquele que é a vanguarda.

O Agente de Trânsito atua a favor da preservação de vidas no trânsito, retirando condutores potencialmente perigosos de circulação, ou ainda, em ações preventivas, com a simples presença na via pública intencionando desestimular práticas infracionais. Ainda que todo o trabalho desenvolvido por esses profissionais tente ser deturpado por um pequeno grupo, que busca, tão somente, promover a desordem, a imagem dos Agentes de Trânsito não ficará obscura nem os serviços prestados serão desconstituídos.

Desde informações e orientações aos usuários do trânsito, passando pela garantia de igualdade na utilização do espaço público, os Agentes são a referência que o cidadão encontra durante seus deslocamentos. Muito além de fiscais, identificamos na figura do Agente de Trânsito um conjunto de competências voltadas à mobilidade urbana, sem deixar de refletir o papel de multiplicadores e influenciadores de boas práticas.


A verdade é que aqueles que adentram nessa área, em sua grande maioria, se identificam, laborando com muito prazer e satisfação.

O trânsito é cativante e coloca o agente como peça fundamental para o exercício do direito de ir e vir em condições seguras.

O cargo de Agente de Trânsito reveste-se de uma importância significativa, contribuindo para a preservação da ordem pública, seja através da fiscalização, seja em ações que visem a melhoria do tráfego de nossas vias, sempre agindo quando interesses individuais tentam sobrepujar o direito coletivo ao trânsito seguro.

Corroborando, o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – MBFT apresenta, em texto seu introdutório, declaração que muito bem coloca o Agente de Trânsito como corresponsável pela paz social. E mais ainda, a Constituição Federal, Lei Maior do Estado brasileiro, desde a Emenda Constitucional 82/14, elevou os agentes de trânsito a garantidores da segurança viária, entendida esta como parte integrante da segurança pública.

Coincidindo com a data da edição do atual Código de Trânsito Brasileiro, o qual hoje completa 26 anos de existência, o mesmo 23 de setembro foi escolhido para homenagear a categoria dos Agentes de Trânsito. A partir da Lei n o 12.821/2013, ficou definido o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.

Parabéns aos meus amigos e amigas Agentes de Trânsito espalhados por todo o Brasil, pelo profissionalismo, afinco e comprometimento com a segurança viária. Reconhecimento àqueles que não estão subjugados a interesses outros que não seja o público, que não se sujeitam aos desmandos políticos, mas têm suas ações pautadas na legalidade e no bem estar social.


Disponível em: https://www.portaldotransito,com,br/ noticias/fiscalizacao-e-legislacao/agente-de-transito/artigo-homenagem-ao-dia-nacional-dos-agentes-da-autoridade-de=transito/. Acesso em: 02 set. 2023. Adaptado.
Assinale a opção em que o tempo verbal indicado nos parênteses NÃO corresponde à classificação da forma verbal sublinhada no respectivo fragmento.
Alternativas
Q3556946 Português
Leia o texto para responder à questão.


'Não era a última Copa que eu sonhava', lamenta Marta após queda do Brasil


A maior de todos os tempos se despede da Copa sem um título. Hoje (2), Marta fez a última partida em Mundiais na eliminação do Brasil para a Jamaica, após o 0 a 0 na fase de grupos. No primeiro e único jogo como titular, a Rainha não conseguiu fazer a seleção avançar. Foi substituída nos minutos finais e ficou do banco de reservas sofrendo e torcendo pelo gol salvador que não veio. 


"É difícil falar num momento desses. Não era, nem nos meus piores pesadelos, a Copa que eu sonhava. É só o começo. O povo pedia renovação, e está tendo. A única velha aqui só eu. As meninas têm um caminho enorme pela frente. Eu termino, mas elas continuam", disse, com lágrimas no rosto.


Mesmo anunciando o fim de sua trajetória em Copas, Marta pede que o apoio seja mantido. "Quero que o Brasil siga com o mesmo entusiasmo, apoiando. Resultado não acontece de um dia para o outro. Isso mostra que o futebol feminino dá lucro, é produto. A Marta acaba por aqui, estou muito grata pela oportunidade que tive e estou muito contente com o que está acontecendo. Para elas é só o começo, para mim é o fim da linha", avisou. 


Marta deixa a seleção brasileira com 189 jogos e 122 gols marcados. Vinte anos depois de iniciar a trajetória com a camisa amarela, disputou a última Copa tranquila com o legado deixado.


A camisa 10 deixa o Mundial como maior artilheira da história entre homens e mulheres, com 17 gols. Pela seleção, foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e 2007, além de campeã da Copa América em 2003, 2010 e 2018. Ela também fez parte do grupo vice-campeão da Copa em 2007 e das medalhas de prata nas Olimpíadas de 2004 e 2008.


Na prévia da partida, Marta não quis pensar que poderia ser sua última entrevista coletiva. Estava confiante de que o Brasil conseguiria a classificação. Uma das últimas mensagens, porém, foi sobre legado. 


"Sabe o que é legal? Eu não tinha uma ídola no futebol feminino. Vocês (imprensa) não mostravam o futebol feminino. Como eu ia entender que eu poderia ser uma jogadora, chegar à seleção, sem ter uma referência? Hoje a gente sai na rua e os pais falam. 'Minha filha quer ser igual a você'. Hoje temos nossas próprias referências. Não teria acontecido isso sem superar os obstáculos. É uma persistência contínua".


https://www.uol.com.br, 08/2023 
“Marta não quis pensar que poderia ser sua última entrevista coletiva. Estava confiante de que o Brasil conseguiria a classificação.”

Sobre os verbos grifados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3556757 Português

A próxima geração de governo e o futuro do trabalho no serviço público: utopia?


Por Ana Paula Bertolin



   Estamos em uma era digital acelerada pela pandemia e a força motriz dessa engrenagem necessita de um novo uso para a tecnologia onde dados e análises avançadas possam suportar as tomadas de decisão auxiliando na validação de soluções e suas implantações. Nesse contexto, um novo perfil de servidor se desenha. Para os que estão na ativa, um processo de upskilling e reskilling1 , além da captura de conhecimento tácito, é fundamental para a próxima geração de talentos que virão a compor o quadro do governo.


   O serviço público não pode fugir à regra. Mas ao contrário das organizações do setor privado, que vem evoluindo nessa questão a passos largos, esse setor não mudou a sua forma de trabalhar em quase nada nas últimas décadas. Continua sendo um setor atrasado em inovação e baseado em políticas retrógradas, fortalecidas em um modelo de produção de linha de montagem e que preza por práticas antigas de liderança e resultados. Como atrair esta nova geração para compor um novo governo?


   Em recente pesquisa do Center Digital Government com trabalhadores americanos em início de carreira, a nova norma é a flexibilidade. A Price Waterhouse Coopers revelou que 61% dos CEOs estão focados em proporcionar o bem-estar de suas equipes para que possam reter talentos. Portanto, governos terão que reinventar sua abordagem de trabalho, expandindo a visão de como e onde o trabalho é feito para que possam atrair e reter talentos para seu quadro de servidores.

  Estabilidade já não é mais o que chama a atenção dessa nova geração, muito menos carreiras de governo – a menos que haja envolvimento político! A busca é por propósito, compreensão do seu papel, qual a causa pela qual trabalha além do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a motivação para o trabalho e a possibilidade de aplicar e desenvolver o pensamento criativo. Esse novo perfil também espera encontrar soluções promovidas pela tecnologia, tendo ela como facilitadora de serviços e experiências de qualidade e igualitariamente a essa força de trabalho.


   Formar uma próxima geração de governo necessita de políticas de retenção de talentos efetivas, que observam habilidades e como elas podem fazer parte do todo, compondo equipes de alta performance olhando para o ser humano como centro. Novas políticas devem ser construídas, expandindo a visão de onde e como o trabalho é e pode ser feito.


   Dexter Docherty em recente publicação afirma que um incrível futuro do trabalho no serviço público, pós-Covid, nos aguarda se tomarmos decisões políticas inteligentes e promotoras de flexibilidade agora! Afirma que, neste mundo cada vez mais digital e globalizado, o governo pode trabalhar com diferentes perspectivas de trabalho, abrindo oportunidade para novos talentos. Continua afirmando que o problema reside na compreensão limitada que os governos têm de onde um funcionário precisa morar para se tornar um servidor público. É uma nova visão onde o potencial para o trabalho seja determinado por tarefas e atividades e não por ocupações. E que seja visto pelas lentes da ética, confiança e da responsabilidade originando uma nova cultura de trabalho positiva, motivada e satisfeita.


   Outro ponto importante para o contexto é publicado em recentes estudos sobre a parada forçada neste período pandêmico. Segundo dados do Governo Federal Brasileiro, foram economizados 3 bilhões em 2020 com o home office de servidores públicos. Conforme entrevista do Secretário Nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal, é uma economia oriunda da área meio, áreas administrativas, para que se possa investir em áreas fim. Uma economia significativa para um país que necessita se reequilibrar. Outros dados já apurados mostram que o teletrabalho facilita a entrega de resultados e aumenta a eficiência dos servidores públicos. É um novo conceito baseado na confiança e autonomia.


  As decisões políticas inteligentes neste momento, citadas por Docherty, irão promover mudanças significativas para alguns pontos obscuros na gestão de talentos dos servidores municipais, que poderão promover uma modernização na forma de trabalho podendo gerar equipes mais curiosas para a experimentação, mais engajamento pela promoção da autonomia, lideranças mais ágeis e mais confiantes em suas equipes resultando em um melhor desempenho e entrega de resultados além de uma economia significativa nos gastos públicos – elementos estes estratégicos de longo prazo.


   Diversos modelos podem ser adotados para um trabalho híbrido que combina trabalho remoto com tempo no escritório. Alguns governos, como o de São Paulo, já estão implantando essa modalidade como permanente para algumas funções que se adequam a esse modelo. A Deloitte afirma "o local de trabalho pós-covid mudará de onde as pessoas trabalham para um local onde as equipes se encontram, socializam e se conectam." The Enterprisers Project completa: "as organizações se concentrarão cada vez mais no que é mais importante: trabalho realizado em vez de horas trabalhadas e missões realizadas em vez de tarefas concluídas."


   Mas será que o modelo que perpetua nas instituições públicas está preparado para entender este novo momento? Urge movimentos e atitudes que acompanhem a evolução, hoje lenta e atrasada. É necessário que gestores públicos tomem decisões rápidas nesta área, promovendo uma mudança de cultura onde as novas necessidades do mundo do trabalho possam ser observadas. A forma como o setor público cria valor – o trabalho, a força de trabalho e o local de trabalho – está mudando. O governo não pode enfrentar os desafios complexos de hoje com modelos antigos. Novas regras para a gestão pública são necessárias. Será uma utopia?


   O potencial retido entre o corpo funcional do serviço público é enorme! Precisa ser percebido que se tem o poder de mudar para melhor. Novas ideias são necessárias para abordar a questão de como o setor público gera e agrega valor. Abraçar o poder da tecnologia para ampliar as capacidades humanas pode promover conexões sem limites geográficos. "Não podemos prever o futuro, mas podemos nos preparar para ele" – é o que o relatório de previsão estratégica da OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development) – Exploring Implications for the Future of Global Collaboration aponta. Cita que mudanças sociais, tecnológicas, econômicas, ambientais, políticas e geopolíticas estão ocorrendo mais rápido do que nunca e que a sociedade e os governos não podem se fechar à interconexão e à possibilidade de serem globais.


   O desafio é ser produtivo e incitar o talento desse corpo funcional revertido em prestação de serviço de qualidade para o maior cliente: o cidadão, além de vislumbrar um futuro do trabalho mais brilhante para quem trabalha em nome do governo. O futuro é aqui e agora. Será que conseguimos trabalhar com a ideia de que a nova geração de governo será "móvel" nos próximos anos? Já pensou em como essa experiência poderia agregar valor para esse futuro do trabalho? Como novos modelos, boas práticas, novos conhecimentos e vivências poderiam ser compartilhadas? Como a tecnologia irá conectar e disseminar? É um novo mundo que se abre.... quem sairá na frente dessa experiência? Utopia?



1 Upskilling visa ensinar a um trabalhador novas competências para otimizar seu desempenho; o reskilling (também conhecido como reciclagem profissional) procura dar treinamento a um funcionário para realojá-lo num novo posto na empresa. 

 


 Disponível em: https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-mlg/a-proxima-geracao-de-governo-e-o-futuro-do-trabalhono-servico-publico-utopia/. Acesso em: 30 ago.2023. Adaptado.





Quanto aos tempos e modos verbais, pode-se constatar que uma das características do tipo de texto elaborado por Ana Paula Bertolin é o uso predominante do 
Alternativas
Q3556540 Português

Leia o texto, para responder à questão.



A bolsa – I / O achado



    Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. Existem pessoas que acham carteiras, joias, promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um piano na praia do Leblon, inspirando o conto célebre de Aníbal Machado. Mas este escriba, nada: nem um botão.

    Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento do coletivo, com uma bolsa preta de senhora. O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o que lhe faria falta.

    A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado, e de que eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Eu senti vontade de dizer-lhe: “Moça, não faça isso, olhe seus olhos”, mas receei que ela visse em minhas palavras mais do que um cuidado oftalmológico, e abstive-me. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o lotação já ia longe.

    Assim, vi-me sozinho com a bolsa na mão. E para evitar que na saída o motorista me interpelasse: “Ei, ó distinto, deixa esse troço aí”, achei prudente envolvê-la no jornal que eu portava. Já percebe o leitor que, a essa altura, minha situação moral era pouco sólida, pois eu procurava esconder do motorista um objeto que não me pertencia, sob o fundamento de que pretendia restituí-lo à dona; como se eu conhecesse essa proprietária mais do que ele, motorista.

    Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública, paguei com dignidade a passagem e saltei sem impugnação.



(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)

Observe os trechos em destaque nas passagens a seguir.



A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara a meu lado...


Assim, embuçada convenientemente a coisa, como algo tenebroso que convinha esquivar à curiosidade pública...



Assinale a alternativa em que a substituição desses verbos está de acordo com a norma-padrão, resultando em enunciados coerentes. 

Alternativas
Q3556471 Português
Assinale a alternativa em que todos os verbos estão conjugados no futuro do pretérito do modo indicativo. 
Alternativas
Q3556423 Português
Texto para a questão.


12 de Outubro – Dia das Crianças


O Dia das Crianças é comemorado anualmente em nosso país no dia 12 de outubro. Essa data comemorativa foi estabelecida por uma lei sancionada em 1924, durante a Primeira República. No dia 12 de outubro, comemora-se no Brasil o Dia das Crianças. Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data e, desde 1924, o calendário brasileiro tem um dia especialmente dedicado às crianças. Somente em 1959, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estabeleceu o dia 20 de novembro como Dia Internacional das Crianças, em referência à Declaração dos Direitos da Criança.

Para entender a história da instituição desse dia no Brasil e sua popularização, é importante conhecer um pouco do conceito de infância no mundo ocidental.

Debate sobre infância na história

Muitos especialistas em história da infância, como o historiador francês Philippe Ariès, asseguram que o conceito de infância ou de criança, tal como o concebemos hoje, foi socialmente construído a partir do século XVIII. Nessa época, as primeiras teses de pedagogia moderna – como as de Jean-Jacques Rousseau – começaram a pensar a criança de acordo com suas singularidades físicas, cognitivas e sociais. Assim, pautas como desenvolvimento da estrutura corporal e aprendizado escolar de acordo com a faixa etária começaram a entrar nas discussões políticas, sobretudo após a Revolução Francesa.

As legislações dos Estados Nacionais do século XIX, apoiadas nas ideias liberais herdadas do Iluminismo e da Revolução Francesa, solidificaram essa nova concepção de infância. Os cuidados com a criança passaram a ser função não apenas de seu núcleo familiar, mas também do Estado. Com a crise social deflagrada pela Primeira Guerra Mundial – que deixou milhares de crianças órfãs e abandonadas –, as reflexões sobre a infância tornaram-se ainda mais relevantes e incisivas. Foi nesse contexto que muitos países começaram a realizar congressos direcionados ao estudo sobre a criança.

Quando surgiu o Dia da Criança no Brasil?

A cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil) sediou, em 1923, o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Nessa época, o país era governado por Artur Bernardes. Galdino do Valle Filho, um dos deputados federais da época, aproveitando a atmosfera reflexiva que o congresso deixara na capital, elaborou, no ano seguinte (1924), um projeto que tinha como objetivo a criação de um dia nacional dedicado à criança.

A proposta do deputado era de que esse dia fosse celebrado em 12 de outubro. O projeto de Galdino foi aprovado, e o Dia da Criança foi oficializado pelo presidente Artur Bernardes por meio do decreto nº 4.867, de 5 de novembro de 1924.

O registro da lei feito na época afirmava que: “Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”. É claro que a criação da dita “festa da criança” não teve repercussão imediata, tornando-se popular após 1950.

Como o Dia das Crianças tornou-se popular no Brasil?

Foram necessários cerca de 30 anos para que o Dia das Crianças entrasse no “gosto” do povo brasileiro. Isso aconteceu a partir de 1955, quando a marca de fabricação de brinquedos Estrela iniciou uma campanha nacional para venda de seus produtos. A campanha foi intitulada “Semana do Bebê Robusto”. A ação consistia em usar o Dia da Criança para alavancar a venda de brinquedos.

Dez anos depois, em 1965, foi a vez da empresa Johnson & Johnson dedicar-se ao mesmo tipo de projeto, com a campanha “Bebê Johnson 65”. A partir de então, o Dia da Criança, criado no Brasil em 1924, passou a ser disseminado em todo o país.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-dascriancas.htm#:~:text=Galdino%20do%20Valle%20Filho%2C%20um,di a%20nacional%20dedicado%20%C3%A0%20crian%C3%A7a.
A forma verbal destacada em “Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data”, está conjugada no:
Alternativas
Q3555913 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.” Nesse contexto, os verbos “mostraram”, “é” e “serve” estão conjugados, respectivamente, no(s) modo(s): 
Alternativas
Q3555542 Português

Julgue o item subsequente.


Estão corretas as seguintes grafias da conjugação do verbo Pôr: ponho, pões, põe, pomos, pondes, põem. 

Alternativas
Q3555274 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
Em relação aos tempos e modos verbais empregados no texto de Martha Medeiros, pode-se constatar que sobressai o uso dos verbos no: 
Alternativas
Q3554604 Português

TEXTO II


Estrela da Manhã



Eu quero a estrela da manhã

Onde está a estrela da manhã?

Meus amigos meus inimigos

Procurem a estrela da manhã



Ela desapareceu ia nua

Desapareceu com quem?

Procurem por toda parte



Digam que sou um homem sem orgulho

Um homem que aceita tudo

Que me importa?

Eu quero a estrela da manhã



Três dias e três noites

Fui assassino e suicida

Ladrão, pulha, falsário



Virgem mal-sexuada

Atribuladora dos aflitos

Girafa de duas cabeças 

Pecai por todos pecai com todos



Pecai com os malandros

Pecai com os sargentos

Pecai com os fuzileiros navais

Pecai de todas as maneiras



Com os gregos e com os troianos

Com o padre e com o sacristão

Com o leproso de Pouso Alto



Depois comigo



Te esperarei com mafuás novenas cavalhadas comerei terra e direi coisas de uma ternura tão

[simples

Que tu desfalecerás

Procurem por toda parte

Pura ou degradada até a última baixeza

Eu quero a estrela da manhã.



BANDEIRA, Manuel. Estrela da manhã. 3ª ed. Editora Global: São Paulo.

Percebe-se, no texto II, uma urgência no desejo expresso pelo eu lírico, fazendo com que ele assuma uma postura impositiva em diversos momentos. Essa postura impositiva fica reforçada, no poema, pelo emprego, principalmente, de verbos no:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554419 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Assinale a alternativa em que a sentença apresenta apenas voz ativa. 
Alternativas
Q3550027 Português
Assinale a alternativa correta quanto à flexão dos tempos verbais.
Alternativas
Q3545284 Português
Leia o texto e responda à questão.


O Homem Trocado

Luis Fernando Veríssimo


O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado.

Ele pergunta se foi tudo bem.

– Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.

– Eu estava com medo desta operação…

– Por quê? Não havia risco nenhum.

– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos… E conta que os enganos começaram com seu nascimento.

Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.

– E o meu nome? Outro engano.

– Seu nome não é Lírio?

– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e… Os enganos se sucediam.

Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.

– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.

– O senhor não faz chamadas interurbanas?

– Eu não tenho telefone! Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.

– Por quê?

– Ela me enganava.

Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: – O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.

– Se você diz que a operação foi bem… A enfermeira parou de sorrir. Apendicite? – perguntou, hesitante.

– É. A operação era para tirar o apêndice.

– Não era para trocar de sexo?

https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2022/03/ohomem-trocado/ Acesso em: 06 out. de 2023. 
Leia a frase e responda a alternativa correta. "Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade." 
Alternativas
Q3501861 Português
MÉTODO CIENTÍFICO: POR QUE E COMO LEVÁ-LO PARA A PRÁTICA

Analisar, testar e resolver são habilidades essenciais para o desenvolvimento integral dos alunos dos Anos Finais

Por Linaldo Oliveira – 16/02/2023

        Na sociedade atual, a Educação precisa levar o jovem a compreender e interpretar o mundo natural, social e tecnológico e a transformar a realidade em que se encontra utilizando estratégias científicas. Em outras palavras, falamos em “fazer ciência”.

        Entretanto, antes do verbo “fazer”, deveríamos enfatizar a importância de entender a ciência. De forma particular, as Ciências Naturais estão entre os componentes curriculares que abordam de forma direta a importância do desenvolvimento científico e tecnológico para estruturar a sociedade e seus efeitos nos relacionamentos humanos. Ou seja, nós respiramos ciência! Entender como dependemos dela é crucial para a formação moral, cidadã e acadêmica dos nossos alunos.
       
        Olhando por essa ótica, entendemos que, ao desenvolver práticas que estimulem e desenvolvam a observação, a construção de hipóteses, a análise de dados e a conclusão dos nossos alunos, estamos formando indivíduos que futuramente serão mais socialmente ativos, críticos e criativos.


        Diversas metodologias que estão em alta hoje são baseadas nas etapas propostas pelo método científico – observação, hipótese, análise e conclusão. Quando o trabalho é interdisciplinar, estimula o estudante a utilizar o conhecimento combinado de diversas áreas – por exemplo, temos o STEAM, que conecta as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, ou o Design Thinking, que leva o aluno a trabalhar em soluções para diversas demandas selecionadas.


        Também é possível trabalhar o método científico por meio da Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP). Trata-se de uma oportunidade de conectar a escola e a comunidade, construindo com alunos projetos alinhados à grade curricular de forma interdisciplinar, contextualizada e significativa.


        Quando envolve uma melhoria de situações e dificuldades enfrentadas pela comunidade, os alunos costumam se sentir motivados e se engajar com as propostas. Minha sugestão é que converse com sua turma a respeito da rotina dos estudantes e das questões que enfrentam diariamente em suas comunidades. Pensar, em sala de aula, soluções para essas problemáticas geram projetos integradores que aumentam o engajamento do aluno e instigam a investigação por meio da curiosidade. 
Foi assim que aprendi a utilizar o método científico e a torná-lo algo cotidiano para os estudantes. Analise, teste e resolva para formar a Educação e a sociedade do futuro.

Adaptado de: https://novaescola.org.br/conteudo/21597/metodocientifico-por-que-e-como-leva-lo-para-a-pratica Acesso em: 12 abr. 2023.
Sobre o item destacado em “[...] deveríamos enfatizar a importância de entender a ciência.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3500910 Português
Se o verbo do trecho: "Deixe marcas" for conjugado na segunda pessoa do plural, mesmo modo imperativo na forma afirmativa, obtém-se corretamente: 
Alternativas
Q3500906 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


RAZÕES PELAS QUAIS EU ESCREVO

(1º§) Escrever é existir, mostrar o que penso, provar que estou vivo. Não basta você me olhar e saber que eu estou vivo, pois eu quero mostrar que penso. Por isto escrever é existir.

(2º§) A minha interação com o mundo acontece quando eu escrevo. Ler o que o outro escreve é interagir com o pensamento do outro, mas se eu não escrever ninguém saberá como penso. Por isto eu escrevo.

(3º§) Escrever passou a ser um ato de rebeldia. Espernear para existir. E não sou somente eu quem pensa assim. Outros escritores também pensam assim. Mas não estou incomodado com os que discordam. O meu mundo existe na escrita.

(4º§) E quando falo em escrita, não precisa ser real. Pode ser fantasia, algo fantástico, inimaginável. Passa a ser real no mundo da minha fantasia.

(5º§) Eu sonho com mundos reais. Sonho com mundos muito diferentes do nosso, mas paralelos ao nosso. E neste mundo tudo é possível. Fica mais fácil existir.

(6º§) Nossa vida é tão efêmera quando nos comparamos à idade do universo, dos planetas ou das estrelas, porém nossa mente não se apagará e já trazemos memória de outras existências.

(7º§) Somos células materiais que um dia já estiveram em outro animal ou em algum mineral. Quando ganhamos um corpo adquirimos a memória da vida atual. Seria confuso termos todas as memórias. Basta-nos acreditar. Existir... desta forma nos tornamos imortais.

(8º§) Pensem, reflitam, leiam, escrevam, mas não sejam somente bruma em movimento! Vento que não vemos.! Deixe marcas... faça as suas e não apague as minhas, por favor...


(Mário Feijó) − (http://artesplasticas-poesias.blogspot.com.br/)
Marque o parágrafo que inicia com exemplo de sujeito elíptico, identificado pela desinência verbal de primeira pessoa do plural. 
Alternativas
Q3489814 Português
Se o verbo "olhe" for conjugado no mesmo modo imperativo na forma afirmativa, na segunda pessoa do singular, obtém-se a forma correta: 
Alternativas
Respostas
3681: D
3682: A
3683: B
3684: C
3685: E
3686: D
3687: A
3688: E
3689: B
3690: D
3691: C
3692: A
3693: E
3694: E
3695: B
3696: D
3697: D
3698: E
3699: D
3700: E