Questões de Concurso Comentadas sobre análise sintática em português

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Q1030168 Português
“Há uma espécie de conforto na autocondenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de fazê-lo”. Sobre a estruturação desse pensamento, a única afirmação adequada é:
Alternativas
Q1028969 Português

Leia o texto de Antonio Prata, a seguir, para responder à questão.


      Nada me deixava mais tranquilo do que os sons da máquina de escrever vindos do quarto ao lado. Era meu pai, escritor, que trabalhava depois que todos haviam ido dormir. O batuque no teclado, o ronco grave do rolo girando com o papel e a sineta do carro tilintando ao ser devolvido à posição inicial – plim! – me garantiam a presença de um adulto, ali ao lado: se não ao alcance das mãos, ao menos dos ouvidos. O ritmo caótico, mas contínuo – como chuva no telhado –, era ainda melhor do que a música de ninar, cadenciada, pois sugeria que mesmo em meio à confusão poderia haver harmonia. Sob esse cafuné auditivo, o mundo desaparecia, sem violência, depois voltava a existir, quando eu menos esperasse, iluminado: plim!

Prata, Antonio. Nu, de botas p.15 – 1ª ed. – São Paulo: Companhia das Letras, 2013. (Excerto adaptado) 

Leia com atenção as seguintes passagens do texto:


I. Nada me deixava mais tranquilo do que os sons da máquina de escrever vindos do quarto ao lado.

II. ... me garantiam a presença de um adulto, ali ao lado: se não ao alcance das mãos, ao menos dos ouvidos.

III. O ritmo caótico, mas contínuo (...) era ainda melhor do que a música de ninar...


As expressões em destaque exprimem, respectivamente, ideia de:

Alternativas
Q1028438 Português

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A oração “para atender à demanda por moradia no País nos próximos dez anos” (linha 16) expressa, em relação à oração subsequente, circunstância de finalidade.

Alternativas
Q1028431 Português

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


As vírgulas empregadas, respectivamente, após “País” (linha 2) e “elevado” (linha 3) isolam oração de sentido explicativo.

Alternativas
Q1028304 Português
Na frase “Beatriz, ao contrário do marido, abriu a porta com generosidade...”, a expressão destacada estabelece sentido de
Alternativas
Q1028173 Português

TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

“A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida.”


Assinale a opção que apresenta uma afirmação CORRETA quanto ao termo sublinhado.

Alternativas
Q1027447 Português

Texto I


             3 Reflexões para entender o pensamento de Zygmunt Bauman

             Sociólogo explora os efeitos do individualismo e da sociedade

                        de consumo nas relações humanas modernas


      O sociólogo polonês Zygmunt Bauman faleceu em janeiro de 2017, aos 91 anos. Suas mais de 50 obras e diversos artigos se dedicam a temas como o consumismo, a globalização e as transformações nas relações humanas.

      Após ter servido durante a Segunda Guerra Mundial, Bauman fez parte do Partido Comunista Polaco e anos mais tarde se formou em Sociologia. Como professor na Universidade de Varsóvia, teve alguns de seus livros e artigos censurados e acabou afastado em 1968.

      Após sofrer perseguições antissemitas na Polônia, partiu para a Grã-Bretanha e trabalhou como professor titular da Universidade de Leeds. De todas as suas contribuições, a obra Modernidade e Holocausto talvez tenha sido a mais emblemática e lhe rendeu, em 1989, o Prêmio Europeu Amalfi de Sociologia e Ciências Sociais. Conheça as principais conclusões de um dos pensadores mais influentes da atualidade:


                  A sociedade pós-moderna sofre mudanças em ritmo intenso

      Para definir as condições da pós-modernidade e discutir as transformações do mundo moderno nos últimos tempos, o sociólogo sempre preferiu usar o termo "modernidade líquida", por considerar "pós-modernidade" um conceito ideológico.

      Bauman escolhe o "líquido" como metáfora para ilustrar o estado dessas mudanças: facilmente adaptáveis, fáceis de serem moldadas e capazes de manter suas propriedades originais. As formas de vida moderna, segundo ele, se assemelham pela vulnerabilidade e fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito tempo, o que reforça esse estado temporário das relações sociais.

      Há 100 anos, ser moderno significava buscar um ponto de perfeição e hoje representa o progresso constante, sem um resultado final único prestes a ser conquistado.


                       A estrutura familiar mudou drasticamente

      Em entrevista ao canal Quem Somos Nós?, o professor Luís Mauro Sá Martino explica as transformações do conceito de "família" segundo Bauman: "A partir do século 19 ou 20, o afeto e amor surgem como elementos fundadores da família, mas nem sempre foi assim e não é por acaso que nosso imaginário sempre gostou de idealizar as histórias de amor", observa.

      "No passado, as pessoas casavam com quem os pais mandavam, mas os laços de uma família ainda eram algo sagrado. Hoje, por outro lado, constituímos várias "famílias", assumindo as diferenças disso em relação ao mundo pré-moderno, com aindependência e também as dificuldades que essa pluralidade de relacionamentos pode trazer."


                       As conexões no mundo moderno foram individualizadas

      Bauman observa que o século 20 sofreu uma passagem da sociedade de produção para a sociedade de consumo. Com isso, também passamos pelo processo de fragmentação da vida humana e deixamos de pensar em termos de comunidade — a qual nação, grupos ou movimento político pertencemos. A identidade pessoal, após essa transformação, restringiu o significado e propósito da vida e da felicidade a tudo aquilo que acontece com cada pessoa individualmente.

      "A ideia de progresso foi transferida da ideia de melhoria partilhada para a de sobrevivência do indivíduo", resumiu o sociólogo em entrevista para a revista Cult. "O progresso é pensado não mais a partir do contexto de um desejo de corrida para a frente, mas em conexão com o esforço desesperado para se manter na corrida."

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/3-reflexoes-para-entender-o-pensamento-de-zygmuntbauman.html. Acessado em: 15/05/2019

Considerando o excerto: "Sociólogo explora os efeitos do individualismo", marque a alternativa em que aparece sublinhada a mesma função sintática do termo em destaque:

Alternativas
Q1027445 Português

Texto I


             3 Reflexões para entender o pensamento de Zygmunt Bauman

             Sociólogo explora os efeitos do individualismo e da sociedade

                        de consumo nas relações humanas modernas


      O sociólogo polonês Zygmunt Bauman faleceu em janeiro de 2017, aos 91 anos. Suas mais de 50 obras e diversos artigos se dedicam a temas como o consumismo, a globalização e as transformações nas relações humanas.

      Após ter servido durante a Segunda Guerra Mundial, Bauman fez parte do Partido Comunista Polaco e anos mais tarde se formou em Sociologia. Como professor na Universidade de Varsóvia, teve alguns de seus livros e artigos censurados e acabou afastado em 1968.

      Após sofrer perseguições antissemitas na Polônia, partiu para a Grã-Bretanha e trabalhou como professor titular da Universidade de Leeds. De todas as suas contribuições, a obra Modernidade e Holocausto talvez tenha sido a mais emblemática e lhe rendeu, em 1989, o Prêmio Europeu Amalfi de Sociologia e Ciências Sociais. Conheça as principais conclusões de um dos pensadores mais influentes da atualidade:


                  A sociedade pós-moderna sofre mudanças em ritmo intenso

      Para definir as condições da pós-modernidade e discutir as transformações do mundo moderno nos últimos tempos, o sociólogo sempre preferiu usar o termo "modernidade líquida", por considerar "pós-modernidade" um conceito ideológico.

      Bauman escolhe o "líquido" como metáfora para ilustrar o estado dessas mudanças: facilmente adaptáveis, fáceis de serem moldadas e capazes de manter suas propriedades originais. As formas de vida moderna, segundo ele, se assemelham pela vulnerabilidade e fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito tempo, o que reforça esse estado temporário das relações sociais.

      Há 100 anos, ser moderno significava buscar um ponto de perfeição e hoje representa o progresso constante, sem um resultado final único prestes a ser conquistado.


                       A estrutura familiar mudou drasticamente

      Em entrevista ao canal Quem Somos Nós?, o professor Luís Mauro Sá Martino explica as transformações do conceito de "família" segundo Bauman: "A partir do século 19 ou 20, o afeto e amor surgem como elementos fundadores da família, mas nem sempre foi assim e não é por acaso que nosso imaginário sempre gostou de idealizar as histórias de amor", observa.

      "No passado, as pessoas casavam com quem os pais mandavam, mas os laços de uma família ainda eram algo sagrado. Hoje, por outro lado, constituímos várias "famílias", assumindo as diferenças disso em relação ao mundo pré-moderno, com aindependência e também as dificuldades que essa pluralidade de relacionamentos pode trazer."


                       As conexões no mundo moderno foram individualizadas

      Bauman observa que o século 20 sofreu uma passagem da sociedade de produção para a sociedade de consumo. Com isso, também passamos pelo processo de fragmentação da vida humana e deixamos de pensar em termos de comunidade — a qual nação, grupos ou movimento político pertencemos. A identidade pessoal, após essa transformação, restringiu o significado e propósito da vida e da felicidade a tudo aquilo que acontece com cada pessoa individualmente.

      "A ideia de progresso foi transferida da ideia de melhoria partilhada para a de sobrevivência do indivíduo", resumiu o sociólogo em entrevista para a revista Cult. "O progresso é pensado não mais a partir do contexto de um desejo de corrida para a frente, mas em conexão com o esforço desesperado para se manter na corrida."

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/3-reflexoes-para-entender-o-pensamento-de-zygmuntbauman.html. Acessado em: 15/05/2019

Nos itens a seguir, fazem-se entre parênteses assertivas sobre trechos do Texto I. Analise:


I - "Após sofrer perseguições antissemitas na Polônia, partiu para a Grã-Bretanha e trabalhou como professor titular da Universidade de Leeds". (O período é composto por uma oração subordinada adverbial de tempo, uma oração principal e uma oração coordenada sindética).

II - "Bauman observa que o século 20 sofreu uma passagem da sociedade de produção para a sociedade de consumo." (O termo em destaque introduz uma oração subordinada subjetiva objetiva direta à oração principal.)

III - "Bauman fez parte do Partido Comunista Polaco e anos mais tarde se formou em Sociologia." (Ocorre na passagem uma oração coordenada assindética.)


Abaixo, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1027010 Português

Referente a análise sintática dos vocábulos sublinhados da oração abaixo, assinale a alternativa CORRETA.


Toda a cidade, naquela noite fria, distribuiu cobertores/às pessoas necessitadas, que dormiam na rua.

Alternativas
Q1026770 Português
“O alimento envenenou boa parte do reino.”. Os termos destacados exercem função sintática de:
Alternativas
Q1026640 Português
Considere os enunciados a seguir: I. Angélica conquistou amigos, sinceros companheiros e uma nova família em seu novo local de trabalho. II. Angélica conquistou amigos sinceros, companheiros e uma nova família em seu novo local de trabalho. Analise as afirmativas e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F). ( ) No 1° enunciado, o vocábulo “sinceros” exerce a função de adjunto adnominal do substantivo “companheiros”. ( ) No 2° enunciado, o vocábulo “sinceros” exerce a função de complemento nominal do substantivo “amigos”. ( ) A diferença de sentido entre os dois enunciados deve-se à posição da vírgula em cada uma dessas frases. ( ) A alteração na posição da vírgula alterou o tipo de predicado. Em I, tem-se predicado verbal e em II, verbo-nominal. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q1026637 Português

Leia a charge a seguir e assinale a alternativa incorreta.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1026635 Português
Analise o enunciado: “Todo esforço tem a sua recompensa”. Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
A expressãotodo esforçofunciona como _____ da oração; o termo “tem” é um _____ que é complementado com um _____ representado pela expressão “a sua recompensa”.
Alternativas
Q1026634 Português
Leia o texto para responder a questão.

Coisas Antigas

   [...] “Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele; meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu lugar a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso de saber qual a origem desse carinho.
    Pensando bem, ele talvez derive do fato, creio que já notado por outras pessoas, de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto de minha infância existe mais em sua forma primitiva. De máquinas como telefone, automóvel etc., nem é bom falar. Mil pequenos objetos de uso mudaram de forma, de cor, de material; em alguns casos, é verdade, para melhor; mas mudaram. [...]
    O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas. De junco fino ou pinho vulgar, de algodão ou de seda animal, pobre ou rico, ele se tem mantido digno. [...]” Rubem Braga
Analise o trecho: “Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda”. Assinale a alternativa que apresenta a classificação sintática da expressão em destaque.
Alternativas
Q1026463 Português

Leia com atenção trecho do texto “O que é algoritmo?” de Ana Paula Pereira (TecMundo) para responder à questão a seguir.

(adaptado) 


      Nos dias atuais e com a evolução galopante da tecnologia, dificilmente encontramos pessoas que nunca tenham utilizado um computador. Os propósitos podem variar bastante, seja para edição de textos, jogos ou atividades mais complexas. Já é difícil de imaginar nossas vidas sem o uso dessa ferramenta.

      Nessa atividade tão comum ao nosso cotidiano, você algum dia deve ter parado para pensar como os programas funcionam. Você deve ter feito a si mesmo esta pergunta: como é que o computador faz todas as tarefas exatamente da forma que você pede? A resposta é mais simples do que parece: ele segue as instruções que você passa.

     Mas, para que ele consiga entender o que você fala, ele precisa de uma linguagem mais específica. Para fazer essa interpretação entre homem e máquina, foram desenvolvidas as linguagens de programação. Para que essa interação seja possível, eles são fundamentais: os algoritmos.

      Um algoritmo nada mais é do que uma receita que mostra passo a passo os procedimentos necessários para a resolução de uma tarefa, como a receita de um bolo. Ele não responde à pergunta “o que fazer?”, mas sim “como fazer”. Em termos mais técnicos, um algoritmo é uma sequência lógica, finita e definida de instruções que devem ser seguidas para resolver um problema ou executar uma tarefa.

Embora você não perceba, utiliza algoritmos de forma intuitiva e automática diariamente quando executa tarefas comuns. Como estas atividades são simples e dispensam ficar pensando nas instruções necessárias para fazê-las, o algoritmo presente nelas acaba passando despercebido.

De acordo com o texto e com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1026425 Português

Leia atentamente um trecho da entrevista realizada pelo jornal “A tarde” com o consultor de marketing Mario Persona para responder à questão. (Adaptado)


      A Tarde: O que você tem a dizer sobre pessoas que "sofrem" uma espécie de ansiedade tecnológica, aquele tipo de situação que envolve a falta de capacidade de controle quando o assunto é dominar programas e utilização do micro?

      Mario Persona: Essa ansiedade é comandada pela necessidade. Hoje saber estar familiarizado com a tecnologia da informação é tão necessário quanto foi no passado estar familiarizado com a pena — saber escrever. Nossos sentidos foram expandidos e a entrada e saída de dados que recebemos do ambiente depende agora desses acessórios tecnológicos.

      A Tarde: Em muitos casos, a pessoa perde as estribeiras e parte para a solução mais "irracional" possível: pode até mesmo dar umas pancadas no micro...

      Mario Persona: Já fiz isso. Felizmente não quebrou nada. Até hoje o micro resolve inventar uma novidade nas horas mais impossíveis. É a impressora que para na hora de imprimir aquela proposta urgente. É a Internet que decide ficar muda quando mais preciso enviar ou receber meus e-mails, ou pesquisar algo.

      A Tarde: No caso de a pessoa ter mais de três contas de e-mail, a seu ver, isso seria uma forma de ansiedade ou dispersão? O que acha disso?

      Mario Persona: Hoje é preciso ter mais de uma conta de e-mail, às vezes até por segurança ou prevenção. Aconselho que toda pessoa tenha pelo menos três contas. Uma da empresa onde trabalha, um e-mail pessoal ligado a toda sua rede de relacionamentos e uma terceira conta, de preferência dessas de provedores gratuitos, que é útil para ser usada nesses sites de Internet que pedem seu e-mail e depois enviam propaganda. Obviamente você não deve usar essa conta para contatos importantes. 

De acordo com o texto e com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1026300 Português

Atenção: Para responder a questão, considere os quadrinhos a seguir. 



Uma expressão com a mesma função sintática que a desempenhada pelo nome Calvin, no balão do primeiro quadrinho, está sublinhada em:
Alternativas
Q1026287 Português
Atenção: Para responder a questão, leia a notícia a seguir, publicada em 15 de março de 2019. 

Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática

     Milhares de estudantes saíram às ruas nesta sexta-feira (15) para protestar por medidas efetivas no combate às mudanças climáticas.
      O movimento “Fridays For Future” (Sextas-feiras pelo futuro) ganhou força com Greta Thunberg, que uma vez por semana falta às aulas, em Estocolmo, para se sentar em uma praça em frente ao Parlamento da Suécia e pedir medidas concretas contra o aquecimento global. Nesta sexta, não foi diferente. Greta protestou diante do Parlamento na capital do país, cercada por 30 manifestantes. Ao todo, nesta sexta, estão previstos 2 mil eventos em 123 países − no Brasil, 20 cidades têm protestos agendados.
     “Não sou a origem do movimento. Já existia. Precisava apenas de uma faísca para acender. Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde”, disse Thunberg.
        Desde o ano passado, Greta já discursou em eventos internacionais como a COP24, a Conferência do Clima da ONU, em dezembro, e no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro. Nesta quinta (14), ela foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz por três políticos noruegueses por sua atuação na agenda ambiental.
(Adaptado de: OLIVEIRA, Elida. Portal G1, 15.03.2019. Disponível em: https://g1.globo.com) 

... ela foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz por três políticos noruegueses por sua atuação na agenda ambiental. (4º parágrafo)

Considerando o contexto, o vocábulo por introduz em suas duas ocorrências, respectivamente, ideias de

Alternativas
Q1025723 Português

TEXTO 1

- Leia o texto abaixo e responda à questão..

EUCLIDES DA CUNHA

Autor de “Os sertões” era, antes de tudo, um órfão sem casa, um adolescente poeta e um cadete rebelde. Entenda como sua formação única contribuiu para a criação de um clássico.

      No dia 4 de novembro de 1888, um domingo, o ministro da Guerra de Dom Pedro II passava em revista as tropas da Escola Militar da Praia Vermelha quando um cadete tentou quebrar o próprio sabre e gritou: “Infames! A mocidade livre, cortejando um ministro da monarquia!” O rebelde republicano foi expulso, mas recebeu um convite para escrever no jornal “A província de São Paulo” (futuro “O Estado de S. Paulo”), onde ficaria célebre seu nome, Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha (1866-1909).

      Homenageado da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa na quarta-feira (10/07/19), Euclides é autor de uma das mais potentes interpretações do Brasil: “Os sertões” (1902). Baseado em reportagens do autor, o livro narra o confronto entre soldados da jovem República e sertanejos monarquistas liderados pelo beato Antônio Conselheiro no interior da Bahia. Após quatro expedições, o exército dizimou o arraial de Canudos, onde viviam 25 mil pessoas.

      Misto de ensaio, tratado científico e análise social com caudalosa prosa poética, “Os sertões” é um livro que só Euclides poderia escrever, graças à sua trajetória e a interesses únicos. Como explica a crítica literária e professora emérita da USP Walnice Nogueira Galvão, estudiosa do autor:

      —Ele é um escritor de estilo naturalista com incrustações de parnasianismo, sobretudo nas descrições da paisagem. O romantismo é fortíssimo nele e vem de submersões literárias. É por isso que “Os sertões” é um livro tão apaixonado.

      UNIVERSIDADE NO QUARTEL

      —Nascido em Cantagalo, no interior do Rio, o menino Euclides pulou de casa em casa depois de perder a mãe, aos anos. Primeiro, morou com uma tia, em Teresópolis. Quando ela morreu, foi acolhido na fazenda de outra tia, em São Fidélis, onde iniciou os estudos no Instituto Colegial Fidelense. Aos 11 anos, morou com a avó paterna em Salvador.

      Euclides aportou no Rio em 1879, aos 13 anos, para viver com um tio. Matriculou-se no Colégio Aquino, onde teve Benjamin Constant como professor de matemática. Veterano da Guerra do Paraguai, republicano e positivista fervoroso, Constant colaboraria com o golpe que derrubou a monarquia e foi ministro da Guerra e da Instrução Pública no governo provisório. Suas lições transformaram Euclides num republicano irredutível. 

      Mas nem tudo era militância. No Aquino, Euclides leu os poetas românticos Fagundes Varela e Castro Alves. Seu pai, que era guarda-livros, publicara versos em homenagem ao poeta de “O navio negreiro”. Ainda adolescente, Euclides preencheu um caderno com poemas. Fã das imagens marítimas do francês Victor Hugo, deu-lhe o título de “Ondas”. Mais tarde, publicou poemas na revista editada pelos alunos da Praia Vermelha. Que fique claro: os versos nem de longe lembram a beleza da prosa de “Os sertões”:

      —Euclides era um bom avaliador dos próprios méritos e renegou sua poesia — conta Walnice Nogueira Galvão. As leituras românticas compensavam a aridez da ciência positivista.

      —Virou lugar-comum associá-lo ao positivismo, mas sua grande influência foi o romantismo —afirma Francisco Foot Hardman, professor da Unicamp. — Ele pensava num diálogo entre criação literária e conhecimento científico.

      Esse diálogo vinha da Escola Militar. No Brasil imperial e escravocrata, ela formava soldados comprometidos com a República, a abolição e a filosofia positivista. Um dos professores mais populares da Praia Vermelha era, novamente, Benjamin Constant.

      —Os próprios alunos chamavam a Escola Militar de Tabernáculo da Ciência. Para eles, ciência era o positivismo de Comte e os evolucionismos e biologismos de Darwin, Spencer e Haeckel—diz o historiador José Murilo de Carvalho, autor de “Forças armadas e política no Brasil”, que tem um capítulo sobre o autor. — Era uma universidade dentro de um quartel.

      Um ano após aquele incidente dos gritos contra o ministro monarquista a República foi proclamada e, Euclides, reincorporado ao Exército. Em 1891, ingressou na Escola Superior de Guerra. Na imprensa, defendia a consolidação da República — mas não deixou de censurar o mestre Constant, que, ao ser nomeado ministro, distribuiu cargos a parentes. “Perdeu a auréola, desceu à vulgaridade de um político qualquer”, denunciou, em carta ao pai.

      —Euclides era um republicano puro. A realidade da política logo o levou a se desencantar com o novo regime e com o próprio Constant – diz Carvalho. — E o crime cometido em Canudos pelo Exército foi a gota d’água.

      REVENDO CONCEITOS

      Quando estourou a Guerra de Canudos, Euclides considerava os sertanejos inimigos da ordem e do progresso republicanos. Comparou o povo de Canudos aos camponeses rebeldes que se opuseram à Revolução Francesa.

      Mudou de opinião depois de assistir ao massacre dos sertanejos pelas forças republicanas. Em “Os sertões”, registrou ou últimos defensores de Canudos: “eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados”. 

      O sucesso de “Os sertões” possibilitou o ingresso em instituições que o credenciavam como homem da ciência e da arte: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e a Academia Brasileira de Letras (ABL). Passou a colaborar com revistas científicas e literárias e, entre 1904 e 1906, incursionou pela Amazônia como chefe da Comissão Mista Brasil-Peru.

      O sucesso, porém, durou pouco. Em 15 de agosto de 1909, Euclides invadiu a casa do tenente Dilermando de Assis, amante de sua mulher, Anna, para vingar sua honra. Acertou dois tiros no rival, que revidou e o matou imediatamente. Notícias da Tragédia da Piedade alastraram-se por todo o país. E o episódio virou até série da Globo. Agora, 110 anos depois, o próprio autor e sua obra ganham novos olhares.

GABRIEL, Ruan de Souza. O Globo, 06/07/2019, Segundo Caderno, p. 1.

“O rebelde republicano foi expulso, mas recebeu um convite para escrever no jornal ‘A província de São Paulo’ (futuro ‘O Estado de S. Paulo’), onde ficaria célebre seu nome, Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha (1866-1909).” (1º §)


Considerando-se a estrutura sintática do período acima transcrito, está correto afirmar que é um período:

Alternativas
Q1024727 Português
Em “Estudiosos britânicos já consideram o sedentarismo uma epidemia”, os termos grifados são:
Alternativas
Respostas
3281: A
3282: C
3283: C
3284: C
3285: E
3286: D
3287: C
3288: B
3289: B
3290: C
3291: D
3292: B
3293: D
3294: A
3295: A
3296: D
3297: C
3298: B
3299: B
3300: A