Questões de Concurso
Comentadas sobre análise sintática em português
Foram encontradas 6.434 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. O vocábulo "singular" funciona como predicativo do sujeito. II. Há a presença de predicados nominais em todas as orações do período composto. III. O vocábulo "humana" funciona como complemento nominal. IV. As palavras "orgânica" e "falível" funcionam como adjuntos adnominais.
Assinale a alternativa correta.

( ) [...] "quer mapear o genoma de 15 mil pessoas". O termo em destaque faz referência ao conjunto de todos os genes meramente de seres humanos. ( ) "O genoma é a receita do nosso corpo". O termo em destaque tem a função de objeto direto e indica uma característica do sujeito. ( ) [...] "a Illumina que vai fornecer os insumos. O termo em destaque faz referência a cada componente necessário para a realização da pesquisa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Texto para o item.

Internet: <https//exame.abril.com.br>
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Como controlar as brigas de casal?
Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momento, um dos dois está estressado e acaba descontando no parceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal, é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.
Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável para um relacionamento é quando as brigas se tornam momentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.
Brigar com frequência também acaba gerando um desgaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa situação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e que renda bons frutos.
(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado)
Analise esta sentença muito comum na oralidade:
Tibúrcio Mauro mente chega chora!
Nela, observa-se
Em 2018, a Rede Globo lançou sua campanha nacional de valorização da escola pública. Este é o trecho de fechamento da campanha publicitária:
Eu não sou o que sou apesar da escola publica;
sou o que sou também por causa da escola pública.
Só contém um raciocínio CORRETO em:
Leia o texto abaixo e responda as questões de 17 a 20.
1 No Brasil. as desigualdades de gênero
estão ainda nas raízes do sofrimento físico
e mental das mulheres. Alguns cenários
onde ocorrem as violências são
5 problemáticos, como na família e nos
relacionamentos afetivos. O lugar onde
deveria existir harmonia e segurança, para
muitas é o local mais perigoso. O
machismo e o patriarcado, arraigados na
10 sociedade, vêm transformando a casa em
lugar de risco para elas.
As mortes violentas de mulheres não
ocorrem como casos isolados ou
episódicos, mas inseridas em um processo
15 contínuo de violência que limita o
desenvolvimento livre e saudável de
meninas e mulheres.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao 09/03/2019)
Analise a frase a seguir: “O machismo e o patriarcado, arraigados na sociedade, vêm transformando a casa em lugar de risco para elas.” (linhas 8 a 11). Acerca do trecho sublinhado, é CORRETO afirmar que:
Marque a opção que apresenta um exemplo de inversão sintática:
Considerando a função sintática do adjetivo, assinale a alternativa cujo conteúdo justifica corretamente o emprego do adjetivo sublinhado na seguinte frase: Foi atacado na floresta por um animal grande e cabeludo.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
O padeiro
- Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
- não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
- a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
- trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
- o que do governo.
- Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
- de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
- campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
- —Não é ninguém, é o padeiro!
- Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
- “Então você não é ninguém?”
- Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
- de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
- perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
- Assim ficara sabendo que não era ninguém…
- Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
- falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
- noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
- e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
- como pão saído do forno.
- Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
- casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
- e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
- homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.
Leia as afirmações sobre os recursos linguísticos empregados no texto.
I- “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento...” (linha 1). O autor, ao empregar “faço” e “abro” no presente do indicativo, confirma a sua certeza diante do fato expresso pelo verbo.
II- “— Não é ninguém, é o padeiro!” (Linha 09). O uso do artigo “O” revela uma referência imprecisa ao substantivo “mudanças”.
III- “...acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.” (Linha 4 e 5) O sujeito sintático do verbo destacado é classificado como indeterminado.
IV- “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo (linha 16)”. O verbo destacado é classificado como intransitivo.
V- “No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera...” (linha 2), o termo destacado é classificado sintaticamente como adjunto adverbial.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
O padeiro
- Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
- não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
- a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
- trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
- o que do governo.
- Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
- de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
- campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
- —Não é ninguém, é o padeiro!
- Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
- “Então você não é ninguém?”
- Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
- de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
- perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
- Assim ficara sabendo que não era ninguém…
- Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
- falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
- noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
- e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
- como pão saído do forno.
- Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
- casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
- e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
- homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.
Escreva V ou F, conforme sejam Verdadeiras ou Falsas as proposições sobre alguns aspectos linguísticos do texto.
( ) “Levanto cedo, faço minhas abluções...” (linha 1). A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “orações”.
( ) No excerto “[...] o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.” (Linhas 19-20), “como” é uma conjunção coordenativa.
( ) Em: “[...] eu era rapaz naquele tempo!” (Linha 21), a palavra destacada exerce a função sintática de predicativo.
( ) “Então você não é ninguém? Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” (Linhas 11-12). Para esclarecer a forma como aprendera a expressão “não é ninguém!”, o autor empregou uma oração subordinada substantiva.
A sequência CORRETA é:
Leia as orações a seguir:
I. Eles chegaram atrasados para a reunião.
II. Maria e seus gatinhos passaram a manhã toda no jardim.
III. Choveu durante várias horas em São Paulo.
Assinale a alternativa correta:
Instrução: Para responder a algumas das questões desta prova, consulte o texto, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?
- O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de
- Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos
- questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os
- desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de _________
- sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de
- preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.
- Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação
- e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma
- sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e
- solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se
- refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada
- modalidade de escola).
- Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e
- jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse
- direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade
- dos alunos de lidar com seu corpo e _________, suas emoções e relações, sua atuação
- profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.
- No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos,
- mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos
- (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força
- interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para
- utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos
- humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).
- Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se ................ em
- propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação
- Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a
- missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais,
- mas também ............. ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade,
- sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida,
- argumentação, _______________, ____________, emoções, empatia, colaboração,
- autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre
- outros aspectos importantes para a vida no século 21.
- Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se
- apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser
- garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória
- escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes
- e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas
- nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e
- professores.
- Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo
- introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e
- internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de
- Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano
- Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação
- Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação
- para a vida, para o trabalho e para a cidadania.
- As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os
- estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por
- um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos
- preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente
- estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa
- parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um
- contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as
- transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso
- futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde
- caminhar.
- A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação
- brasileira, como a qualidade e a _________, mas também alavanca transformações para
- tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as
- revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no
- ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.
- O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de
- gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da
- sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos
- reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho
- será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça
- mais sentido para os alunos e para o nosso país.
(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-aluno-queremos-formar - adaptação)
Avalie o seguinte período do texto: O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de _________ sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos. (linhas 01 a 05), e as afirmações que seguem:
I. A oração apenas sublinhada classifica-se como subordinada substantiva objetiva direta.
II. A segunda oração sublinhada e em itálico, que está entre travessões, classifica-se como subordinada adjetiva.
III. A terceira oração, sublinhada e em negrito, trata-se de uma subordinada adverbial reduzida.
Quais estão corretas?
Instrução: Para responder a algumas das questões desta prova, consulte o texto, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?
- O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de
- Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos
- questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os
- desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de _________
- sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de
- preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.
- Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação
- e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma
- sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e
- solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se
- refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada
- modalidade de escola).
- Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e
- jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse
- direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade
- dos alunos de lidar com seu corpo e _________, suas emoções e relações, sua atuação
- profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.
- No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos,
- mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos
- (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força
- interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para
- utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos
- humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).
- Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se ................ em
- propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação
- Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a
- missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais,
- mas também ............. ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade,
- sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida,
- argumentação, _______________, ____________, emoções, empatia, colaboração,
- autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre
- outros aspectos importantes para a vida no século 21.
- Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se
- apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser
- garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória
- escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes
- e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas
- nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e
- professores.
- Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo
- introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e
- internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de
- Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano
- Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação
- Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação
- para a vida, para o trabalho e para a cidadania.
- As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os
- estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por
- um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos
- preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente
- estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa
- parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um
- contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as
- transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso
- futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde
- caminhar.
- A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação
- brasileira, como a qualidade e a _________, mas também alavanca transformações para
- tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as
- revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no
- ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.
- O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de
- gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da
- sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos
- reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho
- será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça
- mais sentido para os alunos e para o nosso país.
(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-aluno-queremos-formar - adaptação)
Avalie as afirmações a seguir relativamente à regência e concordância:
I. No fragmento ‘ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico’ (l.28), a substituição do termo sublinhado por ‘maneira de ocupar-se’ não implicaria alteração estrutural na frase, visto que ocupar-se, no contexto, é pronominal, admitindo o uso de mais de uma preposição.
II. Se o verbo ‘expor’ fosse utilizado em lugar de ‘apresentar’ (l.34), assumiria a forma ‘exporiam’, causando necessidade de ajustes quanto à regência.
III. Trocando-se o verbo no fragmento ‘O processo exige’ (l.62) por ‘faz exigência’, torna-se necessário adequação na estrutura da frase.
Quais estão INCORRETAS?