Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 11.864 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca dos mecanismos de coesão e dos aspectos sintáticos, julgue o item a seguir.
No trecho “Dessa forma, espera‑se que o servidor do CRF‑DF seja capaz de interpretar textos oficiais, redigir documentos administrativos adequados ao contexto e reconhecer os efeitos de sentido produzidos por escolhas linguísticas, sintáticas e semânticas”, a forma verbal “espera‑se” está empregado na voz passiva sintética.
Acerca da interpretação e da correção gramatical das informações apresentadas no texto, julgue o item seguinte.
O texto evita o uso do modo subjuntivo, porque se concentra na apresentação de fatos concretos e dados objetivos, característica que justifica o predomínio do modo indicativo, ao longo da notícia.
TEXTO: Uso de canetas para obesidade entre idosos exige cuidados extras; entenda
Emagrecimento rápido é fator de risco para problemas como a sarcopenia, que favorece quedas e fraturas
As canetas de análogos de GLP-1 [...] têm se mostrado grandes aliadas no tratamento da obesidade e do diabetes, com eficácia e segurança comprovadas para diversos tipos de pacientes. Idosos também podem se beneficiar do uso desses medicamentos, mas com atenção redobrada e acompanhamento multiprofissional ainda mais rigoroso, já que os riscos associados à utilização incorreta aumentam de maneira significativa.
Especialistas explicam que existem peculiaridades para os pacientes na terceira idade. Se usado inadvertidamente, o medicamento pode por exemplo favorecer a sarcopenia (perda progressiva e generalizada de massa, força e função muscular), tendo como consequência quedas e fraturas.
Independentemente da idade, durante a perda de peso, quase um terço da redução é de massa magra, incluindo a massa muscular, cuja preservação é fundamental para manter a força, a mobilidade e a autonomia. Ao envelhecer, porém, o organismo já tende a perder músculo e ganhar gordura.
“O corpo da pessoa idosa é diferente de um adulto jovem — tem mais gordura e menos músculo, por isso, cada grama de músculo perdido na terceira idade tem um impacto maior”, afirma o geriatra Ivan Aprahamian, diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
Por isso, nessa faixa etária, o emagrecimento rápido ou acentuado pode favorecer fraqueza, quedas, fraturas e, assim, acelerar o processo de perda de funcionalidade, explica o endocrinologista Fernando Valente, professor da Faculdade de Medicina do ABC e diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
“O efeito combinado do menor apetite com as náuseas e a rápida perda de peso provocadas pelas canetas pode precipitar síndromes geriátricas, como sarcopenia e fragilidade física”, diz Aprahamian.
Outros problemas relacionados ao uso das canetas para diabetes e obesidade são a desidratação e a perda de eletrólitos, quando o paciente fica muito tempo sem se hidratar — o que acontece devido à falta de apetite ocasionada pela medicação.
Casos graves de desidratação podem comprometer a função renal. Junto a isso, a baixa ingestão calórica aumenta o risco de deficiências nutricionais, além de aumentar o risco de hipoglicemia, o que, em casos mais graves, pode ter como sintomas até mesmo confusão mental.
Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/uso-decanetas-para-obesidade-entre-idosos-exige-cuidadosextras-entenda/. Acesso em 07/01/2026. Excerto adaptado
Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Texto CB3A1-I

Internet: <instagram.com>.
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
Visto que, no primeiro período do terceiro parágrafo, a locução verbal “tenha prevalecido” corresponde ao tempo pretérito, conclui-se que o verbo da oração principal do período está empregado no presente histórico, em obediência ao paralelismo temporal.
O conhecimento geral sobre medicamentos é
importante para a saúde pública, a prática clínica e a
promoção da segurança do paciente. Frequentemente
referido na literatura da área como alfabetização
medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento
transcende a simples identificação de nomes
farmacêuticos: envolve a capacidade de entender,
interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações
referentes a medicamentos em contextos reais de uso,
incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e
bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de
informação) e competências numéricas (para calcular
dosagens ou horários).
Evidências científicas mostram que baixos níveis de
literacia em medicamentos estão associados a resultados
de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que
grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos
ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com
pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a
apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de
eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,
como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns
em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos
se dão porque o entendimento inadequado do regime
medicamentoso compromete a capacidade de seguir
orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer
sinais de alerta de complicações.
Quando os pacientes compreendem por que um
medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os
possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia
e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões
de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar
práticas de risco, como automedicação ou descontinuação
irregular de tratamento.
A formação de médicos, farmacêuticos,
enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais,
competências relacionadas à adesão medicamentosa e
comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que
esses conhecimentos impactam diretamente a prática
clínica e a promoção do uso racional de medicamentos.
Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas
educativos nas unidades de saúde é uma estratégia
comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso
da população, proporcionando não apenas informações
precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas
também orientações relativas ao uso racional e à prevenção
de problemas como resistência antimicrobiana e interações
medicamentosas.
Em suma, o conhecimento sobre medicamentos
é um componente essencial da saúde contemporânea,
sustentado por evidências científicas que demonstram sua
relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança
terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão
de sua própria saúde.
Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).
No trecho “Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,”, o emprego das formas verbais “mostram”, “estão associados” e “tendem”, no presente do indicativo, contribui para conferir caráter atemporal e generalizante às afirmações do texto.
Texto para o item abaixo.
Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.
A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.
A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.
Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.
Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.
Internet:
TEXTO III
Onde mora o beija-flor
Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos.
Brincava de casinha também.
De correr.
De desenhar.
De contar histórias.
A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.
E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor!
Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou:
— Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou.
E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava:
— Mae, você sabe onde mora o beija-flor?
— Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou.
A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!
— Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação!
E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação!
Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:
— Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?
A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando:
— O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar!
E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz!
As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor!
— A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor?
E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:
— Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo!
O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou:
— Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução!
A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!
Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor.
Sobre o uso da palavra “há” nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Texto:
A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia
A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.
O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.
Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.
A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.
Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026.
Texto:
A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia
A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.
O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.
Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.
A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.
Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026.
Texto:
A Importância da Saúde Mental no Dia a Dia
A saúde mental, definida pela OMS, é o bem-estar onde o indivíduo lida com os desafios da vida, desenvolve suas habilidades e contribui para sua comunidade. Ela não significa ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com emoções como alegria, tristeza e raiva de forma equilibrada. Segundo o Einstein Hospital, sentir-se bem consigo mesmo e com os outros é um indicativo de boa saúde mental.
O bem-estar mental está interligado ao físico e é influenciado por fatores biopsicossociais, incluindo condições sociais e econômicas. A falta de cuidado com a mente pode levar a transtornos como a depressão, intensificados por rotinas exaustivas e isolamento social, especialmente após a pandemia.
Cuidar da saúde mental envolve rotina, exercícios, sono de qualidade e, crucialmente, não sentir vergonha de buscar ajuda de psicólogos ou psiquiatras. Como diz o ditado, "mente sã, corpo são", sendo o cuidado mental um direito, não um luxo.
A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.
Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bemestar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Centro de Pesquisa Clínica. São Paulo, 2023. Disponível em: einstein.br/pesquisa/pesquisa-clinica. Acesso em: 27/01/2026.