Questões de Concurso
Comentadas sobre estrutura das palavras: radical, desinência, prefixo e sufixo em português
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Julgue o item que se segue.
Nos vocábulos “desligar”, “desmontar” e “descrever”, há
prefixo com o sentido de negação, oposição.
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Nos vocábulos “desligar”, “desmontar” e “descrever”, há
prefixo com o sentido de negação, oposição.
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Nos vocábulos “desligar”, “desmontar” e “descrever”, há
prefixo com o sentido de negação, oposição.
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O sufixo “-ção” é frequentemente adicionado a substantivos para formar substantivos nomeiam ação ou resultado, como “construção” e “invenção”.
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O sufixo “-ção” é frequentemente adicionado a
substantivos para formar substantivos nomeiam ação ou
resultado, como “construção” e “invenção”.
TEXTO I

BALSAN, S. F. de S.; SILVA, J. R. M. da. Estratégias de leitura & Solé: reflexões sobre formação leitora. Leitura & Literatura em
Revista. v. 1. Presidente Prudente: Centro de Leitura e Literatura Infantil e Juvenil / FCT-Unesp, 2020, p. 15.
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Denomina-se radical o núcleo de uma palavra, no qual
reside seu significado.
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Denomina-se radical o núcleo de uma palavra, no qual
reside seu significado.
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A morfologia da Língua Portuguesa é a parte da
gramática que estuda a estrutura e a formação das
palavras.
Leia a fábula abaixo:
A raposa e a cegonha
Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça, serviu a sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava ao gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte. Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a cegonha ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
(Esopo. Fábulas de Esopo.)