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Q3402111 Português
O uso da vírgula é obrigatório em qual opção a seguir: 
Alternativas
Q3401901 Português
Você se sente estressado e sobrecarregado com muita frequência? Isso pode ter relação com o consumo de redes sociais. Segundo pesquisadores, reduzir o uso em pelo menos 30 minutos por dia já faz muita diferença: melhora a saúde mental, a satisfação e o comprometimento no trabalho.

Os resultados do estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa e Tratamento de Saúde Mental da Universidade de Ruhr, na Alemanha, e pelo Centro Alemão de Saúde Mental, foram publicados este mês no periódico Behaviour & Information Technology.

As redes sociais se tornaram parte da vida de muitas pessoas. Entretanto, alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas tem um impacto negativo na saúde mental, fazendo com que os usuários temam perder algo importante quando não estão online.

"Suspeitamos que as pessoas tendem a usar as redes sociais para gerar emoções positivas que estão ausentes em sua vida cotidiana, especialmente quando se sentem sobrecarregadas", explica a professora Julia Brailovskaia, autora do estudo.

Um total de 166 pessoas participaram, todas trabalhando em diversos setores. Os integrantes, que gastavam pelo menos 35 minutos por dia em uso de redes sociais não relacionados ao trabalho, foram aleatoriamente divididos em dois grupos. Um não alterou seus hábitos de redes sociais. O outro reduziu o tempo gasto nessas redes em 30 minutos diários durante sete dias.

Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois, fornecendo informações sobre sua carga de trabalho, satisfação no trabalho, comprometimento, saúde mental, níveis de estresse e comportamentos indicativos de uso viciante de redes sociais.

"Mesmo após esse curto período de tempo, o grupo que passou 30 minutos diários a menos em redes sociais melhorou significativamente sua satisfação no trabalho e saúde mental", destaca Julia. Os participantes desse grupo se sentiram menos sobrecarregados e estavam mais comprometidos no trabalho do que o grupo de controle, segundo os resultados.

Os efeitos duraram pelo menos uma semana após o término do experimento. Alguns participantes continuaram reduzindo o uso diário de redes sociais após uma semana.

Os pesquisadores presumem que, reduzindo o uso de redes sociais, os participantes tiveram mais tempo para realizar suas tarefas, resultando em menor sensação de sobrecarga e maior foco. Tais resultados estão alinhados com pesquisas anteriores feitas pelo grupo, que relacionaram redução do consumo diário de redes sociais com melhora da saúde mental.

(Fonte: PRONIN, Tatiana. Dr. Jairo Bouer — adaptado.)
No texto, a vírgula em “Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois [...]” está empregada com a finalidade de separar:
Alternativas
Q3401898 Português
Você se sente estressado e sobrecarregado com muita frequência? Isso pode ter relação com o consumo de redes sociais. Segundo pesquisadores, reduzir o uso em pelo menos 30 minutos por dia já faz muita diferença: melhora a saúde mental, a satisfação e o comprometimento no trabalho.

Os resultados do estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa e Tratamento de Saúde Mental da Universidade de Ruhr, na Alemanha, e pelo Centro Alemão de Saúde Mental, foram publicados este mês no periódico Behaviour & Information Technology.

As redes sociais se tornaram parte da vida de muitas pessoas. Entretanto, alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas tem um impacto negativo na saúde mental, fazendo com que os usuários temam perder algo importante quando não estão online.

"Suspeitamos que as pessoas tendem a usar as redes sociais para gerar emoções positivas que estão ausentes em sua vida cotidiana, especialmente quando se sentem sobrecarregadas", explica a professora Julia Brailovskaia, autora do estudo.

Um total de 166 pessoas participaram, todas trabalhando em diversos setores. Os integrantes, que gastavam pelo menos 35 minutos por dia em uso de redes sociais não relacionados ao trabalho, foram aleatoriamente divididos em dois grupos. Um não alterou seus hábitos de redes sociais. O outro reduziu o tempo gasto nessas redes em 30 minutos diários durante sete dias.

Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois, fornecendo informações sobre sua carga de trabalho, satisfação no trabalho, comprometimento, saúde mental, níveis de estresse e comportamentos indicativos de uso viciante de redes sociais.

"Mesmo após esse curto período de tempo, o grupo que passou 30 minutos diários a menos em redes sociais melhorou significativamente sua satisfação no trabalho e saúde mental", destaca Julia. Os participantes desse grupo se sentiram menos sobrecarregados e estavam mais comprometidos no trabalho do que o grupo de controle, segundo os resultados.

Os efeitos duraram pelo menos uma semana após o término do experimento. Alguns participantes continuaram reduzindo o uso diário de redes sociais após uma semana.

Os pesquisadores presumem que, reduzindo o uso de redes sociais, os participantes tiveram mais tempo para realizar suas tarefas, resultando em menor sensação de sobrecarga e maior foco. Tais resultados estão alinhados com pesquisas anteriores feitas pelo grupo, que relacionaram redução do consumo diário de redes sociais com melhora da saúde mental.

(Fonte: PRONIN, Tatiana. Dr. Jairo Bouer — adaptado.)
A supressão da(s) vírgula(s) altera o sentido do seguinte fragmento retirado do texto:
Alternativas
Q3401735 Português
Rodovia polêmica


A BR-319 foi construída nos anos 1970, durante a ditadura militar, mas foi abandonada por sucessivas administrações posteriormente.

Ela tem 880 quilômetros e corta a região localizada entre os rios Purus e Madeira.

Cientistas avaliam que a rodovia se localiza em uma das regiões mais ricas em biodiversidade de toda a Amazônia e alertam que a região do seu entorno já vem sendo alvo de pressão por conta do avanço do desmatamento ilegal e do agronegócio.

Atualmente, apenas os trechos próximos a Porto Velho e Manaus são trafegáveis durante a maior parte do ano.

O chamado "trecho do meio", com mais de 400 quilômetros, não é asfaltado e fica intrafegável durante a maior parte do ano devido à temporada de chuvas.

No início de 2023, a obra foi incluída pelo governo Lula na lista de projetos prioritários.

Em 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia concedido a licença-prévia da obra de asfaltamento do "trecho do meio".

A licença não autorizou o início das obras, mas é interpretada legalmente como uma espécie de atestado da viabilidade econômica e ambiental da obra.

Apesar disso, os trabalhos de asfaltamento não começaram porque ainda dependem de outras duas licenças: a de instalação e de operação.

O processo ainda está em curso no Ibama. O órgão pediu estudos complementares ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), vinculado ao Ministério dos Transportes.

Em nota enviada à BBC News Brasil, o Ibama afirmou que aguarda o envio das documentações solicitadas e do requerimento da licença de instalação, que, na prática, autorizaria o início das obras.

Procurado, o Ministério dos Transportes mencionou que o relatório do grupo de trabalho concluiu que haveria viabilidade para as obras na rodovia, mas não respondeu sobre o andamento do processo de licenciamento.

Um dos exemplos usados por parlamentares da bancada da região Norte para defender a conclusão da rodovia é o caos no abastecimento de oxigênio no Amazonas durante a pandemia de Covid-19, em 2021.

Na época, em meio a uma onda da doença, hospitais ficaram sem oxigênio hospitalar durante praticamente um dia, o que teria levado à morte de pacientes graves. Sem ligação terrestre com o restante do país, o Estado dependeu do envio de oxigênio hospitalar por avião e barcos.

Outro argumento usado por eles é de que a rodovia poderia gerar desenvolvimento a uma região historicamente menos favorecida por políticas públicas como a região Norte.

A tese de que a rodovia poderia gerar desenvolvimento aparece no relatório do Ministério dos Transportes divulgado na terça-feira.

"Ficou claro durante as atividades do Grupo de Trabalho que a pavimentação da BR-319 é uma demanda dos cidadãos da região, que anseiam por mobilidade terrestre adequada, que conecte Manaus a Porto Velho e ao restante do Brasil. A rodovia pavimentada garantirá o provimento de serviços básicos, necessários ao desenvolvimento social e econômico da região", diz um trecho do relatório ao qual a BBC News Brasil teve acesso.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clkk12xnmj2o fragmento)
Apesar disso, os trabalhos de asfaltamento não começaram porque ainda dependem de outras duas licenças: a de instalação e de operação.
A justificativa para o uso da vírgula e de dois pontos é, respectivamente:
Alternativas
Q3400856 Português
Nas sentenças apresentadas a seguir, o emprego da vírgula está incorreto apenas em:
Alternativas
Q3400557 Português

Sobre o emprego da pontuação, analisar os itens abaixo: 


I. Pedro, embora você já tenha realizado todas as atividades da escola, desligue o computador e vá dormir! 


II. Quanto mais nossos adolescentes ficam diante de uma tela, menos eles desenvolvem duas habilidades básicas de socialização: a capacidade de trabalhar em grupo e a empatia.


III. As mídias sociais e demais dispositivos dessa natureza, provocam a sensação de prazer e bem-estar, mas escondem perigos relacionados à superexposição e ao cyberbullying.


IV. Para que nossas crianças cresçam em segurança é primordial que os pais fiquem atentos ao uso que seus filhos fazem das redes, visto que se trata de uma epidemia midiática, isto é, o uso exacerbado se alastra cada vez mais.



Estão CORRETOS:

Alternativas
Q3400489 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3400329 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Nas seguintes passagens: “Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013 [...].” (1º parágrafo) e “Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem [...].” (3º parágrafo), as vírgulas são empregadas, CORRETA e respectivamente, com a finalidade de separar:
Alternativas
Q3399559 Português
Como as bicicletas transformaram o mundo

         Se a história não se repete, ela certamente rima. O coronavírus provocou um boom no transporte sobre duas rodas em muitas partes do mundo.
         Mas essa não é a primeira vez que as bicicletas são as máquinas protagonistas do mercado: o advento da bicicleta no final do século 19 transformou as sociedades em todo o mundo.
         Foi uma tecnologia extremamente revolucionária, facilmente equivalente ao smartphone de hoje. Por alguns anos inebriantes na década de 1890, a bicicleta era o que havia de mais moderno — um transporte rápido, acessível e elegante, que podia levá-lo a qualquer lugar que você quisesse ir, a qualquer hora que quisesse, de graça.
         Quase todo mundo podia aprender a andar de bicicleta, e quase todo mundo aprendia. O sultão de Zanzibar começou a andar de bicicleta. O mesmo aconteceu com o czar da Rússia. O emir de Cabul comprou bicicletas para todo o seu harém. Mas foram as classes média e trabalhadora de todo o mundo que realmente se apropriaram da bicicleta.
         Pela primeira vez na história, as massas tinham mobilidade, podendo ir e vir quando quisessem. Não havia mais necessidade de cavalos e carruagens caras. O “cavalo do povo”, como era conhecida a bicicleta, não era apenas leve, econômica e de fácil manutenção, mas também era rápida nas estradas.
         Com isso, a sociedade foi transformada. As mulheres ficaram especialmente entusiasmadas, descartando suas incômodas saias vitorianas, adotando roupas mais leves e pegando a estrada em massa. Com uma bicicleta, tudo parecia possível, e pessoas comuns partiam em jornadas extraordinárias.

(Fonte: National Geographic — Adaptado.)
Leia o trecho abaixo:
Durante uma reunião, Joana comenta: — Estive analisando os relatórios financeiros... e a situação não parece muito favorável. — O que podemos fazer para melhorar? — pergunta Carlos, o gerente.
O que o uso das reticências na fala de Joana indica? 
Alternativas
Q3399554 Português
Como as bicicletas transformaram o mundo

         Se a história não se repete, ela certamente rima. O coronavírus provocou um boom no transporte sobre duas rodas em muitas partes do mundo.
         Mas essa não é a primeira vez que as bicicletas são as máquinas protagonistas do mercado: o advento da bicicleta no final do século 19 transformou as sociedades em todo o mundo.
         Foi uma tecnologia extremamente revolucionária, facilmente equivalente ao smartphone de hoje. Por alguns anos inebriantes na década de 1890, a bicicleta era o que havia de mais moderno — um transporte rápido, acessível e elegante, que podia levá-lo a qualquer lugar que você quisesse ir, a qualquer hora que quisesse, de graça.
         Quase todo mundo podia aprender a andar de bicicleta, e quase todo mundo aprendia. O sultão de Zanzibar começou a andar de bicicleta. O mesmo aconteceu com o czar da Rússia. O emir de Cabul comprou bicicletas para todo o seu harém. Mas foram as classes média e trabalhadora de todo o mundo que realmente se apropriaram da bicicleta.
         Pela primeira vez na história, as massas tinham mobilidade, podendo ir e vir quando quisessem. Não havia mais necessidade de cavalos e carruagens caras. O “cavalo do povo”, como era conhecida a bicicleta, não era apenas leve, econômica e de fácil manutenção, mas também era rápida nas estradas.
         Com isso, a sociedade foi transformada. As mulheres ficaram especialmente entusiasmadas, descartando suas incômodas saias vitorianas, adotando roupas mais leves e pegando a estrada em massa. Com uma bicicleta, tudo parecia possível, e pessoas comuns partiam em jornadas extraordinárias.

(Fonte: National Geographic — Adaptado.)
Considerando-se a correção gramatical, no fragmento “Por alguns anos inebriantes na década de 1890, a bicicleta era o que havia de mais moderno — um transporte rápido, acessível e elegante.”, tem-se: 
Alternativas
Q3399105 Português
O que acontece se você comer frutas todos os dias 


            Frutas e legumes _____ uma parte importante de uma dieta saudável. Uma alimentação sadia ajuda a proteger as pessoas da desnutrição em todas as suas formas, bem como de doenças não transmissíveis (como diabetes, doenças cardíacas, derrames e câncer), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

            Mas o consumo de frutas _____ quais benefícios para a saúde? A OMS recomenda que os adultos ________ pelo menos 400 gramas (ou seja, aproximadamente, cinco porções) de frutas e verduras por dia, exceto batata, batata doce e mandioca, entre outros tubérculos. Além disso, "a quantidade ideal depende de vários fatores, incluindo idade, sexo e nível de atividade física".

            “O consumo suficiente (ou até mais do que as quantidades recomendadas) de frutas e legumes traz muitos benefícios”, indica o documento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, ‘Frutas e legumes: essenciais na sua dieta’, publicado em 2020.

          Especificamente, alguns desses benefícios são: contribuir para o crescimento e desenvolvimento das crianças, promovendo uma boa saúde, fortalecendo seu sistema imunológico e ajudando a protegê-lo contra doenças; ter uma vida mais longa; melhoria na saúde mental graças a um menor risco de depressão e ansiedade; prevenir doenças cardiovasculares, obesidade e reduzir o risco de vários tipos de câncer. Além disso, quem consome frutas e vegetais é beneficiado por um menor risco de diabetes tipo 2; melhor saúde intestinal; e aumento da imunidade.

          Conforme a OMS, em 2017, 3,9 milhões de mortes em todo o mundo foram atribuídas à falta de consumo de frutas e hortaliças em quantidade suficiente. Apesar dos benefícios desses produtos frescos, a FAO alerta que, em média, as pessoas comem cerca de dois terços das quantidades mínimas recomendadas.

          Diante disso, a organização é clara: “O aumento do consumo pode levar a um cenário em que todos saiam ganhando pela saúde das pessoas e do planeta”.

(Fonte: National Geographic — adaptado.)  
De acordo com o texto, o uso das aspas no final do 2º parágrafo serve para: 
Alternativas
Q3398814 Português
Gastos de turistas no Brasil em 2023 superam ano de Copa e chegam a US$ 6,9 bilhões, diz governo


    A Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) informou nesta segunda-feira (5) que os gastos de turistas de outros países no Brasil em 2023 atingiram US$ 6,9 bilhões, representando, segundo o órgão, o maior valor no período de um ano.


    Segundo a Embratur, até então, o recorde havia sido registrado em 2014, quando os turistas gastaram no Brasil US$ 6,8 bilhões (em valores corrigidos). A série histórica do Banco Central para o indicador, utilizado pela Embratur, tem início em 1995.


    Naquele ano, o país sediou a Copa do Mundo de futebol em mais de uma dezena de cidades, entre as quais Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.


    Na comparação com 2022, quando os turistas de outros países gastaram no Brasil US$ 4,9 bilhões, o crescimento em 2023 foi de US$ 2 bilhões, segundo os dados oficiais. A meta, de acordo com a Embratur, é alcançar em 2027 o montante de US$ 8,1 bilhões.


    Em nota, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, avaliou que o resultado tem relação com a reaproximação do Brasil com outros países do mundo, acrescentando que o setor de turismo tem capacidade de gerar emprego e renda à medida em que aumentarem os números de turistas e de gastos no país.


    De acordo com a agência, o país registrou a entrada de 6 milhões de turistas, o que representa número próximo ao registrado pré-pandemia de Covid.


Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/02/05/gastos-de-turistasno-brasil-em-2023-superam-ano-de-copa-e-chegam-a-us-69-bilhoes-dizgoverno.ghtml(adaptado).
No trecho "o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, avaliou", as vírgulas são utilizadas para:
Alternativas
Q3398508 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação com empregos de seu uso:

Primeira coluna: função da pontuação

(1) Isolamento de adjunto. (2) Isolamento de aposto. (3) Enumeração

Segunda coluna: exemplo de empego

(__) No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de luz néon.
(__) Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos.
(__) Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3398154 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos” (5º parágrafo), o termo em destaque foi empregado entre vírgulas porque é um:
Alternativas
Q3398020 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação com empregos de seu uso:

Primeira coluna: função da pontuação

(1) Isolamento de adjunto. (2) Isolamento de aposto. (3) Enumeração

Segunda coluna: exemplo de empego

(__) No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de luz néon.
(__) Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos.
(__) Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3397915 Português
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona sinais de pontuação a características e funções de seu uso:

Primeira coluna: sinal de pontuação
(1) Ponto de interrogação. (2) Ponto. (3) Ponto e vírgula. (4) Dois pontos. (5) Vírgula.
Segunda coluna: uso
(__) Emprega-se para separar num período as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se para separar elementos que exercem funções sintáticas diversas, geralmente com a finalidade de realçá-los (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se, fundamentalmente, para indicar o término de uma oração declarativa, seja ela absoluta, seja a derradeira de um período composto (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se no fim de qualquer pergunta direta, ainda que não exija resposta (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se para marcar, na escrita, uma sensível suspensão da voz na melodia de uma frase não concluída (Cunha, Cintra, 2008).


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3397187 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação a exemplos de seu emprego no texto:

Primeira coluna: função da pontuação
(1) Enumeração.
(2) Isolamento de aposto.
(3) Isolamento de adjunto adverbial.
(4) Isolamento de conjunção.

Segunda coluna: exemplo de emprego
() Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade.
() Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada.
() Julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
() No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3397034 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação com empregos de seu uso:

Primeira coluna: função da pontuação

(1) Isolamento de adjunto. (2) Isolamento de aposto. (3) Enumeração

Segunda coluna: exemplo de empego

(__) No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de luz néon.
(__) Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos.
(__) Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3396896 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Analise o título do texto: "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo". Podemos afirmar que as vírgulas foram empregadas no título para:
Alternativas
Q3395022 Português
De acordo com a norma-padrão, assinalar a alternativa com a pontuação INCORRETA:
Alternativas
Respostas
2481: B
2482: C
2483: C
2484: E
2485: A
2486: A
2487: A
2488: B
2489: D
2490: A
2491: C
2492: B
2493: C
2494: A
2495: E
2496: D
2497: B
2498: B
2499: B
2500: B