Questões de Concurso

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Q2810244 Direito Administrativo

Amélia, servidora pública federal, foi deslocada, de ofício, no interesse da Administração, no âmbito do mesmo quadro, sem mudança de sede. Em outra situação, a junta médica oficial declarou insubsistentes os motivos que proporcionaram a aposentadoria por invalidez de Alzira, também servidora pública federal, que, portanto, retornou a atividade. As hipóteses acima descritas correspondem, respectivamente, aos institutos da

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Q2810242 Direito Administrativo

A respeito dos elementos ou requisitos do ato administrativo, o efeito jurídico imediato e prático que se busca com a sua edição é conceito relativo ao requisito

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Q2810230 Direito Constitucional

A idade mínima para candidatar-se ao cargo de Deputado Federal é de

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Q2810130 Português
        João Pessoa deixou de ser a singela capital política da Paraíba, aureolada com alguns lavores de cultura que a segurança e o ócio bem dosado do serviço público propiciavam. Já não é apenas a sede das funções centrais de governo e arcádia de um bacharelismo letrado que dividia os tédios da burocracia com os jogos amenos do espírito. Os poetas − e quase todos eram poetas – lhe deram o apelido de A Cidade das Acácias – tentativa ingênua de fixar-lhe uma cor e um bucólico destino.
         Para desgosto dos poetas, João Pessoa e seu aglomerado de cidades simbiônticas romperam com o desígnio poético para se transformarem no centro da economia paraibana. Com achegas populacionais que Espírito Santo, Mamanguape e Rio Tinto lhe emprestaram, mesmo à distância, João Pessoa e seu agregado urbano galgaram a marca do milhão de habitantes, para assim merecerem o estatuto legal de região metropolitana. A Cidade das Acácias está agora sepultada entre chaminés e arranha-céus; ficou reduzida a alguns recantos de saudade que uns poucos poetas insubmissos ainda cantam. [...]
         Ora, a Paraíba se distinguia na geografia econômica da região por ocupação bastante equilibrada do território. Campina Grande, mercantil e industriosa, exerceu papel muito importante nessa conformação relativamente homogênea da economia e da população no espaço – entreposto interno dos intercâmbios entre o vasto interior agropecuário e as fontes distantes dos bens industriais de que este precisava, Campina operou como uma espécie de barreira ao tropismo litorâneo que subjaz ao processo de interiorização da atividade econômica.
         A ação interiorizante de Campina Grande foi muito forte; todavia, por si só não bastaria para manter o balanço territorial da economia paraibana. Enquanto durou, esse balanço se deveu, basicamente, à natureza do sistema de produção que se organizou no Estado, desde o início da ocupação do território. Determinado de início pelas entradas do criatório, com a função de suprir os engenhos do litoral com carnes e animais de tiro, o sistema pecuário original, muito rarefeito, adensa-se e conso lida-se pela incorporação da cultura comercial do algodão.
        O algodão foi mesmo o fio que construiu o grande tecido econômico dos sertões – por sua amplitude geográfica, por sua versatilidade produtiva, por sua capacidade de gerar renda, mesmo em circunstâncias climáticas adversas − e, por sua associação feliz com a pecuária e com as lavouras de subsistência, o algodão foi de fato o grande colchão do sistema de economia que permitiu ao Semi-Árido elevadas taxas de crescimento demográfico e notável uniformidade na ocupação do território. [...] (Adaptado de Adalberto Barreto. http://jornal paraíba.globo. com/especial/jp2004ani/espec. − 6. html)

Um título adequado para o texto apresentado é:

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Q2810117 Português

        Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.

        A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre tiveram admiradores – e hoje mais do que nunca, a julgar pela quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o encanto dos conceitos científicos. Exagero?

         “As leis da física são em grande parte determinadas por princípios estéticos”, afirma o astrônomo americano Mario Livio, do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. “As duas representam tentativas de compreender o mundo e de organizar fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância, buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para sua explicação da realidade.”

        Mas, se o critério estético é tão importante para o pen samento científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha que sabe a resposta. “Ciência e arte se sobrepõem natural mente. Ambas são meios de investigação, envolvem idéias, teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio”, afirma.

        Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e passaram a explorar sensações tridimensionais em seus quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que criavam um portal para o mundo metafísico das idéias religiosas.

No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A matemática também teria influenciado a pintura do russo Wassily Kandinsky, segundo o qual “tudo pode ser retratado por uma fórmula matemática”. Seu colega Paul Klee achou um jeito de colocar em vários quadros alguma referência às progressões geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da mate mática dizendo que “uma linha é um ponto que saiu para passear”.

 (Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de 2003, p. 50 a 54)

... que as descobertas científicas sirvam de inspiração para os artistas ... (5º parágrafo)

O verbo que se encontra nos mesmos tempo e modo do grifado acima está na frase:

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Q2810115 Português

        Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.

        A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre tiveram admiradores – e hoje mais do que nunca, a julgar pela quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o encanto dos conceitos científicos. Exagero?

         “As leis da física são em grande parte determinadas por princípios estéticos”, afirma o astrônomo americano Mario Livio, do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. “As duas representam tentativas de compreender o mundo e de organizar fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância, buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para sua explicação da realidade.”

        Mas, se o critério estético é tão importante para o pen samento científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha que sabe a resposta. “Ciência e arte se sobrepõem natural mente. Ambas são meios de investigação, envolvem idéias, teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio”, afirma.

        Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e passaram a explorar sensações tridimensionais em seus quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que criavam um portal para o mundo metafísico das idéias religiosas.

No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A matemática também teria influenciado a pintura do russo Wassily Kandinsky, segundo o qual “tudo pode ser retratado por uma fórmula matemática”. Seu colega Paul Klee achou um jeito de colocar em vários quadros alguma referência às progressões geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da mate mática dizendo que “uma linha é um ponto que saiu para passear”.

 (Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de 2003, p. 50 a 54)

Na prática, essa mistura gera infinitas possibilidades. (5º parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

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Q2810110 Português

        Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.

        A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre tiveram admiradores – e hoje mais do que nunca, a julgar pela quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o encanto dos conceitos científicos. Exagero?

         “As leis da física são em grande parte determinadas por princípios estéticos”, afirma o astrônomo americano Mario Livio, do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. “As duas representam tentativas de compreender o mundo e de organizar fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância, buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para sua explicação da realidade.”

        Mas, se o critério estético é tão importante para o pen samento científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha que sabe a resposta. “Ciência e arte se sobrepõem natural mente. Ambas são meios de investigação, envolvem idéias, teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio”, afirma.

        Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e passaram a explorar sensações tridimensionais em seus quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que criavam um portal para o mundo metafísico das idéias religiosas.

No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A matemática também teria influenciado a pintura do russo Wassily Kandinsky, segundo o qual “tudo pode ser retratado por uma fórmula matemática”. Seu colega Paul Klee achou um jeito de colocar em vários quadros alguma referência às progressões geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da mate mática dizendo que “uma linha é um ponto que saiu para passear”.

 (Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de 2003, p. 50 a 54)

Exagero? (final do 2º parágrafo)

A resposta correta à indagação acima encontra-se na opinião de que

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Q2251372 Eletrônica
 Após o disparo do SCR e a retirada da corrente de gatilho, a corrente mínima de anodo que o mantém em condução é
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Q2219724 Eletrônica
É utilizado em eletrônica de potência um elemento que apresenta três terminais e é útil para o controle de potência CA. Tal componente é capaz de conduzir corrente em ambas as direções, direta e inversa, podendo ser controlado por um sinal na porta, de polaridade positiva ou negativa. Essa descrição refere-se ao 
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Q2081102 Eletrônica
Com relação a tecnologias utilizadas na automação industrial e em controle de processos, julgue o item que se segue. 
O PROFIBUS é um padrão de rede de campo aberto e independente de fornecedores, que pode ser usado em diversas aplicações de automação, como, por exemplo, em indústrias petroquímicas e fábricas com manufatura auxiliada por robôs. 
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Q2081100 Eletrônica
Com relação a tecnologias utilizadas na automação industrial e em controle de processos, julgue o item que se segue. 
O padrão ethernet é amplamente usado em automação industrial. Esse padrão não utiliza o esquema CSMA/CD, que é normalmente usado em tecnologias token ring. Ao não se usar esse padrão consagrado, a colisão de dados no barramento é evitada, aumentando-se, assim, a eficiência na comunicação. 
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Q2081099 Eletrônica

Com relação a sistemas de controle distribuído, julgue o item que se segue. 


Os controladores lógicos programáveis são equipamentos muito úteis em automação de sistemas. Entretanto, pelo fato de esses dispositivos não possuírem funcionalidades para comunicação serial, eles não são utilizados em sistemas distribuídos de controle.

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Q2081095 Eletrônica
Com relação aos controladores lógicos programáveis (CLP), julgue o item subseqüente. 
A expansão da capacidade de entrada/saída de um CLP pode ser feita utilizando-se unidades remotas, caso o CLP possua interface com tal objetivo.
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Q2081094 Eletrônica
Com relação aos controladores lógicos programáveis (CLP), julgue o item subseqüente. 
Para maior eficiência e confiabilidade dos diversos CLPs presentes em uma planta industrial, procura-se fazer com que eles operem de forma independente, sem interação entre esses dispositivos.
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: EMGEPRON
Q1208887 Eletrônica
Com relação à refrigeração em um semicondutor, das afirmativas abaixo, a CORRETA é:
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Q2925651 Eletrônica
Qual das linguagens de programação de CLP abaixo não faz parte da norma IEC 61131-3?
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Q2910286 Eletrônica
O comando MOV X A, QRi no microcontrolador 8051, executa:
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Q2910271 Eletrônica
As maiorias dos amplificadores operacionais são diferenciais, com um alto ganho malha aberta e pequeno ganho modo comum. A razão desses ganhos é denominada:
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Q2910253 Eletrônica
Qual o dispositivo que elimina ou minimiza o efeito dv/dt?
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Q2910251 Eletrônica
Dos dispositivos de disparo abaixo, qual pode ser disparado em ângulos diversos entre 0 a 360 ?
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Respostas
1301: A
1302: E
1303: A
1304: C
1305: C
1306: D
1307: A
1308: E
1309: B
1310: C
1311: E
1312: E
1313: C
1314: E
1315: E
1316: C
1317: B
1318: D
1319: C
1320: B