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Q1705917 Segurança e Transporte
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)
Sabemos que a ronda faz parte das atribuições do vigilante. Considerando que nos termos do art. 18 da Portaria nº 33.233/2012, a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado e as rondas são classificadas como
Alternativas
Q1705915 Segurança e Transporte
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)

Para combater um incêndio, é necessária a utilização de métodos adequados e, para isso, é fundamental conhecer as características que definem os combustíveis.


A tabela a seguir apresenta as cinco classes de incêndio:


Classe                 Tipo

    A                       Materiais fibrosos

    B                       Combustíveis líquidos ou gases

    C                       Materiais energizados

    D                       Metais pirofóricos

    K                       Banha, gordura e óleos voltados ao cozimento

Com relação à extinção do incêndio, levando em consideração as classes, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
(  ) Os combustíveis da Classe B, D e K devem ser apagados por abafamento.
(  ) O combustível da Classe A deve ser apagado por resfriamento.
( ) O Combustível da Classe C deve ser apagado por agentes extintores que não conduzam eletricidade.
As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q1705914 Segurança e Transporte
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)
O seguinte conceito: “Tem por objetivo evitar que uma ocorrência indesejável ocorra. Ela pode ser realizada através do emprego, antecipado e ostensivo de agentes da segurança pública ou de segurança privada, de planejamento, políticas, normas e procedimentos, e de sistemas eletrônicos de segurança.”, refere-se à vigilância
Alternativas
Q1705913 Segurança e Transporte
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)
No desempenho da função de vigilante, pode-se observar a organização e limpeza do ambiente quando:
Alternativas
Q1705912 Segurança Pública
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)
João, vigilante de uma instituição municipal, no exercício de suas funções, depara-se com um grupo de jovens visivelmente embriagados. Estes jovens começam a causar problemas na entrada da Câmara, trazendo perigo à integridade dos demais cidadãos ali presentes. Dessa forma, João decide solicitar apoio junto à Polícia Militar. Para isso, João deverá ligar para o número de telefone
Alternativas
Q1705910 Segurança e Transporte
Leia o texto a seguir:
“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.
O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’
A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.
Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.
Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.
(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)

Sobre as técnicas de vigilância preventiva, analise as afirmativas a seguir.


I. O vigilante deve estar alerta a tudo e a todos, tendo controle da situação local, por meio da inspeção visual em todo o local de segurança.

II. A atuação do vigilante é, prioritariamente, de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes.

III. Para que possam atuar com segurança preventiva, os vigilantes devem, além de ter aptidão física e mental para exercerem sua função, ser capazes de avaliar atitudes e comportamentos, prever cenários, inspecionar regularmente as dependências da empresa, controlar o fluxo e monitorar a movimentação de pessoas, agir adequadamente durante tumultos e manifestações, deliberar sobre pequenos problemas, entre outras atividades.


Assinale:

Alternativas
Q1702169 Segurança e Transporte
Quanto ao transporte escolar, é correto afirmar que
Alternativas
Q1702168 Segurança e Transporte
Muitas vezes, as crianças desembarcam do transporte escolar e precisam percorrer alguns metros até chegar à porta da escola. Nesse contexto, é função do monitor de transporte escolar
Alternativas
Q1702166 Segurança e Transporte
A respeito das atividades profissionais rotineiras do monitor de transporte escolar, é correto afirmar que
Alternativas
Q1637262 Segurança e Transporte

Quanto ao manuseio do extintor de incêndio portátil, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1637261 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa CORRETA no que se refere aos procedimentos de combate a incêndios:
Alternativas
Q1637260 Segurança e Transporte
Analise as assertivas e assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso, no que se refere aos procedimentos de prevenção e combate a incêndios:
( ) São considerados agentes extintores por abafamento a areia, a terra, os cobertores, os pós e gases especiais. ( ) Os combustíveis da classe A são todos aqueles que são sólidos e comuns, tal como a madeira, o papel, o plástico, a borracha, cuja queima deve ser combatida eficazmente com utilização de pó químico. ( ) Os combustíveis da classe B são os líquidos inflamáveis, líquidos combustíveis e gases inflamáveis, dado que todos eles queimam em superfície e não deixam resíduos provenientes de sua queima. ( ) Os combustíveis da classe C são os equipamentos que estão submetidos à energia elétrica, já que a utilização de água, nestes casos, pode resultar na condução da energia e em risco para quem combate o fogo.
Alternativas
Q1637254 Segurança Pública

Analise as assertivas e assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso, no que se refere aos serviços de vigilância do patrimônio público:


( ) O registro de entrada de veículos de empresas terceirizadas é dispensado desde que possuam logomarca da empresa.

( ) É garantido ao cidadão o livre acesso aos órgãos e repartições públicas, ainda que fora do horário de expediente.

( ) A pessoa que adentrar à repartição sem se identificar e começar a depredar o patrimônio público deverá ser imediatamente contida com o uso de arma de fogo.

( ) No acesso controlado de pessoas, desde que a entrada do visitante à repartição tenha sido regularmente cadastrada, é dispensável o registro de sua saída.

Alternativas
Q1634620 Segurança Pública

Com relação a técnicas e tecnologias menos letais, julgue o item a seguir.


Arma menos letal é a que impõe absoluta reversibilidade dos efeitos sobre as pessoas e afeta, de forma uniforme, os objetos em seu raio de ação.

Alternativas
Q1634619 Segurança Pública

Com relação a técnicas e tecnologias menos letais, julgue o item a seguir.


Na análise do perfil de uma multidão-alvo, uma das características do nível 2 é a possibilidade de reação violenta.

Alternativas
Q1634618 Segurança Pública

Com relação a técnicas e tecnologias menos letais, julgue o item a seguir.


Um dos efeitos fisiológicos dos agentes químicos lacrimogêneos OC e CS é a sensação de sufocamento.

Alternativas
Q1634617 Segurança Pública

Com relação a técnicas e tecnologias menos letais, julgue o item a seguir.


Debilitar consiste em cessar a capacidade combativa de um perpetrador, o que pode ser feito com o uso de agente químico, por exemplo.

Alternativas
Q1634616 Segurança Pública

1 policial: — Atenção, CIOSP! Águia solicita prioridade.

    CIOSP: — CIOSP em QAP. Prossiga, Águia.               

     policial: — QTI, câmbio.                                                 

 4  CIOSP: — Siga para (--- trecho ininteligível ---). Acuse.

Com relação ao texto precedente, que corresponde a uma comunicação hipotética entre um policial em operação e um centro integrado de operações em segurança pública (CIOSP), julgue o item a seguir.


A utilização da sigla QTH em vez da sigla “QTI” (R.3) manteria o sentido original da mensagem transmitida pelo policial e permitiria que ela fosse melhor entendida pelo CIOSP.

Alternativas
Q1634615 Segurança Pública

1 policial: — Atenção, CIOSP! Águia solicita prioridade.

    CIOSP: — CIOSP em QAP. Prossiga, Águia.               

     policial: — QTI, câmbio.                                                 

 4  CIOSP: — Siga para (--- trecho ininteligível ---). Acuse.

Com relação ao texto precedente, que corresponde a uma comunicação hipotética entre um policial em operação e um centro integrado de operações em segurança pública (CIOSP), julgue o item a seguir.


Como não foi possível ao policial entender a localidade informada na linha 4, ele pode solicitar ao CIOSP a repetição da informação, utilizando a expressão Confirme.

Alternativas
Q1634512 Segurança e Transporte
Um atirador esportivo que treinava regularmente com um revólver Taurus RT 38 calibre ponto 38 com munição “canto vivo” adquiriu uma pistola IMBEL TC MD6 calibre ponto 40. Durante o treinamento ocorreu, na pistola nova, uma falha na percussão, mas o desportista continuou o treinamento normalmente após realizar a manobra de extrair o cartucho não deflagrado.

A respeito da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir.


O calibre real, em milímetros, do revólver ponto 38 é maior que o da pistola ponto 40.

Alternativas
Respostas
4361: E
4362: E
4363: C
4364: B
4365: A
4366: E
4367: E
4368: A
4369: C
4370: E
4371: C
4372: B
4373: B
4374: E
4375: C
4376: C
4377: E
4378: E
4379: C
4380: E