Foram encontradas 12.882 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O índice de reconhecimento de fala obtido com monossílabos necessita obter o mínimo de 70% de acertos em cada orelha, e a diferença dos resultados entre as orelhas direita e esquerda não deve ser superior a 20%, para que o teste para DPAC seja realizado em pacientes portadores de perdas auditivas severas.
Desatenção, dificuldade de compreender solicitações e verborreia excessiva podem ser sinais sugestivos de prejuízo das habilidades auditivas de um indivíduo que são passíveis de avaliação para determinar a presença de desordens no processamento auditivo central.
A Avaliação do processamento auditivo central pode ser realizada em crianças a partir dos dois anos de idade. Existe uma variação de faixa etária inicial para cada teste.
Aplica-se o teste de avaliação do processamento auditivo central em pacientes com acuidade auditiva normal. Não é possível realizar esses testes em portadores de perdas auditivas neurossensoriais ou condutivas.
Na pesquisa dos reflexos acústicos podem-se obter medidas funcionais de estruturas localizadas no tronco cerebral.
Se a lesão das vias auditivas for de tronco cerebral alto, os achados da pesquisa de reflexos estarão sempre ausentes.
A pesquisa dos reflexos em lesão de tronco cerebral tem como característica a ausência de reflexos contralaterais e a presença dos ipisilaterais.
Na avaliação audiológica infantil, já é possível utilizar técnica de condicionamento por encaixes em crianças a partir dos 2 anos de idade, pois elas já conseguem realizar um ato motor na presença do estímulo sonoro.
Na audiometria com reforço visual, uma virada de cabeça eliciada por um estímulo sonoro é reforçada visualmente por meio da ativação e iluminação de um brinquedo. Mesmo se nenhuma resposta de orientação ocorrer, o reforço é apresentado na fase de condicionamento.
A audiometria com reforço visual (VRA) é um procedimento de teste válido e confiável para ser utilizado na avaliação audiométrica de crianças pequenas a partir dos 12 meses de idade.
Na pesquisa dos limiares por via óssea em audiometria com reforço visual utiliza-se uma tira pediátrica com uma almofada de espuma, posicionando o vibrador ósseo sobre a mastoide mais próxima do reforço visual, sem o uso do mascaramento, pois o bebê irá responder para o som mascarador.
O alto-falante e o reforço visual são posicionados a aproximadamente 90º de um dos lados do bebê. Um ruído do tipo banda estreita de 1.000 Hz é apresentado a 70 dBNA para dar início ao condicionamento.
O MMN é um instrumento útil para avaliar a habilidade de discriminação dos padrões da estimulação elétrica produzidos pelo implante coclear.
O P300 depende da atenção e da discriminação de diferenças entre um estímulo raro e um frequente.
No MMN (mismatch negativity), a atenção não é requerida, nem a resposta comportamental.
Crianças que apresentam risco para alteração retrococlear, mesmo com EOAT presentes, devem ser avaliadas quanto às respostas elétricas de tronco encefálico.
A amplitude média das EOAT em recém-nascidos, obtida em estudos nacionais e internacionais, situa-se em torno de 20 dBNPS.
Espera-se uma discordância entre os resultados da audiometria convencional e EOAT ou EOAPD, em patologias cocleares com predomínio de lesão de células ciliadas externas, como na exposição a ruído, drogas ototóxicas e meningites.
A incompatibilidade entre os resultados da audiometria tonal e as emissões otoacústicas pode significar que a alteração está nas células ciliadas internas, no nervo auditivo ou nas vias auditivas centrais, na simulação de perda auditiva ou nas disfunções cocleares que são detectadas pelas EOA antes da lesão.
A estimulação da sucção não nutritiva no RNPT, com chupeta ou dedo de luva, normalmente antecede o aleitamento natural ou artificial e acelera a maturação da sucção, resultando em uma rápida transição para a alimentação por via oral.