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De acordo com o SUS a unidade básica de saúde (UBS) deve ser centro de atenção integral, a pessoa e a coletividade através de ações de promoção de saúde (prevenção, terapêutica e reabilitação).
O músculo elevador do véu palatino é inervado pelo plexo faríngeo, formado por ramos do glossofaríngeo, vago, porção craniana do nervo acessório e tronco simpático.
O sistema de ressonância visa projetar o som no espaço pelo reforço da intensidade de sons de determinadas frequências. É um sistema que independe da anatomia do sistema articulador.
O músculo palato glosso é um pequeno músculo que se origina na língua, ascende no pilar anterior das fauces e se insere na parte inferior da aponeurose palatina.
A maxila compõe o palato mole que é o ponto articulatório de diversos fonemas da fala.
A mandíbula participa diretamente da mastigação e é o ponto de referência para articulação dos fonemas /t/, /d/ e /k/.
Os dentes constituem a parte da base óssea que mais se modifica desde a infância até a idade adulta.
A dislexia do desenvolvimento apresenta características como: presença de inteligência normal, ausência de deficiências cognitivas, sensoriais e motoras associadas (deficiência mental, auditiva, visual, motora ou múltipla), presença de alterações cognitivas que comprometem o uso da atenção, memória e a percepção, e persistência dos sintomas desde a infância até a idade adulta. Essa dislexia é descrita como uma alteração genético-neurológica.
Crianças com atraso de aquisição de linguagem persistente não apresentam riscos para desenvolverem desvios fonológicos e distúrbios de leitura e escrita, porque ao chegarem à época da alfabetização já adquiriram a consciência fonológica que é parte do desenvolvimento normal da linguagem e da fala.
O tratamento fonológico com base em pares mínimos utiliza pares de palavras que se diferenciam entre si em apenas um contraste de fonemas.
As causas mais comuns responsáveis pela disfagia mecânica são as inflamatórias, os traumas, a doença da coluna cervical, a macroglossia, o câncer da cabeça e do pescoço, as sondas nasoenterais, o divertículo faringoesofágico e a traqueostomia.
A disartria espástica tem como características clínicas da fala, a espasticidade, os movimentos ilimitados, a fraqueza, os movimentos rápidos, as frases longas e a hiponasalidade.
A afasia de broca compreende a uma lesão na área de broca, ou seja, na terceira circunvolução frontal esquerda.
Nas demências ocorre dissociação das análises fonológica e sintática da análise semântica. O paciente pode repetir, falar espontaneamente e corrigir erros sintáticos e fonológicos sem processar o significado do que fala.
Na afasia de Wernicke, o ritmo da fala é mais rápido do que o normal, não existe anomia e a leitura em voz alta não é preservada.
A base da terapia fonoaudiológica com pacientes que apresentam disfunção temporomandibular (DTM) é a terapia miofuncional. Geralmente nessa disfunção não há alteração na fala, não havendo nenhuma alteração na comunicação do paciente.
As alterações encontradas em relação aos fonemas /s/ e /z/ são os ceceios anterior e lateral. Nesse caso, o trabalho terapêutico deverá ser a propriocepção do ponto da emissão, o direcionamento do fluxo aéreo, reeducação do posicionamento lingual em repouso e durante a deglutição, e o fortalecimento da língua se houver necessidade.
Quando a criança apresenta trocas na representação gráfica dos fonemas: /f/ e /v/, /p/ e /b/, /t/ e /d/, /c/ e /g/, pode-se afirmar que essas trocas estão relacionadas à natureza perceptual visual e temporal.
Os testes formais utilizados para avaliação da linguagem, só são eficazes quando aplicados em crianças com linguagem verbal.
A terapia fonoaudiológica do paciente respirador oral consiste em conscientização, propriocepção, restabelecimento da respiração nasal e reeducação das demais funções alteradas do sistema estomatogmático.