Questões de Concurso
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Mãe, 25 anos, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia do hospital de sua cidade com o filho, sexo masculino, recém-nascido há 20 dias, portador de fissura pré-forame completa. A mãe relata que recebeu alta da maternidade onde o filho nasceu, mas está com dificuldades na amamentação. Nessas condições, o fonoaudiólogo deve
O exame é considerado padrão-ouro para a avaliação das disfagias, pois fornece uma imagem dinâmica de todas as fases da deglutição, bem como avalia a anatomia e fisiologia orofaringolaríngea. Esse exame também é indicado para verificar a eficácia das estratégias de reabilitação e fornecer um feedback visual pré e pós-terapia. Essa descrição diz respeito ao recurso denominado
“As cirurgias ortognáticas são intervenções realizadas na face, mais precisamente nos ossos da maxila, mandíbula e mento, que visam à melhora estética e funcional a partir de uma melhor relação maxilomandibular. A contribuição da fonoaudiologia é a otimização dos resultados cirúrgicos por meio da aceleração da recuperação funcional, adequação ou adaptação das funções orofaciais e a diminuição da ocorrência de recidivas”. (Campiotto, 2013).
Sobre o trabalho fonoaudiológico em cirurgia ortognática, considere as afirmativas abaixo.
I O fonoaudiólogo só deve ser acionado no pós-cirúrgico, uma vez que, anteriormente à cirurgia, a deformidade dentofacial existente não permite a completa adequação das funções orofaciais.
II O grau de melhora funcional pós-operatória dependerá de vários fatores, como predisposição genética muscular, padrão facial esquelético, estabilidade da oclusão dentária obtida, história de respiração oral na fase de crescimento facial e desenvolvimento das funções orofaciais, dentre outros.
III Três são os pontos prioritários a serem observados em uma avaliação pré-operatória em cirurgia ortognática: possibilidade da respiração nasal, condições da oclusão labial e possibilidade e contenção da língua na cavidade oral.
IV No pós-operatório, a terapia miofuncional orofacial sistemática tem início, geralmente, entre o 2°e o 5° dia do pós-cirúrgico, independente do edema ou da magnitude da parestesia transitória frequentemente observável.
Em relação ao exposto, estão corretas as afirmativas
Criança, 09 meses, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia acompanhado pela mãe, a qual apresentou ao fonoaudiólogo encaminhamento do neuropediatra. Em parte do encaminhamento, constava a seguinte descrição:
“...criança apresenta paralisia do VI e VII pares cranianos; falta de expressão facial; inabilidade para sorrir; hipoplasia mandibular e maxilar; sialorréia; palato alto e estreito; dificuldade para sugar e deglutir. Solicito avaliação e acompanhamento fonoaudiológico”.
O exposto no encaminhamento refere-se à
Homem, 58 anos, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia do hospital de referência da sua cidade, após 50 dias de cirurgia de retirada de tumor benigno de faringe. O paciente queixa-se de “rouquidão e dificuldade para engolir”. Refere ainda que não apresentava esses sintomas antes da cirurgia.
Em avaliação fonoaudiológica foram observados voz rouco-soprosa de grau severo, tempos máximos de fonação reduzidos e incoordenação fono-respiratória importante. Quanto à deglutição, foram verificadas redução da precisão, da força e da amplitude dos movimentos da língua com desvio para esquerda. Não há escape de alimento pelas comissuras labiais. Demais estruturas orais sem alterações.
De acordo com o caso exposto, a hipótese diagnóstica provável é
Paciente, sexo masculino, 41 anos, sofreu queimadura de segundo grau com agente térmico nas regiões de face, pescoço, parte do tronco e membro superior direito. Ele compareceu ao setor de queimados do hospital de referência em sua cidade com sofrimento físico, dor e confusão mental.
Tendo como base esse caso, considere as seguintes afirmativas sobre o trabalho fonoaudiológico com queimados.
I Pacientes com queimaduras nas regiões de face e pescoço podem apresentar dificuldades nas funções de mastigação, deglutição e até mesmo articulação da fala. Nesse caso, há a necessidade de intervenção fonoaudiológica.
II O fonoaudiólogo pode iniciar sua intervenção com o paciente ainda em leito, mesmo que o paciente apresente ferida aberta, pois o trabalho fonoaudiológico não contempla apenas o exercício/massagem/técnica.
III Quanto maior o tempo de retração da pele, sem que seja desenvolvido trabalho fonoaudiólogico, menor o número de sequelas que podem aparecer, facilitando, assim, os movimentos dos músculos da face.
IV Com a utilização de manobras, pode-se observar melhora na aparência das cicatrizes, o que representa o foco principal da intervenção fonoaudiológica com o paciente queimado.
Em relação ao exposto, estão corretas as afirmativas
As condutas assistenciais em aleitamento materno orientadas pelo Ministério da Saúde são baseadas nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que preconiza o aleitamento materno contínuo até os 2 anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros 6 meses de vida. Pesquisas identificaram a presença do vírus zika em urina, saliva, sêmem e no leite materno. Com base nas evidências científicas sobre a transmissão do vírus zika, recomenda-se