Questões de Concurso
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Acerca da atuação do fonoaudiólogo em UTI neonatal, julgue o item seguinte.
Os exercícios para estimulação oral devem ser sempre
realizados após a alimentação, por gavagem, sonda,
mamadeira ou seio materno.
Acerca da atuação do fonoaudiólogo em UTI neonatal, julgue o item seguinte.
Os dados levantados pelo fonoaudiólogo são relativos à
história da gestação e do parto, à idade gestacional, ao peso
do recém-nascido, ao índice de Apgar, a eventuais
intercorrências clínicas no período pós-natal imediato e
mediato, a medicação em uso, a necessidade de ventilação
mecânica e, nesse caso, ao tempo de permanência no
aparelho, bem como ao tipo, à forma e ao volume prescrito
de alimentação.
Acerca da atuação do fonoaudiólogo em UTI neonatal, julgue o item seguinte.
Na avaliação clínica no berçário neonatal, o fonoaudiólogo
deve fazer o levantamento aprofundado da história do
recém-nascido, com base no prontuário e no contato com a
equipe e com a família.
Acerca da atuação do fonoaudiólogo em UTI neonatal, julgue o item seguinte.
A atuação do fonoaudiólogo na UTI neonatal começa na
primeira avaliação do recém-nascido, mas esta não pode ser
realizada com o bebê ainda dentro da incubadora.
Julgue o item a seguir, com base na Portaria n.º 587/2004, que dispõe acerca de política pública em saúde auditiva no Brasil.
O serviço de atenção à média complexidade destina-se ao
diagnóstico de perda auditiva de crianças a partir de 6 anos
de idade, de jovens e de adultos (trabalhadores e idosos),
respeitadas as especificidades na avaliação exigidas para
cada um desses segmentos.
Julgue o item a seguir, com base na Portaria n.º 587/2004, que dispõe acerca de política pública em saúde auditiva no Brasil.
Os serviços de atenção à saúde auditiva na média e na alta
complexidade deverão submeter-se a regulação, fiscalização,
controle e avaliação do gestor estadual e municipal,
conforme as atribuições estabelecidas nas respectivas
condições de gestão.
No que se refere à biossegurança aplicada à fonoaudiologia, julgue o item a seguir.
O fonoaudiólogo deve ter condutas básicas de biossegurança,
como, por exemplo, imunização, higienização das mãos,
manejo adequado de resíduos de serviços de saúde,
processamento de superfícies e processamento de artigos,
independentemente do conhecimento da presença de doença
infectocontagiosa em seu paciente.
No que se refere à biossegurança aplicada à fonoaudiologia, julgue o item a seguir.
É dispensável o uso de luvas para manuseio de objetos que
tenham entrado em contato com a boca ou o ouvido do
paciente, até que eles sejam desinfetados.
No que se refere à biossegurança aplicada à fonoaudiologia, julgue o item a seguir.
Para a biossegurança, a prevenção tem relevância maior do
que o tratamento.
No que se refere à biossegurança aplicada à fonoaudiologia, julgue o item a seguir.
Resíduos com possível presença de agentes biológicos
devem ser descartados em sacos brancos leitosos
identificados com símbolo de substância infectante, com
desenho e contornos pretos, devendo-se substituir tais sacos
a cada troca de paciente ou em até 48 horas.
Julgue o item seguinte, relativo à dislexia do desenvolvimento, um distúrbio definido como uma dificuldade em realizar a leitura, mesmo com inteligência, motivação e educação normais.
A dislexia do desenvolvimento é considerada um distúrbio
de origem genética, não apenas por implicar uma alteração
do desenvolvimento cerebral, mas também por ser
decorrente de herança familiar e hereditária.
Julgue o item seguinte, relativo à dislexia do desenvolvimento, um distúrbio definido como uma dificuldade em realizar a leitura, mesmo com inteligência, motivação e educação normais.
Crianças com dislexia do desenvolvimento podem ou não
apresentar distúrbio fonológico antes do início da
escolarização.
Na abordagem terapêutica fonoaudiológica integrada ao tratamento odontológico, as deformidades dentofaciais (DDFs) compreendem alterações nas relações maxilomandibulares, o que resulta em más oclusões esqueléticas, com impacto nas condições funcionais do sistema estomatognático, como também na estética, na imagem corporal e na qualidade de vida do paciente. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A intervenção fonoaudiológica em pacientes com
programação de cirurgia para correção de DDFs inclui a
realização do diagnóstico miofuncional orofacial, sendo
relevante a obtenção de parâmetros mensuráveis para uma
comparação efetiva entre os resultados pré e pós-cirúrgicos.
Na abordagem terapêutica fonoaudiológica integrada ao tratamento odontológico, as deformidades dentofaciais (DDFs) compreendem alterações nas relações maxilomandibulares, o que resulta em más oclusões esqueléticas, com impacto nas condições funcionais do sistema estomatognático, como também na estética, na imagem corporal e na qualidade de vida do paciente. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
O preparo da musculatura relacionada ao procedimento é
irrelevante no pré-operatório, assim como a eliminação de
hábitos orais deletéricos, não havendo necessidade de
abordar, nesse período, quadros de respiração oral habitual,
sinais e sintomas de disfunção temporomandibular ou outras
condições orofaciais não relacionadas a DDFs.
Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
Alterações oclusais podem estar presentes nos casos de
fissura labiopalatina, principalmente nos casos de fissuras
que acometem a maxila e o processo alveolar.
Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
A intervenção fonoaudiológica para correção dos distúrbios
obrigatórios começa desde a avaliação por meio da terapia
diagnóstica, da seguinte maneira: o clínico guia o paciente a
diminuir a pressão intraoral durante a produção de um
fonema de pressão e observa o movimento velofaríngeo
durante a avaliação instrumental e(ou) a emissão de ar nasal,
definindo se há possibilidade de fechamento velofaríngeo e
em quais fonemas ele ocorre.
Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
O fonoaudiólogo que atua no tratamento de pacientes com
fissura labiopalatina não necessita saber se o paciente
apresenta insuficiência ou incompetência velofaríngea, pois a
indicação do tratamento é a mesma em qualquer caso.
Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
As alterações de fala decorrentes da disfunção velofaríngea
são classificadas em distúrbios obrigatórios e distúrbios
compensatórios.
Julgue o próximo item, com relação a pacientes com fissura labiopalatina, uma má formação craniofacial que requer intervenção fonoaudiológica.
Após correções anatômicas da fissura labiopalatina,
alterações como a disfunção velofaríngea podem
permanecer, causando prejuízo à inteligibilidade da fala e à
comunicação oral do indivíduo.
Com relação à motricidade orofacial e ao estudo, à pesquisa, à prevenção, à avaliação, ao diagnóstico, ao desenvolvimento, à habilitação, ao aperfeiçoamento e à reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofaciais e cervical, julgue o item subsecutivo.
O paciente com queixa de respiração oral não necessita de
encaminhamentos para avaliação médica, pois o
planejamento terapêutico fonoaudiológico independe de
diagnósticos diferenciais.