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Q1917176 Fonoaudiologia

Acerca do Protocolo de Avaliação Fonoaudiológica de Risco para Disfagia (PARD), que é um dos protocolos mais adotados para avaliação beira-leito, julgue o próximo item.


Na classificação nível II, deglutição funcional, a deglutição pode estar alterada, mas não resulta em aspiração ou redução da eficiência da deglutição, pois o paciente consegue fazer compensações espontâneas. 

Alternativas
Q1917175 Fonoaudiologia
Acerca do Protocolo de Avaliação Fonoaudiológica de Risco para Disfagia (PARD), que é um dos protocolos mais adotados para avaliação beira-leito, julgue o próximo item.
No nível V, disfagia orofaríngea moderada, a orientação é alimentação por via oral suplementada por via alternativa.
Alternativas
Q1917174 Fonoaudiologia

Para diagnosticar a disfagia, transtorno comumente encontrado na população infantil, na adulta e na idosa, em ambiente hospitalar, o fonoaudiólogo deve saber identificar as fases da deglutição. Com base nessas fases, julgue o item subsequente.


Na fase faríngea da deglutição, ocorre contração das pregas vocais e falsas pregas, depressão da epiglote, elevação da laringe e fechamento do esfíncter esofágico superior. 

Alternativas
Q1917172 Fonoaudiologia
Para diagnosticar a disfagia, transtorno comumente encontrado na população infantil, na adulta e na idosa, em ambiente hospitalar, o fonoaudiólogo deve saber identificar as fases da deglutição. Com base nessas fases, julgue o item subsequente.
A fase preparatória da deglutição é consciente e voluntária, em que se observa captação e qualificação do bolo; nessa fase, a via aérea permanece aberta, e a respiração é exclusivamente nasal.
Alternativas
Q1917171 Fonoaudiologia

Julgue o item seguinte, no que se refere a gagueira. 


Ter histórico familiar para gagueira ou fala rápida, ser do sexo masculino e estar exposto a ambientes comunicativos extremamente competitivos são fatores considerados de risco para que o quadro de gagueira torne-se crônico. 

Alternativas
Q1917170 Fonoaudiologia

Julgue o item seguinte, no que se refere a gagueira. 


Segundo literatura da área, indivíduos gagos apresentam evidências de processamento auditivo adequado. 

Alternativas
Q1917169 Fonoaudiologia

Acerca do quadro de disartria, julgue o item a seguir.


Lesões bulbares podem comprometer os pares cranianos V, VII, IX, X e XII, levando a um quadro de disartria flácida. 

Alternativas
Q1917168 Fonoaudiologia

Acerca do quadro de disartria, julgue o item a seguir.


Em doenças neurológicas degenerativas, traumatismos cranioencefálicos e acidentes vasculares encefálicos, a disartria tem caráter evolutivo. 

Alternativas
Q1917167 Fonoaudiologia

Acerca do quadro de disartria, julgue o item a seguir.


Na doença de Parkinson, o tipo de disartria observada é a hipercinética.

Alternativas
Q1917166 Fonoaudiologia

Com relação às disfonias, julgue o item seguinte. 


As disfonias podem ser classificadas em agudas e crônicas, com base na duração do sintoma; o prazo de 15 dias é estipulado como classificações. 


Alternativas
Q1917165 Fonoaudiologia

Com relação às disfonias, julgue o item seguinte. 


Existe uma relação direta entre voz normal e simetria laríngea. A assimetria laríngea normalmente está presente nos exames de indivíduos com voz grave e crepitante. 

Alternativas
Q1917164 Fonoaudiologia

Os tumores de cabeça e pescoço são lesões situadas em regiões como lábios, cavidade oral, laringe, faringe e tireoide, e podem estar associados a hábitos como tabagismo e etilismo. Essa condição afeta diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Acerca desse assunto, julgue o item que se segue. 


A radioterapia é uma modalidade de tratamento amplamente utilizada nos casos de câncer de cabeça e pescoço. Como consequência desse tratamento, os pacientes podem apresentar, de forma imediata ou tardia, alterações de fase faríngea da deglutição, caracterizadas pela redução do contato da base da língua com a parede posterior da faringe, e também a redução da excursão laríngea. 

Alternativas
Q1917163 Fonoaudiologia

Os tumores de cabeça e pescoço são lesões situadas em regiões como lábios, cavidade oral, laringe, faringe e tireoide, e podem estar associados a hábitos como tabagismo e etilismo. Essa condição afeta diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Acerca desse assunto, julgue o item que se segue. 


No pós-operatório cirúrgico de laringectomia parcial vertical, a atuação fonoaudiológica deve ser voltada aos cuidados relativos à disfagia, que constitui a principal consequência desse tipo de abordagem cirúrgica.

Alternativas
Q1917162 Fonoaudiologia

Os tumores de cabeça e pescoço são lesões situadas em regiões como lábios, cavidade oral, laringe, faringe e tireoide, e podem estar associados a hábitos como tabagismo e etilismo. Essa condição afeta diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Acerca desse assunto, julgue o item que se segue. 


Ao receber um paciente acometido por um tumor localizado na base posterior do crânio, o fonoaudiólogo precisa estar atento a sinais clínicos de disfagia em virtude da possibilidade de paralisia da musculatura faríngea, uma vez que esse tipo de tumor guarda relação anatômica com nervos bulbares. Além da disfagia, o paciente pode apresentar sintomas como paralisia facial periférica e perda auditiva.

Alternativas
Q1917161 Fonoaudiologia

Acerca das alterações de deglutição e disfagia, julgue o item subsequente. 



O palato mole é uma estrutura contígua ao palato duro e exerce papel fundamental nas funções orofaciais. Casos em que o paciente apresenta regurgitação nasal de líquidos podem ser atribuídos à flacidez dos músculos digástrico e milo-hioideo, fundamentais na elevação do palato mole. 

Alternativas
Q1917160 Fonoaudiologia

Acerca das alterações de deglutição e disfagia, julgue o item subsequente. 


A intubação orotraqueal (IOT) é um fator de risco para disfagia. O uso do tubo orotraqueal por períodos de até sete dias não causa alteração na dinâmica da deglutição, porém, a partir desse período, pode haver alterações nos mecanorreceptores e nos quimiorreceptores das mucosas da faringe e da laringe, que causarão prejuízos na fase faríngea da deglutição. 

Alternativas
Q1917159 Fonoaudiologia

Acerca das alterações de deglutição e disfagia, julgue o item subsequente.


No que se refere à avaliação de deglutição em crianças menores de 6 meses de idade, aspectos como elevação de laringe e tempo de trânsito oral não são passíveis de serem avaliados; nessa idade, a laringe encontra-se em posição elevada e anteriorizada e muito próxima das estruturas orofaríngeas, por isso, o trânsito oral acontece muito rapidamente, o que impossibilita sua mensuração na avaliação clínica. 

Alternativas
Q1917158 Fonoaudiologia

A atuação fonoaudiológica com pacientes que apresentam síndromes contempla desde as síndromes genéticas até as metabólicas. A respeito do tema, julgue o item a seguir.


O paciente com síndrome de Down apresenta a expressão verbal mais prejudicada que a compreensão verbal, porque a alteração mais comum nessa população está relacionada a dificuldades de fala, mas não a queixas vocais ou auditivas.



Alternativas
Q1917157 Fonoaudiologia

A atuação fonoaudiológica com pacientes que apresentam síndromes contempla desde as síndromes genéticas até as metabólicas. A respeito do tema, julgue o item a seguir.


É papel do fonoaudiólogo inserido em equipe que atende paciente com doenças raras a caracterização dos fenótipos que envolvem linguagem oral e escrita, fala, audição e funções motoras orais, tendo em vista a reabilitação dessas alterações.

Alternativas
Q1917156 Fonoaudiologia

A atuação fonoaudiológica com pacientes que apresentam síndromes contempla desde as síndromes genéticas até as metabólicas. A respeito do tema, julgue o item a seguir.



A ocorrência de síndromes metabólicas hereditárias, como erro inato do metabolismo, faz que a criança passe por períodos prolongados de jejum em virtude da adaptação da dieta; durante esse tempo, em que não é permitida a alimentação por via oral, é indicado o acompanhamento terapêutico fonoaudiológico com objetivo de reduzir os riscos de recusa alimentar bem como evitar hipofunção da musculatura do sistema estomatognático.

Alternativas
Respostas
7921: C
7922: C
7923: E
7924: C
7925: C
7926: E
7927: C
7928: E
7929: E
7930: C
7931: E
7932: C
7933: E
7934: C
7935: E
7936: E
7937: C
7938: E
7939: C
7940: C