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A superação das contradições que geraram a crise econômica no século XVII liberou as forças que prepararam as condições conjunturais para a ocorrência da Revolução Industrial na Inglaterra, no final do século XVIII, e que, durante o século XIX, se espalhou, de forma desigual e combinada, pela Europa e os outros continentes.
(Lourival Santana Santos e Ruy Belém de Araújo; História Econômica Geral e do Brasil – Revolução Industrial)
I. O envolvimento entre o político (Estado) e a economia em fase de industrialização deu-se tão fortemente que faz jus aos comentários proferidos pelo historiador Eric Hobsbawm, que chamou a atenção para o engate entre política e lucro, afirmando que naquela época “o dinheiro não só falava, mas governava” (HOBSBAWM, 1977, p. 47).
II. As fábricas criaram um mundo produtivo em que o trabalhador não perdia todo o seu controle sobre o processo produtivo, e não sucumbia à determinação do proprietário do capital.
III. Processo que transformou em um “trabalhador assalariado livre”, alienado, pois o trabalho se apresenta distante e indiferente da sua vida real, fruto da apropriação do produto de seu trabalho pelo capitalista.
IV. A intensa industrialização da Inglaterra contou também com a contribuição de fatores naturais existentes no reino britânico: como as reservas de ferro e de carvão, o que contribuiu para o desenvolvimento da siderurgia, setor fundamental para produção de máquinas e outros instrumentos de produção em uma era de industrialização.
A alternativa correta é:
Com a independência, o Brasil reafirma o seu caráter religioso e mantém formalmente o sistema de padroado, criando uma série de vínculos legais entre o Império que se formava a religião católica, tendo o Imperador a dupla função de chefe da nação e líder da Igreja no Brasil.
(A disciplina Ensino Religioso: história, legislação e práticas; Denize Sepulveda e José Antonio Sepulveda; educação | Santa Maria | v. 42 | n. 1 | p. 177-190 | jan./abr. 2017)