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Q3878925 História e Geografia de Estados e Municípios
Conforme o Zoneamento Ecológico Econômico, estabelecido no Estado de São Paulo, uma das nove Zonas de Gestão é caracterizada por apresentar maior vulnerabilidade em relação à Diretriz de Segurança Hídrica e maior potencialidade na Diretriz de Redução das Desigualdades Regionais. Essa descrição refere-se à zona que compreende: 
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Q3878644 História
Leia o texto a seguir.

O ambiente de sadia renovação, gerado no país pela vitória da Revolução de 30, não ficou, felizmente, restrito aos Estados mais adiantados. A transformação operou-se também em Goiás. E o Governo revolucionário que se instalou neste Estado veio proporcionar a ideia da mudança da capital goiana a oportunidade de caminhar, afinal, para a ambicionada realização. A nossa atitude decorre tanto do desejo de darmos a este grande Estado o ritmo de evolução que lhe é próprio, quanto dos compromissos morais que tacitamente assumimos nos tempos em que militávamos na oposição. Ontem revolucionário na oposição, hoje revolucionário no governo.

Adaptado de Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr. Getúlio Vargas, e ao povo goiano, pelo Dr. Pedro Ludovico Teixeira, Interventor Federal neste Estado, 1930-33. Goiás, 1934, pág. 122.

Com base na leitura do texto, assinale a opção que indica corretamente os motivos pelos quais Pedro Ludovico propôs a mudança da capital de Goiás.
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Q3878411 História
Leia o trecho a seguir.

O bandeirismo no período colonial deu origem a democracia brasileira, graças a mobilidade externa que conseguiu uma geografia antitotalitária; hierarquização do negro e do índio, que foram deslocados do comunismo tribal para a área social em que operavam os bandeirantes; absorção de grupos étnicos através da assimilação de seus elementos; desfeudalização dos engenhos. O objetivo era incrementar o povoamento. O “Projeto Rondon”, hoje em pleno desenvolvimento, completa o bandeirismo. Portanto, o bandeirismo como foi praticado pelos paulistas durante três séculos pertence, naturalmente, a História. Até hoje existe uma “personalidade bandeirante” na sociedade brasileira. Quando se fala em “Estado bandeirante”, já se sabe qual é; “povo bandeirante”, também. Mas “bandeirar”, hoje em dia, é imposição do Brasil inteiro, que atende ao seu “imperialismo interno” e depende, muito ainda, da aventura criadora tradicional do período colonial.

Adaptado de: RICARDO, Cassiano. Marcha para Oeste. São Paulo: Universidade de São Paulo, 4 edição, 1970, pp. xxxi – xxxix. 

O trecho, de Cassiano Ricardo, ideólogo do Estado Novo e publicado em 1940, serviu de base para a política de “Marcha para o Oeste” do governo Vargas.

Com base na sua leitura, é correto afirmar que a imagem do bandeirismo do período colonial brasileiro foi usada pelo governo Vargas como símbolo de 
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Q3878410 História
O período de maior intensidade do Ciclo do Ouro em Goiás ocorreu entre os séculos XVIII e XIX, quando a região se tornou um importante centro de mineração no Brasil colonial. A descoberta de grandes depósitos de ouro atraiu trabalhadores, comerciantes e aventureiros, estimulando o crescimento de assentamentos na região.

Assinale a opção que apresenta corretamente os impactos da mineração na ocupação de Goiás durante o auge do ciclo do ouro.
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Q3878324 História
"O Golpe de 1964 instaurou o Regime Militar que, em síntese, viabilizou a entrada do grande capital, isto é, do capital norte-americano, inserido o Brasil, no padrão de acumulação capitalista, ou seja, na esfera da primazia do capital internacional[...] Nesse cenário, a educação passou a ser considerada, em uma visão apologista, como móvel do desenvolvimento nacional e, nessa direção, deveria estar voltada para o mercado de trabalho[...] Nessa perspectiva, essa posição foi fortalecida pela vinda de consultores norte-americanos e pelo financiamento da United States Agency for Internacional Development (USAID), para, entre outros objetivos, promover a construção de uma rede de escolas, voltadas para a capacitação de jovens para o mercado de trabalho. Essa Agência exerceu grande influência na elaboração de políticas para a formação profissional" (Caires; Oliveira, 2016, p. 75).

De acordo com essas autoras, é correto afirmar que o acordo MEC/USAID para direcionar as políticas de educação profissional para jovens no Brasil baseavase no ideário
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Q3878323 História
No trecho a seguir, Almeida (2010) descreve o episódio envolvendo os conflitos e o julgamento sobre as terras da Reserva Raposa do Sol, em Roraima.

"Em dezembro de 2008, cinco povos indígenas (macuxi, wapixana, ingaricó, patamona e taurepang), há 30 anos em disputa pela demarcação de suas terras nessa reserva, tiveram seus direitos defendidos pela advogada indigenista Joênia Batista de Carvalho. Índia wapixana, Joênia foi a primeira indígena a defender uma causa no Supremo Tribunal Federal. Acontecimento histórico, nas palavras da própria Joênia, que nos convida a refletir sobre a história dos índios em nosso país. Sem entrar no mérito da questão, cabe assinalar a atuação de Joênia que, formada em direito, atuou como defensora de seu próprio grupo. Participou do ritual do julgamento com a toga que a função exige e com o rosto pintado conforme as tradições de seu povo. Com coragem e determinação, defendeu os direitos dos índios, que acabaram ganhando a causa. Alguém duvida que ela seja índia?" (Almeida, 2010, p. 19).

De acordo com a interpretação da autora, é correto afirmar que o episódio é significativo porque evidencia o
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Q3878322 História
"A pesquisa de opinião pública é filha dos EUA da década de 1930, pois a extensão da 'pesquisa de amostragem' dos pesquisadores de mercado para a política teve início, essencialmente, com George Gallup em 1936. Entre os primeiros resultados dessa técnica está um que teria surpreendido todos os presidentes americanos antes de Franklin D. Roosevelt, e surpreenderá todos os leitores que foram criados depois da Segunda Guerra Mundial. Quando perguntados, em janeiro de 1939, quem os americanos queriam que ganhasse, se se irrompesse uma guerra entre União Soviética e a Alemanha, 83% foram a favor de uma vitória soviética, contra 17% de uma alemã” (Miller, In: Hobsbawm, 1995, p. 145).

É correto afirmar que, para Hobsbawm, no contexto da Segunda Guerra Mundial, a situação histórica descrita no fragmento citado foi excepcional e efêmera, pois evidencia a aliança entre
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Q3878321 História
"Em cinquenta anos de Revolução Industrial, a participação da classe operária no produto nacional provavelmente decresceu em relação à participação das classes proprietárias e profissionais. O trabalhador 'médio' permaneceu muito próximo a um nível de mera subsistência, numa época em que se via rodeado por evidências acerca do aumento da riqueza nacional[...] Em termos psicológicos, esta situação equivalia a um declínio no padrão de vida. Sua participação nos 'benefícios do progresso econômico' consistiu num maior número de batatas, em algumas roupas de algodão para sua família, sabão e velas, um pouco de chá e açúcar, e numa grande quantidade de artigos na Economic History Review" (Thompson, 1987, p. 184).
De acordo com Thompson (1987), avalie o que se afirma sobre as transformações econômicas, sociais e políticas a partir da Revolução Industrial.

I- Os dados brutos sinalizam para um aumento significativo da riqueza total, evidenciando uma evolução gradual da sociedade do ponto de vista físico e social.
II- Entre os anos de 1790 e 1840, embora houvesse uma ligeira melhoria dos padrões materiais médios, observaram-se a intensificação da exploração, maior insegurança e o aumento da miséria humana.
III- As inovações técnicas e a superabundância de mão de obra barata debilitaram a posição do artesão que sentia seu status e seu padrão de vida se deteriorando.
IV- Para o oficial tecelão, a prosperidade gerada pelo incremento da produção mecanizada, entre os anos de 1788 e 1803, foi acompanhada pela elevação sistemática do seu status e pela política de valorização salarial.
V- A evolução técnico-científica foi a causa do declínio da mortalidade infantil e do aumento da expectativa de vida para a classe trabalhadora em geral.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q3878320 História
"Se a economia do mundo do século XIX foi formada principalmente sob a influência da revolução industrial britânica, sua política e ideologia foram formadas fundamentalmente pela Revolução Francesa. A Grã-Bretanha forneceu o modelo para as ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas socioeconômicas tradicionais do mundo não-europeu; mas foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas ideias (...) e a política europeia (ou mesmo mundial) entre 1789 e 1917 ser em grande parte a luta a favor e contra os princípios de 1789, ou os ainda mais incendiários de 1793" (Hobsbawm, 2010, p. 97-98).

De acordo com esse autor, apresenta corretamente o legado da França revolucionária para a maior parte do mundo 
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Q3878318 História
"Nos países totalitários, a propaganda e o terror parecem ser duas faces da mesma moeda. Isso, porém, só é verdadeiro em parte. Quando o totalitarismo detém o controle absoluto, substitui a propaganda pela doutrinação e emprega a violência não mais para assustar o povo (o que só é feito nos estágios iniciais, quando ainda existe a oposição política), mas para dar realidade às suas doutrinas ideológicas e às suas mentiras utilitárias" (Arendt, 2012, p. 390).

O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?
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Q3878313 História
"Os termos feudalidade, feudalismo, Idade Média têm inúmeras conotações e mesmo entre os medievalistas seu emprego suscita graves discordâncias. Podemos utilizá-los como sinônimos, ou eles designam realidades distintas? Podemos separar, para cada um deles, um sentido restrito e um sentido amplo, que seria errado confundir? Pressentimos problemas por detrás destas divergências, mas quais?" (Le Goff; Schmidt, 2006, p. 437).

É correto afirmar que Le Goff e Schmidt (2006)
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Q3878312 História
É correto afirmar que Funari (2023), ao comparar a organização político-social grega e romana na Antiguidade clássica, defende a tese de que o conceito de cidadania
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Q3878311 História
Este é um fragmento de trecho do historiador romano, Lúcio Floro, que resumiu os objetivos e resultados das lutas da plebe em busca de direitos. No trecho reportado, apresenta uma visão positiva do povo, em pleno Império, sob Trajano ou Adriano, o que demonstra a força da importância da população para os romanos, mesmo em época de autocracia e poder pessoal do imperador. "Em meio a sedições, esse povo valoroso merece admiração. Lutou por sua liberdade, por sua honestidade, por sua dignidade de nascimento e também pelos cargos e honras, mas, acima de tudo, bateu-se de forma mais valente pela salvaguarda da liberdade. O povo não se deixou corromper pela propina, ainda que, em uma grande comunidade a cada dia maior, cidadãos perniciosos apareçam de vez em quando" (Floro. In: Funari, 2023, p. 92).

A sequência que apresenta corretamente as conquistas dos plebeus no processo de lutas sociais do segundo período da história política de Roma na Antiguidade (509 a.C – 27 a.C), de acordo com Funari (2023), é:
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Q3878310 História
Este é um fragmento da fala de Rafael Printz Viana, morador da comunidade quilombola do Abui, no alto Trombetas/Pará: “a floresta é, como nós a chamamo essa música – nossa mãe cachoeira – assim nós chamamo também nossa mãe floresta, nossa mãe porque dela tiramos pode se dizer de um tudo, desde a saúde […] Então quer dizer, nossa mãe floresta é vida” (Funes, In: Reis; Gomes, 1996, p.550).

Sobre a relação quilombola/meio ambiente na Amazônia, interpretada por Funes (1996), está correto afirmar, EXCETO que
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Q3878309 História
"A praia estava deserta. Não havia ninguém ao longo da enseada nem das densas matas que a cercavam. A areia, porém, se encontrava repleta de pegadas, num sinal claro de que a terra era habitada. Tal evidência não impediu que os marujos recém-desembarcados gravassem seus nomes e os de seus navios nas árvores e nas rochas costeiras e, a seguir, imprimissem o dia, o mês e o ano de seu desembarque, tomando posse daquele território em nome da Coroa de Castela […] Ironicamente, o mau tempo acabaria permitindo a Pinzón realizar uma das mais rápidas travessias entre Cabo Verde e o Brasil. Suas caravelas gastaram apenas 13 dias para cobrir uma distância de 1.400 milhas náuticas (ou cerca de 2.390 quilômetros) – trajeto que custaria cerca de um mês de viagem a todas as expedições subsequentes [...]" (Bueno, 2016, p. 11-15).

É correto afirmar que Bueno (2016) 
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Q3878308 História
"Quilombos, palenques, maroons são diferentes denominações para o mesmo fenômeno nas diversas sociedades escravistas nas Américas: os grupos organizados de negros fugidos. No Brasil, esses agrupamentos também eram chamados de mocambos. Fugir do senhor e se juntar a outros rebeldes foi uma estratégia de luta desde que os primeiros tumbeiros aportaram na costa brasileira até as vésperas da abolição" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p. 118).

Sobre as fugas dos escravos e formação dos quilombos, é correto afirmar que Albuquerque (2006) defende a tese de que
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Q3878306 História
"Para a Unesco, 2019 é o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos, que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar toda coisa toda , o desenvolvimento sustentável" (Krenak, 2020, p.23).

A esse respeito, é correto afirmar que Krenak (2020) defende a tese de que
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Q3878304 História
"O africano Mahommah G. Baquaqua viveu a experiência do tráfico e relatou em um livro publicado em 1854: ‘Quando estávamos prontos para embarcar, fomos acorrentados uns aos outros e amarrados com cordas pelo pescoço e assim arrastados para a beira do mar. O navio estava a alguma distância da praia. Nunca havia visto um navio antes e pensei que fosse algum objeto de adoração do homem branco. Imaginei que seríamos todos massacrados e que estávamos sendo conduzidos para lá com essa intenção. Temia por minha segurança e o desalento se apossou quase inteiramente de mim. Uma espécie de festa foi realizada em terra firme naquele dia. Aqueles que remaram os barcos foram fartamente regalados com uísque e, aos escravos, serviam arroz e outras coisas gostosas em abundância. Não estava ciente de que esta seria minha última festa na África. Não sabia do meu destino. Feliz de mim que não sabia. Sabia apenas que era um escravo, acorrentado pelo pescoço, e devia submeter-me prontamente e de boa vontade, acontecesse o que acontecesse. Isso era tudo quanto eu achava que tinha o direito de saber[...] Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres do outro. O porão era baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou a sentar no chão. Noite e dia eram iguais para nós, o sono nos sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos. Ficamos desesperados com o sofrimento e a fadiga. Oh! A repugnância e a imundície daquele lugar horrível nunca serão apagadas da minha memória. Não: enquanto a memória mantiver seu posto nesse cérebro distraído, lembrarei daquilo. Meu coração até hoje adoece ao pensar nisto" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p. 48).

É correto afirmar que, em suas pesquisas sobre o tráfico negreiro, Albuquerque (2006) evidencia
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Q3878301 História
"A presença humana na Amazônia é tão antiga quanto em outras áreas da América do Sul, pelo menos no que se refere à época de transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, ao redor de 12 mil anos atrás. Essas evidências são importantes porque mostram que não houve impedimentos à ocupação da floresta tropical por grupos que não praticavam a agricultura, ao contrário do proposto por antropólogos como Bailey e Headland nos anos 1980" (Neves, 2022. p. 55).
Sobre o fragmento apresentado, avalie o que se afirma ser tese defendida pelo autor.

I- É impossível enquadrar as sociedades amazônicas em categorias fechadas ou mutuamente excludentes, como “caçadores-coletores” ou “agricultores”.
II- As sociedades agricultoras sucederam as sociedades caçadoras-coletoras na cadeia evolutiva.
III- Estratégias baseadas na diversificação parecem ter sido próprias dos modos de vida da região desde o começo da ocupação.
IV- Devido à pobreza dos solos e à escassez de proteína animal, os povos da Amazônia antiga adotaram modos de vida de caçadores-coletores nômades.
V- Evidências etnográficas sobre os Parakanã, um grupo tupi-guarani do leste do Pará, sinalizam alternâncias entre modos de vida, com ênfase maior na caça e coleta ou na agricultura.

É correto apenas o que se afirma em
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Q3878300 História
"Talvez a lição mais importante trazida pela arqueologia amazônica nas últimas décadas tenha sido mostrar que não existe na região nenhuma barreira natural à ocupação humana, à inovação e à invenção. Ao contrário, se fizermos uma história comparativa dos povos ameríndios, verificaremos que algumas das plantas mais importantes domesticadas no Novo Mundo o foram na Amazônia ou em suas adjacências nas terras baixas. O mesmo vale para a cerâmica, como já vimos. Solos de terra preta indicam a capacidade de modificação da paisagem, e a presença de sítios de grande porte interligados por redes de estradas mostram que houve períodos de adensamento demográfico com algum tipo de hierarquia. A arqueologia nos revela hoje que nada era impeditivo na Amazônia" (Neves, 2022.p. 188-189).

Ao investigar a História da Amazônia antiga, por meio da arqueologia, é correto afirmar que Neves (2022) legitima
Alternativas
Respostas
1021: C
1022: D
1023: B
1024: D
1025: D
1026: B
1027: E
1028: A
1029: C
1030: B
1031: B
1032: E
1033: C
1034: E
1035: D
1036: B
1037: C
1038: D
1039: C
1040: A