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(PAZZINATO, Alceu Luiz; SENISE, Maria H. Valente. História Moderna e Contemporânea. São Paulo: Ática. p. 16.)
Considerando que a formação dos Estados Nacionais no mundo moderno envolveu uma série de transformações políticas e sociais, assinale a afirmativa correta.
(PINSKY, Jaime et al. História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2013. p. 151.)
Considere as afirmativas a seguir sobre os processos de redemocratização na América Latina no final do século XX e assinale a correta.
(LENHARO, Alcir. Nazismo. O triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 11)
Com base nos fundamentos ideológicos e práticas políticas do nazifascismo, assinale a afirmativa correta.
(BURNS, Edward McNall. História da civilização ocidental: do homem das cavernas até a bomba atômica. Rio de Janeiro: Globo, 1964. p. 98.)
A civilização mesopotâmica foi uma das mais antigas e influentes na Antiguidade oriental. A esse respeito, marque a afirmativa correta.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 245.)
Analise as afirmativas a seguir sobre a Primeira República (1889-1930) no Brasil e assinale a correta.
(LE GOFF, Jacques. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. p. 66.)
A formação do Ocidente cristão envolveu a construção de diversas instituições nas cidades e a consolidação da Igreja. Considerando esse contexto, assinale a afirmativa correta.
(HARARI, Yuval Noah. Sapiens – uma breve história da humanidade. Porto Alegre: L&PM, 2016. p. 94.)
Sobre o processo de sedentarização humana, assinale a afirmativa correta.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. p. 49.)
Roma legou diversas inovações à civilização ocidental. Nesse sentido, é correto afirmar que
(PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008. p. 13.)
A partir da crítica à narrativa linear tradicional, surgiram novas interpretações sobre o tempo histórico, em especial a partir dos trabalhos da Escola dos Annales. Sobre essas diferentes formas de compreender a produção do saber histórico e as temporalidades, assinale a alternativa correta.
(NUNES, Odilon. Pesquisa para a história do Piauí: pré-história. Primeiros contatos com a terra. Teresina: FUNDAPI/Fund, Mons. Chaves, 2007. p. 55.)
Com base nas controvérsias historiográficas e arqueológicas sobre o povoamento do continente americano, especialmente a partir dos achados no território piauiense e das interpretações como a de Odilon Nunes, indique a opção correta.
Essa descrição refere-se
“É fácil avaliar a terrível força da engrenagem que se compõe de agências de notícias, agências de publicidade e cadeias de jornais e revistas, sua influência política, sua capacidade de modificar a opinião, de criar e manter mitos ou de destruir esperanças e combater aspirações. [...] Sem considerar esses dados, que a fria realidade apresenta, é impossível, entretanto, discutir problemas como o da liberdade de imprensa, aspecto parcial do problema da liberdade de pensamento.”
(SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa brasileira. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1966. Col. Retratos do Brasil. Vl. 51. P. 6)
Sobre o sistema de comunicação no Brasil, é correto afirmar que
“Sobranceiros os chefes ao eleitorado, passivo e inconsciente na soberania das atas falsas e das eleições a bico-de-pena, libertos de compromissos com os partidos, as decisões políticas obedecem a combinações e arranjos elitários, maquiavélicos. O problema do político era o poder, só o poder, para os chefes e para os Estados, sem programas para atrapalhar ou ideologias desorientadoras.”
(FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Globo. 2001. p. 691-692)
A partir da advertência feita por Faoro, é correto afirmar:
Documento 1
“Contra o inimigo em fuga não usam mais os agudos dardos, mas valem-se de pesados espadões de madeira preta; correm com velocidade incrível, saltam inteiramente nus por entre espinhos e cardos, lançando horrendos brados e acometem os opositores em tal alvoroço, derrubando-os entre cantares e danças, correndo novamente, como acima mencionado, com grandes berros para o meio dos seus, invocando incontinenti o demônio a quem, sem demora, tudo anunciam em relação à batalha travada.
(WAGENER, Zacharias. “Thierbuch”. Brasil Holandês. Volume II. Rio de Janeiro: Editora Index, 1997, p.168)
Documento 2
“Não é bem que passemos já do rio da Paraíba, onde se acaba o limite por onde reside o gentio potiguar, que tanto mal tem feito aos moradores das capitanias de Pernambuco e Itamaracá [...] pela banda do Rio Grande são fronteiriços dos tapuias, que é gente mais doméstica, com quem estão às vezes de guerra e às vezes de paz, e se ajudam uns aos outros contra os tabajaras, que vizinham com eles pela parte do sertão.”
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil em 1587 (1851), p. 337.) Disponível em: <htttp.dominiopublico.gov.br/dowload/texto/me0003015.pdf> Acesso em 10/04/2025.
Ao analisar os documentos que descrevem as perspectivas dos dois observadores acerca dos grupos indígenas da capitania do Rio Grande no período da colonização, conclui-se que tais pontos de vista
“A história chegou tarde a praticamente todos os outros encontros entre o homem e a vida selvagem. Quando Colombo fez a primeira vistoria da costa antilhana, mais de dez mil anos de ocupação humana já a haviam transformado de maneira incomensurável, até para os mais dedicados esforços arqueológicos. [...] Por isso os europeus em seu Novo Mundo encontraram uma natureza mais pura que a dos outros pontos dos trópicos e, assim, uma parte muito maior do processo de degradação ocorreu em uma era de registros escritos.”
(DEAN, Warren. A ferro e fogo: a história da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo, Companhia das Letras, 1996, p.23)
A partir das informações do excerto, é correto afirmar que
Documento 1
[...] para certas atividades, como a de caçar, pescar ou pilotar canoa, que já exercia quando livre, o índio mostrou ser um bom escravo. Por isso, houve sempre a escravidão indígena [...] para a agricultura, porém, tiveram os portugueses de recorrer à escravidão africana, pois os negros já viviam na África na condição de escravos e eram muito mais resistentes que os índios.”
(HERMIDA, Antônio José Borges. Compêndio de história do Brasil. Companhia Editora Nacional. 10° Ed. São Paulo,l1963.
Documento 2
No Brasil, durante os períodos imperial e colonial, é possível perceber que houve um grande desprezo pelo trabalho, principalmente o braçal. [...] no que diz respeito à mão de obra, os portugueses, inicialmente, optaram pela escravização dos povos nativos e, em seguida, dos africanos. Durante o primeiro século da colonização, a mão de obra indígena foi largamente utilizada em todos os trabalhos. No entanto, a opção pelos africanos garantiu lucro aos traficantes de escravos e a consequente sustentação da economia brasileira por mais de três séculos.
(MOCELIN, Renato; CAMARGO, Rosiane de. História em debate. São Paulo. Editora do Brasil, 2016, p.133 (Coleção História em Debate V.1)
Considerando as correspondências e as contradições contidas nos dois documentos e que estas permitem subsidiar debates sobre o fazer do historiador e sobre os desafios do trabalho com documentos escritos, deve-se concluir que