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O Bielefeld Academic Search Engine (BASE), uma iniciativa de acesso aberto à informação científica, constitui um provedor de serviços que, por meio de interface web, disponibiliza serviço de pesquisa que propicia busca simultânea de informações em metadados de bibliotecas digitais, periódicos científicos, repositórios institucionais e repositórios temáticos.
Repositórios institucionais e repositórios temáticos, em razão de exercerem a função de provedores de dados no modelo de arquivos abertos, não são indexados pelo Google Scholar, pois o protocolo de comunicação que utilizam, o OAI-PMH, é compatível com provedores de serviços, como o OAISTER.
A ética nas profissões da informação está relacionada com a incorporação de padrões morais na conduta dos profissionais envolvidos com a disseminação da informação, visando orientar a atuação dos que exercem essas profissões.
Profissional da informação é aquele que faz da informação o seu objeto de trabalho. Os arquivistas, os museólogos, os administradores, os analistas de sistemas, os comunicadores, os documentalistas, os bibliotecários, os profissionais ligados à informática e às tecnologias da informação são profissionais da informação.
De acordo com o que dispõe a legislação atual sobre a profissão de bibliotecário, o exercício dessa profissão, em qualquer de seus ramos, somente será permitido aos bacharéis em biblioteconomia e aos bacharéis em ciências sociais e humanas, desde que estes sejam também portadores de diploma de mestrado ou doutorado em biblioteconomia ou ciência da informação.
Os bibliotecários são os responsáveis pela organização da informação contida em livros, periódicos e outros tipos de documentos em suporte convencional no âmbito das bibliotecas; os cientistas da informação ocupam-se da organização da informação em suporte digital, independentemente do tipo de documento e do ambiente.
A biblioteconomia, diferentemente da arquivologia e da museologia, áreas voltadas à dimensão histórica da informação, sofre impactos diretos dos avanços das tecnologias de informação e comunicação.
Um dos fatores que contribuíram para o amadurecimento da ciência da informação como área do conhecimento foi o caráter unívoco de seu objeto de investigação: a informação.
Diferentemente do dado e da informação, o conhecimento é passível de registro ou codificação em diversas formas, de duplicação e reprodução ad infinitum, podendo ser transmitido por diversos meios, conservado e armazenado em diversos suportes, medido e quantificado, organizado, processado e reorganizado segundo diversos critérios e recuperado quando necessário segundo regras preestabelecidas.
Em ciência da informação, a informação é abordada como conhecimento inscrito ou gravado na forma escrita, impressa ou digital, nas formas oral ou audiovisual.
Define-se a ciência da informação como um campo dedicado, entre outras, às questões científicas voltadas para os problemas da efetiva comunicação do conhecimento e de seus registros entre os seres humanos, no contexto social, institucional e individual do uso e das necessidades de informação.
A ciência da informação é uma área do conhecimento cuja prática profissional é exercida por bibliotecários, arquivistas e museólogos. Ou seja, a ciência da informação preocupa-se com os fundamentos teórico-conceituais; a biblioteconomia, a arquivologia e a museologia preocupam-se com o contexto de aplicação e a prática profissional.
Nas bibliotecas universitárias, exige-se a aquisição máxima de três exemplares por título de livro que conste na bibliografia básica das disciplinas dos cursos da universidade, ressalvados os casos previstos na política de seleção.
A formalização de políticas de desenvolvimento de coleções possibilita que a coleção cresça, qualitativa e quantitativamente, e que sejam estabelecidas as diretrizes para aquisição e seleção de materiais. No entanto, não há recomendações acerca de formatos cobertos ou políticas de descarte nesse tipo de documento.
Instrumentos auxiliares da seleção, como catálogos de editores e resenhas, devem ser cotejados com os objetivos específicos da coleção.
Relacionados com a indexação por atribuição, tesauros, esquemas de classificação bibliográfica e listas de cabeçalho de assuntos são tipos de vocabulários controlados, pois controlam sinônimos, agrupam termos afins e distinguem homógrafos, porém empregam diferentes metodologias para atingir estes objetivos.
Uma indexação exaustiva refere-se à extensão com que o conteúdo de uma obra é coberto pelos termos utilizados na indexação. Ela resulta em menor precisão nas buscas e é mais cara que a indexação seletiva.
Resumos críticos, também chamados de resenhas, caracterizam-se por apresentar a análise crítica de um documento e são redigidos por especialistas.
KWIC e KWOC são exemplos de índices alfabéticos, não sistemáticos; neles os termos de indexação são organizados de acordo com um sistema de classificação.
O AACR2 possui uma variedade de instruções sobre notas, entre elas, aquela relativa à edição e ao histórico de um recurso de informação e quando aplicável a um periódico científico que teve seu título modificado e é continuado por outro título.