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Q3606051 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Jonas e Tiago, 33 e 32 anos, compareceram para terapia de casais a fim de lidar com o conflito crescente envolvendo a questão de morarem juntos. Jonas descreveu uma busca por apartamento que durou vários meses e que considerou "angustiante" devido à rigidez de Tiago no cumprimento do seu horário de trabalho e à sua lista "interminável" de requisitos para o apartamento. Eles não conseguiam tomar uma decisão e, por fim, resolveram simplesmente dividir o apartamento em que Tiago já morava. Para a mudança do parceiro para seu apartamento, Tiago se recusou a contratar uma empresa de mudanças para levar os pertences do namorado e insistiu em embalar pessoalmente e fazer um inventário de todos os itens que o namorado estava levando. Assim que os objetos foram transportados para o apartamento do casal, Jonas começou a reclamar das "regras malucas" de Tiago sobre onde os objetos poderiam ser colocados na prateleira, para qual direção os cabides do armário deveriam ficar voltados, e se suas roupas podiam se misturar. Além disso, um problema particularmente significativo era a queixa de Jonas que mal havia espaço para seus pertences porque Tiago nunca jogava nada fora. Ambos negaram história familiar de doença mental.
A melhor estratégia para ajudar Tiago a lidar com seus sintomas e favorecer o sucesso da relação conjugal é:
Alternativas
Q3606050 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Jonas e Tiago, 33 e 32 anos, compareceram para terapia de casais a fim de lidar com o conflito crescente envolvendo a questão de morarem juntos. Jonas descreveu uma busca por apartamento que durou vários meses e que considerou "angustiante" devido à rigidez de Tiago no cumprimento do seu horário de trabalho e à sua lista "interminável" de requisitos para o apartamento. Eles não conseguiam tomar uma decisão e, por fim, resolveram simplesmente dividir o apartamento em que Tiago já morava. Para a mudança do parceiro para seu apartamento, Tiago se recusou a contratar uma empresa de mudanças para levar os pertences do namorado e insistiu em embalar pessoalmente e fazer um inventário de todos os itens que o namorado estava levando. Assim que os objetos foram transportados para o apartamento do casal, Jonas começou a reclamar das "regras malucas" de Tiago sobre onde os objetos poderiam ser colocados na prateleira, para qual direção os cabides do armário deveriam ficar voltados, e se suas roupas podiam se misturar. Além disso, um problema particularmente significativo era a queixa de Jonas que mal havia espaço para seus pertences porque Tiago nunca jogava nada fora. Ambos negaram história familiar de doença mental.
Qual o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606049 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes de morar na rua trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola", e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack, para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para transferência do paciente para o CAPSad do território.
No caso de transferência do paciente para um CAPS, qual deveria ser a melhor modalidade para assumir o cuidado este paciente?
Alternativas
Q3606047 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes de morar na rua trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola", e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack, para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para transferência do paciente para o CAPSad do território.
Qual é o diagnóstico mais provável apresentado pelo paciente durante a internação?
Alternativas
Q3606046 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 15 anos, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe com queixa de timidez excessiva. Mostrou-se bastante reservada durante o atendimento e afirmou que se sentia constantemente tensa. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa por receio de ter que a interagir com pessoas alheias a seu convívio familiar. Teve uma infância marcada por violência na escola. Estudou em uma mesma escola desde a educação infantil e fora alvo de constrangimentos e ofensas por um grupo de colegas por vários anos. Diariamente, esses colegas voltavam-se para ela chamando-a de "idiota", "feia" e "louca". Não conseguia identificar recursos para se proteger. Em uma ocasião mencionou para a mãe "casualmente" que gostaria de trocar de escola, mas o comentário foi tão discreto que sua mãe não valorizou o pedido. A paciente sofria em silêncio, chorando até dormir na maioria das noites. Ao final do ensino fundamental, a adolescente foi transferida para uma nova escola. Embora o bullying tivesse parado, os eventos de violência persistiam bastante vívidos em sua memória. No momento da consulta a adolescente comentou em reservado que contemplava o suicídio "o tempo todo" há pelo menos dois anos.
Caso fosse instituída terapêutica medicamentosa para a paciente com citalopram 40mg/dia, qual dos efeitos colaterais a seguir deveria ser monitorado pelo prescritor:
Alternativas
Q3606045 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 15 anos, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe com queixa de timidez excessiva. Mostrou-se bastante reservada durante o atendimento e afirmou que se sentia constantemente tensa. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa por receio de ter que a interagir com pessoas alheias a seu convívio familiar. Teve uma infância marcada por violência na escola. Estudou em uma mesma escola desde a educação infantil e fora alvo de constrangimentos e ofensas por um grupo de colegas por vários anos. Diariamente, esses colegas voltavam-se para ela chamando-a de "idiota", "feia" e "louca". Não conseguia identificar recursos para se proteger. Em uma ocasião mencionou para a mãe "casualmente" que gostaria de trocar de escola, mas o comentário foi tão discreto que sua mãe não valorizou o pedido. A paciente sofria em silêncio, chorando até dormir na maioria das noites. Ao final do ensino fundamental, a adolescente foi transferida para uma nova escola. Embora o bullying tivesse parado, os eventos de violência persistiam bastante vívidos em sua memória. No momento da consulta a adolescente comentou em reservado que contemplava o suicídio "o tempo todo" há pelo menos dois anos.
Considerando a experiência associado ao bullying,
Alternativas
Q3606044 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 15 anos, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe com queixa de timidez excessiva. Mostrou-se bastante reservada durante o atendimento e afirmou que se sentia constantemente tensa. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa por receio de ter que a interagir com pessoas alheias a seu convívio familiar. Teve uma infância marcada por violência na escola. Estudou em uma mesma escola desde a educação infantil e fora alvo de constrangimentos e ofensas por um grupo de colegas por vários anos. Diariamente, esses colegas voltavam-se para ela chamando-a de "idiota", "feia" e "louca". Não conseguia identificar recursos para se proteger. Em uma ocasião mencionou para a mãe "casualmente" que gostaria de trocar de escola, mas o comentário foi tão discreto que sua mãe não valorizou o pedido. A paciente sofria em silêncio, chorando até dormir na maioria das noites. Ao final do ensino fundamental, a adolescente foi transferida para uma nova escola. Embora o bullying tivesse parado, os eventos de violência persistiam bastante vívidos em sua memória. No momento da consulta a adolescente comentou em reservado que contemplava o suicídio "o tempo todo" há pelo menos dois anos.
Considerando a abordagem da ideação suicida, qual a postura mais apropriada pelo psiquiatra?
Alternativas
Q3606043 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 15 anos, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe com queixa de timidez excessiva. Mostrou-se bastante reservada durante o atendimento e afirmou que se sentia constantemente tensa. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa por receio de ter que a interagir com pessoas alheias a seu convívio familiar. Teve uma infância marcada por violência na escola. Estudou em uma mesma escola desde a educação infantil e fora alvo de constrangimentos e ofensas por um grupo de colegas por vários anos. Diariamente, esses colegas voltavam-se para ela chamando-a de "idiota", "feia" e "louca". Não conseguia identificar recursos para se proteger. Em uma ocasião mencionou para a mãe "casualmente" que gostaria de trocar de escola, mas o comentário foi tão discreto que sua mãe não valorizou o pedido. A paciente sofria em silêncio, chorando até dormir na maioria das noites. Ao final do ensino fundamental, a adolescente foi transferida para uma nova escola. Embora o bullying tivesse parado, os eventos de violência persistiam bastante vívidos em sua memória. No momento da consulta a adolescente comentou em reservado que contemplava o suicídio "o tempo todo" há pelo menos dois anos.
Qual é o diagnóstico mais provável pela queixa descrita acima?
Alternativas
Q3606042 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Considerando que o suicídio cometido pelo jovem tenha sido por uso de medicação psicotrópica, qual a maior probabilidade de letalidade entre as opções abaixo:
Alternativas
Q3606041 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Considerando o suicídio do filho do paciente, considere os itens abaixo:
Alternativas
Q3606040 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Dentre a opções, qual seria a melhor opção terapêutica como primeira linha de tratamento:
Alternativas
Q3606039 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 60 anos, comerciante, compareceu para consulta com psiquiatra duas semanas após a morte por suicídio do filho de 24 anos. O jovem, que sofria de depressão maior e transtorno por uso de substâncias, foi encontrado rodeado por vários frascos de comprimidos vazios e um bilhete suicida com menção a vários familiares e amigos. O paciente muito próximo de seu filho e imediatamente sentiu-se devastado, como se sua vida houvesse perdido o sentido. Sentia-se triste persistentemente, retraiu-se da vida social de rotina e não conseguia concentrar-se no trabalho. Referiu problemas para dormir: estava acordando às 4:00 e ficava olhando para o teto, sentindo-se oprimido por fadiga, tristeza e sentimento de autocomiseração. Esses sintomas melhoravam durante o dia, mas também sentia falta de autoconfiança, de apetite sexual e de entusiasmo de forma persistente.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606037 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 51 anos, portadora de dor crônica nas costas há 13 meses após queda de altura por tentativa de suicídio. Teve múltiplas fraturas e uma internação prolongada pela dificuldade em controlar sua dor persistente nas costas. Nas avaliações prévias pela ortopedia, os achados clínicos e radiológicos eram incompatíveis com as queixas da paciente. A consulta com o psiquiatra, apresentou-se com cabelos grisalhos despenteados e óculos escuros, sentada em uma cadeira de rodas. Queixou-se da falta de solidariedade das pessoas para com sua condição. Não conseguira retomar o trabalho desde o acidente devido à dor e queixa-se da conduta dos peritos que havia avaliado-a: "Esses médicos ficam me dizendo que estou bem para voltar a trabalhar. Eles não acreditam em mim, não sabem pelo que estou passando. Acham que estou mentindo". Não há histórico pessoal de adoecimento psiquiátrico antes do acidente. Teste de Rorschach indicou traços de personalidade anancástica e histriônica. 
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3604619 Psiquiatria
Os Transtornos de Tique são comuns na infância e adolescência e podem causar sofrimento importante e prejuízo na qualidade de vida. Entende-se que há uma base neurobiológica, orgânica, para esse grupo de transtornos, com envolvimento dos circuitos córtico-estriado-tálamo-corticais e com um forte componente genético. O tratamento específico do transtorno de Tique envolve:

I.A terapia comportamental, a terapia de reversão de hábito, a exposição e a prevenção de resposta.
II.Os medicamentos, como a clonidina, a sulpirida, o baclofeno e o topiramato.
III.A restrição da guanfacina, iniciada a 0,25 mg na hora de dormir sem aumento gradual.
IV.Simplesmente o fármaco de quarta linha, o haloperidol, faixa terapêutica 0,5 a 3 mg/dia.
V.A intervenção comportamental abrangente para tiques (ICAT).

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3604616 Psiquiatria
Sobre os transtornos de ansiedade social em crianças e adolescentes, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3604615 Psiquiatria
Os tiques são eventos neuropsiquiátricos caracterizados por breves movimentos motores ou vocalizações rápidas, em geral realizados em resposta a desejos premonitórios irresistíveis. Sobre os diagnósticos diferenciais para o transtorno do tique e as opções de tratamento para essa condição, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3604613 Psiquiatria
Sobre o comportamento suicida em crianças e adolescente, analise as afirmativas:

I.Cada tentativa de suicídio é de grande importância, obrigando a rápidas e apropriadas intervenções. Uma vez removida a ameaça imediata à vida, deve-se pensar na necessidade de hospitalização. Isso depende do equilíbrio entre o grau de risco e a capacidade de apoio da família.

II.Incidentes suicidas são sempre precedidos de alterações do comportamento que são facilmente identificáveis (p. ex., desânimo, autoestima baixa, alterações do sono e apetite, incapacidade de concentrar-se, negligência escolar, queixas somáticas e preocupação suicida) que frequentemente levam a criança ou o adolescente à consulta médica.

III.Para o tratamento nesse contexto, é essencial a reconstrução moral e o restabelecimento do equilíbrio emocional da família. Uma resposta negativa de falta de apoio por parte dos pais é um sério obstáculo e sugere a necessidade de uma intervenção mais radical, como morar fora de casa.

IV.Alguns fatores podem contribuir para o aumento das tentativas de suicídio, incluindo aumento da depressão na adolescência, sobretudo em meninas, e aumento das taxas de suicídio entre adultos.

V.Familiares das crianças e dos adolescentes que cometeram suicídio têm reações complicadas ao suicídio, incluindo luto, culpa e depressão. Aconselhamento pode ajudá-los a entender o contexto psiquiátrico do suicídio, refletir e reconhecer as dificuldades da criança antes do suicídio.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3604612 Psiquiatria
São fatores de risco perinatal relacionados à esquizofrenia em crianças e adolescentes:

I.Exposição a determinados fármacos ou substâncias (p. ex., cannabis) durante um período vulnerável.
II.Doenças genéticas (particularmente aquelas que aumentam o risco de início na infância).
III.Lesão cerebral na infância.
IV.Desnutrição pré-natal.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3604610 Psiquiatria
Sobre as fases iniciais do desenvolvimento humano, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3604609 Psiquiatria
Sobre o transtorno de ansiedade de separação em crianças, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
3501: C
3502: B
3503: B
3504: B
3505: A
3506: C
3507: B
3508: A
3509: D
3510: A
3511: C
3512: B
3513: B
3514: E
3515: A
3516: D
3517: C
3518: D
3519: B
3520: A