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(Adaptado de Ciência e Tecnologia de Alimentos, volume 18, número 3, Campinas / 1998.)
Ka1 H2 CO3 = 4,5 x 10-7 e Ka2 H2 CO3 = 5,4 x 10-11 Log 1,5 = 0,18 ; log 2 = 0,30 e log 3 = 0,48
(Adaptado de Ciência e Tecnologia de Alimentos, volume 18, número 3, Campinas / 1998.)
Dados: ln 2 = 0,693 e ln 5 = 1,609
Dado: KPS Cd(OH) 2 = 3,2 x 10-14 e log 2 = 0,30
Dados: Valor enérgico em kJ . g-1: proteínas e carboidratos = 17 ; lipídios = 38 Energia de ligação em kJ . mol -1 : C – H : 412 ; O = O : 496 ; C = O : 743 ; H – O : 463
O cerrado brasileiro é uma região onde o relevo predominantemente plano facilita o uso de máquinas agrícolas que desmatam rapidamente grandes extensões de área natural. Abrigando uma vasta diversidade de espécies e importantes bacias hidrográficas, sua rápida ocupação torna-se preocupante, podendo gerar impactos ambientais irreversíveis. Uma das principais ameaças à biodiversidade do cerrado é a monocultura intensiva de grãos, dos quais a soja, com seus insumos, representa a principal cultura em área plantada. O glifosato é um herbicida sistêmico não seletivo pós-emergente e, devido a ser eficiente na eliminação de ervas daninhas e possuir uma baixa toxicidade aos que o manipulam, figura entre os principais agrotóxicos utilizados na cultura da soja na região do cerrado brasileiro. Apesar de ser citado como pouco tóxico, há evidências de efeitos deletérios no ambiente após uso prolongado, devido à resistência adquirida por algumas espécies de ervas. Adicionalmente, é necessário atentar-se para outro risco, visto que a formulação mais comercializada no País contém um surfactante com significativa ação irritativa dermatológica, conhecido como POEA (polietoxietileno amina). O modo primário de ação do glifosato se dá por inibição competitiva da enzima essencial na síntese de aminoácidos aromáticos necessários para o metabolismo de erva daninha, isto é, essenciais à síntese protéica da planta. O ácido aminometilfosfônico (AMPA) é o principal metabólito do glifosato. Composto resultante de sua degradação por microrganismos, embora de baixa toxicidade, apresenta meia-vida em solo várias vezes maior que o glifosato, daí a importância em se desenvolver métodos de extração e análise tanto para glifosato como para AMPA.
(Adaptado de Química nova, Volume 29 nº 6, p. 1372-1376, 2006.)
O cerrado brasileiro é uma região onde o relevo predominantemente plano facilita o uso de máquinas agrícolas que desmatam rapidamente grandes extensões de área natural. Abrigando uma vasta diversidade de espécies e importantes bacias hidrográficas, sua rápida ocupação torna-se preocupante, podendo gerar impactos ambientais irreversíveis. Uma das principais ameaças à biodiversidade do cerrado é a monocultura intensiva de grãos, dos quais a soja, com seus insumos, representa a principal cultura em área plantada. O glifosato é um herbicida sistêmico não seletivo pós-emergente e, devido a ser eficiente na eliminação de ervas daninhas e possuir uma baixa toxicidade aos que o manipulam, figura entre os principais agrotóxicos utilizados na cultura da soja na região do cerrado brasileiro. Apesar de ser citado como pouco tóxico, há evidências de efeitos deletérios no ambiente após uso prolongado, devido à resistência adquirida por algumas espécies de ervas. Adicionalmente, é necessário atentar-se para outro risco, visto que a formulação mais comercializada no País contém um surfactante com significativa ação irritativa dermatológica, conhecido como POEA (polietoxietileno amina). O modo primário de ação do glifosato se dá por inibição competitiva da enzima essencial na síntese de aminoácidos aromáticos necessários para o metabolismo de erva daninha, isto é, essenciais à síntese protéica da planta. O ácido aminometilfosfônico (AMPA) é o principal metabólito do glifosato. Composto resultante de sua degradação por microrganismos, embora de baixa toxicidade, apresenta meia-vida em solo várias vezes maior que o glifosato, daí a importância em se desenvolver métodos de extração e análise tanto para glifosato como para AMPA.
(Adaptado de Química nova, Volume 29 nº 6, p. 1372-1376, 2006.)

Considerando-se o texto e as moléculas do glifosato e do AMPA acima, são feitas as seguintes afirmativas:
Das afirmativas acima, são verdadeiras apenas:
I – O glifosato é classificado como uma glicina substituída e também como um herbicida organofosforado.
II – Devido ao grupamento cromóforo P(OH)2 O do glifosato e do AMPA, é possível chegar a suas determinações satisfatoriamente utilizando-se cromatografia de alta eficiência com detector de UV-visível.
III – É possível que o uso de surfactante nas novas formulações de herbicidas à base de glifosato se dê em função de sua molécula lhe conferir alta lipofilicidade e baixa solubilidade em água, facilitando a absorção foliar dos inibidores da enzima essencial à síntese de aminoácidos aromáticos.
IV – Na determinação do glifosato em amostras, utiliza-se a cromatografia líquida de alta eficiência com detector de fluorescência, seguida da derivação pós-coluna do glifosato em um composto fluorescente.
V – Os herbicidas comercializados no Brasil à base de glifosato são menos tóxicos que o próprio glifosato puro.
I. O aumento da temperatura global média tem sido proporcional ao aumento do dióxido de carbono encontrado na atmosfera.
II. Entre os gases responsáveis pelo efeito estufa, encontra- se o dióxido de carbono, óxido nitroso e o metano.
III. O vapor de água presente na atmosfera também contribui para o efeito estufa.
IV. A queima de combustíveis fósseis contribui para o aumento do efeito estufa
V. Se não existissem gases presentes na atmosfera causadores do efeito estufa, a temperatura da superfície do planeta seria muito baixa impossibilitando a existência de vida na forma que conhecemos.
I. Tanto as moléculas de sabão como as de detergente reagem com as gorduras quebrando a cadeia carbônica destes compostos e, desta forma, aumentando sua solubilidade em água.
II. A diferença entre detergentes sulfonados biodegradáveis e não-biodegradáveis são as estruturas das cadeias laterais, enquanto que no detergente biodegradável esta cadeia é linear, no detergente não biodegradável esta cadeia é ramificada.
III. Tanto as moléculas dos detergentes como as dos de sabões possuem uma parte hidrofílica e uma parte hidrofóbica.
IV. Na reação para a obtenção de sabão comum, os glicerídeos (gorduras de fonte animal) reagem com soda cáustica produzindo glicerol mais o sabão propriamente dito.
V. As moléculas de sabões e detergentes formam micelas com superfícies hidrofóbicas.
É correto o que se afirma APENAS em
Julgue o item seguinte com relação ao gás natural (GN) e ao gás liquefeito de petróleo (GLP).
O GN é obtido a partir de reservatórios de petróleo e de gás
não-associados, sendo composto principalmente por etano.
Por sua vez, o GLP é produzido a partir da destilação de
petróleo e pelo processamento de gás natural, sendo
composto basicamente por propano e butano.
Na oxidação química de uma estrutura metálica ao ar sem a participação de um eletrólito, ocorre a formação contínua de um óxido metálico formando uma camada que intensifica a corrosão que progride, gradativamente, comprometendo seriamente a estrutura.
Uma técnica de proteção contra a corrosão da superfície submersa do casco de aço de uma embarcação consiste em se montar sobre tal superfície anodos de sacrifício, tais como o Zinco, o Alumínio ou o Manganês, que são mais eletropositivos que o aço do casco.
Na pilha de corrosão formada por mesmo material e mesmo eletrólito, porém com teores de gases dissolvidos diferentes, também chamada de corrosão por aeração diferenciada, sujeiras, trincas e fissuras atuam como focos para a corrosão, levando à corrosão localizada.
Na pilha de corrosão formada por materiais de natureza química diferente, também denominada corrosão galvânica, ocorre uma corrosão eletroquímica, em presença de um eletrólito, tão mais intensa quanto mais afastados na série galvânica estiverem os pares em contato.
I Ácido é uma espécie química capaz de receber um par eletrônico e base é uma espécie química capaz de doar um par eletrônico. II Ácido é uma substância que, em água, produz, como cátion, apenas íons H+, e base é uma substância que, em água, produz, como ânion, apenas íons OH!. III Ácido é uma espécie que reage com bases para formar sais, doando cátions ou aceitando ânions ou elétrons, e base é uma espécie que reage com ácidos para formar sais, doando ânions ou elétrons ou combinando-se com cátions. IV Ácido é um doador de prótons e base é um receptor de prótons.
Assinale a opção que apresenta a seqüência correspondente aos conceitos de ácido e base de Arrhenius, de Lowry e Brönsted e de Lewis, respectivamente.