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A fluorose dentária é o resultado da ingestão crônica de flúor durante o desenvolvimento dental, que se manifesta como mudanças visíveis de opacidade do esmalte devido a alterações no processo de mineralização (MOSELEY et al., 2003). Os resultados do Projeto SB Brasil 2010 (BRASIL, 2011) apontaram prevalência média de fluorose dentária de 16,7% em crianças de 12 anos no país, sendo que 15,1% foram representados pelos níveis de severidade “muito leve” (10,8%) e “leve” (4,3%). Fluorose “moderada” foi identificada em 1,5% das crianças. A maior prevalência de crianças com fluorose foi observada em qual região do Brasil?
Conforme Malamed (2013), os anestésicos locais, quando utilizados para o controle da dor, diferem de maneira importante da maioria das outras substâncias comumente utilizadas na Medicina e na Odontologia. Considerando a classificação dos anestésicos locais, é correto afirmar que a Mepivacaína é classificada como:
O Projeto SB Brasil 2020 avaliará o perfil epidemiológico em saúde bucal da população brasileira em relação às condições mais prevalentes a fim de proporcionar ao Ministério da Saúde e às instituições do Sistema Único de Saúde (SUS) informações para o planejamento de políticas e programas de promoção, prevenção e assistência em saúde bucal, nas esferas nacional, estaduais e municipais. A avaliação da condição periodontal seguirá o método empregado no Projeto SB Brasil 2010 (BRASIL, 2009), bem como a recomendação do último Manual da OMS (2013), e incluirá: o Índice Periodontal Comunitário (CPI – do inglês Community Periodontal Index), proposto por Ainamo e colaboradores (1982), suprimidas as necessidades de tratamento; e o Índice de Perda de Inserção Periodontal (PIP) (2013). Considerando os códigos e critérios para o PIP, assinale a alternativa que indica corretamente o código e a condição a ser observada pelo Projeto SB Brasil 2020:
O Papilomavírus Humano (HPV) compreende um grande grupo de vírus de DNA de fita dupla pertencentes à família Papillomaviridae. O HPV exibe um tropismo pelo epitélio pavimentoso, podendo infectar também pele ou mucosa. Mais de 130 tipos de HPV foram identificados, incluindo mais de 30 tipos conhecidos por infectar, em particular, a mucosa oral. A prevalência relatada de infecção oral por HPV assintomática varia consideravelmente (de 0% a 81%, com média de 11%), devido às diferenças nas técnicas aplicadas nas amostras, métodos de detecção e estudo de coortes. Muitos estudos têm analisado cultura de células epiteliais em enxaguatórios bucais, embora tais amostras não discriminem entre infecção oral e de orofaringe. Apesar disso, metanálises e revisões sistemáticas da literatura sugerem que a infecção oral por HPV está presente em cerca de 5% a 12% dos indivíduos saudáveis. São exemplos de lesões relacionadas ao HPV de cavidade oral e outros sítios de cabeça e pescoço, EXCETO:
A respeito da doença cárie e da decisão de tratamento restaurador, é correto afirmar que:
O uso de Raio-X é parte integrante da Odontologia Clínica em que, para a maioria dos pacientes, alguma forma de exame radiográfico se faz necessária. A imagem radiográfica final pode ser descrita como uma imagem bidimensional composta por uma variedade de superposições de sombras pretas, brancas e cinzas, sendo que a quantidade do feixe de Raios-X atenuada pelo objeto determina a densidade radiográfica das sombras. A densidade final da sombra de qualquer objeto é afetada pelo(a), EXCETO:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
ndoocuuraroeeveheeimmentoom.br/ciencia/124265-cientistas-estao-tentando-curar-o-envelhecimento-em-promissor-estudo.htm. Adaptado.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento.
Segundo as regras de acentuação gráfica, na frase há:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
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[...] permitindo 'aos roedores' viver por muito mais tempo.
Em relação à expressão destacada, ao substituir o termo masculino por um termo feminino:
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Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
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Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório.
Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe da oração.
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Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
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O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um substantivo.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
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Viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa.
Assinale a opção CORRETA que contenha a nova pontuação.
Diversos fatores de riscos são mediadores da gengivite.
Assinale a seguir um fator que não se relacione a tal quadro:
Que nome damos à um granuloma apical a partir do momento em que este torna-se epiteliado?
As doenças da polpa e tecidos periapicais englobam desde uma inflamação pulpar, até quadros de emergência odontológica, cabe ao cirurgião dentista estar apto a tratar tais condições. Tão importante quanto o tratamento é o diagnóstico das urgências odontológicas, assinale a seguir o quadro que não é caracterizado como urgência odontológica:
A estomatite herpética se desenvolve a partir da infecção por qual vírus?
A patologia pulpar e perirradicular se desenvolve a partir da resposta inflamatória à algum fator que lesa estes tecidos, tal resposta inflamatória culmina na temida dor de dente. Assinale a seguir a afirmativa com os mediadores inflamatórios responsáveis especificamente pela dor.
São características histopatológicas de uma polpa em processo de inflamação reversível:
I.Vasos sanguíneos dilatados.
II.Hiperemia do tecido pulpar.
III.Edema do tecido pulpar.
IV.Aumento da permeabilidade vascular.
V.Presença de infiltrado de células inflamatórias.
É CORRETO o que se afirma em:
Alguns sintomas são comumente relacionados ao quadro de alveolite, quanto a estes sintomas, assinale a seguir afirmativa correta:
I.Dor leve a intensa no local.
II.Dor que pode irradiar para o rosto, pescoço e ouvido.
III.Mau hálito, em alguns casos.
IV.Inflamação na gengiva.
V.Febre, principalmente nos casos de alveolite purulenta.
VI.Inchaço e vermelhidão do local.
É CORRETO o que se afirma em:
Assinale a seguir, a condição na qual é caraterizada pela proliferação de um tecido granulomatoso que se projeta a partir da câmara pulpar o qual se tornará epiteliado a partir de células escamadas da mucosa oral.
De acordo com a classificação de Angle, correlacione a seguir, com a característica da oclusão.
Coluna 1
I.Classe I.
II.Classe II.
III.Classe III.
Coluna 2
(__)A cúspide mesiovestibular do primeiro molar superior deve ocluir no espaço interproximal entre primeiro pre-molar inferior e segundo pre-molar inferior.
(__)A cúspide mesiovestibular do primeiro molar superior deve ocluir no sulco entre a cúspide mesial e distal do primeiro molar inferior.
(__)A cúspide mesiovestibular do primeiro molar superior deve ocluir no espaço interproximal entre primeiro molar inferior e segundo molar inferior.
Após analise, marque a alternativa que apresenta a ordem correta das respostas da Coluna 2, de cima para baixo: