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essencial para a avaliação da resposta ao tratamento fisioterapêutico.
um dos métodos de maior acurácia para a prescrição de treinamento físico.
gera contração muscular involuntária por meio de corrente elétrica de baixa frequência. Nesse tipo de estimulação elétrica, garante-se ação em tecidos profundos pela aplicação de duas correntes de média frequência.
utiliza corrente elétrica pulsada, com frequência de pulso superior a 50 Hz, capaz de gerar excitabilidade, despolarização muscular e contração muscular cíclica ao atingir o tecido musculoesquelético.
tem como base terapêutica a aplicação de corrente elétrica sob a pele, o que produz contração muscular por ativação de neurônios motores. A dose terapêutica deve ser inferior ao limiar doloroso para não causar desconforto ao paciente.
utiliza corrente elétrica despolarizada com pulso assimétrico bifásico, retangular e balanceado. Esses pulsos são capazes de estimular fibras de grosso calibre (tipo A), que, ao estimularem o corno posterior da medula, impedem que os estímulos provenientes das fibras de menor calibre (tipo C) atinjam o tálamo.
é capaz de estimular tecidos profundos da pele por meio da ativação de barorreceptores, além de favorecer o melhor controle pressórico.
consiste em uma modalidade terapêutica voltada para a modulação autonômica produzida pela manipulação, o que gera ação anti-inflamatória e resulta no aumento da amplitude dos movimentos e na diminuição da percepção da dor.
fundamenta-se no conceito de que uma fita elástica adesiva acoplada à pele é capaz de estimular tecidos profundos por meio da ativação de mecanoreceptores, de modo a favorecer o monitoramento da posição articular.
utiliza a modulação autonômica produzida por uma fita elástica adesiva acoplada à pele para aumentar o fluxo vascular periférico, o que resulta em melhora do aporte de nutrientes aos tecidos mais prementes.
Coluna I
1. rápidos e leves
2. estabilização
3. em múltiplos ângulos
Coluna II
I. promover o relaxamento muscular e a circulação para diminuir a dor muscular e o espasmo após uma lesão de tecidos moles durante o estágio agudo de regeneração.
II. manter a mobilidade entre as fibras musculares à medida que se regeneram.
III. desenvolver um nível submáximo, porém mantido, de co-contração, reduzindo a instabilidade articular ou postural.
IV. melhorar a força por meio da amplitude de movimento.
A relação entre as colunas está correta em