Foram encontradas 44.889 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O planejamento refere-se, ao mesmo tempo, à seleção das atividades necessárias para atender questões determinadas e à otimização de seu inter-relacionamento, levando em conta condicionantes impostos a cada caso (recursos, prazos, etc). Diz respeito, também, à decisão sobre os caminhos a serem percorridos pela ação e às providências necessárias à sua adoção, ao acompanhamento da execução, ao controle, à avaliação e à definição da ação. Enquanto processo racional, o planejamento se organiza por ações complexas e interligadas, que são:
O movimento de “reconceituação” ou de “tentativa de ruptura com o conservadorismo” do Serviço Social brasileiro foi impulsionado pela efervescência de lutas sociais da classe trabalhadora, não restrita ao Brasil. Diante de todo o movimento, uma das maiores expressões no interior da profissão foi o “III Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais” – CBAS, de 1979, conhecido como o “Congresso da Virada”, que expressa a sintonia do Serviço Social brasileiro com as mobilizações e entidades organizativas dos/as trabalhadores/as, justificando a relação direta da profissão com os movimentos sociais. Diante disso, é CORRETO afirmar que:
O retorno do debate do Trabalho Social com Famílias (TSF) nos anos 2000 é marcado pela questão da direcionalidade e da finalidade das ações e serviços a serem desenvolvido no âmbito do SUAS. Seus fundamentos ético-políticos encontram-se na Constituição Federal de 1988, na Lei Orgânica da Assistência Social (1993), na Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004) e na Norma Operacional Básica (NOB-SUAS/2005). Diante do exposto, é CORRETO afirmar que:
A família é uma instituição chamada às responsabilidades de Proteção Social para com seus membros. Diante disso, assinale a alternativa INCORRETA.
A profissão de Serviço Social, desde seu processo de “renovação” ou “tentativa de ruptura com o conservadorismo”, se coloca em defesa aos direitos da classe trabalhadora. Neste sentido, ao longo dos mais de 40 anos do “Congresso da Virada”, o conjunto CFESS/CRESS constrói uma agenda e bandeiras de lutas que, em sua revisão e atualização no 46º Encontro Nacional do conjunto CFESS/CRESS, de 2017, estruturou as bandeiras em três eixos, são eles:
As competências e atribuições do/a assistente social na Política de Assistência Social abrangem diversas dimensões interventivas, complementares e indissociáveis. Analise as afirmativas.
I. Uma dimensão que engloba as abordagens individuais, familiares ou grupais.
II. Uma dimensão coletiva junto aos movimentos sociais e associações de mobilização e organização popular.
III. Uma dimensão interventiva voltada para a inserção nos espaços democráticos de controle social.
IV. Uma dimensão de gerenciamento, planejamento e execução de bens e serviços à população usuária da política.
V. Uma dimensão que realiza estudos e pesquisas sobre a condição real da vida e das demandas da classe trabalhadora.
VI. Uma dimensão pedagógico interpretativa e socializadora de informações e saberes no campo dos direitos sociais, civis e políticos.
Assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmativas a seguir em relação à Política de Assistência Social.
I. Reconhecida como política social de responsabilidade estatal desde a Constituição de 1988, compondo o tripé da Seguridade Social junto com as Políticas de Saúde e Previdência Social.
II. Desde os anos de 1930, é de responsabilidade do estado brasileiro as ações e financiamento.
III. Tem sua organicidade garantida na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), de 1993, e sua regulação na Política Nacional de Assistência Social (PNAS), de 2004, e sua execução no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), de 2005.
IV. A Política de Assistência Social não pode ser entendida como uma política exclusiva de Proteção Social, deve-se articular com as demais políticas sociais.
V. A partir da aprovação do SUAS, a política tem funções e atribuições divididas em Proteção Social Básica (PSB) e Proteção Social Especial (PSE), com foco na matricialidade sociofamiliar.
Assinale a alternativa CORRETA.
A Constituição Federal de 1988 prevê como modelo de Proteção Social brasileiro a Seguridade Social, composta pelas políticas de Saúde, Assistência Social e Previdência Social. A categoria do Serviço Social tem como bandeira de luta a ampliação da Seguridade Social, como decisão coletiva do conjunto do Conselho Federal de Serviço Social – CFESS e os Conselhos Regionais de Serviço Social – CRESS. Tal posicionamento está documentado em:
Usando os diagramas de Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll, autor de As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, analise o silogismo a seguir.
I. Nenhum mamífero é quadrúpede.
II. Todas as baleias são mamíferos.
III. Nenhuma baleia é mamífero.
Represente as proposições deste silogismo, usando os diagramas de Lewis Carroll, e assinale a alternativa INCORRETA.
Em um lançamento simultâneo de dois dados, um dado de cor azul e um dado de cor amarela, calcule a probabilidade do resultado de em um único lançamento “sair a soma 10 (dez)”. Assinale a alternativa CORRETA.
O Tocantins tem destaque na produção agrícola, tanto regional quanto nacional. Nos últimos anos teve aumento considerável na área plantada e na produção agrícola.
Assinale a alternativa CORRETA que indica os principais grãos produzido no estado.
“Pedro Melo Albuquerque possuía uma boa casa, construída por ele próprio, atijolada, cercada de altos muros crivados de cacos de vidro no topo. Melhor do que a do Coronel Pedro de Melo, só mesmo a casa de sua cunhada Benedita Fernandes de Melo. Aquela segurança toda dos muros da casa do Coronel Pedro tinha por escopo prender a criadagem, descendentes de antigos escravos, mantidos ali no regime de escravidão.”
Fonte: ELIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 27 (adaptado).
O romance de Bernardo Élis é baseado na Chacina do Duro, ocorrida em 1918. Esse episódio violento ficou marcado na memória tocantinense. Pela Lei n. 2194, de 10/11/2009, publicada no DOU/TO n. 3.013, foi reconhecido como bem material do Tocantins a:
I- A violência compõe a expressão da questão social e faz parte de um modus operandi da sociabilidade patriarcal-racista-capitalista, é construto e complexo social, e, como tal, não convém ser analisada de forma isolada ou personificada. II- A problemática da violência contra a mulher, não é um problema público, pois não há desigualdades de sexo/gênero, raça, classe e que demanda de intervenção da sociedade e do Estado. III- Compreende-se a violência contra a mulher como uma violação sistemática de direitos, que fere e afeta não apenas a integridade física, mas, também social, emocional e subjetiva. O desafio é não fragmentar ou dissociar as manifestações de violências estruturais e as violências interpessoais. IV- Os/as assistentes sociais têm nessa conjuntura um grande desafio que é compreender e identificar as diferentes opressões que acometem as mulheres. A formação e a prática do aprimoramento profissional em Serviço Social não é tarefa importante na capacitação dos assistentes sociais para o enfrentamento da violência contra as mulheres.
I- Trata-se de uma mudança de posicionamento que se contrapõe às relações sociais de dominação e exploração que são os modos pelos quais o trabalho está assentado no capitalismo. Essas relações de poder se reproduzem no interior das instituições e das equipes tanto nas relações entre os profissionais quanto com os usuários, a exemplo da estruturação horizontalizada dos processos de trabalho, da igualdade atribuída às categorias profissionais com status econômico e social distinto. II- O enxugamento no quadro de trabalhadores das organizações, o aumento do desemprego conjuntural e estrutural e a crescente pressão por resultados conduzem à instabilidade e à precarização das condições de trabalho, bem como, à fragilidade dos vínculos entre os trabalhadores, comprometendo a qualidade do diálogo e do tipo de troca de conhecimentos necessários para que se efetive um trabalho em equipe realmente interdisciplinar. III- A interdisciplinaridade se torna um horizonte possível à medida que os profissionais de distintas categorias profissionais percebem que a organização coletiva pode contribuir para angariar melhores condições de trabalho e reordenar as relações de poder ante as chefias, ampliando suas margens de autonomia. IV- O trabalho em equipe interdisciplinar não faz com que se repense a maneira como os processos de trabalho se desenrolam, e nem a conjuntura histórica e social ao qual os profissionais encontram-se submetidos, bem como a lógica destrutiva do capital que deturpa a ideia do trabalho em equipe interdisciplinar para extração da mais-valia, interferindo diretamente nas possibilidades de concretização plena desse método de trabalho.