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I - Redução na contagem dos linfócitos e no teor de uréia sérica.
II - Elevações da proteína C- reativa.
III - Proteinúria acima de 3 g/dl.
IV - Edema facial, macroglossia, tumefação das parótidas, icterícia conjutival.
Assinale a alternativa correta:
Alguns tipos de fluorocromos utilizados na citometria de fluxo são a fluoresceína, a rodamina, Texas red, a hematoxilina, cianinas, a ficoeritrina e, mais recentemente, tem ocorrido o uso de sondas de DNA unidas a fluoresceína e os anticorpos antibromodeoxiuridina.
A metodologia da citometria de fluxo, apesar do seu alto custo, de não analisar quantitativamente e da necessidade de técnicos especializados, permite uma análise rápida, eficiente e qualitativa de células em suspensão, tendo ampla aplicação na hematologia.
Um procedimento padrão de detecção de patologias na citometria de fluxo pode ser descrito da seguinte maneira: as células que serão analisadas se acoplam a um fluorocromo, diretamente ou por meio de uma proteína, geralmente um anticorpo monoclonal que reconhece um epítopo específico da célula; posteriormente, as células suspensas em uma solução fisiológica são injetadas em um sistema de fluidos para serem expostas individualmente a um jato de luz focalizada (laser), o qual, ao chocar-se com cada célula, se desvia, sendo essa mudança de direção registrada por detectores especiais.
Além do laser, componentes eletrônicos, computadores e filtros óticos têm um papel essencial no rendimento dos citômetros de fluxo. A função de alguns filtros é absorver alguns comprimentos de onda e deixar passar a luz com o comprimento de onda de interesse. A qualidade de tais filtros é da maior importância na citometria de fluxo.
A amostra analisada em citometria de fluxo deve-se encontrar em forma de suspensão. Existem amostras que precisam de um mínimo de processamento, como o sangue periférico, a medula óssea, ou outros fluidos biológicos, enquanto tumores sólidos ou amostras parafinadas não podem ser analisados com esse método por necessitarem de degradação mecânica forte para garantir a suspensão.
AUma das vantagens da citometria de fluxo em analisar células individualmente consiste na detecção de vários estados fisiológicos celulares intermediários que realmente existem em determinada população, descobrindo assim uma heterogeneidade nunca antes revelada.
A citometria de fluxo pode ser usada para determinadas células em suspensão, promovendo, por meio da análise de tamanho, granulosidade e intensidade de fluorescência dessas células, a sua identificação, mas não a sua quantificação.
Os citômetros atuais mais sofisticados podem possuir até dezesseis detectores em simultâneo, o que permite analisar múltiplas possibilidades de características celulares e(ou) componentes celulares de um elevado número de células de forma individual.
Os fluorocromos para citometria de fluxo oferecem um método sensível para obter informação acerca da estrutura, função e vitalidade das células. Fluorocromos de ligação covalente, devido a sua composição molecular especial, unem-se a determinados componentes celulares, enquanto os fluorocromos que não se ligam covalentemente são reativos e usados para marcar proteínas, lipídios ou outras moléculas biológicas. O fluorocromo mais empregado é a fluoresceína.
O citômetro de fluxo é um aparelho utilizado para avaliação da emissão de fluorescência das células. Alguns aparelhos são capazes de separar fisicamente as células, de acordo com as suas características morfológicas.
As técnicas de citometria de fluxo têm sido utilizadas para determinar a contagem diferencial de células da medula óssea e a maturação de megacariócitos, quantificar a taxa de proliferação celular e detectar e diferenciar leucemias e síndromes mielodisplásicas.
Na medula óssea, pode ser observada uma hierarquia local durante a maturação das CTHs. As mais imaturas (mais primitivas) encontram-se muito distantes de tecidos vasculares, enquanto que o processo de maturação faz que elas se aproximem destes.
O uso de detergentes fracos, como a saponina, é recomendado para a marcação de moléculas intracelulares.
Na medula óssea, as CTHs se encontram em um nicho, constituído em grande parte por células estromais que secretam uma matriz rica em moléculas de adesão e interleucinas, com finalidade única de prover suporte físico.
Na hematopoese, CTHs indiferenciadas podem dar origem a progenitoras comprometidas das linhagens linfoides ou mieloides, originando, neste caso, após ciclos de expansão e diferenciação, plaquetas, basófilos, eosinófilos, NK (natural killers) e macrófagos, entre outros.