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Sabendo que na pericardite constritiva ocorre uma calcificação ou fibrose nas membranas do pericárdio, o que termina acarretando um prejuízo no processo de elasticidade do coração e uma redução no volume sistólico e débito cardíaco, julgue o item que se segue.
Pode ser classificada em três subtipos: pericardite constritiva transitória (PCT), pericardite constritiva crônica (PCC) e pericardite constritiva efusiva (PCE).
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
O maior número de casos é no público mais jovem e geralmente é autolimitada, evoluindo sem maiores complicações, como, por exemplo, tamponamento cardíaco.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
O ECG tem pouca validade para fins diagnósticos, estando alterado apenas em pouco mais de 10% dos casos.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
Conceitualmente, com relação ao tempo de evolução, considera-se pericardite aguda a inflamação do pericárdio até duas semanas.
Com relação a pericardite aguda, julgue o item a seguir.
Na suspeita clínica de pericardite purulenta ou tuberculosa, tamponamento cardíaco ou derrame pericárdico maior que 20 mm na diástole está indicada a pericardiocentese.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item seguinte.
A valva aórtica bicúspide frequentemente coexiste nessas circunstâncias.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item seguinte.
Recomenda-se a angioressonância magnética da aorta torácica visando-se à confirmação diagnóstica.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Em caso de insucesso imediato no tratamento com fármacos vasoativos e acerto volêmico, recomenda-se o suporte hemodinâmico com assistência circulatória.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Está indicada a pulsoterapia com corticosteroide associada à ciclofosfamida.
Tendo como referência o caso clínico precedente e a Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022, julgue o item que se segue.
Recomenda-se o cardiodesfibrilador implantável antes da alta hospitalar caso persista a disfunção ventricular a despeito do tratamento otimizado.
Com relação a esse caso hipotético, julgue o item subsequente, considerando o Posicionamento sobre a Saúde Cardiovascular nas Mulheres da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022.
Recomenda-se a reposição de magnésio, ácido fólico e a restrição de sódio como medidas não farmacológicas preventivas.
Com relação a esse caso hipotético, julgue o item subsequente, considerando o Posicionamento sobre a Saúde Cardiovascular nas Mulheres da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2022.
Ainda que a pressão permaneça normal durante a gestação, ela deverá manter o acompanhamento médico regularmente após a gravidez, devido ao aumento do seu risco cardiovascular no futuro, notadamente após a menopausa.
Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
A inversão da onda T encontrada nessa patologia se correlaciona com o edema miocárdico, podendo persistir além da recuperação contrátil ventricular.
Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
Após 24 horas, espera-se inversão profunda e simétrica da onda T, circunscrita às derivações precordiais, e sem alteração do intervalo QTc.
Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
Presume-se encontrar, nesse caso, realce tardio à ressonância magnética cardíaca com administração de contraste de gadolínio.
Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
O vasoespasmo coronariano, decorrente da disfunção vasomotora relacionada à deficiência de estrogênio, é o principal fator causal na patogênese dessa condição.
Em relação à síndrome coronariana aguda, julgue o item subsecutivo.
Em caso de suspeita de quadro de infarto agudo do miocárdico levado à cineangiocoronariografia com constatação de obstrução coronariana menor que 50% (doença aterosclerótica coronariana não obstrutiva), não está afastada a causa aterotrombótica.
Em relação à síndrome coronariana aguda, julgue o item subsecutivo.
Segundo as atuais classificações clínicas do infarto do miocárdio (IM), se ele for causado por doença arterial coronariana (DAC) aterotrombótica e usualmente precipitada pela rotura ou erosão de uma placa aterosclerótica, é então designado como IM tipo 2.
Em relação à síndrome coronariana aguda, julgue o item subsecutivo.
Mesmo sem haver quadro clínico de isquemia miocárdica, a elevação de troponina pode indicar lesão miocárdica aguda caso o padrão dessa elevação seja uma curva.
Em relação à síndrome coronariana aguda, julgue o item subsecutivo.
A elevação de marcador do tipo troponina T é específica para lesão miocárdica, enquanto a elevação de troponina I pode ocorrer também em lesão de músculos esqueléticos.