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Q3822249 Medicina
Paciente masculino, 22 anos, refere aumento de volume progressivo em perna direita há 5 meses, inicialmente atribuído a trauma durante jogo de futebol. O aumento tem sido gradual, sem dor ou sinais flogísticos. Ao exame, nota-se massa endurecida, aderida a planos profundos, com cerca de 9 cm de diâmetro. A tomografia revela lesão heterogênea, com áreas de necrose, medindo aproximadamente 10 x 8,5 cm.
Diante desse quadro, a melhor conduta inicial é
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Q3822248 Medicina
Uma mulher de 47 anos, fototipo I (pele muito clara), procura atendimento médico devido a uma lesão pigmentada no dorso, surgida há cerca de 9 meses. A lesão mede aproximadamente 1,3 cm em seu maior diâmetro e vem apresentando crescimento nas últimas semanas, com assimetria, bordas irregulares e variação de tonalidades entre marrom e preto. A dermatoscopia foi sugestiva de lesão melanocítica altamente atípica.
Diante desse quadro, quanto à correta conduta diagnóstica inicial, deve-se realizar
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Q3822247 Medicina
Assinale a alternativa correta quanto aos tumores do revestimento cutâneo dos territórios de face e pescoço.
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Q3822240 Medicina
Paciente de 39 anos de idade, internada devido a uma mastoidite à direita, evoluiu com um pneumoencéfalo e será submetida a tratamento neurocirúrgico.
Na anestesia dessa paciente, é recomendado evitar o uso de
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Q3822239 Medicina
Recém-nascido, sexo feminino, 12 horas de vida, nascida a termo (39 semanas), parto cesáreo eletivo. Apgar 9/9. Nas primeiras horas de vida, apresentou cianose central persistente (SatO2 80% em ar ambiente), sem gemência ou retrações. Após oxigênio a 100%, por 10 minutos, a saturação manteve-se em 82%. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas, sem sopros. Pulsos periféricos presentes, simétricos. Saturação pré-ductal: 83%; pós-ductal: 81%. Radiografia de tórax: campos pulmonares normais, área cardíaca normal. Gasometria arterial: pO2: 45 mmHg (referência > 60 mmHg).
Diante do exposto, o diagnóstico provável e a conduta inicial indicada são:
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Q3822237 Medicina
Recém-nascido, sexo masculino, 34 semanas de idade gestacional, parto cesáreo por pré-eclâmpsia materna. Logo após o nascimento, apresentou respiração rápida e gemência. Ao exame com 2 horas de vida: FR: 76 irpm, gemência expiratória, batimento de asa nasal, tiragem intercostal leve. Saturação de O2: 86% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído bilateralmente, sem ruídos adventícios. Ausculta cardíaca: sem sopros, pulsos periféricos palpáveis. Radiografia de tórax: infiltrado retículo-granular difuso, broncogramas aéreos e diminuição do volume pulmonar.
Frente ao exposto, qual o diagnóstico provável e a conduta inicial recomendada?
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Q3822236 Medicina
Criança de 7 anos é trazida ao pronto-socorro após colapso súbito durante uma partida de futebol. Chega inconsciente, sem respiração e sem pulso palpável. Monitor cardíaco é conectado e mostra ritmo de taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Enquanto a equipe ventila com bolsa-válvula-máscara e oxigênio a 100%, a compressão torácica é iniciada. Após 2 minutos de reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, o ritmo continua sendo taquicardia ventricular sem pulso.
Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?
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Q3822235 Medicina

Recém-nascido, sexo feminino, idade gestacional de 39 semanas, parto cesáreo por sofrimento fetal agudo. Ao nascimento, o recém-nascido está flácido, não respira e apresenta coloração cianótica. É posicionada sob fonte de calor, seca e estimulada, sem melhora. Iniciada ventilação com pressão positiva (VPP) em ar ambiente (FiO2 21%) com máscara bem ajustada. Após 30 segundos de VPP eficaz, observa-se: frequência cardíaca: 50 bpm; saturação pré-ductal: 68%; expansão torácica visível.


Considerando o quadro clínico apresentado e as Diretrizes de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, a próxima conduta a ser realizada é

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Q3822234 Medicina
Homem de 55 anos, com hipertensão arterial e apneia obstrutiva do sono, é encaminhado para avaliação de doença arterial periférica (DAP) após ser submetido a índices tornozelo-braquiais (ITBs). Ele não se exercita regularmente, mas consegue realizar as atividades diárias sem limitações. Os medicamentos em uso são: aspirina em baixa dose e anlodipino (10 mg/dia). Ao exame físico: frequência cardíaca: 68 bpm; pressão arterial: 118 x 70 mmHg; IMC: 32 kg/m2; não há sopros cardíacos, e os pulmões estão limpos à ausculta; as extremidades estão quentes, sem edema; os pulsos pedioso e tibial posterior são 1+ à direita e normais à esquerda; os pulsos femoral e poplíteo são 2+ bilateralmente. Exames séricos: sódio: 142 mEq/L; potássio: 4,0 mEq/L; creatinina: 1,0 mg/dL; hemoglobina A1c: 5,9%; colesterol total: 158 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 71 mg/dL; triglicerídeos: 250 mg/dL; aspartato aminotransferase: 42 U/L; alanina aminotransferase: 56 U/L. Os ITBs são 1,1 à esquerda e 0,8 à direita.
O medicamento que mais provavelmente trará maior benefício e esse paciente é a
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Q3822233 Medicina
Mulher de 47 anos é avaliada por um histórico de três anos de dor em todos os músculos e articulações. Ela é motorista de caminhão comercial. Seu sono é ruim, e ela acorda sem se sentir revigorada. O questionário diagnóstico de fibromialgia é preenchido e atende aos critérios para fibromialgia. Refere ansiedade e depressão, com histórico de transtorno por abuso de opioides. Nega uso de medicamentos. Os sinais vitais são normais. Os achados do exame físico limitam-se a uma sensibilidade muscular generalizada com força normal. A avaliação laboratorial revela uma velocidade de hemossedimentação de 19 mm/h, nível de proteína C reativa sanguínea de 0,3 mg/L (normal: < 1 mg/L) e TSH de 1,6 mU/mL (normal: 0,5 a 5,0). Exercícios aeróbicos de baixo impacto são recomendados.
Uma vez optado por tratamento farmacológico, a medicação de escolha é
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Q3822230 Medicina
Mulher de 48 anos, na pós-menopausa, é avaliada em consulta de retorno por diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, obesidade e dislipidemia (HDL baixo; LDL e triglicérides elevados). Relata estar sobrecarregada com a pouca melhora do controle glicêmico, mas se sente bem. Ela segue a dieta mediterrânea e faz exercícios desde a última consulta; perdeu 6% do peso corporal, mas agora atingiu um platô. O tratamento atual inclui: metformina, dapagliflozina, enalapril, anlodipino, indapamida e rosuvastatina. A hemoglobina A1c recente é 7,9%, abaixo dos 8,4% anteriores à perda de peso. Exame físico: pressão arterial: 128 x 72 mmHg; IMC: 34,2 kg/m2, circunferência abdominal: 97 cm. Exames séricos: hemograma e coagulograma normais; albumina: 4,4 g/dL; aspartato aminotransferase: 42 U/L; alanina aminotransferase: 36 U/L; creatinina: 0,8 mg/dL; eletrólitos normais.
Para essa paciente, a conduta correta é
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Q3822224 Medicina
Em relação à síndrome de Sjögren (SS), assinale a alternativa correta.
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Q3822223 Medicina
Mulher de 24 anos apresenta quadro de dor e edema no braço esquerdo há cerca de um dia. O histórico é relevante para uso frequente de drogas ilícitas. Ao exame físico, nota-se eritema na fossa antecubital esquerda e na parte superior do braço, com dor significativa à palpação. Tomografia do braço esquerdo: há gás observado em planos fasciais sugestivo de infecção necrotizante de tecidos moles.
Além do desbridamento cirúrgico de emergência, qual é o regime antibiótico parenteral de escolha?
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Q3822222 Medicina
Homem de 45 anos, com colangite esclerosante primária e cirrose, apresenta piora do prurido e da icterícia de início recente. Ele relata perda de peso de aproximadamente 7 kg no último mês. Está afebril e nega qualquer dor abdominal significativa. Exames séricos atuais: fosfatase alcalina: 644 U/L; bilirrubina total: 5,8 mg/dL; aspartato aminotransferase: 122 U/L; alanina aminotransferase: 120 U/L; razão internacional normalizada: 1,3; hematócrito: 32%; contagem de leucócitos: 5.000/mm3. Marcadores tumorais: CA 19–9: 533 U/mL (normal: até 37); alfa-fetoproteína: 23 ng/mL (normal: até 10).
Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é 
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Q3822220 Medicina
Homem de 81 anos é levado ao pronto-socorro devido à “fala arrastada”. Ao exame físico, apresenta discreta hemiparesia esquerda. A escala de AVC do National Institutes of Health (NIHSS) é 3. A ressonância magnética do encéfalo revela um único infarto lacunar antigo, sem evidência de isquemia aguda ou sangramento. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, frequência de 62 bpm, hipertrofia ventricular esquerda e alterações inespecíficas do segmento ST. Angiotomografia de vasos cervicais e cranianos: estenose < 50% das artérias carótidas internas bilaterais. Ecocardiograma mostra fração de ejeção de ventrículo esquerdo normal e hipertrofia ventricular esquerda leve.
Quanto a esse paciente, a estratégia de longo prazo mais apropriada para prevenção secundária de AVC é
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Q3822218 Medicina
Mulher de 38 anos, sem histórico médico prévio, procura o pronto-socorro com queixa de falta de ar e palpitações há dois dias. O eletrocardiograma mostra bloqueio do ramo direito e bloqueio fascicular anterior esquerdo. A angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O ecocardiograma revela: disfunção ventricular esquerda (VE) com fração de ejeção de 35%; tamanho normal de VE; espessura septal de VE de 1,4 cm. Ela é internada e inicia o tratamento com inibidor da ECA oral e furosemida intravenosa. Nos dois dias subsequentes, apesar da diurese, a dispneia piora. A telemetria mostra vários episódios de taquicardia ventricular não sustentada, e a troponina I é de 0,81 ng/mL (normal: < 0,03 ng/mL). No quarto dia de internação, ela desenvolve hipotensão progressiva, o que leva à transferência para a unidade de terapia intensiva. Um novo ecocardiograma mostra uma fração de ejeção de VE de 20%.
O teste diagnóstico mais apropriado nesse momento é
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Q3822215 Medicina
Homem de 68 anos, com diabetes e apneia obstrutiva do sono, desenvolve síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS) relacionada a quase afogamento. Isso progride para infecção bacteriana sobreposta e sepse. A angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O tratamento é realizado com vancomicina e piperacilina-tazobactam. Não há uso de droga vasopressora e não houve hipotensão durante a evolução. 48 horas após, ao exame físico, ele está euvolêmico; pressão arterial: 112 x 67 mmHg; temperatura: 38 ºC. Os exames séricos atuais são: creatinina: 2,5 mg/dL (à admissão: 0,9 mg/dL); bicarbonato: 14 mEq/L. Exame de urina: sedimento incolor, sem cilindros ou cristais. O sódio urinário é 40 mEq/L.
Qual é a etiologia mais provável para a injúria renal aguda (IRA)?
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Q3822211 Medicina
Homem de 55 anos, com histórico de abuso de álcool, apresenta piora da dor epigástrica nos últimos dois dias. O abdome está sensível à palpação no epigástrio. Os exames laboratoriais revelam elevação da amilase e da lipase. A tomografia revela pancreatite intersticial com alterações inflamatórias peripancreáticas sem necrose. O paciente é internado, recebe fluidos intravenosos, analgesia e é mantido sem outra medicação. Ele melhora nas 72 horas seguintes e recebe alta. Dois meses após, é atendido em consulta de retorno e relata desconforto epigástrico leve, sem náuseas, vômitos ou perda de peso. Uma nova tomografia revela uma nova lesão cística de baixa atenuação, com uma parede fina adjacente ao corpo do pâncreas, medindo 7 cm.
O próximo passo mais apropriado na condução clínica desse paciente é
Alternativas
Q3822205 Medicina
Mulher de 58 anos é atendida em consulta de retorno por osteoporose e fratura recente por compressão vertebral de L2. O antecedente é positivo para diabetes mellitus tipo 1 complicado por doença renal crônica em estágio 5. Há dois meses, ela sentiu dor lombar repentina ao se levantar, o que motivou avaliação em um pronto-socorro local. A radiografia da coluna lombar demonstrou uma fratura por compressão vertebral de L2. Isso foi seguido por ressonância magnética da coluna lombar, que revelou achados consistentes com uma fratura por compressão vertebral aguda. Ela recebeu analgésicos e um tratamento de curto prazo com calcitonina intranasal. A densitometria óssea revela osteoporose com um escore T de –3,7 em L3-L4 e –2,9 no colo do fêmur. A paciente usa calcitriol oral, 0,5 mcg por dia, para controlar o hiperparatireoidismo secundário. Exames séricos: cálcio: 8,3 mg/dL (normal: 8,2 a 10,2); fosfato: 4,9 mg/dL (normal: 2,3 a 4,7); magnésio: 2,3 mg/dL (normal: 1,5 a 2,3); albumina: 3,5 g/dL (normal: 3,5 a 5,0); creatinina: 5,1 mg/dL (taxa de filtração glomerular de 13 mL/min/1,73 m2); PTH intacto: 63 pg/mL (normal: 10 a 65); 25-hidroxivitamina D: 28 ng/mL (normal: 30 a 80).
O próximo passo de escolha no manejo dessa paciente é
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Q3822201 Medicina
Mulher de 47 anos é avaliada por um histórico de três anos de dor em todos os músculos e articulações. Ela é motorista de caminhão comercial. Seu sono é ruim, e ela acorda sem se sentir revigorada. O questionário diagnóstico de fibromialgia é preenchido e atende aos critérios para fibromialgia. Refere ansiedade e depressão, com histórico de transtorno por abuso de opioides. Nega uso de medicamentos. Os sinais vitais são normais. Os achados do exame físico limitam-se a uma sensibilidade muscular generalizada com força normal. A avaliação laboratorial revela uma velocidade de hemossedimentação de 19 mm/h, nível de proteína C reativa sanguínea de 0,3 mg/L (normal: < 1 mg/L) e TSH de 1,6 mU/mL (normal: 0,5 a 5,0). Exercícios aeróbicos de baixo impacto são recomendados.
Uma vez optado por tratamento farmacológico, a medicação de escolha é
Alternativas
Respostas
2161: B
2162: C
2163: C
2164: E
2165: A
2166: C
2167: C
2168: B
2169: D
2170: C
2171: D
2172: B
2173: E
2174: D
2175: C
2176: B
2177: A
2178: A
2179: D
2180: C