Foram encontradas 4.005 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I - Individualismo.
II - Contradição.
III - Propriedade.
IV - Menor poder do Estado.
V - Trabalho forçado.
A única alternativa que contempla as assertivas que apresentam princípios defendidos pelo liberalismo é:
Em uma conversa entre amigos, Marta, estudante de Sociologia, explicou aos seus amigos que possui algumas convicções pessoais. Para Marta, o ser humano não é capaz de alcançar a certeza absoluta sobre qualquer conhecimento. Marta defende a ideia de que podemos alcançar opiniões mais plausíveis, mas nunca certezas indubitáveis e, por isso, devemos duvidar sempre de nossas percepções sobre o mundo.
Considerando as convicções de Marta, é possível concluir que:
(WEFFORT, Francisco. (Org.). Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 2006, v. 1.)
A citação disposta anteriormente está em concordância com qual pensador iluminista?
Fonte: Ana Lucia Santana apud Atendimento ao público. Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Departamento de Educação e Trabalho.
A respeito de qual conceito o texto acima refere-se? Marque a opção CORRETA.
(Por: Adriano Padilha. Mestre em Comunicação, Arte e Cultura)
Marque a expressão que completa a visão de Kant.
O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: "Como devo agir perante os outros?". Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da Moral e da Ética. Assinale abaixo a afirmativa incorreta com relação a ética.
"É frequente histórias da filosofia não incluírem um capítulo sobre o pensamento contemporâneo, como se considerassem que, de certa forma, a contemporaneidade não fizesse ainda parte da história. Isso é, sob muitos aspectos, compreensível, pois nos faltam ainda o distanciamento e a perspectiva temporal que nos permitem analisar os filósofos contemporâneos, avaliar aqueles cuja obra e influência serão duradouras. Encontramo-nos próximos demais deles, e, paradoxalmente, isso nos impede de vê-los melhor. Por outro lado, há algo de incompleto em uma história da filosofia que não busque ao menos relacionar os pensadores e correntes contemporâneos com a tradição, interpretá-los como parte dessa história, dessa formação e desse desenvolvimento que chegam até nós.”
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 284, Rio de Janeiro, Zahar: 2015, 13a. ed..
O pensamento moderno talvez seja mais fácil de ser compreendido por nós, pelo fato de estarmos mais próximos dele do que do antigo e do medieval, e por sermos, ainda hoje, de certo modo, herdeiros dessa tradição. Por outro lado, às vezes, é mais difícil tomarmos consciência e explicitarmos as características mais fundamentais daquilo que nos é mais familiar, exatamente porque nos acostumamos a aceitá-lo como tal.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 151. Jorge Zahar, Rio de Janeiro: 13a. ed.