Foram encontradas 4.255 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
No caso das criaturas, estes dois conceitos designam, respectivamente
NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. (Adaptado.)
O método genealógico de Nietzsche é empregado em suas investigações sobre como os valores se constituem. Com relação a esse método, é correto afirmar que os valores
SÊNECA. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
O filósofo latino Sêneca é um dos principais expoentes do estoicismo. Para esta escola, a tranquilidade é alcançada quando
Assinale a opção correta, segundo essa distinção kantiana.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2014.
O trecho acima ilustra a concepção dialética de Hegel, segundo a qual os contrários
HEIDEGGER, M. “A questão da técnica”. Scientiae Studia, São Paulo, v. 5, n. 3, 2007.
O filósofo alemão Martin Heidegger é conhecido por sua crítica à modernidade do ponto de vista ontológico. Segundo o trecho, o perigo essencial da técnica moderna é
CASSIN, B. O efeito sofístico. São Paulo: Editora 34, 2005. (Adaptado.)
A leitura tradicional a respeito dos sofistas é tributária da interpretação platônico-aristotélica. A relação do trecho acima com essa interpretação é de
Baseava-se na prática da epoché como caminho para alcançar a ataraxia, ou seja,
SPINOZA, B. de. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
O trecho acima expressa a posição crítica de Espinosa em relação a uma das formas de causalidade teorizadas pela tradição filosófica. Trata-se da noção de causa
ARISTÓTELES. De Anima. São Paulo: Editora 34, 2012.
O trecho acima pertence ao início das investigações de Aristóteles acerca da alma. O filósofo concluirá que a alma é
Existem áreas fundamentais da filosofia que ajudam as pessoas a refletir sobre suas respectivas ações, decisões e obrigações: a nos convida a buscar princípios e valores que nos guiarão em nossas escolhas, enquanto a enfatiza a natureza obrigatória dos deveres independentemente das consequências.
Assinale a opção que caracteriza adequadamente fenômenos no contexto da globalização, conforme a perspectiva da obra mencionada.
TEXTO 1
Palavras, em seu significado primário e imediato, nada significam senão as ideias na mente de quem as usam, por mais imperfeita e descuidadamente que estas ideias sejam apreendidas das coisas que elas supostamente representam. Estas palavras, então, são as marcas das ideias de quem fala.
LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril cultural, 1978.
TEXTO 2
O significado de uma proposição constitui o método da sua verificação. A forma mais simples de uma definição indicativa consiste em um gesto indicativo combinado com a pronúncia de uma palavra, assim como quando ensinamos a uma criança o sentido do termo “azul’’ mostrando-lhe um objeto azul.
SCHILICK, M. Sentido e verificação. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
Nesse caso, pode-se inferir da comparação entre o Texto 1 e o Texto 2 que o significado está
TEXTO 1
Omama criou os xapiri, para podermos nos vingar das doenças e nos proteger da morte a que nos sujeitou seu irmão mau. Depois, escondeu-os, até que seu filho se tornasse xamã, no topo das montanhas e nas profundezas do mato. O pai de minha esposa conta que foi a esposa de Omama, a mulher das águas, quem primeiro pediu que os xapiri fossem trazidos à existência. A mulher das águas lhe disse então: “Crie os xapiri, para curarem nossos filhos!”. Omama concordou: “Awei! São palavras sensatas. Os espíritos irão afugentar os seres maléficos. Foi assim que ele fez aparecer os xapiri, tão numerosos e poderosos quanto os conhecemos hoje. Mais tarde, o filho de Omama tornou-se um rapaz e seu pai quis que ele aprendesse a fazer dançar os xapiri para poder tratar os seus.
KOPENAWA, D.; ALBERT, B. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (adaptado).
TEXTO 2
O médico é o moderno mestre do reino do mito, o guardião da sabedoria a respeito de todos os caminhos secretos e fórmulas poderosas. Seu papel equivale precisamente ao do Velho Sábio, presença constante nos mitos e contos de fadas, cujas palavras ajudam o herói nas provas e terrores da fantástica aventura. É ele que aplica o bálsamo curativo nas feridas quase fatais e, por fim, leva o conquistador de volta ao mundo da vida normal após a grande aventura na noite encantada.
CAMPBELL, J. O herói de mil faces. Tradução: Adail Ubirajara Sobral. São Paulo: Cultrix Pensamento, 2009 (adaptado).
Nesse caso, os fragmentos de texto apresentados possibilitam aos estudantes reconhecer
NIETZSCHE, F. W. Genealogia da moral: uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998 (adaptado).
A partir do texto apresentado, assinale a opção que indica um objetivo de aprendizagem, seguido da abordagem a ser adotada pelo docente em uma aula de Filosofia.
D’ANCONA, M. Pós-verdade: a nova guerra contra fatos em tempos de fake news. Barueri: Faro Editorial, 2018 (adaptado).
Caso um professor de Filosofia promova em sala de aula a reflexão contida no texto, é correto afirmar que ele incitará os estudantes a realizar uma análise crítica acerca da difusão do conhecimento e a elaborar a compreensão sobre o
ADORNO, T. W. Dialética negativa. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Zahar, 2009 (adaptado).
Em uma aula de Filosofia para a 3ª série do Ensino Médio, visando à análise crítica da razão moderna, o docente propôs que os estudantes identificassem, por meio de uma pesquisa bibliográfica, as principais correntes de pensamento filosófico e as relacionassem à crítica do texto de Adorno, apresentado acima.
Nesse caso, para entender corretamente a crítica do texto de Adorno, os discentes devem identificar que ela se volta contra
O tema do poder invisível foi até agora muito pouco explorado (inclusive porque escapa das técnicas de pesquisa adotadas habitualmente pelos sociólogos, tais como entrevistas, levantamentos de opinião, etc.). Talvez eu esteja particularmente influenciado por aquilo que acontece na Itália, onde a presença do poder invisível (máfia, camorra, lojas maçônicas anômalas, serviços secretos incontroláveis e acobertadores dos subversivos que deveriam combater) é, permitam-me o jogo de palavras, visibilíssima. A verdade porém é que o tratamento mais amplo do tema foi por mim encontrado, até agora, no livro de um estudioso americano, Alan Wolfe, Os limites da legitimidade, que dedica um bem documentado capítulo ao que denomina de ‘duplo Estado’, duplo no sentido de que ao lado de um Estado visível existiria sempre um Estado invisível.
BOBBIO, N. O futuro da democracia. São Paulo: Paz e Terra, 1986.
Nessa situação, infere-se que o objetivo de aprendizagem definido pelo professor ao utilizar o referido texto para orientar a discussão da temática é
1. Todos os feijões daquela saca são brancos. Esses feijões são daquela saca. Logo, esses feijões são brancos.
2. Esses feijões são daquela saca. Esses feijões são brancos. Logo, todos os feijões daquela saca são brancos.
3. Todos os feijões daquela saca são brancos. Esses feijões são brancos. Logo, esses feijões são daquela saca.
Para finalizar a atividade, a professora estabeleceu como critério avaliativo a devida associação das formas de raciocínio com os argumentos apresentados, de modo que os silogismos 1, 2 e 3 deveriam ser, respectivamente, classificados por cada grupo como
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000 (adaptado).
Uma professora de Filosofia, ao abordar a relação entre ética e liberdade em uma turma do 9º ano do Ensino Fundamental, realizou, de forma contextualizada, a leitura do texto acima.
Após a leitura, um estudante se mostrou bastante incomodado e pediu a palavra, afirmando que “estar sob o poder de forças externas não é uma escolha, nem é racional, pois existe um Deus absoluto que tem planos para nós”.
Nesse cenário, a metodologia que potencializa a problematização feita pelo estudante é a