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Q3523498 Filosofia
É mais ou menos consensual entre os filósofos que nossas maneiras de raciocinar incluem diferentes tipos de raciocínios. Um deles guia-nos para sermos sensíveis a certos sinais aparentemente não relacionados, levando-nos a conclusões que fazem sentido, por exemplo, como age um detetive ou como age o cientista no momento em que “cria” novas hipóteses (Savian Filho, 2010. Adaptado).
O tipo de raciocínio descrito no excerto é denominado
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Q3523497 Filosofia
Sempre que desejamos expor nosso pensamento, nossa visão de mundo ou um assunto que conhecemos bem, procuramos convencer nossos interlocutores. Afinal, se não quiséssemos convencer, não teríamos motivo para expor nossas ideias; seríamos indiferentes. Ao contrário, se nos exprimimos, é porque pensamos ter razão, ou, ao menos, consideramos razoáveis nossas ideias (Savian Filho, 2010).
O excerto destaca a importância filosófica da argumentação. No entanto, a “arte de convencer” também era ensinada pelos sofistas. Assim, a especificidade do convencimento filosófico é
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Q3523496 Filosofia
Nas considerações finais de seu artigo, Silva, Bonin e Garrote (2023) perguntam: “Quais são os elementos da cultura digital que contribuem para a reflexão e criticidade dos estudantes no ensino da Filosofia no Ensino Médio?” Acrescentando que, segundo várias pesquisas analisadas, [...] “os recursos digitais são potencializados para engajar os estudantes do ensino médio e promover reflexão crítica na disciplina de Filosofia”.
Além dos recursos digitais, o artigo aponta a relevância de
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Q3523494 Filosofia
Numa perspectiva analítica, Mario Bunge entende por técnica o controle ou a transformação da natureza pelo ser humano, o qual faz uso de conhecimentos pré-científicos. A tecnologia, por sua vez, consiste na técnica de base científica (Cupani, 2004. Adaptado).
Segundo Alberto Cupani, para Mario Bunge, a técnica e a tecnologia
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Q3523493 Filosofia
“Para compreender as relações que se estabelecem entre as proposições, foram definidos os primeiros princípios da lógica, assim chamados por serem anteriores a qualquer raciocínio e servirem de base a todos os argumentos. Por serem princípios, são de conhecimento imediato e, portanto, indemonstráveis” (Aranha; Martins, 2009).
Dentre os princípios da lógica a que se referem as autoras, encontra-se o princípio
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Q3523492 Filosofia
A filosofia analítica considera que o tratamento e a solução de problemas filosóficos devem se dar por meio da análise lógica da linguagem. Não se trata evidentemente da língua empírica, o português, o inglês, o francês etc., mas da linguagem como estrutura lógica subjacente a todas as formas de representação, linguísticas e mentais. A questão fundamental é, portanto, como um juízo, algo que afirmo ou nego sobre a realidade, pode ter significado e como podemos estabelecer critérios de verdade e falsidade desses juízos. A possibilidade de paralelismo entre a linguagem e a realidade supõe assim um isomorfismo, i.e., uma forma ou estrutura comum entre a lógica e a ontologia, entre a proposição e o fato que a proposição descreve e representa (Marcondes, 2020. Adaptado).
A corrente filosófica mencionada defende que 
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Q3523491 Filosofia
O marxismo procura explicar a realidade a partir da estrutura material de uma determinada sociedade. A questão central da análise de Marx passa a ser o trabalho, questão, aliás, praticamente ausente da análise dos filósofos desde a Antiguidade. O trabalho é uma relação invariante entre a espécie humana e seu ambiente natural, uma perpétua necessidade natural da vida humana (Marcondes, 2010).
Segundo a perspectiva teórica mencionada
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Q3523490 Filosofia
Hegel introduz em sua filosofia uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que a consciência (ou o sujeito) interfere ativamente na construção da realidade, propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como processo, como movimento, como vir-a-ser. Desse ponto de vista, o ser está em constante transformação, donde surge a necessidade de fundar uma nova lógica (Aranha e Martins, 2009).
Considerando teses centrais do pensamento de Hegel, cabe afirmar que, para ele,
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Q3523489 Filosofia
A doutrina positivista, cujo principal representante foi o francês Augusto Comte (1798-1857), nasceu no ambiente cientificista, que se caracteriza pela valorização do conhecimento científico, que o próprio filósofo ajudou a exacerbar. Em sua obra Curso de filosofia positiva, propôs-se a examinar como ocorreu o desenvolvimento da inteligência humana desde os primórdios, a fim de dar as diretrizes de como seria melhor pensar a partir do progresso da ciência. Nessa obra, encontra-se a célebre Lei dos três estados (Aranha e Martins, 2009. Adaptado).
A Lei dos três estados estabelece que
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Q3523488 Filosofia
O século XVIII europeu é o período conhecido como Iluminismo, Século das Luzes, Ilustração ou Esclarecimento em contraposição ao então denominado período das trevas da idade média. Como as designações sugerem, trata-se do otimismo em reorganizar o mundo humano por meio das luzes da razão (Aranha e Martins, 2009. Adaptado).
Um pressuposto central do Iluminismo era
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Q3523487 Filosofia
Rousseau parece demonstrar extrema nostalgia do estado feliz em que viveria o “bom selvagem”, antes de ser introduzida a desigualdade, a diferenciação entre rico e pobre, poderoso e fraco, senhor e escravo e a predominância da lei do mais forte. O indivíduo que surge da desigualdade é corrompido pela sociedade e esmagado pela violência. Trata-se de um falso pacto social, esse que coloca as pessoas sob grilhões. Há que se considerar a possibilidade de outro contrato verdadeiro e legítimo, pelo qual o povo esteja reunido sob uma só vontade (Aranha e Martins, 2009. Adaptado).
Para Rousseau, a desigualdade entre os seres humanos decorre
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Q3523486 Filosofia
Hobbes analisa a natureza humana em uma perspectiva mecanicista: o ser humano é como uma máquina que age sozinha, na linha da concepção mecanicista de mundo típica da física da época, cujo problema central consistia em entender a natureza dos corpos e de seus movimentos (Marcondes, 2010. Adaptado).
Como resultado de sua concepção mecanicista, para Hobbes
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Q3523485 Filosofia
“A matemática e a física são os dois conhecimentos teóricos da razão que devem determinar a priori o seu objeto, a primeira de uma maneira totalmente pura e a segunda, pelo menos, parcialmente pura, mas também por imperativo de outras formas de conhecimento que não as da razão” (Kant, 1999).
Segundo o excerto, o conhecimento da física
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Q3523484 Filosofia
O nexo causal entre tudo o que acontece é um pressuposto filosófico que remonta, pelo menos, aos filósofos pré-socráticos. Entretanto, David Hume questiona o princípio causal. De fato, no exemplo famoso, se observarmos o movimento das bolas de bilhar em uma mesa, tudo o que vemos é o impacto do taco sobre a primeira bola e, por sua vez, o impacto da primeira sobre a segunda (Marcondes, 2010. Adaptado).
Segundo o excerto, para Hume,
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Q3523483 Filosofia
A frase, de inspiração aristotélica, que sintetiza a perspectiva dos filósofos empiristas clássicos, como John Locke, é formulada da seguinte forma: “Nada está no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos” (Marcondes, 2010. Adaptado).
A frase citada indica que
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Q3523482 Filosofia
Podemos considerar o projeto filosófico de Descartes como uma defesa do novo modelo de ciência inaugurado por Copérnico, Kepler e Galileu contra a concepção escolástica em vigor na Idade Média. A defesa desse novo modelo depende da possibilidade de mostrar que a nova ciência se encontra no caminho certo, ao passo que a ciência antiga havia adotado concepções falsas e errôneas, como, por exemplo, o sistema geocêntrico de cosmo. No entanto, se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom senso, isto é, a racionalidade, é natural ao ser humano, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade e a ocorrência do erro, do engano, da falsidade? (Marcondes, 2010. Adaptado).
Segundo Descartes, a causa do erro, do engano e da falsidade seria
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Q3523481 Filosofia
Assim como em Descartes, a filosofia de Francis Bacon caracteriza-se por uma ruptura bastante explícita em relação à tradição anterior, sobretudo a escolástica medieval de inspiração aristotélica. Tal como ocorreu em Descartes, a preocupação fundamental de Bacon foi com a formulação de um método que evitasse o erro e coloque o ser humano no caminho do conhecimento correto (Marcondes, 2010. Adaptado).
Um aspecto relevante do método proposto por Bacon diz respeito
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Q3523480 Filosofia
“Para Maquiavel, a moral política distingue-se da moral privada, uma vez que a ação política deve ser julgada a partir das circunstâncias vividas e tendo em vista os resultados alcançados na busca do bem comum. Com isso, Maquiavel distancia-se da política normativa dos gregos e medievais, porque não busca as normas que definem o bom regime, nem explicita quais devem ser as virtudes do bom governante” (Aranha e Martins, 2009).
Segundo as autoras, a teoria política de Maquiavel
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Q3523479 Filosofia
Guilherme de Ockham (c.1300-50) foi talvez o filósofo mais influente do séc. XIV e teve inúmeros seguidores, assim como adversários, nesse período devido a suas posições originais e, sob certos aspectos, revolucionárias. A influência de Ockham está relacionada, sobretudo, à sua obra lógica e metafísica, na qual assume uma posição nominalista frente à célebre questão dos universais, uma discussão que percorreu praticamente toda a filosofia medieval, constituindo-se em uma das questões mais centrais da ontologia na tradição filosófica (Marcondes, 2010. Adaptado).
A questão filosófica mencionada no excerto diz respeito à natureza
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Q3523477 Filosofia
A religião cristã, embora originária do judaísmo, surge e se desenvolve no contexto do helenismo, e é precisamente da síntese entre o judaísmo, o cristianismo e a cultura grega que se origina a tradição cultural ocidental. A questão que podemos levantar a esse propósito é: como se justifica a relação entre o cristianismo, que por sua origem revelada é uma religião, e a filosofia grega que, em seu próprio surgimento, já pretendia romper com o pensamento mítico-religioso? Além disso, teólogos como Taciano (séc. II), Tertuliano (155-222) e Lactâncio (240-320) advertem que a filosofia grega é pagã e, portanto, alheia à mensagem cristã e que seus métodos e discussões podem ser perniciosos, embora teólogos posteriores tenham procurado compatibilizar verdades reveladas com verdades justificadas racionalmente (Marcondes, 2010. Adaptado).
Segundo o texto, a relação entre filosofia e religião cristã é sobretudo
Alternativas
Respostas
781: C
782: B
783: A
784: B
785: D
786: C
787: A
788: A
789: E
790: A
791: A
792: C
793: B
794: D
795: D
796: B
797: E
798: A
799: C
800: D