Questões de Concurso
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A distinção entre obras de arte e objetos técnicos é possível quando observa-se que enquanto estes últimos têm sua finalidade subordinada a uma função, as obras de arte não estão necessariamente vinculadas a alguma funcionalidade.
Originalmente arte e técnica significavam um conjunto de regras para dirigir uma atividade humana qualquer.
Arte e técnica são termos originários de campos semânticos semelhantes, tendo arte origem etimológica no latim e técnica, no grego.
Define-se o belo como aquilo (coisa ou ser) que desperta no ser humano uma emoção estética, independentemente de se é coisa natural ou produzida pelo ser humano.
Para Hume, que propõe uma posição objetivista, o belo é uma questão de gosto e percepção do sujeito.
Para Platão, a imagem negativa de algumas expressões artísticas prevalece, sobretudo na pintura e escultura, pois essas teriam como perspectivas imitar a natureza, que por sua vez seria imitação do mundo das ideias.
Nietzsche propõe uma moral de senhor em substituição ao igualitarismo, à piedade e à compaixão cristãs, que representariam uma moral de escravos.
Maquiavel estabelece uma identidade entre a ética na política e a ética dos indivíduos na vida privada.
Segundo Hegel, o princípio moral consiste em agir em conformidade apenas com a máxima que se quer tomar uma lei universal.
Na moral aristotélica, o bem coletivo na polis deve prevalecer, mesmo que contrarie o bem individual.
Existe autonomia moral quando, mesmo considerando os condicionamentos impostos pela sociedade, o ser humano pode refletir, orientar sua conduta e decidir cumprir, ou não, uma norma.
Segundo Sartre, a ética existencialista defende que, em qualquer situação passível de tomada de decisão, o ser humano é privado da liberdade, devendo justificar sua ação nos próprios princípios e valores, e não em fatores transcendentes.
O utilitarismo é uma doutrina ética que considera as ações boas ou más em função das conseqüências para a promoção da felicidade.
Na ética deontológica, o questionamento acerca das conseqüências é decisivo para estabelecer um juízo acerca da bondade ou maldade da ação.
A ética teleológica se norteia pelas questões a respeito da existência do dever e de princípios orientadores da conduta.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
O mito, nas obras de Platão, tem intenção pedagógica.
É possível apontar duas grandes correntes teóricas de tomada de decisão ética: a corrente teleológica, denominada ética das intenções, que é um ato avaliado eticamente por seus resultados, pelo alcance dos objetivos da ação empreendida, e a corrente da ética das consequências, isto é, se o homem é um ser racional, suas decisões devem ser racionais, portanto, são universais.
É eticamente legítimo o fato de o homem tentar controlar e direcionar os processos e as funções de sua biologia, pois isso faz parte do sentido do possível inscrito na dialética da autonomia humana, que inclui justamente a adaptabilidade de sua primeira natureza a seus projetos tipicamente humanos, isto é, consecutivos de sua natureza técnico-cultural.