Questões de Concurso
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age somente de acordo com aquela máxima, pela qual possas ao mesmo tempo querer que ela se torne uma lei universal.
Immanuel Kant. Fundamentação dametafísica dos costumes (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os próximos itens, relativos à filosofia de Kant.
O imperativo categórico é um dever.
age somente de acordo com aquela máxima, pela qual possas ao mesmo tempo querer que ela se torne uma lei universal.
Immanuel Kant. Fundamentação dametafísica dos costumes (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os próximos itens, relativos à filosofia de Kant.
Em Crítica da Razão Prática, Kant examina o problema moral e expressa a necessidade de se fazer uma crítica à razão em geral.
Debater, tomar uma posição, defendê-la argumentativamente e mudar de posição face a argumentos mais consistentes são competências e habilidades que trazem a dimensão do debate público para o ensino da filosofia.
Entre os elementos constantes do eixo de investigação e compreensão inclui-se a interdisciplinaridade no trabalho com a disciplina de filosofia.
As competências e habilidades necessárias à disciplina de filosofia são organizadas em dois eixos: o de investigação e compreensão e o de contextualização sociocultural.
A competência da contextualização é fundamental para o ensino de filosofia, pois a compreensão de conteúdo filosófico é facilitada pela localização nos contextos nos quais foi elaborado.
O ensino de filosofia deve deter-se exclusivamente na leitura de textos filosóficos, que trazem todos os elementos necessários à discussão filosófica.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é de duas horas a carga horária mínima semanal para a disciplina de filosofia em todas as séries do ensino médio.
As relações entre poder e saber independem da linguagem. O conhecimento utiliza a linguagem como seu veículo de expressão, mas esta não se contamina pelas dinâmicas do poder e de suas relações com o saber.
Na obra A ordem do discurso, Michel Foucault afirma que a linguagem não é apenas um veículo comunicativo, mas é também um meio de estruturação e circulação das relações de poder.
Para o Segundo Wittgenstein, o significado de uma proposição é dado pela ordem lógica da proposição e por apontar para um fato no mundo.
Wittgenstein, no Tractatus Logico Philosophicus, afirma que muitos dos problemas em filosofia são pseudoproblemas e que, portanto, uma análise correta da linguagem seria capaz de elucidá-los, mostrando como eles não seriam problemas de fato.
Apesar de criticar as perspectivas liberais contratualistas, Hegel explica, com a utilização da dialética do senhor e do escravo, o trajeto histórico da consciência-de-si que, percorrendo a dominação e o reconhecimento, corresponderia ao estado de natureza teorizado pelos contratualistas.
Com referência ao ideário liberal, representado por Locke e Rousseau, Hegel defende a ideia de que o Estado tem precedência sobre o indivíduo e que este é parte de um todo, de modo que o indivíduo só adquire sua própria individualidade em função do coletivo do Estado.
Para Marx, o Estado busca, apesar da sua ideologia, promover o bem comum, incentivando a superação das contradições da sociedade civil, embora ele deva ser destruído para a destituição do poder da burguesia.
Na perspectiva de Marx, a ideologia é o conjunto de falsas representações da realidade que ocultam as dinâmicas de expropriação e exploração e, também, o fenômeno da alienação dos indivíduos em função do trabalho.
Com base no trecho acima e no contexto de discussão da filosofia moderna, julgue os itens de 75 a 80.
Para Rousseau, o estado de natureza é definido pela propriedade privada, visto que esta leva os indivíduos a se tornarem livres para trabalhar em suas terras e a produzir aquilo de que necessitam para viver, evitando-se assim guerra ou egoísmo. Essa percepção faz que Rousseau sustente que, no estado natural, os seres humanos são todos bons e solidários e que a função do contrato social é fundar a sociedade e o Estado capazes de proteger o caráter bom do estado de natureza.
Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena P. Martins.Filosofando. Introdução à filosofia. São Paulo: EditoraModerna, 2009, p. 267 (com adaptações).
Com base no trecho acima e no contexto de discussão da filosofia moderna, julgue os itens de 75 a 80.
John Locke, um dos primeiros teóricos do liberalismo, concebia a propriedade privada como um direito natural, portanto, de acordo com o seu pensamento, o papel do Estado deveria ser o de garantir essa propriedade, assim como a liberdade e a vida.
Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena P. Martins.Filosofando. Introdução à filosofia. São Paulo: EditoraModerna, 2009, p. 267 (com adaptações).
Com base no trecho acima e no contexto de discussão da filosofia moderna, julgue os itens de 75 a 80.
John Locke, que seguia a imagem hobbesiana de natureza humana, entendia que, no estado de natureza, os seres humanos são todos violentos e egoístas, agindo como juízes em causa própria, em função de sua liberdade radical. Segundo Locke, esta não é prejudicada, mesmo na vigência do contrato social, e deveria ser utilizada pelo povo de modo a limitar o poder do Estado, fiscalizando-o.
Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena P. Martins.Filosofando. Introdução à filosofia. São Paulo: EditoraModerna, 2009, p. 267 (com adaptações).
Com base no trecho acima e no contexto de discussão da filosofia moderna, julgue os itens de 75 a 80.
Na perspectiva hobbesiana, o contrato social é uma espécie de transferência de poder dos indivíduos para o Estado, que exerce seu poder pelo uso da força, evitando que os indivíduos, devido a sua natureza bélica, destruam-se mutuamente.