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Com relação ao logos em Heráclito de Éfeso, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas a seguir:
Referindo-se ao estilo ________________, Heidegger opina que, em vez de ser denominado de “____________”, Heráclito poderia e deveria ter sido chamado de “_______________”, pois o que ele escreve no seu estilo _______________, “clarifica e faz brilhar a linguagem do pensar”. Esta claridade, porém, é uma claridade sui generis, pois tem o fascínio e o enigma dos relâmpagos. De um modo fugaz e efêmero, os relâmpagos, com seus repetidos clarões, iluminam a escuridão da noite, mas não conseguem transformá-la na claridade do dia.
Aristóteles. A Política. Vega, 1998, p. 26. Disponível em <http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/marcos/hdh_aristotele s_a_politica.pdf> acesso em 28 Set. 21.
Inspirado (a) pelo texto acima, somado com seus conhecimentos sobre o assunto, relacione corretamente as colunas conforme algumas asserções conceituais de Aristóteles implicadas em “polis/política” na obra A Política:
1. CIDADE. 2. COMUNIDADE. 3. O HOMEM. 4. FAMÍLIA. 5. ALDEIA.
a. É uma certa forma de comunidade. b. É uma comunidade formada de acordo com a natureza. c. É por natureza, um ser vivo político. d. Constituída em vista de algum bem. e. É a primeira comunidade formada por várias famílias.
Cannabrava, Euryalo. Nietzsche - "La Naissance de la Philosophie" - 1938* * Publicado no Diário de Pernambuco. Pernambuco, Domingo, 14 de Maio de 1939, p. 8. (Arquivo DP/D.A. Press, em 28/07/2016). Cadernos Nietzsche [online].2016, v. 37, n. 2 [Acessado 27 Setembro 2021], pp. 159-165. Disponível em:<https://doi.org/10.1590/2316-82422015v3702eca>.
Das alternativas a seguir, somente uma não caracteriza sem equívocos as ideias de Tales de Mileto.
De acordo com I.M. Copi, uma dessas falácias de relevância é o Argumentum ad Hominem. Em relação a essa falácia está incorreto afirmar que
Em relação à Metafísica, no contexto do pensamento aristotélico, está incorreto afirmar que
“Chamo transcendental a todo o conhecimento que em geral se ocupa menos dos objetos, que do nosso modo de os conhecer, na medida em que este deve ser possível a priori.” In: KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. 5.ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. § B25
No trecho acima, Kant define o sentido do termo transcendental. Nesse sentido, é correto afirmar que o transcendental é
“O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositadamente produzem. Eles se definem a si mesmos como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos.” In: ADORNO, T.W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.p.114
No trecho acima, os filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer refletem sobre a Indústria Cultural. De acordo com os autores, uma das consequências disso é
Quando Hegel afirma que estamos em um momento de nascimento e trânsito para uma nova época, está se referindo
Infere-se do texto:
O que seria então a ética socrática?
Nesta época surge uma figura nas ruas da Grécia que usava suas habilidades para ensinar a arte da retórica. Este profissional seria o:
Indique a opção abaixo que evidencia o pensamento de Hegel na compreensão que compreender a história da filosofia é compreender o próprio ser humano e seu sentido.
Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1bula_rasa
Na modernidade, opondo-se ao racionalismo cartesiano, um novo filósofo negou a possibilidade de termos nascido com esquemas mentais que nos dão informações sobre o mundo. Em vez disso, defendeu a ideia de que o conhecimento é criado através da experiência, com a sucessão de eventos que vivemos, o que deixa um resíduo em nossas memórias.
O ser humano é como uma entidade que existe sem nada em mente, uma tabula rasa em que não há nada escrito.
Indique abaixo o filósofo e a ideia que ele defendia, respectivamente:
• O aspecto sociológico, que diz respeito aos elementos da sociedade política criada pelo homem; • O aspecto histórico, que encara o Estado como um fator social em evolução; • Os aspectos doutrinários, que analisa o Estado do ponto de vista filosófico.
Disponível em https://www.estudopratico.com.br/surgimento-estado/
Nos chamados aspectos doutrinários levamos em conta que o homem mais que formador da sociedade, é um produto dela.
Toda sociedade é balizada por princípios – sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento.
O controle social aparece quando o homem se comporta de maneira a contrariar os princípios regidos pela sociedade em que vive, e tem como objetivo manter o ordenamento social.
O filósofo Michel Foucault defende uma nova forma de realizar o controle social, definindo um novo objetivo das leis na organização das sociedades modernas, o qual seria:
Os estudos filosóficos concluíram que a vida em sociedade não era somente racionalismo e pela consciência: a irracionalidade e o inconsciente eram elementos ativos da natureza humana.
Com uma nova proposta de análise e com soluções para a sociedade moderna foi fundado em Frankfurt, Alemanha, em 1923, o Instituto de Pesquisa Social, conhecido após 1950 como Escola de Frankfurt.
Indique a opção abaixo que está em consonância com o pensamento dos filósofos frankfurtianos
Observe a tirinha:

A tirinha representa um conceito do sociólogo francês Pierre Bourdieu (1930-2002) de fabricação contínua de crenças no processo de socialização, que induzem o indivíduo a se posicionar no espaço social seguindo critérios e padrões do discurso dominante.
A crença aqui seria a ideia que a criança teria
que usar de qualquer jeito a cueca, para atender
a preceitos induzidos pela sociedade. Tal conceito
seria a violência:
Texto 1
A filosofia classifica moral e ética da seguinte forma:
“Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional, fundamentada, científica e teórica. É uma reflexão sobre a moral.
Moral é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau.”
Atualmente ética e política são quase adversárias no contexto da política brasileira. Portanto, com o passar dos anos os brasileiros estão descobrindo que todos nós somos seres eminentemente políticos e sem a participação do cidadão na política a sociedade corre o sério risco de ser governada por pessoas sem ética, sem moral.
Parece que neste momento da história do Brasil os políticos perderam completamente seus parâmetros éticos e, por conseguinte, a sociedade começa a fazer uma reflexão sobre a forma como é feita a política no País, pois as próximas gerações pagarão um altíssimo preço se nada for feito no presente.
O povo brasileiro passa por um momento único, no qual em meio a tanta falta de ética e de moral no cenário político é possível pensar num país melhor, num país que comece a compreender que os políticos não são pessoas que surgem de outros planetas e que chegam ao comando do Poder.
A sociedade deve entender que a POLÍTICA somos todos nós e que o político de hoje nada mais é do que o cidadão que cresceu no mesmo contexto moral e ético de todos aqueles que tanto repudiam os escândalos noticiados no cenário político. O sentido da sociedade é formar cidadãos morais e éticos para que possam representar todos com dignidade e com o verdadeiro significado de representatividade.
Disponível em:https://guilhermetelesadv.jusbrasil.com.br/artigos /349699638/politica-brasileira-etica-moral- esociedade
Texto 2
Preocupado com o estabelecimento de um Estado forte, Maquiavel defende que a autoridade do príncipe, embora às vezes brutal e calculista, é vital para o seu sucesso e consequentemente para o Estado.
Maquiavel instou um príncipe a cultivar e exibir o que ele chamava de virtù, mas com isso ele não quis dizer virtude moral como normalmente a entendemos. Ele não estava pensando em virtudes de caráter como justiça e honestidade, mas de virtuosismo político amoral. Um príncipe deve, como e quando necessário, ser forte e vigoroso como um leão ou astuto como uma raposa. Acima de tudo, a virtù de um príncipe de sucesso deve incluir uma magistral flexibilidade de ação. O príncipe deve mante-se no poder a qualquer custo.
Disponível em: https://www.pensarcontemporaneo.com/nicolaumaquiavel-e-a-etica-do-poder-politico/
Após a leitura dos textos, qual a afirmativa abaixo pode referenciar a obra de Maquiavel com a política brasileira atual: