Questões de Concurso
Foram encontradas 23.732 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Segundo André Barbosa Filho, “a(o)________ , no jargão radiofônico, significa um informe sintético de um fato atual, nem sempre inconcluso. Suas características principais são o tempo de irradiação, sempre curto, com quarenta segundos de duração, e as mensagens transmitidas mediante frases diretas, quase telegráficas”.
O termo que completa corretamente a afirmação do
autor é
Armand e Michèle Mattelart (História das teorias da comunicação) revelam que um dos principais pensadores a refutar os postulados da análise funcionalista da comunicação examina o processo televisivo segundo quatro momentos distintos: produção; circulação; distribuição/ consumo; e reprodução. Esse autor defende que a audiência é, a um só tempo, receptor e fonte. Os seus argumentos constam do artigo Encoding/Decoding, publicado em 1973.
O nome do autor do citado artigo é
A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Unesco, disponibiliza aos jornalistas, desde 2009, a obra A Investigação a partir de histórias – um manual para jornalistas investigativos. O título procura discutir o papel da imprensa para a liberdade de expressão e a liberdade de informação como elementos indispensáveis para a democracia.
Com relação aos princípios do Jornalismo Investigativo, os autores do título concordam que esse tipo de cobertura midiática
“Após o término das gravações, passa-se para a montagem do material, a edição. Ela requer, às vezes, alguns recursos como: computação gráfica, efeitos, trilha sonora, dublagem, locução e outros. Para isso, será necessário saber quais recursos o editor utilizará para que sejam contatados os profissionais e providenciados os equipamentos”.
(www.tudosobretv.com.br. Adaptado)
Essa etapa do processo de produção audiovisual pertence à
Larissa Azubel, em artigo publicado na revista Verso e Reverso, afirma que “dentre as diversas estratégias retóricas da reportagem hodierna, uma se destaca peculiarmente no Jornalismo de revista: o emprego de Figuras de Linguagem como forma de encantamento e persuasão”.
Dentre os títulos a seguir, adaptados do Portalnews, aquele que apresenta pleonasmo é:
Em 15 de agosto de 2015, Luciano Pires publicou, em um dos jornais de Mogi das Cruzes, o texto Os velhinhos. O primeiro período define o gênero de sua matéria: “Final de ano, época de reflexões, de revisão de nossos atos, de calibrar expectativas. Um texto meu antigo cabe bem aqui. Eu o escrevi após ver na televisão uma cena terrível: uma empregada espancando uma anciã indefesa. Nós, com a energia dos 20, 30, 40, 50 anos, não entendemos como alguém pode ficar à mercê de uma agressão, como se fosse um bebê.”
As características de construção do texto permitem afirmar que se tratar de
Em julho de 2016, o programa Brasil Urgente noticiou o desaparecimento de um casal de irmãos moradores de Mogi das Cruzes. O repórter Lúcio Tabarelli aparece no vídeo andando pela rua em que os irmãos foram vistos pela última vez e, em outra sequência, mostra o local onde pertences dos irmãos foram encontrados. Em seguida, o apresentador José Luiz Datena faz comentário sobre o fato.
Esse tipo de passagem, do repórter para o apresentador, é chamado, no meio do telejornalismo, de passagem
Vera Iris Paternostro (O texto na TV – Manual de telejornalismo) recomenda que os redatores façam a leitura de seus textos em voz alta para se evitar que sejam levadas ao ar frases com rimas e cacófatos.
Dentre as chamadas a seguir, a que está construída com cacofonia é:
Sobre composição de mesa e o uso da palavra em cerimônia oficial, analise as afirmativas.
I - A composição da mesa é chamada da menor autoridade para a maior.
II - O primeiro a fazer o uso da palavra deve ser a maior autoridade presente no evento.
III - A maior autoridade do evento é a primeira a ser chamada para ocupar seu lugar no dispositivo do evento.
IV - O uso da palavra pela menor autoridade é dado primeiramente.
Estão corretas as afirmativas
O texto a seguir é o lead de uma matéria veiculada em um jornal de Valinhos:
“Ribeirinha é um mergulho na mestiçagem, na força, nas misturas de um povo e tem um sentido amplo para a intérprete Mariene de Castro. A começar pelas populações ribeirinhas, que vivem à beira dos rios. Comunidades tradicionais que construíram a identidade brasileira e que hoje sobrevivem com bravura às adversidades e desequilíbrios sociais do país. Ser ribeirinho é estar e viver à margem como sujeitos legítimos e dignos.”
(JTV Online, 31.07.2017)
A matéria foi planejada com ênfase no