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Não apenas de e-mails, releases e mensagens via celular vivem as assessorias de imprensa. Abusar do uso desses recursos e ainda querer buscar a simpatia de repórteres e editores, para cada abordagem desse tipo, é confiar demais na paciência de quem passa por momentos difíceis nas redações.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o melhor caminho para uma prática eficiente de assessoria de imprensa, que construa relacionamentos sólidos e éticos com os jornalistas.
Uma das definições do Institute for Crisis Management (Instituto para Gerenciamento de Crises) para crise é: “acontecimento que estimula grande cobertura da imprensa, com prejuízo para o desempenho da organização”. Veículos de comunicação são responsáveis por desencadear esse processo, seja porque investigam escândalos revirando a vida de políticos ou empresários, seja porque noticiam fatos como grandes acidentes.
Em casos de crise, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a melhor postura a ser adotada.
A Internet alterou o modelo de trabalho das assessorias de imprensa.
Relacione as rotinas tradicionais, na coluna da esquerda, com as novas rotinas impostas pela Internet, na coluna da direita.
(I) Sistemas rotineiros e fixos de produção de conteúdo.
(II) Distribuição de conteúdo e contato apenas com jornalistas.
(III) Foco na divulgação jornalística via imprensa tradicional (rádio, TV, jornal).
(IV) Produção de conteúdo raso e fugaz.
(V) Incerteza sobre o impacto alcançado.
(A) Fragmentação: audiências menores, mais focadas, restritas, interesses específicos, diversos, pulverizados. Mais difícil falar com todos. Mais canais informativos segmentados. Deslocamento da comunicação massiva para a hipersegmentação.
(B) Disseminação de informação rápida e superficial, coexistindo com conteúdo mais denso e perene.
(C) Veículos de referência perdem importância relativa, estão sob escrutínio permanente, mas seguem como o principal fornecedor de conteúdo primário, e atuam como avalizadores.
(D) Diversidade de fontes, plataformas, canais, mídias. Veículos fornecedores de informação passam de um número restrito para incontáveis.
(E) Poder para o público, que escolhe onde, quando e como consumir informação.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
A identidade institucional tornou-se inseparável da identidade particular, em uma época na qual as fronteiras da privacidade foram eliminadas. As posturas individuais são continuamente expostas. Os riscos multiplicaram-se.
Diante dessa realidade, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um conselho profissional apropriado ao seu assessorado sobre comportamento nas redes sociais.
A sigla SEO (Search Engine Optimization) significa, em português, Otimização para Mecanismos de Busca.
Quanto à sua função, assinale a alternativa correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Quanto às principais características de um release, para despertar a atenção dos jornalistas que o recebe, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Credibilidade da fonte e conteúdo de interesse público.
( ) Relevância e novidade.
( ) Textos curtos com poucas informações que façam com que o jornalista entre em contato com o entrevistado destacado no release.
( ) Disponibilidade de informações.
( ) Conteúdo produzido exclusivamente para enaltecer o órgão público ou autoridade.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Sobre os critérios de seleção e redação de um release, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Informação gratuita, de uso facultativo e com características jornalísticas.
( ) Informação paga sob a forma de informe oficial.
( ) Exatidão, objetividade e veracidade.
( ) Informações que favoreçam sempre o órgão público ou empresa.
( ) Transparência e interesse público.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Em relação aos trechos da primeira “carta de princípios” para assessores de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Este não é um serviço de imprensa secreto. Todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos fazer a divulgação de notícias. Isto não é agenciamento de anúncios.
( ) Veículos de comunicação que noticiarem apenas notícias favoráveis aos nossos clientes terão preferência em verbas para propaganda oficial.
( ) Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem. Nosso assunto é exato. Maiores detalhes, sobre qualquer questão, serão dados prontamente.
( ) Nenhuma palavra ou trecho de nossos comunicados à imprensa deve ser suprimido.
( ) Em resumo, nosso plano é divulgar, prontamente, para o bem das empresas e das instituições públicas, com absoluta franqueza, à imprensa e ao público dos Estados Unidos, informações relativas a assuntos de valor e de interesse para o público.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir.
A hostilidade do grande público era muito acentuada contra o big business americano, John Rockefeller, acusado de aspirar ao monopólio, de mover uma luta sem quartel às pequenas e médias empresas, de combater sem olhar a meios; numa palavra, de ser feroz, impiedoso, sanguinário.
(DUARTE, J. (org.); MOUTINHO, A.V. et al. Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: teoria e técnica. 5.ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2018. sp.)
Esse texto narra o contexto que propiciou o surgimento da assessoria de imprensa. No início do século passado, um jornalista profissional foi convidado a deixar o jornalismo para “mudar” a imagem do empresário John Rockfeller.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome desse profissional.
Com relação ao desenvolvimento do webjornalismo, julgue o item.
São elementos distintivos do jornalismo desenvolvido para a web a multimidialidade/convergência, a interatividade, a hipertextualidade, a personalização, a memória e a atualização contínua.
Com relação ao desenvolvimento do webjornalismo, julgue o item.
Quando aplicada ao webjornalismo, a ubiquidade favorece o desenvolvimento de novos modelos de negócio, criando a possibilidade de que cidadãos participem do processo noticioso como financiadores de reportagens.
Com relação ao desenvolvimento do webjornalismo, julgue o item.
No webjornalismo, a transmídia pode acontecer aliada à
convergência dos materiais, valendo‐se de outras
características do meio, como a memória e a hipermídia,
e levando a uma ampliação da temática inicialmente
abordada em outro meio.
No que diz respeito a projeto gráfico e à editoração eletrônica, julgue o item.
Em um projeto gráfico, a mancha gráfica corresponde à
efetiva área de trabalho, onde estão distribuídos os
elementos gráficos, figurativos ou textuais, e os espaços
em branco, que são necessários, pois facilitam a leitura.
Julgue o item, relativos a gêneros e técnicas de produção textual.
Em um veículo jornalístico, a política editorial é formulada depois que a pauta é fechada e o editor já sabe o espaço que terá disponível para publicação e a disposição das notícias nas páginas.