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Concebido originalmente como "Eleição Transparente", em 2014, esse projeto da Abraji chama-se
I. Ao expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, o jornalista deve tomar cuidado para que a identificação das vítimas por voz, traços físicos ou quaisquer outras informações seja apenas parcial.
II. Informações obtidas com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos só poderão ser divulgadas em caso de incontestável interesse público e quando todas as outras possibilidades de apuração tiverem sido esgotadas.
III. Mesmo que não tenha participado da produção, o jornalista deve assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos veiculados pela empresa em que trabalha.
Está correto o que se afirma em
• “primeiro e grande instrumento de aculturação de uma agência ou de um time de profissionais de comunicação para realmente compreenderem uma marca, uma empresa e seus produtos”;
• “instrumento de atualização de novidades e de facetas estratégicas que a empresa pretende alcançar. Nesse caso, pressupõe -se que os profissionais que o receberão já contam com um grande volume de informações em seu repertório”;
• “um pedido interno de trabalho (gerar um folheto, criar um anúncio, aproveitar uma oportunidade promocional etc.). Não é um uso recomendado, mas é compreensível quando também se pressupõe que os profissionais envolvidos já conheçam muito bem a realidade mercadológica”.
Essas três acepções são adequadas ao termo
“Uma das piores crises para uma corporação é a ocorrência de vítimas fatais, diretamente sob sua responsabilidade. Não é tão rara quanto parece, especialmente em empresas com alto risco. Algumas precisam triplicar a atenção, porque vivem no meio da crise. Mas podem-se incluir também nessa galeria, pelo menos no Brasil, hospitais, escolas e creches, parques de diversão, casas noturnas e a construção civil. (...) Para os stakeholders, principalmente empregados e mídia, as empresas são lentas e evasivas, quando não dissimuladas, em prestar informações quando acidentes fatais acontecem. O modelo talvez sejam as empresas aéreas, lentas para confirmar a lista de passageiros e em fornecer maior detalhamento, em caso de acidentes com mortes, mesmo sabendo que eles podem acontecer a qualquer momento”. (FORNI, 2019:147)
Para o autor, no caso das empresas aéreas, a atitude é até compreensível, porque, de acordo com o princípio básico de gerência nas crises com vítimas fatais,
I. O comitê de crise é formado por muitas pessoas com cargos operacionais na organização, reunidas com a missão de ajudar a planejar ações de disfarce das motivações das crises e administrar a opinião pública em casos de crises na corporação ou no governo.
II. O comitê de crise, composto pelo CEO e seus principais diretores, deve ser formado assim que a crise começa e, a cada evento, elaborar um novo manual de combate à crise. Cabe aos diretores gerenciar cotidianamente a crise, tomar decisões e executar estratégias de comunicação.
III. O comitê de crise deve oferecer o caminho para os executivos e empregados agirem durante o evento; possibilita à empresa ou às autoridades cuidar da crise, sem se descuidar do negócio, preservando o core business, naquele momento difícil.
Está correto o que se afirma em
As estruturas reticulares
Dentro dessa perspectiva, sobretudo para projetos digitais, devese optar por fontes sem serifa, como
“Pacientes quebraram portas e derrubaram equipamentos, na noite deste domingo (27), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) I de Ceilândia, no Distrito Federal. De acordo com testemunhas, a falta de atendimento causou a confusão”.
Assinale a opção que contém a nova redação do lide, ao destacar intencionalmente o “onde”
“Visão do Correio: Resposta firme aos ataques à democracia
Os episódios que ocorreram no Congresso nesta semana, cujo ápice foi o sequestro simbólico das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado, são muito graves e não têm precedentes na história republicana.
Aos gritos, acorrentados ou com fita adesiva na boca, parlamentares tentaram transformar o Congresso Nacional em palco de chantagem institucional. O que dizem ser uma forma de resistência democrática é, na verdade, um motim orquestrado contra a democracia, em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi derrotado nas urnas em 2022, está inelegível e cada vez mais enredado no Supremo Tribunal Federal (STF) por provas de envolvimento na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023 (...).
O Brasil deve responder com firmeza aos ataques à democracia. No plano interno, os parlamentares que violaram o Regimento e sequestraram as Mesas do Congresso devem receber punição exemplar de seus líderes responsáveis, para que os fatos não se repitam. No plano externo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisa adotar uma política comercial pragmática e altiva, buscar aliados multilaterais e denunciar o abuso de poder que contamina a relação com os Estados Unidos, uma nação amiga há 200 anos. A democracia brasileira não pode se curvar nem a motins, nem a tarifaços com segundas intenções.”
Integrante do gênero opinativo, o texto jornalístico acima deve ser classificado como
1. Noticiosa
2. De Opinião
3. Com personalidade
4. De grupo
5. Coletiva
Relacione a classificação da entrevista com suas respectivas definições.
( ) É aquela em que uma personalidade atende à imprensa em conjunto, respondendo a perguntas de repórteres de diversos veículos de comunicação;
( ) É aquela em que se procura extrair do entrevistado informações sobre fatos que resultarão em notícia;
( ) É aquela em que se reúne testemunhos de um certo número de pessoas sobre determinado assunto da atualidade;
( ) É aquela que tem por fim mostrar aspectos pessoais e biográficos do entrevistado;
( ) É aquela que colhe o ponto de vista do entrevistado sobre determinado assunto;
Assinale a alternativa que indica a relação correta, na ordem apresentada.
“Em 1940, Lazarsfedt e seus colegas realizaram um estudo clássico do comportamento de voto em Elmira, Estado de Nova York. Os pesquisadores apuraram uma inesperada ocorrência que, embora longe de confirmada, sugeriu um possível e vigoroso envolvimento da comunicação interpessoal no processo total de comunicação de massa.” (LITTLEJOHN, 1988: 329)
Ao se depararem com resultados surpreendentes nas eleições, pesquisadores contemporâneos tendem a retomar Lazarsfeld e a hipótese do texto acima, conhecida como
“O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO JORNALISMO
( ) O desenvolvimento das diversas vertentes de IA amplia a capacidade de processamento e de geração de informação (como textos, vídeos, áudios, infográficos, sites e outros formatos de conteúdo) e tem grande potencial disruptivo, mas não altera os valores que norteiam o exercício do jornalismo profissional. O Grupo Globo adota a inteligência artificial como meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com a isenção, correção e agilidade manifestado neste documento. Os jornalistas são encorajados a testar e adotar ferramentas de IA que auxiliem nos processos de apuração, produção e distribuição, respeitando as orientações aqui expostas”.
Essas orientações se baseiam em:
1. Transparência e supervisão humana.
2. Apuração, produção e distribuição de jornalismo com auxílio de IA.
3. Direitos autorais e governança. Seguindo os preceitos de boa parte dos veículos jornalísticos, quanto ao primeiro item das orientações, o Grupo Globo indica que
• Revista semanal de grande circulação, lançada no Rio de Janeiro (RJ), em 1952, tendo circulado regularmente até 2000.
• Publicação que se estabeleceu como principal concorrente da então extremamente bem-sucedida revista O Cruzeiro, dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand, a qual viria a superar.
• Semanário de jornalismo fortemente calcado na imagem que teve colaboradores como Carlos Drummond de Andrade, Sérgio Porto, Rubem Braga, Joel Silveira e Manuel Bandeira.
Neste ano, 25 anos depois de deixar de circular regularmente, a publicação descrita acima voltou ao mercado com “características modernas na forma de apresentar o conteúdo. Somos um produto multiplataforma. Você pode ler a revista impressa ou assistir ao conteúdo pelo YouTube, site, redes sociais e TV”, conforme seu site oficial.
A publicação a que o texto se refere é a revista