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A elevação do índice de Gini, ocorrida na primeira década do século XXI, decorreu principalmente das políticas de transferência de renda, que foram eficazes na melhoria dos indicadores de concentração de renda.
Apesar de ter sido o pioneiro na América Latina na implementação de impostos gerais sobre o valor agregado, o Brasil ainda não conseguiu resolver as distorções provocadas no cenário econômico por esse mecanismo de tributação.
Desde o início do século XXI, o Brasil tem apresentado uma taxa de crescimento populacional abaixo da média mundial. Além disso, essa taxa é superada pela taxa de crescimento do PIB brasileiro, o que demonstra melhoria nas condições econômico-sociais.
O Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) baseava-se na premissa de que os principais problemas econômicos brasileiros eram originados na deterioração dos termos de troca internacionais decorrentes da política de substituição de importações.
O esforço de industrialização ocorrido na década de 50 do século passado foi possível graças à implementação de vários programas que tinham por objetivo promover a indústria de bens duráveis e bens de capital.
Uma das medidas tomadas desde 2003 para combater a crise de incertezas que afetava a economia brasileira foi o aumento da taxa de juros básica, o que provocou uma distensão do ambiente financeiro a partir do primeiro trimestre do ano de 2003.
Os resultados das medidas de política econômica tomadas a partir do início da década de 80 do século passado levaram o país a uma combinação de inflação muito alta com recessão.
De acordo com o modelo de Solow, o crescimento econômico é influenciado diretamente pela elevação do nível geral dos preços, bem como da taxa de poupança agregada da economia.
As necessidades de financiamento do setor público (NFSP) - que correspondem ao conceito de déficit público apurado pelo critério denominado “acima da linha” - podem ser calculadas pelo conceito operacional ou primário.
O aspecto mais importante em relação à sustentabilidade do endividamento governamental de um país é que a sua dívida pública não ultrapasse o valor do seu Produto Interno Bruto (PIB).
A situação em que o endividamento governamental elevado incentiva a emissão de moeda, de modo a reduzir o valor real das dívidas públicas, é exemplo de como a política fiscal exerce efeitos sobre a política monetária.
A planificação global foi a resposta de determinados segmentos da teoria econômica aos excessos observados na economia real, em decorrência do liberalismo econômico do início do século XX.
A transformação do papel do Estado regulador para o do provedor impôs modificações na sua cultura burocrática, estabelecendo-se novos paradigmas para o gerenciamento das políticas públicas.
A redução da propensão marginal a consumir modifica a inclinação da curva IS, tornando-a mais inclinada, com redução do multiplicador keynesiano.
Se a preferência pela liquidez dos bancos comerciais é constante, modificações da regra de compulsório não alteram a renda de equilíbrio da economia.
A regra monetária de fixação da quantidade de moeda é preferível à fixação dos juros quando os choques negativos da economia ocorrem, majoritariamente, sobre o mercado de bens.
Em concorrência perfeita, o lucro de curto-prazo pode ser negativo.
Se a função de produção for descrita pela equação f(x) = 3x1 + 2x2, em que x1 e x2 são fatores de produção, é correto inferir que esses fatores de produção são substitutos perfeitos entre si.
Se uma firma possui função de produção com coeficientes fixos do tipo Leontief, a escolha dos insumos de produção será independente da razão entre os preços dos insumos, e a função custo será linear.
Se a redução do preço de um bem acarreta a redução da sua quantidade demandada, então o bem em questão será, necessariamente, um bem inferior.