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Q2641365 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II para responder às questões de 13 e 14.


TEXTO II


Um dicionário descritivo tem como papel registrar a existência e o significado das palavras de uma língua e identificar devidamente suas conotações.

As palavras vulgares ou ofensivas estão nos nossos dicionários porque também fazem parte do léxico de uma língua. Nossos verbetes contêm etiquetas que refletem o emprego vulgar ou ofensivo de tais palavras.

Acompanhamos a evolução da linguagem ofensiva através dos tempos e integramos as mudanças verificadas, de maneira a retratar uma língua tal como ela é usada. As alterações que fazemos fundamentam-se em observações empíricas coletadas e analisadas pela nossa equipe de pesquisa linguística.

Ficamos sempre gratos quando nossos utilizadores nos informam de casos que parecem não estar de acordo com nossos rigorosos padrões de qualidade, seja porque as sensibilidades culturais vão se alterando, seja por outras razões.


Disponível em: https://languages.oup.com/google-dictionary-pt/. Acesso em: 10 jun.2021

Em relação às ideias apresentadas na construção do texto II, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2641350 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões de 1 a 7.


TEXTO I


Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução


O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.


MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-para-debaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

A palavra entre parênteses não é sinônima da palavra destacada no trecho extraído do texto em:

Alternativas
Q2641349 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões de 1 a 7.


TEXTO I


Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução


O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.


MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-para-debaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

Em relação aos argumentos apresentados no texto, assinale a alternativa em que não há opinião do autor no trecho.

Alternativas
Q2641348 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões de 1 a 7.


TEXTO I


Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução


O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.


MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-para-debaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

Leia este trecho.


A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.


Com base na pontuação empregada nesse trecho, é correto afirmar que

Alternativas
Q2641347 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões de 1 a 7.


TEXTO I


Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução


O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.


MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-para-debaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

Assinale a alternativa que apresenta ideia central defendida no texto.

Alternativas
Q2641297 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões de 1 a 7.


TEXTO I


Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução


O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.


MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-para-debaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]

Assinale a alternativa em que o fragmento se relaciona diretamente com a ideia expressa de modo figurado no título do texto.

Alternativas
Q2626222 Economia

Sobre Economia Empresarial, pode-se afirmar:


I. As pessoas procuram bens e serviços para satisfazerem suas necessidades. A demanda de mercado de um bem ou serviço nos informa a quantidade que os consumidores participantes daquele mercado desejam comprar a cada preço unitário que tenham de pagar, num determinado período de tempo, dado um determinado cenário.

II. A oferta está relacionada ao custo de produção e este à tecnologia de produção e aos preços dos fatores empregados na produção.

III. O mercado é formado pela interação entre compradores e vendedores ou pelas forças de oferta e demanda, que determinam preços e trocas, normalmente de bens e serviços por dinheiro.

IV. O custo de produção compreende a soma do custo dos fatores fixos, aqueles que variam com a produção e dos fatores variáveis, cujo custo não aumenta com o aumento da produção.


A sequência correta é:

Alternativas
Q2545371 Economia
Inflação é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços, que é calculada pelos índices de preços, comumente chamados de índices de inflação. Dentro desse contexto, é correta a seguinte afirmação:
Alternativas
Q2436183 Conhecimentos Bancários

Maria é casada com João. João possui um amigo, o André, do qual a esposa não gosta. Por esse motivo, ele decidiu ser fiador de um financiamento do André sem comunicar à Maria. Nessa situação hipotética, em conformidade com as normas do Sistema Financeiro Nacional (SFN),

Alternativas
Q2436177 Conhecimentos Bancários

Sr. João é cliente de um banco e deseja solicitar um empréstimo. Ao buscar essa informação, no seu aplicativo do banco, apareceu a mensagem de permissão para adesão ao open finance, para compartilhamento de seus dados entre as instituições financeiras escolhidas e com a proposta de melhoria dos serviços oferecidos, inclusive para os empréstimos. Em relação ao sistema financeiro aberto, podemos afirmar que o Sr. João,

Alternativas
Q2436172 Economia

Leia a notícia a seguir.


O industrial e atual presidente da Fiesp, Josué Gomes, voltou a criticar o que ele classifica de elevadas taxas de juros nominal e real vigentes no país. A taxa nominal de juro, a Selic, encontra-se em 13,75% ao ano, e a taxa real está rodando em torno de 7%, segundo cálculos de economistas e analistas do mercado financeiro. Josué tem um cálculo que coloca o juro real em 8%.


Disponível em: https://economia.uol.com.br/. Acesso em: 24 jul. 2023.


Em relação às taxas de juros, podemos afirmar que

Alternativas
Q2434365 Economia

Assinalar a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2432568 Economia

A IBM é apontada como uma empresa dominante na indústria de computadores. Observa-se que as empresas menores aguardam a IBM anunciar seus novos produtos. Considerando o anúncio da IBM, as empresas menores decidem sobre seus próprios produtos. Nessa condição, a IBM na indústria de computadores tem o papel de:


Varian, H. R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 (adaptado).

Alternativas
Q2432567 Economia

As empresas competem vendendo produtos heterogêneos, com elevadas elasticidades cruzadas de suas demandas, mas que não são substitutos perfeitos.

PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. São Paulo: Pearson, 2010 (adaptado).

Diante do exposto, é CORRETA a associação com:

Alternativas
Q2432566 Economia

Sobre a teoria dos jogos, considere as afirmativas a seguir.


Varian, H. R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 (adaptado).


I - O equilíbrio de Cournot acontece quando uma empresa maximiza seus lucros independentemente do comportamento de outra empresa.

II - Há um equilíbrio de estratégias dominantes quando cada jogador faz o melhor que pode, independentemente do comportamento de outros jogadores.

III - O equilíbrio de Nash em estratégias mistas acontece quando cada jogador opta por uma frequência ótima para projetar as suas estratégias, considerando as frequências das escolhas do outro jogador.


Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q2432565 Economia

Sobre o monopólio, considere as afirmativas a seguir.


Varian, H. R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 (adaptado).


I - Se a curva de demanda linear inversa de um monopolista é p(q)= a − bq, então a função receita será r(q) = p(q)q = aq − bq2 e a função receita marginal será Rm(q) = a − 2bq.

II - O problema de maximização do lucro do monopolista é r(q) − c(q); em outras palavras, a decisão ótima acontece quando a receita marginal é igual ao custo marginal, sendo que a receita marginal é igual ao preço. Nesse ponto, a empresa não tem estímulo para alterar a produção.

III - Quando um monopolista está diante de uma curva de demanda com elasticidade constante, irá determinar um preço que é um markup constante do custo marginal.

IV - O monopólio é ineficiente no sentido de Pareto porque produz uma quantidade menor que o mercado competitivo.


Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q2432564 Economia

Em um determinado nível de produção q, é possível questionar como os custos irão variar se a produção alterar numa quantidade ∆q, ou seja, em que: ΔqΔc(q). A afirmação representa qual custo de produção?


Varian, H. R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 (adaptado).

Alternativas
Q2432563 Economia

Sobre a maximização dos Lucros, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


Varian, H. R. Microeconomia: uma abordagem moderna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016 (adaptado).


( ) A função de produção da empresa é f(y1, y2), em que o insumo 2 é fixo y2 , p é o preço do produto e w1w2 os preços dos insumos. Assim, o problema de maximização do lucro no curto prazo pode ser representado por: pf(y1, y2)w1y1 w2y2.

( ) Na maximização do lucro, a empresa opta pela combinação de insumo e produto que se posiciona na reta orçamentária mais baixa.

( ) Caso y1 seja a escolha que maximiza o lucro do fator de produção 1, então o valor do produto marginal do fator 1 deve ser igual a seu preço, ou seja, pPM1(y1, Y2)=w1.

( ) No problema de maximização do lucro no curto prazo, a empresa precisa encontrar o ponto na função de produção que é tangente à reta de isolucro mais alta.


Assinale a opção que representa a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2432562 Economia

Quando o preço de um determinado bem varia, há dois possíveis efeitos: o efeito substituição e o efeito renda. Caso o efeito renda de uma variação de preço for grande o suficiente, maior que o efeito substituição, a mudança no preço e a alteração na quantidade demandada podem seguir a mesma direção.


NICHOLSON, W.; SNYDER, C. Teoria Microeconômica: princípios básicos e aplicações. Tradução de Noveritis do Brasil. São Paulo: CENGAGE, 2018. (adaptado).


Diante do exposto, pode-se afirmar que o bem é:

Alternativas
Q2432560 Economia

Considerando os três axiomas da teoria do consumidor (completude, transitividade e continuidade), é possível mostrar formalmente que os indivíduos são capazes de ranquear todas as possíveis situações, da menor cesta desejável até a mais desejável. Os economistas chamam essa classificação de utilidade. Sobre a utilidade, assinale alternativa CORRETA.


NICHOLSON, W.; SNYDER, C. Teoria Microeconômica: princípios básicos e aplicações. Tradução de Noveritis do Brasil. São Paulo: CENGAGE, 2018. (adaptado).


( ) Se um indivíduo prefere a cesta A ao invés da cesta B, é possível afirmar que a utilidade atribuída à cesta A, representada por U(A), excede a utilidade atribuída à cesta B, representada por U(B).

( ) A função utilidade Cobb-Douglas é representada por u (X1, X2) = x1α x2β, em que α e β são constantes positivas que descrevem as preferências do consumidor.

( ) Na função utilidade Cobb-Douglas u (x,y) =xδ y1-δ, em que δ=α/(α+β), 1-δ=β/(α+β), uma função utilidade Cobb-Douglas com α=0,9 e β=0,3 teria o mesmo resultado de uma função com δ=0,75 e 1-δ=0,5.

( ) As curvas de indiferença em formato de L são geradas por meio de uma função utilidade representada pela fórmula: U(x,y)=αx+βy.

( ) A taxa Marginal de Substituição (TMS) é o negativo da inclinação de uma curva de indiferença (U1) em algum ponto. A TMS é representada pela seguinte notação: TMS = dxdyU=U1, ou seja, a inclinação é calculada ao longo da curva de indiferença de U1.


Assinale a opção que representa a sequência CORRETA.

Alternativas
Respostas
2141: C
2142: A
2143: D
2144: C
2145: A
2146: B
2147: D
2148: A
2149: A
2150: E
2151: C
2152: D
2153: C
2154: A
2155: E
2156: B
2157: D
2158: E
2159: B
2160: D