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“Técnica de representação do espaço tridimensional numa superfície plana, de modo que a imagem obtida se aproxime daquela que se apresenta à visão. Na história da arte, o termo é empregado de modo geral para designar os mais variados tipos de representação da profundidade espacial. Os desenvolvimentos da ótica acompanham a Antigüidade e a Idade Média, ainda que eles não se apliquem, nesses contextos, à representação artística. É no renascimento que a pesquisa científica da visão dá lugar a uma ciência da representação, alterando de modo radical o desenho, a pintura e a arquitetura. As conquistas da geometria e da ótica ensinam a projetar objetos em profundidade pela convergência de linhas aparentemente paralelas em um único ponto de fuga (...)”.
https://enciclopedia.itaucultural.org.br/
O texto refere-se à(ao)
“A pancada com o umbigo nas danças de roda, como convite intimatório para substituir o dançarino solista, tem a maior documentação para dizer-se de origem africana. Em Portugal ocorre no fandango e no lundu como vemos na punga do Maranhão, nos cocos de roda ou bambolês e em certos sambas. Também aparece como uma constante, usada por todos os componentes no decurso da dança e não apenas para o convite a substituição (...)”.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore
brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.
O autor refere-se à(ao)
A história do gênero começa remotamente em 1808, com a chegada da Família Real ao Brasil. O Rio de Janeiro foi elevado à categoria de sede do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves. As maiores influências vêm da polca e do lundu. Inicialmente o choro tinha três partes, posteriormente, passou a ter duas, sempre com características modulantes e de rondó. No final do século XX, voltou a ser uma maneira de frasear as melodias de vários tipos de músicas e foi se flexibilizando, não necessariamente voltando à primeira parte. Dos instrumentos emblemáticos do gênero, destacamos o violão, o piano, a flauta, o cavaquinho e o bandolim. O número de flautistas é muito grande e, entre eles, o de Pixinguinha sempre será citado.
Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira -
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Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no texto acima.
Rudolf Laban (1879-1958) foi dançarino, musicólogo, teatrólogo, professor e pesquisador da Dança. Uma de suas grandes contribuições para a Dança foi a teoria sobre os Fatores do Movimento que, segundo ele, são responsáveis por imprimir determinadas qualidades a qualquer movimento humano.
Segundo Laban, os Fatores do Movimento são:
O Teatro do Oprimido (T.O.) é uma metodologia criada pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) e utilizada amplamente em todo o mundo até os dias atuais para o ensino e prática do Teatro.
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do Teatro do Oprimido (T.O.):
A Dança Moderna surgiu como ruptura em relação às normas rígidas do Balé Clássico, na virada para o século XX. O principal nome ligado a essa inovação é o de Isadora Duncan (1878- 1927).
Assinale a alternativa que apresenta inovações trazidas por Isadora Duncan ao campo da Dança:
Surgido nas grandes cidades como cultura oriunda de classes menos favorecidas, é basicamente, de origem afro-jamaicana. No caso específico do Brasil, absorveu características regionais diferentes em vários estados. Com o passar do tempo o gênero assumiu características de movimento, detendo assim uma gama de desdobramentos, sendo reconhecido também como uma ‘cultura de rua’, assim como o movimento punk, o rock e o heavy-metal. Entre suas principais expressões estão o “grafite”, reconhecido como arte plástica urbana; o rap (ritmo e poesia) que é considerado a linguagem musical do Hip hop e tem como base, na maioria das vezes, o rhythm and blues, intermediada por uma fala concomitante à parte musical.
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O texto refere-se ao
Inicialmente o termo ___________________ referia-se a um jeito de cantar e tocar, até tornar-se sinônimo de um dos gêneros musicais brasileiros mais conhecidos em todo o mundo. O estilo considerado uma nova forma de tocar samba, foi alvo de críticas pela forte influência norteamericana, traduzida nos acordes dissonantes comuns ao jazz. A letra das canções contrastava com as das canções de sucesso até então, abordando temas leves e descompromissados. Outra característica foi a forma de cantar, também contrastante com a que se tinha na época.
Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira -
https://dicionariompb.com.br/Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no texto acima.
“(...) Todo som ouvido é causado por alguma coisa que vibra. As vibrações são levadas através do ar na forma de ondas sonoras que se espalham simultaneamente em todas as direções. Acabam por atingir a membrana do tímpano, fazendo com que também se ponha a vibrar. Transformadas, então, em impulsos nervosos, as vibrações são transmitidas ao cérebro que as identifica como tipos diferentes de sons. (...) Em cada nota ouvida, numa sequência de sons, o cérebro irá descobrir e identificar três características fundamentais (...)”.
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música.
Cadernos de Música da Universidade de Cambridge.
Jorge Zahar, 1998.
As características fundamentais dos sons a que o autor se refere são:
“(...) Ao escrever uma peça de música, o compositor está combinando simultaneamente diversos elementos musicais importantes que chamaremos de componentes básicos da música. Dentre estes se acham: melodia, harmonia, ritmo e timbre (...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música.
Cadernos de Música da Universidade de Cambridge.
(Jorge Zahar, 1986).
A respeito dos elementos básicos da música, assinale a alternativa correta:
“(...) O estilo barroco desenvolveu-se plenamente no Brasil durante o século XVIII, perdurando ainda no início do século XIX. Nessa época, na Europa, os artistas há muito tinham abandonado esse estilo, e a arte voltava-se novamente para os modelos clássicos. O Barroco brasileiro é claramente associado à religião católica (...)”.
PROENÇA, Graça. História da Arte (São Paulo: Ática, 2011).
A respeito da Arte Barroca, analise as afirmações a seguir:
I - A arte barroca uniu a técnica avançada com a emoção, a intensidade e a dramaticidade, tornando o estilo barroco o mais suntuoso e ornamentado da história da arte.
II - Por sua extravagância, a arte barroca restringia-se à música e à pintura, não sendo viável a expressão desse estilo exuberante em obras arquitetônicas.
III - No Brasil, a associação do estilo barroco à religião católica se dá na literatura produzida por Antônio Vieira em seus sermões e nos poemas de Gregório de Matos. Já as construções de igrejas no período seguiam princípios da arquitetura gótica.
IV - O Barroco brasileiro tem o escultor, entalhador, carpinteiro e arquiteto Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho, como um de seus maiores representantes.
Estão corretas as afirmações:
“No Brasil, costuma-se estabelecer uma diferença conceitual entre o grafite e a pichação. Não há, entretanto, parâmetros objetivos para a distinção entre uma forma e outra. Ambas utilizam basicamente as mesmas técnicas de execução, os mesmos elementos de suporte e podem conter algum grau de transgressão”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos (CELACC / ECA / USP 2009).
A respeito do Grafite e da Pichação, pode-se afirmar corretamente que:
“(...) Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerosol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta (...)”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos (CELACC / ECA / USP 2009).
A respeito da pichação é INCORRETO afirmar que:
“(...) Arte Rupestre é o nome que se dá ao tipo de arte mais antigo da história, baseado principalmente nas pinturas, desenhos ou representações artísticas gravadas nas paredes e tetos das cavernas. Esse tipo de arte teve seu início no período Paleolítico Superior. (...) A arte preservada por milênios permitiu que as grutas pré-históricas se transformassem nos primeiros museus da humanidade (...)”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos (CELACC / ECA / USP 2009).
A partir do texto, a respeito da Arte Rupestre pode-se afirmar corretamente que:
“(...) Não mais se pretende desenvolver apenas uma vaga sensibilidade nos alunos por meio da Arte, mas também se aspira influir positivamente no desenvolvimento cultural dos estudantes pelo ensino/aprendizagem da Arte. Não podemos entender a Cultura de um país sem conhecer sua arte. (...) Pretende-se não só desenvolver a criatividade por intermédio do fazer Arte mas também pelas leituras e interpretações das obras de Arte. (...) partir do conhecido e modificá-lo de acordo com o contexto e a necessidade são processos criadores, desenvolvidos pelo fazer e ver Arte, fundamentais para a sobrevivência no mundo cotidiano”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte (São Paulo: Cortez, 2002).
Nessa perspectiva, a partir do texto, é INCORRETO afirmar que:
“O exercício de uma percepção crítica das transformações que ocorrem na natureza e na cultura pode criar condições para que os alunos percebam o seu comprometimento na manutenção de uma qualidade de vida melhor”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental -
Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, assinale a alternativa INCORRETA.
Mitos são narrativas cosmogônicas, ou seja, que contam sobre a criação do mundo e dos seres que o habitam, além de como eles se transformaram e ensinaram a Humanidade a lidar com seus desafios.
Um mito indígena brasileiro conta a história de amor entre uma indígena manaó e a lua. Seu esforço para alcançar Jaci, a lua, não teve sucesso, mas foi recompensado através da transformação da jovem na maior e mais bela flor do estado do Amazonas.
O mito acima conta a história: