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COELHO, M. Inteligência artificial na música: um novo tom para a educação básica. Disponível em: www.agazeta.com.br. Acesso em: 17 jul. 2025.
Um professor de Música do Ensino Médio desafiou os estudantes a utilizarem aplicativos de inteligência artificial na criação musical. Nessa etapa, os estudantes devem utilizar o aplicativo para criar uma canção que exiba as características de uma bossa-nova arquetípica. Para isso, o estudante deve escrever o seguinte prompt:
TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
Com base nas abordagens teóricas sobre diferentes perspectivas acerca da inteligência musical e seu desenvolvimento, estas perspectivas são referentes aos seguintes pesquisadores:
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
I. A construção do corpo dramático no teatro contemporâneo privilegia a simbiose entre ator e personagem, rompendo com a tradição grega que utilizava máscaras para estabelecer separação entre o executante e a criação divina.
II. A tríade essencial do espetáculo teatral, composta por ator, texto e público, configura-se de maneira que o fenômeno teatral se concretiza quando o espectador presencia o intérprete dar vida ao texto dramático.
III. A catarse aristotélica, presente na estrutura da tragédia grega, consiste no processo de purificação das almas mediante o alívio proporcionado pela identificação emocional do espectador com a carga dramática dos personagens.
É correto o que se afirma em:
I. A noção de alteridade configura-se como conhecimento específico proporcionado pela arte teatral, possibilitando ao indivíduo emprestar corporalmente seu corpo para tornar presente um ser ausente e vivenciar perspectivas distintas da sua própria realidade.
PORQUE
II. O teatro distingue-se de outras formas artísticas narrativas ao permitir que a experiência de compreensão do ponto de vista do outro transcenda o plano intelectual e se concretize mediante a vivência corporal da ficção diante de espectadores.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
(__) Os pilares fundamentais dos conteúdos teatrais que configuram a especificidade da linguagem cênica são as noções de ação dramática, papel e personagem, além do espaço cênico.
(__) O jogo teatral constitui metodologia dispensável no ensino de teatro, uma vez que a ludicidade compromete o desenvolvimento das capacidades cognitivas e a seriedade necessária ao aprendizado artístico.
(__) A ampliação do quadro de referências dos estudantes mediante a apresentação de materiais instigantes e diferenciados constitui responsabilidade do educador para evitar a reiteração de estereótipos e preconceitos na criação teatral.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I. A arte surge como instrumento de sistematização do sentido social do indivíduo, promovendo a catarse e a transformação de sentimentos em seus opostos.
II. O teatro privilegia o uso da linguagem e promove o desenvolvimento da imaginação e do pensamento generalizante, características essenciais na formação de conceitos.
III. A experiência teatral possibilita aos sujeitos colocarem-se no lugar do outro através da representação de personagens, desenvolvendo empatia e compreensão da diversidade.
É correto o que se afirma em: